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terça-feira, 7 de abril de 2015

Faces fantasmagóricas e textos invisíveis são encontrados em manuscrito

Faces fantasmagóricas e textos invisíveis são encontrados em manuscrito





Retratos fantasmagóricos e versos invisíveis a olho nu foram encontrado no mais antigo manuscrito medieval escrito em galês ainda sobrevivente. “O Livro Negro de Carmarthen” data de 1250 e possui texto do século 9 até o 12, incluindo algumas referências a Arthur e Merlin.
“É fácil pensar que sabemos tudo sobre um manuscrito como o “Livro Negro”, mas ver esses fantasmas do passado ‘voltando à vida’ na nossa frente foi extremamente emocionante”, disse Myriah Williams, estudante de doutorado na Universidade de Cambridge. “Esses desenhos e versos demonstram o a importância de dar um novo olhar sobre esses livros”.
O livro foi comprado por Sir John Williams, fundador da Biblioteca Nacional do País de Gales em 1904. O manuscrito mede 17 cm por 12,5 cm. No entanto, apenas recentemente as páginas do livro foram examinadas por Myriah Williams e Paul Russell, professor do departamento Anglo-Saxão, Nórdico e Celta de Cambridge.
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“As margens de manuscritos contêm frequentemente anotações medievais e modernas sobre o texto, o que pode dar ideias sobre o que os antepassados pensavam sobre o que estavam lendo”, explicou Williams. “O ‘Livro Negro’ foi fortemente anotado no século 16″.
De acordo com Williams e Russell, é provável que um homem chamado Jaspar Gryffyth, proprietário do livro que copiou seu nome em hebraico na obra no século 16, tenha apagado tais anotações. Esses versos e rabiscos teriam sido adicionados ao manuscrito ao longo dos séculos, uma vez que foi passado de um proprietário para outro.
Utilizando a tecnologia da luz UV e softwares de edição de fotos, Williams e Russel conseguiram vislumbres dos versos apagados. Algumas páginas, por exemplo, apresentaram rostos fantasmagóricos e linhas de texto que as acompanhava. “O que descobrimos pode ser apenas a ponta do iceberg em termos do que pode ser descoberto com o reforço de novas técnicas de imagem”, disse Russell em um comunicado. “O manuscrito é extremamente valioso e muito importante – ainda pode haver muito que não sabemos sobre ele”.
Cientistas acreditam que um único escriba tenha recolhido e registrado o conteúdo do livro, que vai desde versos religiosos até diferentes tipos de poesia. O texto muda de disposição durante o roteiro, alternado o tamanho das letras e obediência a linhas.
William, que estudou o manuscrito em sua tese de doutorado, elegeu como página favorita a 49R, que detém vários estilos e layouts, junto com algumas anotações do escriba nas margens. “Ela também contém uma fantástica imagem estilizada de um cão, possivelmente um galgo”. Dois versos também foram adicionados, provavelmente por este escriba na margem direita da página.
“Eu também gosto muito do poema central desta página, uma pequena série de versos xingando um ganso por ter arrancado o olho de Gwallawg, figura pela qual o poema foi nomeado”, disse Williams.
Em outra passagem, o lendário herói Arthur descreve as virtudes de seus homens, a fim de ganhar uma entrada para um tribunal, disseram os pesquisadores. Dois poemas proféticos são atribuídos ao famoso Merlin.
Williams disse que espera continuar a melhorar a leitura da obra. “Além disso, espero que eu possa usar a informação que nós encontramos para continuar a desenvolver uma linha do tempo da vida do “Livro Negro”, disse Williams. [LiveScience]



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