BARRA ANIMADA


Translate

SEJA BEM VINDO


BARRA 2


Mensagem


A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Presença egípcia no Grand Canyon


OS SEGREDOS DO GRAND CANYON
A suposta descoberta no Grand Canyon

Na edição de 5 de Abril de 1909 do Arizona Gazette havia um artigo entitulado: “Explorations in Grand Canyon: Remarkable finds indicate ancient people migrated from Orient.” (Explorações no Grand Canyon: descobertas incríveis indicam que povos antigos migraram do Oriente). De acordo com o artigo, a expedição foi financiada pelo instituto Smithsonian e descobriu artefatos que iriam, se verificados, revirar a história convencional. Dentro de uma caverna, “talhada na rocha, por mãos humanas”, foram encontrados tabletes com hieróglifos, armas e ferramentas de cobre, estátuas de deidades egípcias e múmias. Apesar de altamente intrigante, a veracidade da história é questionada porque o sítio nunca mais foi reencontrado. 

O Smithsonian nega qualquer conhecimento da descoberta, e várias expedições à procura da caverna voltaram de mãos vazias. Seria o artigo só um boato? “Apesar de não se poder ignorar que toda a história possa ser uma elaborada fraude de um jornal,” escreve o pesquisador/explorador David Hatcher Childress, “o fato de que estava na primeira página, citava o prestigioso Instituto Smithsonian, e ter dado uma história altamente detalhada que continuava por várias páginas, concede um grande valor a sua credibilidade. É difícil acreditar que uma história do tipo tivesse saído do nada.” Os que apoiam a descoberta alegam que a existência de inúmeras áreas restritas pelo governo no Canyon são evidência de um encobrimento da verdade.



Por que o governo iria querer esconder o passado?
Imaginem vocês meus caros amigos e amigas o impacto que determinadas informações históricas poderiam causar em nações relativamente jovens...como é o caso dos países da América. Nações essas que ainda estão criando ou sedimentando uma identidade cultural. Imaginem se hoje ficasse comprovado que povos andinos tiveram mesmo contatos com civilizações como os Sumérios, e que tal contato influenciou a cultura no lado de cá do atlântico. Ou se nações nórdicas de fato visitaram a parte norte da América, como isso poderia influenciar ou refletir na sociedade atual? Como tais eventos poderiam legitimar ou não o processo de delimitação territorial que aconteceu no passado, quando grandes potências europeias firmaram tratados e acordos nos quais eles dividiram o novo mundo (clique aqui e recorde como o tratado de Tordesilhas serviu para dar contornos à países Sul Americanos)? Impossível saber certo? E é justamente por essa série de incertezas, que certas informações acabam sendo protegidas por governos atuais, ainda mais se esse governo for o dos EUA.


O que pensam os defensores da presença egípcia no Grand Canyon


David Hatcher Childress (foto abaixo) é um autor americano e editor de livros com tópicos em história alternativa e revisionismo histórico, e também trabalha em documentários da Discovery Channel. Ele é conhecido por muitos dos seus fãs como ‘O Verdadeiro Indiana Jones’ por ter rodado o mundo várias vezes em busca de respostas para os mistérios do passado da humanidade. David é um defensor da veracidade desses supostos achados relatados em 1909 na revista Arizona Gazette. Em uma entrevista ele explicou algumas das suas teorias.


Quando perguntado sobre o motivo que o leva a acreditar na reportagem da revista citada acima ele respondeu:

"Foi uma notícia de primeira página na época em que Phoenix era uma cidade jovem, e o que eles reportaram foi realmente surpreendente. A Instituição Smithsonian estava escavando no Grand Canyon, supervisionada por um arqueólogo chamado Jordan, e eles alegaram ter encontrado cavernas com artefatos egípcios e hindus e budistas da Índia. Também havia múmias lá dentro. Parece que isso tudo tinha a ver com outro historiador, Kincaid, que tinha viajado por lá antes. E eles disseram que isto ia mudar totalmente a história da América e do Sudoeste dos Estados Unidos, pois povos egípcios, hindus e budistas teriam atravessado o Pacífico e o Atlântico e se envolvido com a civilização daqui. Parece que havia uma cripta funerária egípcia dentro do Grand Canyon onde eles enterraram alguns dos seus líderes e outras pessoas que eles haviam deixado para trás. E a Instituição Smithsonianse se envolveu com tudo isso, eles carregaram todas essas coisas, incluindo espadas, escudos, estátuas, de dentro dessas cavernas. A história foi acompanhada uma vez só e aí nunca mais se ouviu falar sobre isso de novo. Tudo sumiu!"

"Naquela época haviam muitos artigos falsos sobre gigantes e achados arqueológicos bizarros. Mas, quando você analisa este, especialmente por causa dos detalhes que citam nomes e porque eu pude comprovar mais tarde alguns desses detalhes, eu diria que sim, esta história parece ser verdadeira. Quanto mais eu a analiso, tendo inclusive recebido numerosos telefonemas e cartas de pessoas tentando me dar diferentes dicas e de onde saíram muitos dos dados para escrever Lost Cities of North & Central America, eu concluo que há sim alguma verdade em tudo isso."

"A história do Sudoeste dos EUA é muito confusa. A corrente tradicional de arqueólogos mantém até hoje a opinião de que os índios nativos do México, Colorado, Arizona e Utah não mumificavam os seus mortos. Ainda assim, o artigo do Grand Canyon cita múmias dentro das suas cavernas, e isto é em si uma dica para a pergunta: ‘Há múmias aqui?’ Eu descobri um estranho vestígio ligado à principal atração do deserto meridional do Arizona, próximo a Tombstone, que se chama “A Coisa”. Você paga um dólar para ver a múmia de uma mulher e uma criança juntos, uma múmia supostamente retirada do Grand Canyon. Eu consegui obter pouca informação sobre “A Coisa”, mas parece que ela foi comprada em segredo por volta de 1910, podendo resultar em uma das múmias citadas pela gazeta."


As explorações de Seth Tanner

"Há uma história muito interessante sobre um homem chamado Seth Tanner, um mórmon que fugiu de Utah por ter se envolvido no massacre de Mountain Meadows no final de 1800. As tropas federais estavam em Utah, então ele teve que escapar para o norte do Grand Canyon, assim como fizeram outros pioneiros mórmons procurados pela justiça. É difícil achar informação sobre ele, mas eu me debrucei nos livros antigos que mencionam o Grand Canyon e encontrei que ele realizou muitas pesquisas profundas em áreas muito remotas dos desfiladeiros, especialmente onde o rio Little Colorado se encontra com o Grand Canyon. Existem evidências que sugerem a sua passagem por lá, como o nome atribuído à ‘Trilha Tanner’, à ‘Vista Tanner’ e ao ‘Canyon Tanner’. Além disto, ele é muito famoso na área ao redor da reserva indígena dos Navajos.



Canyon Tanner

Num dado momento da sua exploração, Seth Tanner alcançou o ponto proibido de uma caverna em que ele foi pego pelos índios Hopi. Testemunha ocular de um local sacratíssimo para aqueles índios, Tanner teria sido morto se não fosse por uma das suas ex-esposas terem sido uma índia Hopi. Então, ao invés de matá-lo, os índios cegaram-no por meio de uma substância especial. Assim, ele passou o resto da sua vida sendo assistido por crianças e outras pessoas de diversos vilarejos do Grand Canyon. Eu tive a oportunidade de ver uma foto de Tanner com os olhos abertos mostrando claramente a sua cegueira. Isto aconteceu antes do artigo de 1909, e parece que essa caverna e outras consideradas sagradas pelos Hopiestão situadas no mesmo local citado pelo artigo da gazeta."




Os índios Hopi e as crenças no povo das profundezas


"Quando você começa a juntar os pedaços, a cidade egípcia e a vinda de hindus e budistas ao Grand Canyon, você percebe que os índios Hopi são parte integrante disso. Além da própria tradição dos Hopi descrever a vida deles debaixo da terra do Grand Canyon com o ‘povo formiga’, pode-se perceber que os Hopi têm a mesma mentalidade dos astecas, dos maias e dos olmecas. Para eles, o mundo foi destruído várias vezes no passado, quatro ou cinco vezes, e nós estamos vivendo o quarto ou quinto mundo. Durante essas destruições e cataclismos periódicos, os Hopi teriam se refugiado debaixo da terra e vivido nas profundezas do Grand Canyon. Eles teriam emergido para o mundo recém-nascido por um buraco que fica próximo daqueles pontos que levam o nome de Tanner e também das Minas de Sal dos Hopi. Existem fotos desse buraco".


"Não se tem permissão para chegar nesses lugares. Aliás, eu descobri que existem muitos lugares no Grand Canyon que estão fora do nosso alcance."

As áreas restritas do Grand Canyon

"Todos nós sabemos que muitos visitantes passam por lá todo ano, mas, se você quiser passear em determinados lugares, você terá que fazer uma solicitação antecipada. Já outros locais estão totalmente fora de cogitação.

Há outra coisa estranha sobre o Grand Canyon. Os nomes dados às suas diferentes formações geológicas são egípcios, hindus e budistas, tais como Templo de Shiva, Templo de Osíris, Templo de Buda, Pirâmide de Cheops e coisas assim. São tantos desses tipos de nomes ligados ao Grand Canyon que isto se torna mais uma evidência da possível presença desses povos aqui.

Outra curiosidade é que, há alguns anos, os antropólogos da Universidade de Oregon escreveram um livro sobre os índiosZuni, que ocupam áreas do Grand Canyon próximas à fronteira do Novo México, e eles descobriram que os Zuni falam a língua japonesa antiga. Até mesmo os nomes Zuni seguem padrões japoneses bem conhecidos, como Hayakawa e Kawasaki."

A visão de David Hatcher Childress a respeito dos acobertamentos

"Por alguma razão ‘eles’ estão manipulando a história para que nós acreditemos naquilo que ‘eles’ querem que nós acreditemos, para que a história seja politicamente correta... ou incorreta. Se ficar provado que os povos de lugares distantes vieram para cá, isto daria munição para os livros dos mórmons, por exemplo, que afirmam exatamente isso. Estas podem ser algumas das razões pelas quais ‘eles’ tentam encobrir os fatos.



Algo similar aconteceu no Brasil nos anos 70, quando a Marinha Brasileira encontrou vários navios romanos naufragados na costa do Rio de Janeiro. Além de restos navais, eles também retiraram do mar moedas romanas e outras coisas do tipo. Mas, de repente, o assunto se tornou politizado e a comunidade italiana começou a alegar que os romanos foram os descobridores do Brasil. Com isto, o governo brasileiro ordenou à marinha que enterrasse tudo de volta na água ao invés de acabar de escavar.



E ainda, ao considerarmos os mapas antigos, como o mapa de Piri Reis ou o mapa dos reis do mar de Charles Hapgood, é bem provável que Colombo e outras pessoas tivessem possuído alguns deles em segredo. Era assim que algumas rotas marinhas antigas eram mantidas incógnitas. Os navegantes fenícios, por exemplo, não tinham permissão para falar dos portos nos quais eles atracavam".


E bem no interior desse gigantesco complexo rochoso, verdadeiramente tão grande que estima-se ali poderiam viver nada menos que 50 mil pessoas, existe uma enorme estátua retratando um personagem desconhecido, sentado e curiosamente na tradicional "posição de lótus" tão cara aos praticantes de Yoga, tendo em cada uma das mãos uma flor - muito possivelmente a ROSA que era adorada como símbolo espiritual na perdida Atlântida! (A foto acima é meramente ilustrativa, já que a original JAMAIS foi divulgada!)


E nesta sensacional foto, recentemente obtida por um grupo de exploradores que ousou se aproximar daquele local "proibido", podemos ver, bem ao centro e com com absoluta nitidez, a entrada da tal caverna que conduz ao fantástico e imenso complexo escavado no coração das montanhas do Grand Canyon! Note-se que ela é absolutamente triangular: um símbolo místico mais tarde adotado pelas Escolas Iniciáticas desde o Egito até os dias atuais..... Com o seu vértice para baixo, que esotericamente significa ESPÍRITO!


E nesta foto digitalizada (© Jack Andrews) podemos ver um pequeno exemplo das estranhas estátuas, ou quem sabe múmias, espalhadas por toda a vastidão do espetacular e além de tudo intrigante complexo do Grand Canyon. Note-se que, seja lá o que forem, são dotadas de um estilo absolutamente único e diferente!!!


E esta sensacional ilustração (© Jack Andrews) nos mostra o colossal interior da chamada "Cripta", conforme esquema e relatos de G. E. Kincaid e onde as múmias de criaturas desconhecidas estavam postadas verticalmente em nichos - algo absolutamente inédito e acima de tudo surpreendente em toda a antigüidade conhecida!!!


Manchete do Jornal Arizona Gazette, sexta-feira, 12 de março de 1909, dando conta da sensacional descoberta no Grand Canyon: "Mistérios de uma imensa e rica caverna trazidos à luz. Notáveis achados indicam que um antigo povo migrou do Oriente". E de lá para cá, somente restou o vergonhoso silêncio oficial...... !


Pois é! E você sabia que todos os registros do Jornal Arizona Gazette acerca desta descoberta desapareceram misteriosamente, tendo sido obviamente confiscados? G.E Kincad, o responsável por ela, também parece que desapareceu como que por encanto. Quanto ao Smithsonian Institute, todos os registros das pesquisas efetuadas pelo Professor Jordan e sua equipe, como também tudo aquilo que lá foi recolhido, são considerados como oficialmente "inexistentes". O Governo Americano desde então adquiriu aquela área e lá não permite qualquer exploração arqueológica, nem mesmo atividades de mineração. Aliás, é considerado crime federal penetrar sem a devida autorização. POR QUE??? Somente os escassos índios Navahos que habitam pelas proximidades, e somente eles, desfrutam do beneplácito oficial para irem naqueles seus "lugares sagrados" oferecer sacríficios aos "deuses". E a respeito deste extraordinário e muito antigo complexo eles dizem: "Essas moradas foram habitadas por uma raça muito antiga que desapareceu há muito tempo atrás. Isso foi antes da última purificação. Agora reverenciamos aqueles que passaram para o mundo espiritual. Essa cidade é agora o lugar onde apenas os espíritos dos mortos residem. Nós o respeitamos como também àquela raça e os deixamos em paz".


Mas, não é somente isso! Em outras áreas abrangidas pela imensidão do Grand Canyon podemos encontrar algumas "curiosidades" bastante insólitas. Na foto à esquerda, se observarmos com atenção o liso paredão escarpado, poderemos ver estampadas as enormes figuras que retratam desconhecidas criaturas - pelo jogo de sombras e cada vez mais nítidas de acordo com a posição do sol! À direita, belas (e além de tudo estranhas) pinturas em uma outra caverna do Canyon que inclusive parecem retratar um antigo astronauta em meio a vários misteriosos personagens!


Alguma dúvida? Veja a ampliação em negativo de uma das criaturas mostradas à esquerda na foto acima! Simplesmente perfeita! Parece igualmente retratar um astronauta com capacete e até mesmo macacão de vôo! Teria sido um refúgio de extraterrestres em tempos remotíssimos? Ou de seres muito evoluídos do passado que podiam se locomover através dos céus? De qualquer maneira, sabe-se que os atlantes (que por sinal as Tradições dizem ter vindo de uma outra galáxia) possuíam fantásticas máquinas voadoras e também detinham uma avançada tecnologia, ainda hoje sem precedentes e portanto plenamente capaz de ter escavado esse gigantesco e estonteante complexo subterrâneo!


E como não poderia deixar de ser (e mantendo a tradição da constante presença ao redor de todos os vestígios arqueológicos enigmáticos do passado remoto) a área do Arizona, precisamente nas proximidades do Grand Canyon, é constantemente sobrevoada pelos UFOs. Nessas fotos tomadas no local, temos dois exemplos bastante sugestivos. Seria coincidência?


Não; tudo mesmo se encaixa, e portanto jamais poderia se tratar de mera coincidência! Observe bem o formato dos raios que partem do disco solar neste relevo egípcio que nos mostra Tutankhamon e sua jovem esposa, Ankhsepamon.


..... Agora compare, pois acima de tudo devemos atentar para a singular conformação desse gigantesco complexo do Grand Canyon, a qual decididamente foi deliberada, pois o Sol era, de fato, objeto de veneração na antiga Atlântida, daí partindo para fundamentar a Religião Egípcia! E segundo as mais Antigas Tradições, o culto solar faz parte da Religião Cósmica, UNIVERSAL.


Daí, nada impede que o fantástico complexo do Grand Canyon tenha sido elaborado pela raça extraterrestre que fundou a Atlântida e depois migrou para o Egito. Pois, em todos os rincões do Universo vivente, cada Sol é adorado pelas miríades de seres, inteligentes e evoluídos que os habitam, como o Demiurgo Estelar, o Doador da Vida, o próprio Centro de um Sublime Átomo - enfim, o Duplo Maravilhoso do Inefável e Sempiterno Deus!
 

Total de visualizações de página

Página FaceBook