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quarta-feira, 18 de março de 2015

O PERGAMINHO DE CHINON




Chinon era a cidade francesa que ocorreu um dos episódios mais importantes envolvendo o julgamento dos templários, foi o local que o Rei Felipe aprisionou os lideres templários incluindo o grão-mestre Jacques de Molay. Lá foram torturados até supostamente confessarem as acusações de heresia e blasfêmia. Foi então que o Rei Felipe divulgou à toda Europa a confissão do grão-mestre e do restante dos membros da ordem o que rapidamente causou um espanto em todos que recebiam a informação, pois até então os templários tinham uma reputação ilibada. Por conseqüência, ocorreu um verdadeiro caos social e começaram a surgir movimentos contrários as templários. Estranhando a confissão, o papa Clemente organizou um comissão que investigasse as informações prestadas pelo rei da França o que resultou num verdadeiro beco sem saída para o Papa. Em resumo dos acontecimentos, Jaques de Molay e os outros lideres, declararam que não suportaram as acusações e foram obrigados a confessar. Foi então que o Papa absolveu os Templários. A absolvição resultou num documento redigido pelo Próprio Papa conhecido como “O PERGAMINHO DE CHINON”.

 Estranhamente esse documento se perdeu, a sua existência não passavam de suposições mas foi encontrado em 2004 pela pela pesquisadora italiana Bárbara Frale, residente da Escola de Paleontologia do Vaticano. Mais estranho ainda, foi a declaração que esse documento foi descoberto nos arquivos secretos do Vaticano, pois não estava devidamente catalogado. A tradução literal do pergaminho foi publicada pelo vaticano apenas em 2007 e parte daquele documento assim mencionava:
“Castelo de Chion em 20 de agosto de 1.308, na nossa presença e algumas testemunhas, o irmão-cavaleiro Jacques de Molay, grão-mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários, compareceu pessoalmente e jurou da forma e da maneira indicada, tendo sido diligentemente questionado, disse que a 42 anos fora recebido como irmão da ordem supra. Quanto à sua iniciação na Ordem, ele disse que, ao receber o manto, o receptor mostrou-lhe a cruz e disse que deveria renunciar ao Deus que cuja imagem estava representada naquela cruz, e cuspir na cruz. Foi o que ele fez, embora não tenha cuspido na cruz, mas perto dela, segundo suas palavras. Disse também que a renuncia foi feita em palavras mas não em espirito. Quanto ao mistério de sodomia, a adoração da cabeça e a pratica de beijos ilícitos, ele, ao ser questionado diligentemente, disse que nada sabia sobre isso. Depois disso, decidimos estender a misericordia da absolvição por esses atos ao irmão Jacques de Molay, grão-mestre da dita Ordem” Tal documento foi a prova apresentada pelo Vaticano de que a igreja não foi favorável a erradicação dos Cavaleiros Templários.
EXTERMÍNIO
Voltando na época de 1.310, mesmo com a comprovação da igreja da inocência dos templários, seria impossível restabelecer a credibilidade dos cavaleiros, e não faltou insistência do Rei da França em prosseguir com o extermínio da Ordem. Após diversas manobras do rei francês, o papa tornou pública a decisão no dia 22 de março de 1.312, que os Templários, embora não condenados, estavam extintos sob o argumento que a Ordem fora difamada demais para continuar.

A igreja com essa atitude lavava as mãos. De acordo com a prática, uma vez definido o destino de um réu, a Igreja o entregava às autoridades para que a pena fosse executada. Nesse caso, os Templários da França, já estavam nas mãos do rei a muito tempo que passou apenas a cumprir seu desejo.
Os que confessarão novamente as acusações foram submetidos a prisão perpétua, outros menos importantes ou que nada tinham a confessar foram mandados para mosteiros e lá ficaram pelo resto da vida. Os líderes, incluindo o grão-mestre, tiveram que esperar até o dia 18 de março de 1.314. Naquele dia a sentença foi dada, com base nas confissões anteriores, distorcidas pela coroa francesa, quatro lideres foram condenados a punições cruéis e perpétuas – apodrecer na prisão sem alimentos até que a morte lenta os libertassem. O Grão-mestre Jacques de Molay e o Mestre da Normandia Godofredo de Charney, ficaram presos nas masmorras reais durante 7 anos e se recusaram ao encarceramento perpétuo e gritavam com todas as suas forças a inocência dos templários e sua pura e sagrada devoção a deus. Foram levados para ilha de Javiaux, pequena ilha no Sena a leste de Notre Dame, amarrados em estacas, prestes a serem incendiados vivos.
A VINGANÇA DO GRÃO-MESTRE

O único relato ocular registrado, foi de um monge anônimo, que nos diz que ele caminhou para a morte com tranquilidade e dedicação e ao ser envolvido pelas chamas ele jurou vingança e desafiou o Rei e o Papa a enfrentá-lo no tribunal de Deus no prazo de um ano e um dia. Curiosamente, em menos de 5 semanas, em 20 de abril, o Papa  Clemente V morreu e naquele mesmo ano no dia 29 de novembro, decorrente de uma queda de cavalo, o Rei Felipe IV também morreu. Jacques de Molay estava vingado!

OS TEMPLÁRIOS SOBREVIVENTES E A MAÇONARIA
Fato que diversos países não concordaram com a atitude do Rei da França e não lançaram campanha para perseguição dos templários. Que se absteve ou prestaram refúgio para os cavaleiros foram Portugal e Escócia. O Rei de Portugal – Dinis – restituiu a Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo, que em sua essência eram os templários com outro nome e com outros interesses, em específico, passaram a servir os interesses da coroa Portuguesa. Em 1.418 foi nomeado grão-mestre da ordem o príncipe Henrique, que fundou a escola de navegação de Sagres, quando se deu início as viagens exploratórias. A parte interessante nessa história é as embarcações portuguesas que levavam em suas velas o símbolo dos templários, a cruz vermelha, sendo, portanto, inegável relação entre a nova ordem e os cavaleiros da idade média. A rumores que a Escócia recebeu a ajuda dos cavaleiros templários na batalha de Bannockburn, que lutava pela independência escocesa. Uma tropa de templários invadiu a Inglaterra em momento decisivo e garantiu a vitória aos escoceses. Em gratidão, foram protegidos pela Escócia e foram assimilados a uma nova ordem, a dos maçons.

Fato absolutamente controvertido entre os estudiosos é a da Capela de Rosslyn, que associa a escócia aos templários e aos maçons. A construção da Capela se deu em 1.456, num lugar de um antigo templo que dizem se tratar de uma cópia arquitetônica perfeita do Templo de Salomão. O simbolismo e esculturas da capela são surpreendentes, como pilares retratando a cópia exata da coluna de Boaz, figuras representando o sementes de milho, e em síntese, um lugar que serviu de esconderijo para abrigar os segredos da ordem.
CONCLUSÃO
Sem dúvida foi uma ordem extraordinária, começaram pobres, lutando por um causa nobre, numa terra santa, no momento que as três maiores religiões do mundo se voltaram para um único lugar, o monte do templo. De maneira muito rápida, se tornaram ricos e com forte poderio militar. Não se sabe exatamente o porque dessa expansão, mas lá, nas ruínas do templo encontraram algo e concluímos que: em razão das especulações de estudiosos e arqueólogos, forçamos o Vaticano a se manifestar.

O Código Da Vince de Dan Brawn (2003), não foi o primeiro romance a levantar teorias contrárias ao vaticano, ele apenas sucedeu dezenas de outros autores. Contudo, após o estouro do best seller em 2003/2004 forçamos a Igreja a se defender. Com a pueril alegação de não ter catalogado seus documentos históricos, do dia para noite encontram o pergaminho de Chinon (2004) – que relata que o Papa Clemente absolveu os templários –, ora é fato que existe muito mistério por traz dos templários, mas também há outros mistérios sob guarda do Vaticano, só basta lutarmos para livre investigação da verdade que ela se manifestará.


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