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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Terra Oca e Intraterrenos - Parte 3 - Mundos Subterrâneos






Ao longo de sua história, a humanidade terrena viu modificarem-se inúmeras vezes suas percepções acerca da vida, do universo e da própria existência da espécie humana.
Mesmo assim, ainda cristalizamos nossas mentes nas verdades apresentadas pelas ciências ou religiões como se fossem absolutas, fechando-nos para a descoberta do novo......uma rápida olhadela pelo mundo nos revela que muito ainda nos falta. Falta-nos o elo de ligação que nos permita compreender, sentir e viver em plenitude, conectados com o movimento cíclico do Cosmos, com os diversos planos de existência, integrados e em harmonia conosco, com nosso próximo e com o universo."(livro: Cidades Intraterrenas - O depertar da Humanidade)
Mais sobre o assunto da Terra Oca, depois do 1 e o 2, e relembrar alguns autores que citaram essa teoria, porque através de pesquisa na internet se percebe que esse assunto se falou por muitos autores e cientistas há tempos remotos. No Google se encontra um cronograma dessas publicações que não são poucas!




E quase no final, alguns trechos do livro Cidades Intraterrenas onde se descreve essas Cidades de uma maneira bem interessante onde seus autores através de “Viagens Astrais” conheceram essas Cidades e os Seres que aí vivem, incluindo Cidades subterrâneas que se localizam no Brasil
foto: super Nova, estrela em formaçao que se vê o "vazio" de dentro.




PRINCIPAIS AUTORES QUE FALARAM DOS REINOS SUBTERRÂNEOS
Esses sao alguns autores que lembram da possibilidade da existência de Mundos Subterrâneos:
Francis Bacon, na Nova Atlântida fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Thomas Moore, no seu livro Utopia faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah;
Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia de Thomas Moore;





Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra(1864) também fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.

Bulwer Lytton, escreve em “A Raça futura” um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;



James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”...


Helena P. Blavatsky, a grande teosofista , escreve inúmeras obras nas quais Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta, que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.

Saint-Yves d´Alveydre, na sua obra Missão da Índia fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;
Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre Animais, Homens e Deuses, fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;




Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central” (com 960 Km de diâmetro), cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;
René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;
Mas foi Raymond Bernard, Nicholas Roerich e Alexandra David-Neel, que deram o melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e bem assim Henrique José de Souza (JHS), no seu livro O Verdadeiro Caminho da Iniciação, onde fala abertamente de um País Maravilhoso com suas 7 cidades no interior da Terra, conhecido por Agharta (AG – Fogo; HARTA - Coração) havendo outros dois reinos mais à superfície conhecidos por Badagas e Duat.

MAIS SOBRE A TERRA OCA



A ESSA estava longe de suspeitar que suas fotos no inicio de 1970, Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente (ESSA), que pertence ao departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgou para a imprensa fotografias do Pólo Norte tiradas pelo satélite ESSA-7 em 23 de novembro de 1968. Uma dessas fotografias mostrava o Pólo Norte com um imenso buraco ou abertura para seu interior. 

A ESSA nao imaginava que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse contribuir e despertar uma das controvérsias mais sensacionais a respeito da Terra Oca e dos Ovins. Na revista Flying Saucers, de Junho de 1970, o editor e ufólogo Ray Palmer reproduziu as fotos do satélite ESSA-7 junto com um artigo em que ele abordava a questão dos Intraterrenos ou de uma civilização mais avançada do que a nossa desde há milhares de anos, bem conhecida de resto pelos lamas ou monges tibetanos.

O vice-almirante Richard E. Byrd da US NAVY foi um destemido aviador, pioneiro e explorador polar, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, incluíndo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. Entre 1946 e 1947, levou adiante a operação em grande escala chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1390000 km2 de território antártico. As famosas expedições de Byrd entraram pela primeira vez na controvérsia da Terra Oca quando vários artigos e livros, especialmente Worlds Beyond The Poles (Mundos Além dos Pólos), de Amadeo Giannini, afirmavam que Byrd na realidade não voou por cima do pólo, mas sim dentro dos grandes buracos que levam ao interior da Terra. * sobre Almirante Byrd e o diario de bordo*


Ray Palmer, baseando-se principalmente no livro de Giannini, introduziu esta teoria no número de Dezembro de 1959 da sua revista e, por causa disso, manteve uma volumosa correspondência a respeito. Segundo Giannini e Palmer, o vice-almirante Byrd anunciou em fevereiro de 1947, após uma suposta viagem de 2750 km através do Pólo Norte: "Gostaria de ver a Terra além dos pólos". 




















Essa área além dos Pólos é o centro do grande enigma. Giannini e Palmer diziam também que, durante seu suposto vôo sobre o Pólo Norte em 1947, o vice-almirante Byrd comunicou por rádio que via abaixo dele, não neve, e sim áreas de terra com montanhas, bosques, vegetação, lagos e rios, e um estranho animal que parecia um mamute.

Cidade do Arco-Íris

Em janeiro de 1956, após dirigir outra expedição à Antártida, o vice-almirante Byrd manifestou que sua expedição havia explorado 3700 km além do Pólo Sul e, além disso, justo antes de sua morte, Byrd disse que a Terra além do Pólo era um continente enchantado no céu, terra de mistério permanente. 


Essa terra, segundo outras teorias, era a legendária Cidade do Arco-Íris, berço de uma fabulosa civilização perdida. 

Para Giannini e Palmer, os comentários atribuídos ao vice-almirante Byrd confirmaria o que eles sempre suspeitaram: que a Terra tem uma forma estranha no Pólos, algo parecido a um "donut", com uma de pressão que forma um buraco gigante que passa através do eixo da Terra, de um pólo a outro. 

Dado que, por razões geográficas, é impossível voar 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água. Parece lógico pensar que o vice-almirante Byrd deve ter voado dentro de enormes cavidades convexas dos pólos, dentro do Grande Enigma do interior da Terra e que, se tivesse seguido adiante, teria chegado na base secreta dos OVNI's que pertencem à super-raça oculta, quem sabe a lendária Cidade do Arco-Íris que Byrd teria visto refletida no céu.




A possibilidade de que a Terra seja oca, que possa entrar nela através dos Pólos Norte e Sul, e de que civilizações secretas floresçam em seu interior tem aguçado a imaginação desde tempos atrás. Assim, o herói babilônio Gilgamesh visitou seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra; na mitologia grega, Orfeo tratou de resgatar Eurídice do inferno subterrâneo; dizia-se que os faraós do Egito comunicavam-se com o mundo inferior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides; e os budistas acreditavam (e acreditam todavia) que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.



O mundo científico não ficou imune desta teoría: Leornard Euler, um gênio matemático do século 18 deduziu que a Terra era oca, que continha um sol central e que estava habitada; e o doutor Edmund Halley, astrônomo real de Inglaterra no século 18, descobridor do cometa Halley, também acreditava que a Terra era oca e guardava em seu interior três pisos. 



Nenhuma destas teorias estavam sustentadas cientificamente, porém coincidiam com várias obras de ficção sobre o mesmo tema, onde dentre as mais importantes eram “As Aventuras de Arthur Gordon Pym”, de Edgar Alan Poe (1833), onde o herói e seu companheiro tem um terrível encontro com os seres do interior da Terra. E na Viagem ao Centro da Terra, de Julio Verne (1864), onde um professor aventureiro, seu sobrinho e um guia penetram no interior da Terra através de um vulcão extinto na Islândia, e encontram novos céus, mares e répteis gigantescos e pré-históricos que povoavam os bosques. 


A crença de uma Terra Oca estava tão difundida que inclusive Edgar Rice Burroughs, o célebre autor de Tarzan, sentiu-se obrigado a escrever Tarzan nas Entranhas da Terra (1929), um mundo que encontra-se na superfície interior da Terra e que está iluminado por um sol central. A Sombra Além do Tempo (1936) de H.P. Lovercraft transportou o tema para a época atual, descrevendo uma raça antiga e subterrânea que dominou a Terra há 150 milhões de anos e que, desde então, refugiaram-se no interior da Terra, e inventaram aviões e veículos atômicos, e dominavam a viagem no tempo e a percepção extrasensorial. Estas e outras obras de ficção manteve vivo o interesse pela possibilidade da Terra ser oca e que esconde outras civilizações. 



Assim, quando foram vistos os primeiros OVNI's nos Estados Unidos em 1947 e a ufomania assolou o país primeiro e o mundo depois, surgiram duas teorias para explicá-los. Os OVNI's deviam ser naves extraterrestres de alguma galáxia próxima, ou pertenciam a seres avançadíssimos que habitavam o interior da Terra. Estas teorias levaram a recuperar as lendas das civilizações perdidas da Atlântida e de Thule, e a crença de que esta última encontrava-se no Ártico (não confundir com Dundas, antes Thule, que hoje é uma base aérea dos Estados Unidos e centro de comunicação. 



Acreditava-se também que outra possível fonte de procedência dos OVNI's encontrava-se na Antártida. 


Esta teoria surgiu no convincente livro de John G. Fuller, A Viagem Interrompida (1966), onde o autor relata a história de Betty e Barney Hill, um casal americano que, durante um tratamento psiquiátrico devido a um inexplicável período de amnésia, recordaram através de hipnose que havíam sido raptados por extraterrestres, examinados no interior de um disco voador e informados que os extraterrestres tinham bases em toda a Terra, algumas no fundo do mar e pelo menos uma na Antártida. Deste modo, quando Ray Palmer publicou sua controvertida teoria em 1970, os ufólogos e crentes na Terra Oca ficaram com a expectativa: tratava-se de provas conclusivas? 



Porém os argumentos que Palmer defendia revelaram-se extremamente suspeitos. Todas as investigações feitas desde então não confirmaram nenhuma das afirmações atribuídas por Giannini e Palmer ao vice-almirante Byrd; nem sequer confirmou-se seu vôo sobre o Pólo Norte em fevereiro de 1947 (o certo é que Byrd sobrevoou o pólo Sul nesta data, no transcurso da operação High Jump), inclusive supondo que Byrd teria feito tais comentários, o mais lógico é acreditar que “a terra além dos pólos” e o “grande Enigma” são formas de falar das regiões então inexploradas a continentes escondidos no interior da Terra, e que “o continente encantado no céu” era unicamente uma descrição de um fenômeno que acontece nas latitudes Antárticas, uma espécie de reflexo que trás o reflexo de terras distantes. 



Existem porém algumas pessoas que afirmam ter visto num noticiário, sobre a expedição de Richard Byrd ao Pólo Norte, onde se viam montanhas, árvores, rios e um grande animal identificado como um mamute. Uma mulher escreveu para Ray Palmer sobre esta notícia, assegurando mesmo que a havia visto em White Plains, New York, em 1929. Entretanto, este documentário não está registrado em nenhum arquivo. Será que se trata de uma artimanha do Governo dos Estados Unidos? 



Ou será que esse documentário nunca existiu? Durante os anos 80 ocorreu um boato que um satélite espião militar norte-americano tirou várias fotografias sobre o pólo norte no exacto momento em que se abriu um buraco no pólo para dar passagem a uma nave desconhecida. Abaixo de nossos pés pode existir uma civilização inteira desconhecida.
Texto de http://misterios-desvendados.blogspot.com/2009/01/terra oca.html
De onde Vieram Os Intraterrenos

As entradas para o “mundo interno” seriam enormes “buracos” nos pólos norte e sul, onde inclusive, rios vindos do centro da terra desembocariam, formando os icebergs de água doce. Estas entradas, já teriam sido até mesmo fotografadas por satélites, porém, mantidas em segredo.



Todos esses povos teriam se deslocado para o interior da Terra (ficando na parede planetária ou na sua superfície interna, junto da região oca banhada pelo sol interno). Eis alguns casos:

1. Os lemurianos (na parede planetária, próximo à superfície externa, na região do Monte Shasta-Califórnia-USA, constituindo a cidade de Telos);

2. Os atlantes;

3. Os vickings do norte da Groelândia, que teriam entrado para a superfície interna através de uma abertura existente no Polo Norte;

4. As dez tribos perdidas de Israel, que habitariam a superfície interna e louvariam Jeová;

5. Os maias;

6. Os astecas;

7. Os toltecas;

8. Os incas;

9. Os índios brasileiros, abrigados na parede planetária, como na Serra do Roncador;

10. Os construtores da Esfinge e das grandes pirâmides do Egito;

11. Os sumérios;

12. Os nazistas: após o término da Segunda Guerra Mundial, um grande número de dirigentes nazistas teria se refugiado em uma cidade subterrânea construída na entrada do Polo Sul (Antártica) para o interior da Terra oca. O nome dessa cidade seria Neu Schwabenland. Nesta cidade estariam estacionados discos voadores (ufos, ovnis) nazistas desenvolvidos já durante a guerra (como os da série Hanebu e os Vril).
etc.
Centros Intraterrenos


Expressão dos centros planetários no mundo manifestado. Os centros intraterrenos atuam como captadores, transformadores e irradiadores da energia cósmica para a vida terrestre. A eles estão vinculadas civilizações de elevado grau evolutivo, que desempenham tarefas específicas para a realização do propósito do Logos da Terra. 


São sete os principais centros intraterrenos conhecidos nesta época: Os círculos indicam zonas de irradiação mais intensa dos Espelhos desses centros; porém, essa irradiação não se restringe à área assinalada, mas estende-se pela Terra inteira, em vários níveis e dimensões. Os centros intraterrenos e centros planetários podem ser usados para designar a mesma realidade; todavia, há distinção entre eles, pois os centros planetários constituem a estrutura energética da Terra, enquanto os intraterrenos são os focos onde essa estrutura se ancora. Em outras palavras, os centros intraterrenos estão para os centros planetários assim como a personalidade de um Adepto está para sua mônada.


Um centro intraterreno tem como ponto focal determinada região, mas prolonga-se até áreas distantes dela. Para manter uma qualidade magnética e vibratória elevada, as cidades intraterrenas sediadas nesses centros têm número limitado de habitantes em seu nível mais concreto; sendo assim, um centro contém várias cidades, interligadas por canais sutis construídos com a ajuda da energia Brill.

A harmonia prevalece entre os seres intraterrenos, que conhecem e aplicam as Leis e cuja existência é dedicada ao cumprimento do propósito da Criação. Seres humanos da superfície da Terra podem ser conduzidos para cidades intraterrenas, a fim de lá prosseguirem sua escalada evolutiva. Tal fato, inserido no destino cósmico desses seres, transcorre em sintonia com seu núcleo profundo e representa para eles avanço considerável. A integração da humanidade da superfície terrestre com a intraterrena já está ocorrendo nos planos sutis e se manifestará mais abertamente ainda antes que a purificação planetária global se conclua. As ajudas dos mundos intraterrenos estão a todo o instante disponíveis, apesar de nem sempre serem percebidas ou aceitas.

Nos momentos finais da transição planetária, muitos verão surgir materializadas na face da Terra cidades intraterrenas; para lá se dirigirão e serão acolhidos. A coligação do homem com os centros intraterrenos é fruto do despertar interior e do interesse pelo bem universal transformado em busca espiritual assumida e em serviço desinteressado.



Encontrei referencias através de pesquisa em internet passagens na Biblia que citam a presença de vida debaixo da Terra. Este assunto se poe interessante, nao é certo? isso nao se refere a mortos ou a animais e sim a Seres Inteligentes!
10.de tal forma que, em honra desse nome, se virão a ajoelhar todas as criaturas tanto no céu, como na Terra, como debaixo da terra.
11.E todos, igualmente, reconhecerão que Jesus Cristo é Senhor; e isso mesmo será mais uma glória para Deus o Pai! Apóstolo Paulo (Filipenses 2:10-11)

3.Então ouvi toda a criatura que existe no céu, na terra, debaixo da terra e no mar exclamarem: O louvor, a honra, a glória e o poder pertencem àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro para sempre e sempre.." (Apocalipsis 5:3)
13.Então ouvi toda a criatura que existe no céu, na terra, debaixo da terra e no mar exclamarem: O louvor, a honra, a glória e o poder pertencem àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro para sempre e sempre. (Apocalipsis 5:13)
http://www.taringa.net/…/Existen-en-realidad-los-intraterre…

DISPOSIÇÕES GERAIS ACERCA DAS CIDADES INTRATERRESTRES
Abaixo mais Informações tirada do livro: CIDADES INTRATERRENAS - O Despertar da Humanidade/GER – Grupo de Estudos Ramatis, 2003, nesse livro seus autores, Fazem Viagens Astrais nessas Cidades, com permissão desses Seres para fazê-lo, porque chegou o momento DELES se darem a Conhecer Porque a cidade é Protegida “Astralmente” do "QUE TEM" na Superfície.
Nota:
Stelta, cidade intraterrena, situada em Domingos Martins/ES, Brasil.
Okay, cidade intraterrena, situada na Chapada Diamantina/BA, Brasil.
Létha, cidade intraterrena, situada na Serra do Roncador/MT, Brasil.
Temas:
01. Animais
02. Alimentação
03. Família
04.Transporte individual e coletivo
05. Habitação
06. Religião
07. Conhecimento do espírito e do cosmo
08. Escolas
01. Animais

– Existem animais habitando as cidades intraterrenas juntamente com os seres humanos?

– A vida animal representa estágios ainda atrasados do desenvolvimento da mônada. Entretanto, apesar de serem irmãos em condições inferiores, em alguns casos é permitido que integrem com os habitantes de Stelta e também com parte da cidade de Okay.

– Como assim? Poderíeis nos explicar melhor a quais setores das cidades vos referis e que tipo de animais encontram-se presentes?

– Em consonância ao equilíbrio de forças estabelecido entre os seres viventes da vossa dimensão, também as cidades intraterrenas necessitam ter seus elementos interligados através de dispositivos complementares. Dessa forma, assim como o inseto poliniza a flor
e desta retira seu alimento, alguns animais progridem em Stelta interagindo com árvores frutíferas, alimentando-se de seus frutos enquanto prestam valoroso serviço na disseminação de suas sementes. Em geral, tratam-se de primatas que pouco se distanciam da condição humana na escala de evolução dos mundos.



Também a água encontra-se presente desempenhando papel semelhante àquele da atualidade, não havendo, entretanto, por parte dos steltanos, a dependência desse recurso, tão visível entre os seres da superfície.

A água, os vegetais e os animais presentes na cidade intraterrena de Stelta servem de meios cuja finalidade é aproximar seus habitantes de uma realidade diferente daquela a que se encontravam habituados.

Na cidade de Létha e em alguns outros setores de Okay, existem espécies diferentes vivendo em harmonia com os habitantes, oriundas da criação mental dos seus habitantes na prática dos exercícios de controle da mente e configuração do ambiente de estudo e trabalho que melhor lhes aprazem. É comum transitar pelas ruas limpas de Létha e defrontar-se com pássaros de plumagem transparente, bico fino arredondado, de cores suaves e olhos humanos, qual fossem de seu próprio dono a fitar-nos. Mais diferente ainda é a realidade de alguns setores de todas essas cidades que se encontram destinadas a receber os seres humanos.



Quis o amor fraterno e permitiu a Bondade Divina que, nessas áreas reservadas ao acolhimento de seres encarnados, fosse reproduzida, com extrema fidelidade, a realidade do ambiente natural da superfície do Planeta. Tal medida, proveniente de generosos corações, têm o objetivo de facilitar a adaptação dos resgatados à nova moradia, fazendo com que se sintam a vontade, como se estivessem internados em algum hospital para tratamento e restabelecimento perfeito da saúde física e mental.

As crianças serão bastante beneficiadas nesses casos. Sentirse-ão familiarizadas com o novo ambiente, que apresenta as mesmas características dos ambientes terrenos que ficaram para trás e que elas estavam acostumadas, cabendo às equipes de resgate oferecerem as condições físicas para seu bem estar.



– Outros seres peçonhentos e perigosos ao convívio humano
não habitam vossas cidades?

– Não há perigo eminente nas cidades intraterrenas de Okay, Stelta ou Létha, pois o objetivo dessas cidades é abrigar seres em estágio de regeneração, como será a Terra. Sendo assim, não haverá mais necessidade de provas ou expiações dolorosas. Portanto, elimina-se o medo e toda a negatividade dele decorrente. O mal não habitará nos canteiros de regeneração, o que estiver fora de ordem, suavemente, vai sendo harmonizado segundo
o planejamento amoroso dos habitantes mais experientes e evoluídos.

Ersam – 05/10/2002

02. Alimentação

Concentra-se a força dos seres intraterrenos na evolução do
espírito imortal, sabendo que a forma densa é transitória e perecível.
Projetam de suas mentes seus corpos simples e práticos, que os conduzem na vida material, a consumir energia básica à subsistência.

Suas moradas, coletivas ou individuais, são simples e confortáveis, vazias de móveis e utensílios, ao contrário das casas dos humanos na superfície. O tipo de alimentação e ostentação das criaturas da superfície levam-nas a abarrotar suas casas com entulhos domésticos.



Vivem os intraterrenos de forma simples e harmônica, procurando sempre ativar as energias construtoras da Terra. De acordo com a categoria evolutiva, alimentam-se de vegetais, tais como hortaliças, frutas, sucos, pastas, não existindo nestas categorias já evoluídas, nenhum ser que se alimente do seu irmão inferior.



Respeitam todos os reinos da natureza e consomem apenas o necessário à subsistência.

Os mais evoluídos captam a energia do prâna, transformando-a em fonte de energia para a manutenção dos corpos. Produzem os alimentos de forma a distribuí- los com todos igualmente, sem privilégios ou desvios para qualquer categoria, ser ou profissão.
Existe em cada região Núcleos de Abastecimento Coletivo, não tendo as pessoas que se preocuparem com escassez de comida. Buscam sempre o equilíbrio e a simplicidade de viver. Seus corpos absorvem todo o alimento ingerido. Não possuindo excreções orgânicas, libera sua cidade de rede de esgoto ou similares, não existindo portanto qualquer contaminação ou doença provocada em suas cidades por inadequadas redes de saneamento.

Ersam – 12/10/2002

03. Família

Uma das realidades mais difíceis de transmitir aos que ainda não alcançaram elevação suficiente para compreendê- la é a que diz respeito ao modo de vida dos seres intraterrenos.

Quanto mais avançados nos degraus da escadaria do progresso, menos apegados e emotivos. Há, portanto, com freqüência, crianças desenvolvendo-se em diferentes estágios e distantes de seus pais. Não que assim o queiram, mas porque assim deve ser. É o caso da cidade de Stelta onde muitas vezes o casal anuncia seu desligamento do filho, buscando afazeres voltados ao trabalho renovador e edificante. A criança, por sua vez, espírito experiente, compreende perfeitamente a escolha realizada por seus pais.



– Então não há necessidade de famílias como as nossas?

– Como conheceis o sentido da palavra família na Terra, definitivamente não há. Os núcleos formam-se intencionalmente e não mais regidos pelo ciclo cármico, baseados nas relações dolorosas, fruto do mau uso do livre arbítrio.
Nos planetas de regeneração, como será a Terra do futuro, bem como as cidades intraterrenas que moldarão a futura civilização da Terra, os encontros são planejados pelas equipes siderais, baseados nas necessidades individuais que conduzirão cada ser ao progresso.



Sendo assim, em Stelta as famílias podem ser e são formadas temporariamente para correção e ajustes vibratórios que os contatos próximos estimulam.
Em Okay, as escolhas baseiam-se tão somente na oportunidade de manifestação nos planos mais densos/materiais, com vistas ao aprendizado.


Em Létha, o amor fraterno é que une os grupos de famílias espirituais, agrupando-os conforme afinidade vibratória. Age assim o movimento cósmico universal, tal como o músico que reúne as notas musicais, harmonizando-as no conjunto sonoro capaz de despertar nos ouvintes os sentimentos elevados de paz e beatitude.

Os núcleos familiares em Létha são células da família universal em formação e garantem a possibilidade de poder e força de um povo através de sua união.

04.Transporte individual e coletivo

Nos núcleos mais densos há transportes individualizados e coletivos que circulam por largas avenidas. Todos os transportes são aéreos, pois veículos a “roda” já estão há muito superados. Nos centros mais evoluídos, as pessoas voam dentro das cidades sem auxílio de transporte, pois projetam do próprio corpo apêndice que os permite transitar. Eles se teletransportam.



Aqueles de maior grau de evolução instruem os outros, em intercâmbio de aprendizagem, através das escolas e universidades existentes nas cidades.

Sofrem os irmãos intras por saber que o irmão da superfície ainda vive em estado tão primitivo por escolha própria, devido ao orgulho e ganância desmedidos. Soubesse o homem da superfície respeitar as Leis Maiores, há muito teria o Pai permitido o auxílio das Mentes Superiores que também habitam o planeta, trazendo avanço aos Seres e consequentemente à Terra.

Ersam – 12/10/2002

Existem diversificadas formas de deslocamento nas cidades intraterrenas. As naves internas destinam-se ao transporte das famílias e indivíduos habitantes dos primeiros degraus da cidade. São pequeninos veículos também movidos a ar, porém seu impulso inicial é ativado pela vontade consciente das mentes que intencionam transportar-se. Esse modo de acionar o meio de transporte, favorece o aprimoramento da força-mental-coletiva, desenvolvendo nos habitantes o domínio sobre essa forçahabilidade.



– Existem transportes individuais?

– Não. A qualquer local que desejam ir nas cidades, sempre haverá um grupo para lá se dirigindo, quando não a trabalho é sempre em família, pois a vida dos seres evoluídos tende à aproximação das mentes no exercício libertador do ego individualizado em oposição ao despertar da força-coletiva.



Logo após estas explicações, vejo uma espécie de micro ônibus e um grupo de intraterrenos ali entrando. Todos juntos concentram-se no deslocamento do veículo, que em seguida elevase no ar e começa a se mover, deslizando suavemente, como se elevado por uma leve corrente de ar. Parece leve como uma pluma.

– De que material é feito esse transporte que vejo?

– A matéria plasmada utiliza elementos ainda desconhecidos de vossa química, porém assemelha-se de maneira distante a leveza de vosso alumínio, entretanto, sem a acidez desse elemento.

– E onde é conseguido esse material?

– Ele é produzido pela força das mentes que habitam degraus superiores e que após produzi- lo o enviam para ser moldado.

– As naves que saem sobrevoando a superfície e atravessando
nossa atmosfera em direção ao espaço também são constituídas do
mesmo material?

– Sim, a base é a mesma, mas, dependendo da missão, cada máquina voadora recebe um tratamento próprio, que a tornará em condições de realizar o deslocamento necessário.

– Poderia nos dar um exemplo prático?

– Sim, a ação corrosiva das substâncias componentes de vossa atmosfera requer a neutralização através de fina camada de uma espécie de verniz especial que se impregna na superfície metálica, conferindo-lhe a proteção requerida.

– De que é feito esse verniz?

– De algumas substâncias ainda desconhecidas por vós. Já aqueles veículos destinados a adentrar lagos, rios e mares revestem-se de uma substância que, ao entrar em contato com a água, endurece e isola os átomos, mantendo um equilíbrio entre as 45 forças de atração e repulsão dos elementos químicos do meio ambiente e da nave.

– Até mesmo as grandes naves são constituídas desse mesmo
material?

– Não. Cada civilização desenvolveu sua técnica e
aprimorou-a de acordo com suas possibilidades.

Orcadim – 26/10/2002

Obs: Creio que daí a explicação para tantos formatos de naves espaciais já avistadas.

05. Habitação

Suas construções são modeladas através de suas mentes, que captam a energia do Cosmo já transformada pela Terra, juntada aos elementos da própria Terra para a formação do material necessário.



Convivem em harmonia em suas casas coletivas, pois as vibrações afins os atraem. Convivem harmoniosamente. Quanto mais evoluída a pessoa menos individualizada ela se torna e por conseqüência vivem em moradas coletivas, ao passo que os de vibração menos sutil ainda residem em grupos familiares pequenos; todavia, todos confraternizados, visando sempre o bem estar coletivo.



Na cidade de Stelta, por exemplo, existem muitas famílias em grupos individualizados, formando conjuntos habitacionais e dentro desta mesma cidade, os comandos superiores morando em construções coletivas, estando todo o conjunto em harmonia. Dessas cidades subterrâneas emanam energia superior que traz equilíbrio ao Planeta.

Ersam – 12/10/2002

06. Religião

Os irmãos intraterrenos possuem religião que os liga profundamente ao Criador. Em suas cidades há recintos apropriados para o culto ao Pai Maior. Reúnem-se em grupos afins e harmônicos para entrarem em contato com as Mentes Superiores, captando- lhes a essência da mensagem sublime que traz aos seus corpos e mentes o entendimento e submissão ao Criador. Captam e assimilam a mensagem, transformando-a em pensamentos, palavras e ações diárias que confirmam sua Fé e crença em Deus.



Os intras são dóceis e obedientes às Leis Imutáveis, sem falsas atitudes ou hipocrisia diante do Pai, assim como na convivência diária pacífica com as coletividades. Mentes evoluídas, formam em torno de si aura de bondade sentida por todos que deles se aproximam.



Por sua vez, os seres humanos da superfície buscam as muitas religiões, no intuito de salvarem suas almas do fogo eterno. Crêem que apenas na leitura das Escrituras e no saber recitar- lhes de cor os versículos, já estão salvas. Acordai, pobres crianças! Lançai-vos ao trabalho redentor, mesmo que seja sem uma religião oficial. No vosso coração pulsa o amor e as vossas mãos operam a caridade. Sois escolhidos, trazeis as Marcas do Cristo.
Salve a Luz.

Ersam – 12/10/2002

07. Conhecimento do espírito e do cosmo

Buscam os irmãos intraterrenos adquirir ao máximo o conhecimento acerca da vida do espírito e do cosmo, procurando avançar bastante, encurtando cada vez mais a distância que os separa das Mentes Superiores, no perfeccionismo das ações, no bem-servir ao Criador que sinceramente adoram.

Talvez na visão distorcida dos humanos, a aquisição do conhecimento seja por orgulho ou vaidade, mas afirmo-vos que os sentimentos inferiores que escravizam os homens na matéria já foram superados há muito por esses irmãos, que se encontram acima dos humanos na escala evolutiva.



Existem diversas profissões atuantes nas cidades intras, pois os seres especializam-se naquilo que mais se afinizam, sem contudo deixar de conhecer e estudar as demais profissões, não para concorrerem com outros, mas visando sempre ajuda e progresso, tornando-se cada vez mais um grupo homogêneo e harmônico, pois quanto mais evoluídas as mentes, a tendência é fundirem-se, tornando-se una.

Em algumas cidades intras de alta evolução, os Comandos Governamentais constituem-se em Grupos de Seres cujas mentesunas
comandam.


Não confundir mentes-unas com alma-grupo. Mentes-unas são pessoas que continuam a existir individualmente, apenas as mentes que de tão superiores fundemse num conjunto harmonioso, aumentando-lhes a capacidade de poderes e raio de ação, trazendo consequentemente benefícios para aqueles que comandam e seus comandados. Buscam sempre a perfeição para aproximarem-se cada vez mais do Pai, visando sempre a ajuda aos carentes e desligados da Luz.

Possuem poderosa força-energia controlada por sua mente
superior.

Vivem no interior da Terra, apesar de tão evoluídos, devido ao merecimento cármico que fizeram jus, pois um dia, viveram na superfície e não souberam respeitar as Leis de Deus, contribuindo na destruição da ordem e do progresso. Por isso não se sentem ainda merecedores de receber diretamente a graça dos raios solares do Astro Rei. Irmãos da Terra, adentrai as cidades intras com respeito e sem medo, aprendei com esses irmãos as lições da vida superior.

Ersam – 12/10/2002

08. Escolas

Suas escolas encontram-se distribuídas por toda a cidade. Onde há núcleos de aprendizagem, ergue-se ali também um edifício necessário a boa condução. Em geral as áreas são abertas e pode-se observar variados grupos de estudantes acompanhados por instrutores, a pesquisarem sobre o conhecimento desejado.



A base do ensinamento é a Pedagogia Aplicada, pois através de exercícios o estudante é convidado a conhecer o objeto central de seu estudo, complementando com leituras, palestras, vídeos e até mesmo o acesso aos registros akashicos, sempre que possível. Incursões socorristas também são de grande proveito para a elucidação de aspectos que variam desde a evolução moral da humanidade até a configuração sistêmica dos corpos que compõem as criaturas.



Os intraterrenos afinizam-se principalmente pelo conhecimento e estudo da bioquímica vegetal e dos elementos que se evadem das espécies que cultivam. Dedicam-se, na sua formação, ao estudo e compreensão dos mecanismos de cura.

Isolam e avolumam gases curadores e aplicam em si, testando- lhes os efeitos equilibrantes ou desequilibrantes, para então apresentarem o resultado de sua experiência.
O tratamento é tema central em todas as faculdades, pois a civilização intraterrena assemelha-se àquelas espalhadas por diversos Orbes que já iniciaram o caminho da regeneração e buscam através do trabalho harmonizar em si as Leis Universais.



É nesse momento que as diversas categorias de espíritos buscam associar-se com as variadas correntes do trabalho espiritual. Em geral, as maiores dificuldades que foram geradas no período de provas e expiações determinam a natureza do trabalho a
ser desenvolvido por aquela pessoa.



Desse modo, o Mestre Ramatis, Mestre da união, teve sua virtude desenvolvida a partir do combate ao separativismo pregado e exercido outrora. O Amor Excelso do Mestre Jesus veio equilibrar o ódio desmedido existente no passado e assim por diante. O quadro que hoje observais é espelho dos quadros do passado, a refletir o reverso do primarismo, humano transformado pela força do impulso criador em dádiva de luz.

Sois, cada um de vós, partícipes do mesmo progresso, porquanto somente vos distinguis dos vossos irmãos intraterrenos, pelo momento evolutivo em que viveis. Não havendo portanto diferenças relevantes, por que temê- los? E, se não há motivo para
temê- los, por que evitá- los? Eles se preparam para receber-vos,
preparai-vos igualmente para o instante desse encontro quando tereis, por acréscimo de Misericórdia do Pai, a oportunidade de haurir forças para o soerguimento da vida regeneradora que surgirá
na Terra.

Nefertiti – 05/10/2002

As escolas intraterrenas são freqüentadas por alunos sedentos de aprendizagem e não por obrigação como os da superfície, que evitam o quanto podem a cadeira escolar.
Os métodos de ensino são diferentes do vosso, pois com mentes evoluídas e tecnologia avançada não é necessário o uso do caderno, lápis e borracha. Usam aparelhos sofisticados que projetam a imagem ou as palavras, alguns com imagens reais, possibilitando ao estudante sentir-se como parte integrante da lição
estudada.



As crianças intraterrenas crescem integradas na educação, procurando aperfeiçoarem-se naquilo em que se afinizam e assim escolhem uma profissão, buscando a perfeição naquilo que fazem.

Alguns Centros possuem Universidades onde, como na superfície, são matriculados alunos de diversas cidades, desde que estejam aptos para freqüentá-las.

Insistem também no desenvolvimento moral/espiritual como conseqüência.

Os seres intras, à medida em que envelhecem, despertam mais ainda a sua consciência, recordando o que aprenderam em vidas anteriores, progredindo mais rápido com as experiências passadas e aplicando-as com facilidade às lições que mais lhe aprazem no momento. Não se esquecem do conhecimento adquirido anteriormente. Na realidade, aperfeiçoam-se em cada existência,



nesta ou naquela atividade que escolheram. As crianças existentes em alguns Núcleos são alegres, inteligentes, mansas e obedientes, sempre ávidas de aprendizagem, sempre estimuladas a corrigirem-se e estudarem, buscando a perfeição desde a infância, corrigindo-se sempre, mesmo que não exista cobrança sistemática e traumática dos pais amorosos.

Sem castigos, sem pressões e cobranças, vivem uma infância feliz, aprendendo e estudando, sempre visando um futuro útil à coletividade da qual fazem parte.

Os intras extraem da natureza lição e conhecimento para sustentação da vida, sem trazer- lhe danos ou desequilíbrios.

Estudam sem agredir, consomem sem dizimar, vivem em harmonia. Sabem utilizá- la sem prejudicá- la. Buscam conhecer minuciosamente todos os segredos dos Reinos da Natureza, extraindo a essência fluídica das plantas, por exemplo, para tratamentos e curas sem ferir- lhes a contextura física.



Plasmam na mente, antes de concretizarem na matéria, quaisquer projetos, analisando sempre os benefícios que eles possam trazer a todos e nunca provocando danos ou desequilíbrios a qualquer elemento da natureza. Sua força superior regenera os reinos inferiores que se encontram em desequilíbrio, provocado pela loucura e insensatez dos seres da superfície. Nas escolas, o aprendiz paulatinamente ativa o aprendizado de vidas anteriores, aperfeiçoa-o, dando continuidade ao estudo que tenha iniciado ou complementado do conhecimento adquirido.
*Se querem mais informação sobre Esses Seres e As Cidades, Livro CIDADES INTRATERRENAS - O DESPERTAR DA HUMANIDAD, que são as Cidades Invisíveis, Cidades de Outra Dimensão, se pode descarga em formato .pdf:http://files.odiadaluz.webnode.com/…/Cidades_Intraterrestre…






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