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quarta-feira, 18 de março de 2015

Deuses Extraterrestres da Antiga Grécia


Os deuses Anunnakis em todas as mitologias pelo mundo, e fica bem óbvio as suas presenças na mitologia Grega de forma muito evidente, esses seres que até o dias atuais, são considerados como sendo deus, suas 

histórias e passagens podem ser encontradas em várias escrituras e até mesmo na bíblia. O planeta Júpiter e o Sol, são representados simbolicamente aqui na Terra de forma que as devoções são direcionadas para os Anunnakis.




Mitologia Grega


Mitologia, ou a simples verdade?
Na história de antiga Grécia, os Deuses eram gigantes. Poderia esses gigantes serem os
mesmos descritos pela bíblia? E se forem ? poderiam ser também os mesmos sitados por Zecharia Sitchin? Um fato é verdadeiro, gigante estiveram sobre a terra e esses gigantes seriam os próprios Anunnakis sitados também na Suméria. Há histórias de gigantes em toda antiguidade, e também à vestígios que eles estiveram aqui, e que muitos deles eram considerados Deuses e eram idolatrados como tal.


Seres extraterrestres gigantes dominaram a antiga Grécia, e tudo que esta registrado como sendo mito, nada mais é que a pura verdade. O ser humano sempre teve o dom de registrar aquilo que ele vê, sempre foi assim e também é assim hoje.

Todos os mitos que conhecemos hoje, foram fatos verdadeiros no passado, muitos de nós hoje, custamos a acreditar pelo fato de não entendermos o que esta além da nossa compreensão. O universo é infinito e existem todas possibilidades, só não enxerga quem tem medo, porque esta além de sua compreensão.

Uma das mais famosas, mais interessantes e mais intrigantes mitologias que o mundo conhece e discute é a mitologia Grega.
Mas seriam apenas lendas contadas através dos anos de pai para filhos e louvariam deuses imaginários? E todo o avanço grego não teria relação nenhuma com seus deuses?

Em 1868, Heinrich Schliemann, um arqueólogo alemão, descobriu o que poderiam ser as ruínas de uma das mais famosas cidades da literatura. A cidade onde ocorreu a guerra troiana no livro A Ilíada de Homero.


A guerra entre gregos e troianos, que apenas existiu por conta do sequestro de Helena, a rainha espartana, por Páris, príncipe de Troia. Páris, foi aquele que também no mesmo conto, matou Aquiles. A lendária cidade de Troia e os contos de Homero são apenas lendas segundo muitos especialistas.




Porém, Schliemann estava decidido a encontrar a lendária cidade, foi no local onde as coordenadas do livro de Homero levavam. Cavou e achou Troia. Surpreendendo assim a todos os céticos e arqueólogos que nunca acreditaram nas histórias de livros. E por fim, foi provado que pelo menos, parte das lendas gregas era real.




Ruínas de Troia



Se esta lenda era real, e quanto às outras histórias gregas e toda sua mitologia?
A Grécia sempre foi famosa por seus poderosos Deuses, sua mitologia, suas incríveis histórias. Templos foram erguidos aos seus Deuses, como Acrópoles, Pathernon, Delfos, Templo de Apolo entre outros. Histórias contavam que os deuses desciam dos céus até seus templos e se comunicavam com seus devotos.



Quando falamos em Grécia ou mitologia grega, logo surge na nossa mente, Monte Olimpo. Segundo as histórias, encima do Monte Olimpo havia um templo, que normalmente reluzia, vez ou outra dourado, e outras vezes prateados, como se jóias brilhassem nas paredes.



E dentro do templo, estaria Zeus com seu enorme tamanho segurando um poderoso raio na mão.



E também segundo a mitologia, o templo em alguns momentos subia aos céus, para junto do panteão completo de deuses do Olimpo.



Hoje vemos apenas uma montanha, a mais alta da Grécia, e notamos que de fato existe uma base no cume do monte, isso significa que não é um pico em formato cônico.



E se, o que na realidade existia no cume do monte fosse na realidade uma nave, reluzente, cheia de luzes e seres com tamanho diferenciado e poderes incríveis ficasse ali? E se, na realidade a 
nave apenas voasse e não um templo que estaria levitando aos céus?



Fora os tantos seres mitológicos com poderes sobre-humanos que eram criados segundo a mitologia pelos Deuses, como o minotauro que seria um homem, cuja cabeça de um touro fora implantada pelos deuses. E o centauro cujo corpo de um cavalo recebeu o tronco de um homem, por poderes divinos. Ciclopes, mulheres com metade animal, entre outros tantos. Não seriam experiências realizadas por seres de outros mundos? Experiências até mesmo genéticas?







A Misteriosa Máquina de Antikythera, exposta no museu de Arqueologia de Atenas (Grécia)


Uma réplica construída com base na Máquina de Antikythera



Lista da 1ª Geração dos deuses gregos:
  • Caos, Úrano, Gaia, Eros, Nix, Tártaro, Érebo, Ponto, Óreas, Hemera, Éter, Dóris.
Lista da 2ª Geração dos deuses gregos:
  • Titãs: Oceanus, Céos, Crio, Hipérion, Jápeto, Cronos, Téia, Réia, Mnemósina, Febe, Tétis.
  • Hecatônquiros: monstros de cem braços, que possuiam cinquenta rostos diferentes, mas uma só cabeça e presidiam aos terramotos - Coto, Egéon e Gias.
  • Ciclopes: forjavam os relâmpagos
Lista da 3ª Geração dos deuses gregos:
  • Zeus, Hera, Hades, Héstia, Deméter, Poseidon, Afrodite.
Lista da 4ª Geração dos deuses gregos:
  • Apolo, Ares, Ártemis, Atena, Hermes, Hefesto, Díonisio, Hebe.
  • Outros deuses: Hélio, Selene, Eros, Bóreas, Noto, Zéfiro, Nereu, Proteu, Ninfas, Éolo, Quione.
  • Lista dos deuses gregos com os correspondentes gregos:

  • Saturno - Cronos; Júpiter - Zeus; Juno - Hera; Plutão - Hades; Neptuno - Poseidon; Vesta - Héstia; Ceres - Deméter; Apolo - Apolo; Marte - Ares; Diana - Ártemis; Mercúrio - Hermes; Vulcano - Hefesto; Minerva - Atena; Baco - Dionísio; Vênus - Afrodite; Cupido - Eros; Latona - Leto; Hércules, - Herácles; Fauno - Sátiro; Somnus - Hipnos; Áquilo - Bóreas.
A mitologia grego-romana originou-se pela fusão das religiões gregas e romanas, aquando da conquista da Grécia por Roma, facilitado por ambas as religiões apresentarem aspetos semelhantes, como por exemplo as suas tradições. Isso deu origem a uma vasta série de entidades lendárias e mitológicas, nas quais se encontram os deuses.
Poetas como Homero narravam as estórias dos deuses representando-os com aspeto humano, mas possuidores de poderes, ligados à natureza e imortais.
Com o tempo a mitologia tornou-se única entre gregos e romanos, diferindo apenas o nome. Um bom exemplo disso, é o panteão dos deuses principais que é o mesmo, o do Olimpo.

As divindades eram considerados os senhores da natureza, cujas forças eram reguladas por fenômenos naturais e o aspeto era idêntico ao humano.

Para além dos sacrifícios e oferendas, cada deus tinha um período do ano para ser celebrado, como  por exemplo a bacante, festa dedicada a Baco, deus do vinho.


A mitologia grego-romana tem muitas contribuições espalhadas pelo mundo. As suas lenda, estórias e divindades são lembradas e estudadas até hoje, servindo como tema a muitas pesquisas distribuídas por todas as áreas de estudo, como a matemática e a filosofia; ambas originárias da Grécia.
Na arte é bastante comum ter como pano de fundo temas da antiga mitologia.

MITOLOGIA GREGA

A mitologia grega é o estudo do conjunto de narrativas relacionadas com os mitos dos gregos antigos, dos seus significados e da relação entre eles e os povos. Copm o advento do cristianismo vieram a considerar-se meras ficções alegóricas.

No entanto, muitos aqueles que hoje estudam a mitologia para compreender a sociedade grega antiga e o seu comportamento, assim como os seus rituais.

O mito grego explica as origens do mundo, do surgimento do homem, dos fenômenos naturais e os pormenores da vida de uma ampla variedade de deuses, heróis e outras criaturas mitológicas.

Os mitos foram divulgados, ao longo dos tempos, através de uma extensa coleção de narrativas (literatura grega), assim como na pintura da Grécia Antiga e na pintura vermelha em cerâmica grega.
Inicialmente a divulgação era feita através da tradição oral-poética, hoje, estão incluídos na literatura grega.
Grandes divulgadores foram Homero com a Ilíada e Odisseia, Hesíodo com Teogonia e Os trabalhos e os dias. Os mitos também estão preservados nos Hinos Homéricos, em fragmentos de poemas do Ciclo Épico, na poesia lírica, no âmbito dos trabalhos das tragédias do século V a.C., nos escrituras de poetas e eruditos do Período helenístico e noutros documentos, de poetas do Império Romano, como Plutarco e Pausânias.

A principal fonte para a pesquisa de detalhes sobre a mitologia grega são a arqueologia, que tem vindo a descobrir decorações e artefatos, como desenhos geométricos em cerâmica, datados do século VIII a.C., que retratam cenas do ciclo troiano e das aventuras de Harácles.

A mitologia grega tem exercido uma grande influência na cultura, nas artes e na literatura da civilização ocidental e permanece como parte da linguagem do Ocidente.

Poetas e artistas, desde os tempos antigos até aos modernos, têm-se inspirado na mitologia grega e descoberto que os temas mitológicos lhes legam significados e relevância nos seus próprios dias. Também exercem influência na ciência (por exemplo os nomes dos corpos do sistema Solar) e em estudos teóricos, acadêmicos, psicanalíticos, antropológicos e muitos outros.
Atualmente tradições neopagãs, como a Wicca, são influenciadas pela mitologia grega; além de que o dianismo, a Stregheria e, principalmente, o dodecatonismo, têm vindo a tentar resgatar as crenças antigas.

A mitologia fazia parte dos estudos das crianças gregas desde tenra idade, de forma a fazê-las compreender os fenômenos naturais e muitos acontecimentos que não tinham a influência humana.
Os gregos antigos atribuíam a cada fenômeno natural uma criatura ou um deus. Para além dos fenômenos naturais, eram atribuídos aos deuses as características e relações humanas aos deuses.
Além das crianças serem educadas através dos mitos, as famílias aristocráticas da Grécia, assim como reis e profissionais, como médicos, tinham a tradição de se ligarem genologicamente a antepassados míticos.

Os comerciantes eram grandes adoradores dos deuses, por exemplo de Hermes. Para além das orações e dos sacrifícios os gregos antigos apadrinhavam um deus, ou um grupo de deuses, para as suas cidades. este tipo de cidade não tinha uma organização religiosa oficial, mas honrava os deuses em lugares específicos, como é o caso de Apolo, em Delfos.

Na Grécia Antiga haviam muitos festivais, alguns dedicados a uma divindade em particular, outros às cidades-estado. Também existiam os jogos que eram realizados anualmente e que culminaram nos Jogos Olímpicos, que eram realizados de quatro em quatro anos e dedicados a Zeus.

Os gregos encontravam desígnios dos deuses em muitas características da natureza. Os adivinhos, por exemplo, acreditavam haver mensagens dos deuses no voo das aves e nos sonhos. Nas cidades os´oráculos eram usados por sacerdotes que, tomados por êxtase ou "loucura divina", serviam de intermediários entre os homens e os deuses.

O mito e a religião

Hoje todas as mitologias de todos os povos são entendidas como um conjunto de relatos fictícios e imaginados pelos poetas, enquanto a religião propõe-se a criar rituais ou práticas com a finalidade de estabelecer vínculos com a espiritualidade.

"Mitologia" é um termo indiscutivelmente técnico e moderno, nunca utilizado pelos gregos e romanos. Os seus cultos compreendiam uma religião politeísta da qual os especialistas de hoje agrupam no que se chama "mitologia grega", analisando as narrativas poéticas como legados da literatura antiga, ao passo que os próprios gregos, sobretudo antes da expansão da filosofia, acreditavam ser reais.

Pode-se dizer que "mito" é todo o conjunto compreendido atualmente o que na antiguidade era chamado de religião. Assim, os textos como a Ilíada, teogonia, etc eram os textos sacros.
Os gregos faziam culto aos deuses do Olimpo, em templos ou altares, mas também faziam aos heróis históricos, os quais eram realizados nas tumbas destes.

Os teatros eram construídos para determinada figura mitológica, deuses ou heróis, como o teatro de Díonisio no Santuário de apolo, em Delfos.

Para além de a religião ter sido praticada através de festivais, acreditava-se que os deuses interferiam diretamente nos assuntos humanos e que era necessário acalmá-los por meio de sacrifícios.

Estes rituais desempenhavam um papel importante na relação homem-divino. Um dos conceitos mais impostantes quanto à moral para os gregos era o medo de cometer "húbris" (arrogância) o que inclui muitas coisas, desde a violação à profanação de cadáveres.

A mitologia grega pode ser separada em três partes:

  1. Raças, divindades, criaturas, personagens, em geral, que abrange: os ventos, os centauros, ctônicos, ciclopes, dragões, Eríneas, gigantes, górgonas, Hecatônquiros, harpias, musas, moiras, mortais, ninfas, deuses do olimpo, deuses  primordiais, sátiros e titãs. Os heróis também estão incluídos neste grupo: Herácles, Aquiles, Odisseu, Jasão, Argonautas, Perseu, Édipo, Teseu e Triptolemos.

  1. Lugares, que abrangem os ambientes em que essas figuras viveram as suas aventuras como Delfos, Delos, Olímpia, Hades (reino), Atlântida, OlimpoTroia e Temiscira.
  2. Literatura mitológica, inclui o estudo de literatura antiga.

A origem dos mitos da Grécia não deriva puramente da civilização grega, mas de uma mistura entre a cultura dos indo-europeus, pré-gregos, e até mesmo dos asiáticos, egípcios e outros povos com os quais se estabeleceram contato.

Um dos fatores de evolução da mitologia grega foi a grande transformação que a região sofreu ao longo dos tempos, que serviu para enriquecer a própria cultura,
Os primeiros habitantes da Península Balcânica, maioritariamente agricultores, atribuíram a cada aspeto da natureza um espirito. Gradualmente, estes espíritos foram tomando forma humana e entraram na mitologia grega como deuses e deusas.

Quando as tribos do norte invadiram a Península Balcânica, trouxeram consigo um novo panteão de deuses e crenças, voltadas para a conquista, para a força e valentia, para a batalha e para o heroísmo violento. as outras divindades locais, que povoavam a mente dos habitantes agrícolas, fundiram-se com a dos invasores, mais fortes, ou então, desapareceram.

Após a metade do Período Arcaico, que possuía muitos mitos sobre as relações entre homens e deuses masculinos, os heróis tornaram-se mais aclamados, indicando o desenvolvimento paralelo da pederastia pedagógica, que pensa-se ter sido introduzida por volta de 630 a.C. Nos finais do século V a.C. os poetas havia atribuído um ero menos a todos os deuses importantes, exceptuando Ares e outras figuras lendárias. Outros mitos anteriormente existentes, como o de Aquiles e Pároco foram reinterpretados como mitologia homossexual.

O sentido da poesia épica foi criar ciclos históricos e resultar num desenvolvimento de um senso da cronologia mitológica. Assim, a mitologia grega desdobra-se como uma etapa no desenvolvimento do mundo e do homem. As auto-contradições nas estórias fazem com que seja impossível manter um cronograma absoluto a respeito da mitologia grega, mas é possível elaborar uma cronologia concordante:

  1. Mito de Origem ou da Era dos Deuses - É a teogonia, o nascimento dos deuses, os mitos sobre a origem do planeta, dos deuses e da raça humana.
  2. Era em que os homens e os deuses se misturam livremente - estórias das primeiras interações entre deuses, semi-deuses e mortais juntos.

  3. Era dos Heróis (ou Era Heroica) - onde a atividade divina ficou mais limitada. As últimas maiores lendas heroicas são da Guerra de Troia e as suas consequências (consideradas por alguns investigadores como um quarto período separado).

Na Era dos Deuses os "Mitos de Origem" ou "Mitos de Criação", na mitologia grega, são termos alusivos à interação de fazer com que o universo se torne compreensível e com que as origens do mundo sejam explicadas.

A "Teogonia" de Hesíodo é a fonte mais coerente e bem estruturada que se conhece. É visto como um relato didático, onde tudo se inicia com o Caos: o vazio primitivo e escuro que precede toda a existência. Dele, surge Gaia (a Terra) e outros seres divinos primordiais. Eros (atração amorosa), Tártaro (escuridão primeva) e Érebo. Sem intermédio masculino, Gaia deu à luz Urano que a fertilizou. Dessa união surgiram primeiramente os Titãs, seguidos dos Ciclopes e dos Hecatônquiros.

O pensamento antigo grego considerava a Teogonia (que engoba a cosmogonia e a cosmologia, temas dessa subsecção) como o protótipo do gênero poético e era-lhe atribuídos poderes mágicos. Contudo, a Teogonia não é somente o único e o mais completo tratado de mitologia grega que se conservou até aos dias de hoje, mas também o relato mais completo no que diz respeito à função arcaico dos poetas, com a sua longa invocação preliminar das musas. Foi também tema de muitos poemas perdidos, incluídos os atributos de Orfeu, Museu, EpimênidesAbaris e outros profetas legendários, cujos versos costumavam ser usados em rituais privados de purificação e em religiões de mistérios.

Para a mitologia clássica, depois da destituição dos Titãs (que por sua haviam destituído Uranos), surgiu um novo panteão de deuses e deusas. Entre os principais estavam os deuses do Olimpo - cujo número de doze é uma ideia moderna e não antiga. Nesta altura os deuses olímpicos não eram os únicos adorados pelos gregos: existia uma variedade de divindades rupestres, como o deus-bode Pã, as ninfas, os deuses dos rios, Sátiros e outras divindades que residiam nas florestas, bosques e mares. Além dessas criaturas existiam também seres como as Eríneas (que habitavam o submundo), cuja função era perseguir os culpados de homicídio, má conduta familiar, heresia ou perjúrio.
Para honrar o antigo panteão grego, compôs-se os famosos hinos homéricos. No entanto, os deuses gregos, embora poderosos e dignos de homenagem, eram essencialmente humanos (praticavam a violência, sentiam ciúme, cólera, ódio, inveja... tinham as grandezas e fraquezas), possuíssem corpos físicos ideais.

Walter Burket definiu essa característica antropomórfica: «os deuses da Grécia são pessoas são pessoas, e não abstrações, ideias ou conceitos.» Tinham habilidades que os humanos não possuíam e acesso a ambrósia e néctar, que lhes conferia a imortalidade.

Cada deus descende de uma genologia própria, tem interesses próprios, uma especialização e é regido por uma personalidade única. No entanto, essas descrições surgem a partir de uma infinidade de locais arcaicos variantes, que nem sempre coincidiam.

Certos deuses, como Apolo e Dionísio, apresentam personalidades e mais do que uma função, outras, como Hétia ou Hélios, revelam pouca personificação.
Os templos gregos mais impressionantes tendiam à representação de um número limitado de deuses, que foram o centro de grandes cultos pan-helênicos.

Entre a idade em que os deuses viviam sozinhos e a idade em que a intervenção divina era limitada, houve uma época de transição em que deuses e homens se misturavam livremente.
Estes foram os primeiros dias do mundo, quando os grupos se misturavam com mais liberdade do que fizeram depois.

A maior parte das crenças das estórias foram reveladas posteriormente na obra "Metamorfoses" de Ovídio, e frequentemente são divididas em dois grupos temáticos:
  • estórias de amor - envolvem muitas vezes incesto, violação ou sedução de uma mulher mortal por um deus, resultando daí uma descendência histórica. Essas estórias sugerem, geralmente, que as relações entre deuses e mortais são de evitar, pois raramente têm um final feliz,
  • estórias de castigo - envolvem a apropriação ou invenção de algum artefacto importante.

A idade em que os heróis viveram na mitologia grega é conhecida como a Era Heroica. Surgiu no Período Arcaico quando os gregos imaginavam "heróis" como certos personagens de lendas épicas. Embora sujeitos à mortalidade, os heróis/semi-deuses diferenciavam-se dos humanos por serem capazes de desempenhar tarefas impossíveis.

Após a ascensão do culto heroico, os deuses e os heróis constituíram a esfera sagrada e eram invocados juntos nas orações e juramentos. Em contraste com a Era dos Deuses, durante a Heroica, a lista de heróis nunca é fixa e definitiva - já não nascem mais deuses, mas podiam sempre surgir novos heróis. Outra diferença importante é que o culto dos heróis tornou-se o centro da identidade do grupo local.

Declinio

Com o tempo os gregos encontraram limitações e contradições nos seus mitos. Há várias hipóteses que tentam explicar o  da mitologia grega:
  1. Com a exploração marítima, os gregos chegaram a terras que anteriormente acreditavam serem ocupadas por deuses ou serem misticas, e que se mostraram comuns, habitadas por simples homens;

  2. A evolução da sociedade grega tornando-se gradualmente mais cosmopolita, veio a criar certas invenções como o calendário (passaram a conseguir calcular o tempo como forma de prever e entender os estados térmicos e o Sol, a chuva, e outros fatores climáticos - vistos anteriormente como feitos divinos incompreensíveis), a moeda, a escrita alfabética, a política, criaram um espirito racionalista, curioso e céptico que começava a desprezar o uso do mito.
  3. A vinda do Cristianismo veio a substituir e abolir as antigas crenças.
Com as mudanças que surgiram na nova sociedade grega o homem viu uma necessidade de entendê-las e desenvolvê-las, resultando daí a filosofia como uma procura de respostas racionais àquilo que os envolvia.

Alguns estudiosos modernos acreditam que as habilidades poderosas da mudança saíram das mãos dos deuses imaginários e foram assumidas pelos homens antigos.

A astrologia, que após a morte de Alexandre, o Grande, foi introduzida pela Mesopotâmia e pelo Egito no mundo grego, chegou a um período de ouro na Roma Imperial e contribuiu para a preservação dos mitos durante a Idade Média. Contudo, na própria Grécia Clássica, o surgir e a popularidade do racionalismo e da filosofia criaram até mesmo um debate entre a ideia de que os corpos celestes eram divindades em oposição à ideia de serem meras rochas vagueando no céu.


MITOLOGIA ROMANA


Os romanos eram um povo prático e isso mostrava-se na sua religião e não há mostras de grandes preocupações filosóficas acerca da natureza ou da divindade, como é mostrado pelo fato de na primeira das fases da religião romana, não haver mitos teogônicos, e os próprios romanos eram, muitas vezes cépticos em relação à religião.

índole prática dos romanos manisfestou-se, em grande parte, na sua política de conquista, em que incorporavam os deuses dos povos conquistados, sem tentarem impor os seus.

A religião romana pode ser dividida em várias partes:

  1. A primeira consistia num sistema ritualístico, cuja observância aos ritos e cultos dependia o favor à saúde, prosperidade, colheitas fartas e sucesso na guerra. A piedade não era compreendida em termos de experiência religiosa individual, e sim da fiel realização dos deveres rituais aos deuses, concebidos como poderes abstratos e não como Divindades Antropomórficas. 

  2. Os romanos não tinham uma casta sacerdotal, os ritos eram executados pelo chefe de família ou magistrados civis (embora fossem regulados por colégios sacerdotais). 

  3. Os preceitos religiosos não incorporavam elementos morais, apenas diretrizes para a correta execução dos rituais. Também não desenvolveram uma mitologia imaginativa própria.  Assim no período  de formação original, seculo VIII A.C., a religião dos romanos apresentava um aspeto utilitarista. 

  4. Entre os deuses mais importante encontravam-se Júpiter (deus do céu), Marte (deus da guerra), Quirino (protetor da paz - mais tarde identificado com Rômulo) e Juno (cuja função principal era dirigir a vida das mulheres). Outras divindades menores eram figuras de funções limitadas e claramente definidas. Os deuses não tinham mitos, não formavam casais e não tinham filhos.

  5. Na segunda metade do século VI a.C., os Etruscos conquistaram a cidade de Roma e introduziram, nas práticas religiosas, o culto às estátuas dos deuses, os templos, a adivinhação mediante o escrutínio das entranhas de animais sacrificados e do fogo, e uma maior solenidade nos rituais funerários. 

  6. O primitivo calendário lunar de 10 meses, passou para o solar de 12 meses. Nesta altura houve a incorporação de deuses que não eram só etruscos mas houve uma grande influencia grega. Júpiter ganhou consortes, Juno e Minerva (influencia grega). Vénus e Diana vieram de fontes italianas e Vulcano e Saturno de fontes etruscas.
  7. O Período Republicano, do século V ao século I. a.C. caracterizou-se pela ampliação da influência grega, cujos mitos revitalizaram os deuses romanos ou introduziram novas divindades como Apolo, que não tinha um equivalente romano reconhecido e Esculápio. 

  8. Outro costume importado dos gregos foi convidar os deuses para o banquete sagrado, o Lectistérnio, no qual os deuses eram representados pelas suas estátuas e associados em casais. As figuras juntas nos banquetes formaram o grupo grego popular e típico de doze figuras. Foram ainda introduzidos cultos orgiásticos do Médio Oriente, como o da deusa Cibele, a Grande Mãe, e o de Dionísio, que em Roma foi identificado como Baco.

  9. A crescente demanda por uma religião mais pessoal, que nem as religiões tradicionais gregas nem as romanas eram capazes de satisfazer, foi atendida por vários cultos do Médio Oriente. Esses cultos prometiam aos seus seguidores o favor pessoal da divindade e mesmo a imortalidade se certas condições fossem atendidas, entre elas a iniciação em ritos misteriosos. 

  10. O primeiro foi de Ísis, que embora de origem egípcia sofreu alterações pela passagem pela Grécia. Depois foi o culto de Ápis, consorte da Grande Mãe e por último, e favorito dos soldados romanos, o culto de origem persa, a Mitra.
No último período do Império Romano, desenvolveu-se de forma particular o culto ao Sol, e o imperador Aurelianus proclamou como divindade suprema de Roma o Sol Invictus.
  1. Finalmente, perante a incapacidade de reavivar o culto aos deuses antigos e a uma religião que servia os interesses do estado invés os particulares, o imperador Theodosius I, suprimiu os cultos tradicionais e implantou o Cristianismo (que vinha a expandir-se fortemente nos últimos séculos entre a população), em 391, como religião oficial do Império Romano.


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