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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 25 de março de 2015

Cartas Psicografadas mostram uma diferente realidade para nós encarnados








Um assunto que muito me chama a atenção são as cartas psicografadas por médiuns que segundo os próprios, recebem mensagens de outras dimensões, comprovando a vida após a morte, ou melhor, a passagem de um plano para outro.

Abaixo recebi por e-mail do amigo Eduardo N. Ribeiro duas cartas psicografadas neste ano de 2015 o que mostra que ainda está bem viva a prática nos centros espíritas. As duas são aqui do Brasil e mostram duas realidades crescentes, o suicídio e a rebeldia seguida de Karma. Confiram:

Por 17 Anos – Carta de um Suicída

A ultima vez que estive encarnado na Terra, meu espírito ganhou como instrumento de aperfeiçoamento e burilamento um corpo disforme e mentalmente prejudicado. Vivi por 17 anos, não foi uma encarnação longa, foi somente o tempo que meu espírito infrator precisava para completar um tempo que eu mesmo em outra existência aniquilara, esses 17 anos foram para mim de grande valia. Aprendi muito e resgatei dívidas muito grandes.

Embora tenha sido uma vida difícil, para meu espírito, muito mais difícil foi para minha mãe que se redobrava em trabalhos como lavadeira, serviço que fazia em casa, e tomar conta de mim. Tamanha a minha dependência que não era capaz de absolutamente nada, paralítico e deficiente mental, nunca proferi uma palavra sequer e a paralisia me deixava estático em uma cama.

Apesar disso tudo agradeço a Deus por ter tido a oportunidade de nesses 17 anos aprender muita coisa. Fui suicida numa encarnação anterior, era um homem inteligente e muito ativo, mas não soube dar valor a vida e num dia de desespero tirei minha própria vida. Ah! Se as pessoas soubessem o que é ser um suicida, da dor imensa que passa quem comete tal ato e não mais haveria suicídios. Por não ter dado valor ao corpo sadio voltei nessa triste condição em que não tinha a menor lucidez, os raros momentos de lucidez eram através de sonhos conturbados, mas ao acordar de nada mais me lembrava. Eu era um “espírito morto” habitando um corpo vivo.

Hoje, tanto tempo depois de ter passado por essa experiência posso dizer a vocês que ela me foi muito valiosa. De grande valia também para minha mãe que juntamente comigo falhara em outra existência e que dessa vez aprendeu o que é ter que cuidar de alguém tão dependente, e aprendeu muito mais que isso, aprendeu a me amar como só as mães sabem. Eu e ela, cada um sofrendo proporcional ao que precisava sofrer.

Bendita encarnação! Deus é amor e não estamos eternamente fadados aos erros de outrora, temos a chance de melhorar nossa situação mesmo que a duras penas. Penas essas impostas por nos mesmos, nunca por Deus, pois que Ele em seu amor não pune ninguém.

Muita paz.

Eleutério.

Psicografia recebida em Reunião de Psicografia de 2015.

Médium: Débora S. C.

“Minha mãe, Meu Deus”
É com muito carinho e atenção que fui recebido aqui, eu um menino rebelde e sem respeito nenhum por ninguém, ninguém mesmo. Minha mãe sofreu muito, pedia, pedia o tempo todo que eu fosse mais educado e que respeitasse os outros.
Eu mesmo não sei explicar o porquê de tanta grosseria, parecia que me era muito natural agir assim. Não sentia a necessidade de mudar.
Eu cresci sem amigos e sem amor de outras pessoas, que era natural, pois, não recebiam de mim nenhuma atenção e muito menos amor. Na verdade eu recebia o que merecia: o pouco caso e a solidão.
Quando fui ficando mais velho, não muito, pois na verdade eu tinha 24 anos, uma grave doença me fez sofrer dores horríveis. Meu corpo era só feridas e cheirava mal.
Eu e minha mãe já não conseguíamos mais recursos para cuidar de mim em casa, pois, meu corpo foi se tornando uma ferida só. Tive que me separar da única pessoa que me amava: minha mãe.
Fui para o vale, onde outras pessoas estavam na mesma situação que a minha, porém, muito pior. Pude ver como eu ficaria em alguns dias ou semanas. Eu me apavorei, fiquei enlouquecido, fiquei com ódio, chorei como um menino que pede colo.
Minha mãe nunca mais apareceu. Fui deixado e esquecido por todos. Todos quem? Não havia deixado amigos, não havia amado ninguém. Com o corpo já em pedaços, eu não aguentava mais o sofrimento e pedi a Deus que me ajudasse. Eu não tinha mais forças.
Chorei, chorei, pois, eu não sabia elevar meu pensamento ao Pai. Como fazer para Ele me ouvir? Veio um senhor entrou em meu aposento e falou:
- Feche os olhos, pense em uma pessoa boa iluminada e ore, fale, peça com todo o seu amor e Ele vai ouvir.
- Minha mãe! Posso pedir a minha mãe.
- Claro, pois ela irá transmitir o seu recado a Ele.
- Hoje vejo que eu só tinha uma luz no mundo: minha mãe.
Obrigado, porque depois do meu pedido meus sofrimentos tiveram um fim, a senhora foi o meu Deus.
Muito obrigado!

Ricardo Lopes.

Psicografia recebida em Reunião Psicografia 2015.
Médium: M. Nicodemos



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