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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quinta-feira, 30 de abril de 2015

Alterações drásticas que estão Ocorrendo em Nosso Planeta - Parte 6



Até há pouco tem não se ouvia falar de terremos no Brasil, e tínhamos orgulho de dizer isso. Um país tão grande como um continente, e não tínhamos nada disso de alguns anos pra cá. Ciclones, Tornados, Furacões, Erupções Vulcânicas, Maremotos e Terremotos, estamos quase chegando há ter todos esses fenômenos da natureza, falta muito pouco para ocorrer tudo isso, e mais...



Por enquanto os vulcões estão extintos no Brasil, mas países vizinhos os tem e podem nos afetar indiretamente, como já está ocorrendo, mas não é só isso de fato... Todo sabem que vivemos sobre a crosta terrestre, que em comparação com o manto, a sua espessura é muito fina, e as placas tectônicas se movem flutuando sobre esse manto.


Mapa da Sismicidade Brasileira


As placas giram conforme o planeta, sendo que nos polos os giros não são com no Equador e nas a proximidades. No equador os movimentos das placas tectônicas são um pouco mais aceleradas que nos polos, devido a sua flutuação sobre o manto terrestre, por esse fato que de tempo em tempo acontece o atrito das placas e consequentemente os terremotos.




O atrito faz com que as placas menos densa fiquem por cima das mais pesadas e grossas, e próximo a fissuras geralmente criam-se montanhas, ilhas e vulcões. Pesquisas recentes dizem que abaixo de cada vulcão há uma câmara de magma e lava, e que devido a movimentação das placas tectônicas, aquelas câmara não ficam permanentemente nos mesmos lugares, é como se elas ficassem paradas e só a crosta se movimentasse, mas o fato é que as placas que se movem diferentemente das câmara e do manto terrestre, fazem com que os vulcões nem sempre ficam nos mesmos lugares, por esse fato, muitos estão extintos, mas as câmara de magmas e lavas permanecem ativas e podem fazerem surgirem vulcões ondem não existiam. E como todos nós e todos os continentes estamos sobre as placas, um vulcão pode surgir em qualquer lugar que se alinhem com as câmara de magmas e lavas.



23.04.2008

Terremoto mexe com os brasileiros

No Rio de Janeiro o terremoto foi sentido em Brás de Pina, Ilha do Governador , Vila da Penha, no subúrbio do Rio, em Jacarepaguá e Angra dos Reis.
Em São Paulo os abalos ocorreram em vários pontos da capital, no litoral, São Vicente, São José dos Campos. Também sem ocorrências de estragos.
Em Santa Catarina, na região metropolitana de Florianópolis, os tremores foram sentidos em ao menos três localidades. Um edifício sofreu uma evacuação de emergência por medo desabamentos.
O Serviço de Geologia dos EUA confirmou tanto os tremores como seu epicentro no litoral do estado de São Paulo.
Em vários locais da cidade de São Paulo houveram ligações de pessoas relatando que os prédios em que estavam haviam tremido. No interior houve relatos de que algumas edificações ficaram trincadas com a ocorrência do terremoto.
Risco de Tsunami
Sempre que o tremor tem origem perto da costa existe o risto de tsunamis. Mas o surgimento das ondas gigantescas é muito remoto. Os tremores têm que ser excepcionalmente fortes e junto com eles devem coincidir uma série de variáveis.
Fatalidades
No ano passado o Brasil teve a primeira morte causada por um terremoto. Um tremor 4,9 graus na escala Richter avariou todas as casas de uma comunidade rural de Caraíbas, em Itacarambi, (norte de Minas Gerais). Foram 76 construções avariadas e uma menina de apenas cinco anos morreu. 



21/07/07 

Terremoto de 6,1 graus é registrado no Acre

Abalo ocorreu a 600 km de profundidade e não gerou conseqüências graves.
Maior terremoto registrado no país ocorreu em 1955.



Um terremoto com magnitude de 6,1 graus atingiu a região da Amazônia no Brasil por volta das 10h30 deste sábado (21). O epicentro do terremoto ocorreu a 100 quilômetros do município de Cruzeiro do Sul, no Acre, segundo informações do Observatório de Sismologia da Universidade de Brasília (UnB).

Apesar da magnitude do sismo, o tremor não teve conseqüências graves pois ocorreu a cerca de 600 quilômetros de profundidade. "As ondas geradas por esse tremor perdem a energia”, explicou o chefe do observatório, Lucas Vieira Barros.

"Esses são sismos interplacas, que acontecem em função do choque das bordas de duas placas tectônicas. Elas se rompem e se quebram a grandes profundidades. Como tem um foco muito profundo, não ocorre dano".


O maior terremoto já registrado no Brasil atingiu 6,2 graus e ocorreu no município de Porto dos Gaúchos, em Mato Grosso, em 1955. No entanto, teve característica diferente, ocorreu mais próximo à superfície e por isso pode ter oferecido risco maior à época.

Barros conta que os terremotos são "comuns" na região amazônica. "Aquela região tem uma história sísmica. Vai continuar acontecendo. Esse sismo tem até uma característica benéfica porque as ondas perdem a energia", disse.

No Brasil, também são registrados sismos nos estados de Mato Grosso, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, mas com outras características. "Eles são intraplacas, ocorrem devido a ruptura de falha geológica do interior do continente, ocorrem mais próximos à superfície".

O chefe do Observatório de Sismologia conta que na região amazônica já ocorreram sismos maiores, de 7 graus. No entanto, não há motivo para temer desastres devido à característica do choque, de ocorrer a grande profundidade.

"É muito remota a possibilidade de ter um grande terremoto no Brasil, mas não podemos dizer que isso não vai acontecer. Os terremotos são cíclicos. Eles têm um tempo de recorrência, de repetição. Ocorre a ruptura, o alívio das tensões e depois começa tudo de novo", conta. 

Segundo Lucas Barros, terremotos de grande magnitude, de cerca de 7 graus, têm ciclos de 500 anos.   

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DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS SISMOS


Os sismos ocorrem sobretudo nas zonas situadas no rebordo das placas tectónicas, que são zonas de intensa actividade sísmica. São frequentes tanto nos limites divergentes como nos limites convergentes.

A zona onde a actividade sísmica é mais intensa é no Círculo de fogo do Pacífico ou zona circumpacífica, que passa por toda a zona montanhosa do continente americano (Andes, Montanhas rochosas e ilhas Aleutas) e o lado ocidental do oceano (Japão, Filipinas, Nova Guiné, ilhas Fiji, Nova Zelândia). É nesta zona que ocorrem 80% dos sismos a nível mundial.

A cintura mediterrânea asiática também é importante e estende-se de Gibraltar ao sudeste asiático (15% dos sismos), sendo a zona junto à qual Portugal está localizado.

SISMOS NO BRASIL


No Brasil registram-se poucos abalos sísmicos. Em média ocorrem a cada ano um sismo de magnitude 1 a 3 na Escala Richter e a cada cinco anos podem ocorrer abalos de magnitude 4 ou mais. O local onde frequentemente são registrados tremores é na cidade de Bebedouro em São Paulo, ocorrendo tremores de magnitude 2 a 3 quase todos os anos. Esses tremores, segundo o grupo de sismologia do IAG/USP, tem suas origens nas fracturas do basalto da Formação Serra Geral e provavelmente são induzidos por poços de extração de água subterrânea na região.

O maior tremor registrado no Brasil atingindo magnitude 6,6 na Escala Richter foi na Serra do Tombador no Mato Grosso em 31 de Janeiro de 1955.


Em 9 de dezembro de 2007 um terremoto de magnitude 4,9 (Richter) causou uma morte no município de Itacarambi em Minas Gerais. É o primeiro tremor da história do Brasil que tem como resultado: 1 morte, 5 feridos e várias casas destruídas pelo sismo.

No dia 22 de Abril de 2008 um tremor de terra atingiu os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro com magnitude 5,2 na escala Richter. Esse sismo ocorreu no Oceano Atlântico, na área paulista da Bacia de Santos. Ficou conhecido como Sismo de São Vicente.

Também no dia 29 de setembro de 2008 um tremor de terra atingiu o Triângulo Mineiro com o epicentro na cidade de Uberaba, a magnitude 3,1 na escala Richter, que apesar de pequena chegou a assustar a população do local.

RECORDES

1: magnitude 6,6 (Richter), na Serra do Tombador - 1955. 
2: magnitude 6,3 (Richter), no litoral do Espírito Santo - 1955. 
3: magnitude 5,5 (Richter), Amazonas - 1983. 
4: magnitude 5,2 (Richter), no litoral de São Paulo - 2008. 

CONSTRUÇÃO ANTI-SÍSMICA

Para evitar a devastação causada pelos sismos, os países mais avançados tecnologicamente têm vindo a desenvolver técnicas de construção anti-sísmica, isto é, novas regras e métodos de construção dos edifícios que os tornam mais resistentes aos abalos sísmicos. Países como o Japão e os Estados Unidos da América têm desenvolvido fortemente esforços no melhoramento da resistência dos edifícios às vibrações da crosta provocadas pela brusca libertação de energia, que ocorre quando há um sismo de elevada magnitude.



Abril 24, 2008


Terremotos no Brasil? Será que estou falando mesmo do nosso país? Muita gente acha que não, mas sim, há terremotos. São cerca de 80 a 90 por ano, a maioria com magnitude inferior a 4. Numa escala que vai de 1 até 9, são considerados relativamente fracos, ainda mais quando comparados com os violentos tremores que ocorrem no Japão, por exemplo.
A pouca incidência de terremotos no Brasil é proveniente de sua localização no centro da placa Sul-americana. A causa dos tremores se encontra na litosfera, a camada mais rígida e mais fria de rochas que recobre o planeta terra. As áreas que estão mais sujeitas a tremores apresentam no interior das placas uma litosfera mais fina, liberando facilmente a pressão resultante dos movimentos das placas, ocorrendo terremotos.
O terremoto com a primeira vítima fatal aconteceu em dezembro de 2007, na cidade de Itacarambi, Minas Gerais, com um tremor de 4,9 pontos na escala Richter, provocou a morte de uma criança de cinco anos e ferimentos em seis pessoas, além de desabrigar outras 380 e derrubar 75 casas.
A maior atividade sísmica do Brasil é no Nordeste, sobretudo no Rio Grande do Norte, Ceará, Pernambuco e Recôncavo Baiano. O maior terremoto já registrado no Brasil foi o da Serra do Tombador, no Mato Grosso, em 1955, que atingiu 6,6 pontos na escala Richter e foi sentido a 600 quilômetros de distância do epicentro, mesmo assim nunca tinham acontecidos terremotos fortes a ponto de provocarem vitimas, a repercussão deste ultimo se deve a este fato de ter acontecido uma primeira vitima. A partir de então o governo brasileiro se propõe a ter um maior controle sobre futuros abalos que possam ocasionar maiores problemas.



Um tremor de terra foi sentido por moradores das localidades de Caititu, Atalho e Cruz de Salinas, na zona rural de Petrolina. O fato ocorreu no último sábado (03), por volta das 13h, e provocou pânico entre os moradores.

Segundo informações recebidas pelo Blog Carlos Brito, o tremor chegou a ser sentido também nos povoados de Caatinga Grande e São Bento, no município de Dormentes (PE), sertão do São Francisco.
Pelo que se sabe até o momento, não foi possível calcular o grau do temor devido à inexistência de um sismógrafo na região. Mas não há registro de prejuízos nem de feridos. Em Caititu e Atalho o tremor foi mais intenso, chegando a derrubar objetos e até a causar desmaios em algumas pessoas.


Terremotos no Brasil



Destruição causada por um terremoto


Os terremotos são fenômenos que podem ser causados por falhas geológicas, vulcanismos e, principalmente, pelo encontro de diferentes placas tectônicas. A maioria dos abalos sísmicos é provocada pela pressão aplicada em duas placas contrárias. Portanto, as regiões mais vulneráveis à ocorrência dos terremotos são aquelas próximas às bordas das placas tectônicas. Na América do Sul, os países mais atingidos por terremotos são, o Chile, Peru e Equador, pois essas nações estão localizadas numa zona de convergência entre as placas tectônicas de Nazca e a Sul-Americana.
O Brasil está situado no centro da placa Sul-Americana, no qual ela atinge até 200 quilômetros de espessura, e os sismos nessa localidade, raramente possuem magnitude e intensidade elevadas. No entanto, existe a ocorrência de terremotos no território brasileiro, causados por desgastes na placa tectônica, promovendo possíveis falhas geológicas. Essas falhas, causadoras de abalos sísmicos, estão presentes em todo o território nacional proporcionando terremotos de pequena magnitude; alguns deles são considerados imperceptíveis na superfície terrestre.

Segundo o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), no século XX foram registradas mais de uma centena de terremotos no país, com magnitudes que atingiram até 6,6 graus na escala Richter. Porém, a maior parte desses abalos não ultrapassou 4 graus.
Em 1955, no Mato Grosso, foi detectado um terremoto de 6,6 graus na escala Richter. Nesse mesmo ano, o Espírito Santo foi atingido por um abalo sísmico de 6,3 graus e no Ceará, foi registrado um terremoto de 5,2 graus na escala Richter, em 1980.
O estado do Amazonas, em 1983, sofreu com um terremoto de 5,5 graus, entretanto, pelo fato de esses terremotos terem atingido áreas com pouca concentração populacional, não houve danos materiais e nem vítimas.

Moradores de Cupira e Belém de Maria, na Zona da Mata e Agreste de Pernambuco, estão assustados com a frequência dos tremores de terra que vêm atingindo a região. Desde o último fim de semana, foram registrados pelo menos 60 pequenos abalos nos municípios. O maior teve intensidade de 2,8 graus na escala Richter.


Embora sem grandes estragos, os tremores provocaram rachaduras nas paredes de algumas casas e estão deixando a população insegura. Por isso, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) resolveram instalar seis sismógrafos em Belém de Maria até o próximo domingo (25).

Os sismógrafos vão monitorar o solo e ajudar a identificar a área exata aonde os tremores vêm ocorrendo. Segundo os estudiosos, esta é a primeira vez que tremores de terra são registrados em Belém de Maria. Há pouco mais de um mês, o município pernambucano de Alagoinha também sentiu sucessivos abalos, sendo o maior de magnitude 3,2 graus.

Pernambuco, Ceará e o Rio Grande do Norte são os Estados com maior atividade sísmica do Brasil. Estudos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte já identificaram falhas geológicas e vários fragmentos de rochas antigas sob a Região Nordeste, que favorecem os abalos. Os eventos ocorrem por acomodações nas camadas geológicas e são sempre de baixa profundidade.
João Câmara, município do Rio Grande do Norte e habitado por 31.518 pessoas, foi atingido por uma série de terremotos na década de 1980. O mais grave deles ocorreu no dia 30 de novembro de 1986, quando a cidade tremeu com um abalo sísmico de 5,1 graus na escala Richter, provocando a destruição de 4 mil imóveis.


Em Minas Gerais, no município de Itacarambi, um terremoto de 4,9 graus promoveu um tremor que durou aproximadamente 20 segundos, tempo suficiente para derrubar 6 casas e abalar a estrutura de outras 60 residências. Nessa ocasião, uma criança de cinco anos morreu soterrada nos escombros de uma das casas atingidas.
O último grande terremoto registrado no Brasil ocorreu no dia 22 de abril de 2008. Um tremor de 5,2 graus foi sentido nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, embora não tenha sido registrado nenhum desabamento, nem a ocorrência de vítimas.


















Existem muito mais vídeos e documentários, inclusive mais recentes, mas até aqui já temos uma ideia dos fatos que ocorreram, que ocorrem e que se intensificarão no futuro... 



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