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sábado, 18 de abril de 2015

OS MITOS E LENDAS NÓRDICOS




Determinar a origem destes mitos e lendas não é fácil. Ao transmitir-se oralmente, de geração em geração, qualquer das datas que hoje a ciência lhes atribui (fala-se dos séculos VIII ou IX) são meras especulações.


Hoje, à luz da Gnose, podemos dizer que a sua origem se perde na noite aterradora dos séculos, as suas raízes provêm da Ilha Sagrada do Norte, a misteriosa Thule, situada no que hoje é o círculo Polar Ártico e onde, em um passado remotíssimo, habitou a raça hiperbórea.



Desde então, a sabedoria oculta daqueles Deuses foi passando, na forma de mitos e lendas, de raça em raça e de geração em geração, até chegar à época atual.

Por volta do século X, os monges irlandeses que tinham se mudado para Islândia, buscando a solidão e o recolhimento, entram em contato com os Vikings – que começam a estabelecer assentamentos na Islândia– e recolhem por escrito alguns dos poemas pagãos que circulam entre os Vikings.

Viking - A Mitologia Nórdica


Deste modo, quase todo o material que existe atualmente sobre a Mitologia Nórdica provém da Islândia.

Este material se divide em dois grupos: os Eddas (sobre cujo significado os estudiosos não se põem de acordo, mas nós nos permitimos sugerir que poderia derivar da raiz “Ed” que significa “ato solene, juramento”) e os poemas Skaldicos (do noruego antigo "Skáld", “poeta”).
Runas - A Mitologia Nórdica
Os Eddas são compostos de dois manuscritos: o primeiro chamado “Codex Regius” consta de 29 poemas completos ou fragmentos e foi guardado em Copenhage (Dinamarca) até 1971 quando foi devolvido para Islândia. O segundo consta de 7 poemas, um dos quais não está incluído no Codex Regius. Estes poemas contêm mitos religiosos, histórias sobre os heróis antigos e conselhos sobre a vida diária. Entre eles temos o Völuspá (que significa “as profecias da Sibyla”), o Hávamál (“As palavras do Altíssimo”), etc.

Os poemas Skaldicos como o de “El marino” citado anteriormente, pelo contrário, contém eventos históricos, relatos da vida diária, sucessão de reis, batalhas, etc.
Finalmente, temos as “sagas” (relatos) em prosa, atribuídas, em sua maioria, a um governante e poeta da Islândia, no século XIII, chamado Snorri Sturluson, que recolheu em tais “sagas”, entre outras coisas, aclarações e explicações sobre os poemas Eddas, o que serviu de grande ajuda para compreender melhor estes mitos.

Quando alguém estuda os Eddas, dá-se conta de que a tradição esotérica do povo Nórdico foi profunda e riquíssima, mas infelizmente muito se perdeu. Alguns dos poemas de conteúdo esotérico são incompletos e estão misturados com muitas partes intranscedentes. 



Assim, por exemplo, no Hávamál (“As palavras do Altíssimo”) há apenas um pequeno fragmento de profundo conteúdo esotérico (citado mais à frente) que sem dúvida era parte de um texto muito mais amplo. O resto do Hávamál são conselhos sobre o viver diário, mas sem maior transcendência.



Apesar de tudo, o que chegou até nós é suficiente para que nossa alma sedenta de sabedoria possa deleitar-se com “As palavras do Altíssimo”

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