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sexta-feira, 17 de abril de 2015

A HISTÓRIA DA SUÁSTICA








O Símbolo da suástica e seus mais de 12.000 anos de história.

A suástica é lembrada como o símbolo de Hitler, trazendo a mente acontecimentos registrados em livros da história oficial. Embora exista uma grande variação entre o que realmente aconteceu e o narrado nestes livros, sem dúvida alguma, foram anos de muita negatividade expressa na Terra.




De fato, o que vale a pena focar é que o partido nazista não foi o único a empregar tal símbolo, tendo sido usado como um poderoso símbolo, milhares de anos antes, por muitas culturas, em todos os continentes.




Para os Hindus e Budistas na Índia, incluindo outros países da Ásia, a suástica esteve presente eu sua ancestral história, podendo ser facilmente encontrado em prédios, templos, taxis...por todos os lugares por onde se passe.




Os antigos Druidas e Celtas também empregavam este símbolo, representado em muitos artefatos encontrados em escavações arqueológicas.
Vale a pena mencionar que a suástica era um importante símbolo para tribos nórdicas, tendo sido passada para os primeiros cristãos e a posterior para os Cavaleiros Templários 




Teutônicos, uma ordem militar da idade média, seguidora do catolicismo.
Mas a pergunta é: Porque esse símbolo é tão importante e qual o motivo de Hitler o ter adotado?





Vamos analisar a palavra em sânscrito que a nomeia, para imediatamente revelar o motivo: 




Suástica significa “bem estar”, “boa existência”, “boa sorte”, levando a ser vista como um símbolo solar de boa aventurança. Realmente a suástica é conhecida por diferentes nomes em muitos países – como “Wan” na China, “Manji” no Japão, “Fylfot” na Inglaterra, “Hakenkreus” na Alemanha (muito antes do surgimento do nazismo) e “Tetraskelion ou Tetragammadion” na Grécia, por exemplo.




Um estudante de sânscrito chamado P.R. Sarkar em 1979 disse que o seu mais profundo sentido de palavra é “Permanente Vitória” e que todo símbolo pode ter um sentido positivo ou negativo, de acordo com a forma como é desenhado.



Assim a suástica hindu que gira para a direita é considerada positiva e a que gira para a esquerda, negativa, referenciando a deusa Kali e sua magia negra.



A SUÁSTICA NA LUA

A fotografia foi obtida em abril (2012) pela sonda Cassiopéia. Esta paisagem está localizada na chamada face obscura da Lua, na cratera Schroedinger, próxima ao pólo sul lunar. Os cientistas não têm uma explicação para esta imagem: não sabem se é uma estrutura real ou uma ilusão de ótica.

Adeptos de teorias de Conspiração dividem-se: alguns dizem que essa suástica é uma prova de os nazistas estiveram na Lua; outros, acreditam que a imagem confirma outra coisa: que a suástica é um símbolo cósmico e esta, em particular, é obra de alienígenas, extraterrestres.

O ufólogo Martin Krauss tem uma explicação: É um sinal de Alfa Centeurianos, alienígenas que trouxeram vida à Terra quatro milhões de anos atrás. O sinal foi deixado na Lua para, um dia, soubéssemos de sua visita.

Para o cientista romeno Radovan Tomovici, especialista em teorias da conspiração, a suástica lunar é, mesmo, obra de Nazistas: Por mais de 70 anos é de conhecimento público que os nazistas, durante a Segunda Guerra, tinham um programa de pesquisa supervisionado por Hans Kammler com objetivo de conquista e controle do espaço orbital. Parece que Kammler, que desapareceu misteriosamente pouco antes do final da guerra, ele e sua equipe, foram bem sucedidos.

O Sentido duplo é comum nas tradições ancestrais, representando as duas polaridades que constituem o mundo onde vivemos.


Com este conhecimento sobre a suástica, podemos entender que “o caminho do meio” é o caminho da integração das polaridades e não da separação ou desprezo.








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Registros da utilização da suástica pela humanidade (Epoch Times)
suástica, também conhecida como círculo solar, cruz do cosmos, wan zifu (chinês), lauburu, martelo de thór entre outros, sem dúvida é o símbolo mais antigo da humanidade, segundo registros históricos. O símbolo pré-histórico sempre teve uma conotação sagrada e divina, carregando profundos significados herdados de culturas e religiões ancestrais.
Vista como patrimônio universal, a suástica possui interconexão com quase todas as culturas existentes na atualidade, carregando significados similares em todos os cantos do mundo. Até princípios do século 20, o símbolo representava o saber mais profundo do homem, o movimento das galáxias, do universo e a criação da vida.
Os índios norte-americanos há 5 mil anos já utilizavam a suástica, segundo registros encontrados nos Estados Unidos. A etnia Hopi construiu duas estradas no formato do símbolo na América do Norte. Nos artefatos das civilizações Azteca, Maia, Olmeca, Tolteca e Inca são percebidas atribuições sagradas ao símbolo. Os antigos gregos e romanos introduziram a suástica na África. Muitas sinagogas judias e a suposta tumba de Jesus Cristo estão decoradas com várias suásticas. Também, pode-se encontrá-la adornando várias pinturas famosas presentes no Vaticano e em muitas outras construções antigas na Europa. A Austrália é um dos únicos países onde não se encontraram registros históricos da suástica.
Pouco antes da 2ª Guerra Mundial, o símbolo foi utilizado na criação de cartões postais, moedas da sorte, como logotipo de empresas e associações, em cartazes de propaganda e materiais promocionais, como utilizado pela Coca-Cola em 1925.
Infelizmente, graças ao uso indevido da suástica durante o período nazista na Alemanha, o símbolo ganhou uma conotação sombria ao ponto de dissolver o verdadeiro significado do mesmo. Hitler, o líder nazista, proibiu toda investigação relacionada ao autêntico significado e história da suástica. Nesse período, todo aquele que se atrevesse a pesquisar a história do símbolo era perseguido e encarcerado.


Calendário azteca da Roda do Sol (Epoch Times)
A palavra suástica deriva do sânscrito – swastikah -, uma antiga língua da Índia, e significa “ser feliz”. Nesse país, o símbolo é relacionado a boa fortuna.
Acredita-se que a origem de todos os seres, assim como de suas ações, está relacionada ao movimento. O movimento incessante do universo produz continuamente coisas novas. Isso também aplica-se à Terra, ao Céu, ao Sol e a todos os planetas. A suástica representa justamente a simbologia do movimento circular, do renascer. Em diferentes culturas significa a reencarnação.
A suástica tem muitos nomes. Na linguagem primitiva dos antigos germanos, ela se chama “Vierfoss” (Base de Fogo).
Segundo estudos, Guido von List, autor austríaco místico anti-semita, foi o responsável pela associação entre a suástica e o nazismo devido ao poder ideológico do símbolo. 

A “Hakenkreuz”, nome dado à suástica nazista, significa “cruz que abarca tudo” e faz alusão ao criador e ao redentor que salva as pessoas – para os alemães da época, Adolf Hitler.
Em muitas culturas a suástica representa diretamente o Sol, que rege a mudança das estações no decorrer de um ano. “Wan Zifu” é o nome em chinês da suástica. Dentro de um círculo o ideograma também significa “Sol”. Sem o círculo, significa infinito e o número dez mil.
Figurativamente, o símbolo também conota fertilidade, podendo ser visto em estátuas e peças artísticas de vários povos antigos, que colocavam-no nas regiões genitais das obras.
A suástica é encontrada com algumas variações em seu desenho, mas a forma se mantém a mesma, ainda que possua linhas mais retas ou mais curvas com 3, 4, 8 ou mais braços, o significado essencial do símbolo é sempre similar.
A bandeira nacional dos índios Cuna, Panamá
Entre o fim do século XIX e o começo do século XX, ocorreu a Revolução Cuna, que culminou na fundação da República de Tule ou a “República dos Homens”. A suástica é um símbolo desta cultura e, naquele tempo, eles a usavam em uma bandeira listrada com uma suástica no centro.
Com a aparição do nazismo, a bandeira foi modificada, inserindo-se um anel vermelho no eixo central da suástica. Segundo Whitney Smith – vexilologista norte-americano de renome -, os índios Cuna agregaram o circulo que representa um “anel nasal”, porque sabiam que os alemães nunca usariam anéis em seus narizes.

A bandeira também foi utilizada durante a Declaração da Independência do Panamá no final do século XIX ou começo do século XX, segundo a Proclamação do Panamá de fevereiro de 1925.

Bandeira da República de Tule (T) e bandeira utilizada na declaração de independência do Panamá (B) (Epoch Times)
Suástica na Argentina

Em Bariloche há uma fonte pública com um desenho de labirinto por onde corre a água. Não se sabe qual é o exato propósito do desenho, mas acredita-se que seja para que a água seja purificada em seu trajeto. Outro significado também é atribuido a fonte, como o apoio ao nazismo existente na Argentina.
A fonte tem cinco lados, que medem aproximadamente dois metros e meio de largura, por meio metro de altura cada. Ela encontra-se no centro comercial da cidade de Bariloche. Não se conhece a identidade do escultor.


Suástica em fonte de Bariloche, Argentina (Epoch Times)

Os índios Apaches, Estados Unidos

Como muitas outras tribos aborígenes da América, os índios Apaches têm utilizado o símbolo da suástica como ornamento por vários séculos, tanto em peles como em jóias. Os xamãs usavam-na para vários fins, desde a adivinhação do futuro até cerimônias de cura. Igualmente, para as etnias Navajo e Hopi, a suástica simboliza as quatro direções celestiais.
A Cruz Basca, Espanha
A suástica, conhecida em todo país Basco como “Lau-Buru”, que significa “Quatro Cabeças”, também é chamada de Rosa Lauburu ou Suástica Basca.
Os romanos a adotaram quando invadiram o que hoje é o país basco, como símbolo da força bruta e da barbárie moderna. O imperador Augusto a levou desde a cordilheira dos Pirineus até Roma, na Itália, como uma amostra do triunfo diante das tropas bascas. O imperador Constantino a cristianizou, batizando-a como a Cruz do Calvário. 

Os nazistas a usurparam para promover o seu regime totalitário, mudando a direção da rotação do símbolo e colocando a suástica na posição vertical em cor preta.
Para os Bascos a cruz Lauburu simboliza a humanidade, e é composta de quatro elementos: forma, vida, sensibilidade e consciência. Eles acreditam que esses são os quatro elementos básicos humanos, que se relacionam diretamente com os quatro estados da matéria reconhecidos pela ciência ocidental: sólido, líquido, gasoso e radiante.
A primeira cabeça representa a forma ou a densidade; a segunda, a vida ou a vitalidade; a terceira a sensibilidade; e a quarta o estado de consciência.
A Cruz Basca ou Lauburu (Epoch Times)

O calendário Azteca da Roda do Sol
O calendário Azteca é chamado de “Roda do Sol”, assemelhando-se a uma suástica redonda. Ele mostra as etapas do Sol nas quatro regiões do mundo, durante um ciclo de 52 anos. A roda começa com o 1º ano de Acatls, logo gira à esquerda para o 2º ano de Tecpatls, seguindo para o 3º ano de Callis, para o 4º ano de Tochtlis, 5º ano de Acatls e sucessivamente.
Calendário azteca da Roda do Sol (Epoch Times)

Suásticas Góticas
As três imagens abaixo giram para a direita. Também, pode-se encontrar signos que giram para a esquerda.
Esta forma de apresentação da suástica, muitas vezes, são vistas nas antigas igrejas e edifícios góticos da Europa. Muitos são tombados pela UNESCO (Epoch Times)


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Swastika - dicas e indicações para a origem da humanidade





Swastika, Sunwheel, Lauburu, suástica ou cruz também do cosmos,
A suástica (ou Fylfot) é um dos símbolos mais antigos ainda existentes na história. É um símbolo sagrado e pré-histórico que antecede todas as religiões formais que a humanidade conhece. Este patrimônio comum da humanidade - a conexão entre as culturas quase todos os países desenvolvidos - também pode ser encontrado na Europa ocidental até o início do século passado, como um símbolo tradicional para o maior conhecimento da humanidade. É um símbolo das galáxias e universos em expansão para a esfera relativ de vida. 


A suástica está contido dentro dos Falun Symbol cinco vezes.
Este projeto Roda da Lei é em miniatura do universo, e em todas as outras dimensões que, também, tem suas formas de ser e de seus processos de evolução, então eu chamá-lo de um mundo. Quando está girando no sentido horário o Falun pode tirar automaticamente em energia do universo, e quando ele está girando anti-horário o Falun pode enviar energia.

SuásticaLauburuSonnenradCruz do CosmosCross of Freedom
É um símbolo que foi encontrado em relíquias pré-históricas, artefatos antigos e imagens religiosas de quase todos os países do mundo. Ela não pertence a nenhuma cultura em particular, no entanto, é conhecido de todos. Por isso, é dever de todos respeitar e proteger este belo e misterioso símbolo - a suástica.



Desprezando isso, é um insulto a todos aqueles que gostariam de acreditar em maiores valores e justiça. 
























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