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sábado, 28 de março de 2015

Cientistas encontram crânio de 55.000 anos em Israel





28.jan.2015 - O pesquisador  Hershkowitz exibe parte de um crânio datado de 55.000 anos encontrado na caverna Dan David-Manot no  da Galileia, em Israel, próximo ao assentamento de Manot. Uma equipe de cientistas das universidades de  e de Ben-Gurion e a Autoridade de Antiguidades de Israel desenterraram o crânio que constituiria a primeira evidência concreta da presença de humanos modernos no Oriente Médio em uma época em que os neandertais também estavam presentes na região. A descoberta indica que a população moderna se originou na África e teria migrado de lá para o Oriente Médio há aproximadamente 65.000 anos. O achado foi publicado na revista britânica "Nature" Menahem /AFP




O pesquisador Omry Barzilai da Autoridade de Antiguidades de Israel segura um crânio em uma caverna próximo à cidade de Nahariya, em Israel. Um time de pesquisadores encontrou a primeira evidência de que os humanos teriam deixado a África e passaram pelo Oriente Médio a caminho da Europa. O crânio encontrado teria aproximadamente 55.000 anos e detalhes de sua anatomia são semelhantes aos dos crânios encontrados na Europa, segundo afirmou o cientista Israel Hershkovitz, da Universidade de Tel Aviv, que faz parte do time que realizou o achado, publicado na revista britânica "Nature"



Interior da caverna próxima à cidade de Nahariya, onde um grupo de pesquisadores encontrou um crânio que teria aproximadamente 55.000 anos. Essa seria a primeira evidência de que os humanos teriam deixado a África e passaram pelo Oriente Médio a caminho da Europa. Detalhes da anatomia do crânio são semelhantes aos dos crânios encontrados na Europa, segundo afirmou o cientista Israel Hershkovitz, da Universidade de Tel Aviv, que faz parte do time que realizou o achado, publicado na revista britânica "Nature"



Pesquisadores trabalham na caverna de Manot, na área oeste da Galileia, em Israel, onde foi encontrado um crânio de Homo sapiens que teria 55.000 anos. Essa seria a primeira evidência de que os humanos teriam deixado a África e passaram pelo Oriente Médio a caminho da Europa. Detalhes da anatomia do crânio são semelhantes aos dos crânios encontrados na Europa, segundo afirmou o cientista Israel Hershkovitz, da Universidade de Tel Aviv, que faz parte do time que realizou o achado, publicado na revista britânica "Nature"




Pesquisadores trabalham no interior da caverna de Manot, na Galileia (no noroeste de Israel), onde foi descoberta parte de um crânio de 55.000 anos a.C. Sua forma distintiva - com uma "corcunda" no osso occipital - o relaciona aos crânios humanos modernos da África e Europa. Esta é a primeira evidência concreta da presença de humanos modernos no Oriente Médio em uma época em que os neandertais também estavam presentes na região Israel Hershkovitz, Ofer Marder & Omry Barzilai/Reuters




Foto de parte do crânio de um Homo Sapiens (centro), encontrado na caverna de Manot, na Galileia (no noroeste de Israel), colocado entre o crânio de um Neanderthal (esquerda) e um crânio completo de Homo Sapiens (direita). O crânio central, teria aproximadamente 55.000 anos e detalhes de sua anatomia são semelhantes aos dos crânios encontrados na Europa, segundo afirmou o cientista Israel Hershkovitz, da Universidade de Tel Aviv, que faz parte do time que realizou o achado, publicado na revista britânica "Nature" Jim Hollander/EFE




Foto de parte do crânio de um Homo Sapiens (centro), encontrado na caverna de Manot, na Galileia (no noroeste de Israel), colocado entre o crânio de um Neanderthal (direita) e um crânio completo de Homo Sapiens (esquerda). O crânio central, teria aproximadamente 55.000 anos e detalhes de sua anatomia são semelhantes aos dos crânios encontrados na Europa, segundo afirmou o cientista Israel Hershkovitz, da Universidade de Tel Aviv, que faz parte do time que realizou o achado, publicado na revista britânica "Nature" Jim Hollander/EFE




Vista do interior da caverna de Manot, onde um grupo de pesquisadores de universidades israelenses e da Autoridade de Antiguidades de Israel encontrou um crânio com aproximadamente 55.000 anos. Essa seria a primeira evidência de que os humanos teriam deixado a África e passaram pelo Oriente Médio a caminho da Europa. Detalhes da anatomia do crânio são semelhantes aos dos crânios encontrados na Europa, segundo afirmou o cientista Israel Hershkovitz, da Universidade de Tel Aviv, que faz parte do time que realizou o achado, publicado na revista britânica "Nature" Israel Hershkovitz, Ofer Marder & Omry Barzilai/Reuters




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