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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Lâmpadas Fluorescentes causam Câncer: Radiação ultravioleta emitida por lâmpadas fluorescentes causa danos à pele


Níveis prejudiciais UVC e UVA se originam de fissuras nos revestimentos de fósforo presentes nas lâmpadas Inspirados por um estudo europeu, pesquisadores da Stony Brook University, 
nos Estados Unidos, analisaram o impacto da exposição aos raios ultravioletas emitidos por lâmpadas fluorescentes compactas (CFL) sobre os tecidos da pele humana saudável (in vitro).


Equipe liderada pela pesquisadora Miriam Rafailovich coletou lâmpadas CFL compradas em diferentes lugares nos municípios de Suffolk e Nassau, e então mediu a quantidade de emissões UV e a integridade dos revestimentos de fósforo de cada lâmpada. 

Os resultados revelaram níveis significativos de UVC e UVA, que pareciam originar de fissuras nos revestimentos de fósforo, presentes em todas as lâmpadas estudadas. A equipe então utilizou as mesmas lâmpadas para avaliar o efeito da luz sobre células saudáveis do tecido da pele humana, incluindo: fibroblastos, um tipo de célula encontrada no tecido conjuntivo que produz o colágeno; e queratinócitos, uma célula epidérmica que produz queratina, o material estrutural chave na camada exterior da pele humana. 

Os testes foram repetidos com lâmpadas incandescentes de mesma intensidade e com a introdução de nanopartículas de Dióxido de Titânio (TiO2), que são encontradas em produtos de cuidados pessoais normalmente utilizados para a absorção de UV.
"Nosso estudo revelou que a resposta das células da pele saudável à radiação de UV emitida por lâmpadas CFL é consistente com os danos da radiação ultravioleta", disse a professora Rafailovich. "Os danos das células da pele foram menores quando baixas dosagens de nanopartículas de TiO2 foram introduzidas nas células da pele antes da exposição." 

Rafailovich destaca que a luz incandescente de mesma intensidade não teve nenhum efeito sobre as células da pele saudável, com ou sem a presença de TiO2.


"Apesar de economizarem energia, os consumidores devem ter cuidado ao utilizar lâmpadas fluorescentes compactas", aconselha Rafailovich. "Nossa pesquisa mostra que é melhor evitar usá-las em distâncias muito curtas e que elas são mais seguras quando 
colocado atrás de uma tampa de vidro adicional."

vídeo bastante interessante que mostra o NÍVEL DE RADIAÇÃO emitida por uma lâmpada fluorescente compacta de procedência CHINESA. Os níveis detectados são BASTANTE ALTOS e PERIGOSOS à saúde, podendo inclusive causar CÂNCER.

Evidentemente não vou GENERALIZAR, mas é preciso tomar o MÁXIMO CUIDADO com estes produtos importados da China, pois a grande maioria são produtos FALSIFICADOS, sem nenhum CONTROLE DE QUALIDADE, e em muitos casos são produzidos com LIXO E MATERIAIS DESCARTADOS, inclusive LIXO HOSPITALAR CONTAMINADO.

A quantidade de lixo e material descartado é muito grande, e ao mesmo tempo, a MATÉRIA PRIMA necessária para a produção de bens de consumo é CARA. Isto cria uma circunstância onde muitos OPORTUNISTAS CRIMINOSOS estão utilizando este lixo para produzir bens de consumo falsificados e sem absolutamente nenhum controle de qualidade. Então exportam sua produção para outros países e assim ganham muito dinheiro.


Entre estas falsificações estão as LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS. Elas são feitas de LIXO TÓXICO CONTAMINADO, e isto AGRAVA uma situação de perigo que já existe normalmente para estas lâmpadas, fazendo com que haja uma EMISSÃO DE RADIAÇÃO para o ambiente iluminado. É fácil comprovar isto, basta utilizar um MEDIDOR DE RADIAÇÃO como este da foto, assista o vídeo. Estas lâmpadas também costumam piscar e brilhar, mesmo estando DESLIGADAS. Isto é por causa da PRESENÇA DE MATERIAL RADIOATIVO dentro do corpo da lâmpada.

O LIXO está sendo a MATÉRIA PRIMA para a produção de bens de consumo na China. E o LIXO HOSPITALAR CONTAMINADO é um dos preferidos. Uma SERINGA plástica serve como matéria prima para a produção de uma CAMISA ou uma SANDÁLIA, apenas para citar alguns exemplos. Serve tambem como matéria prima para produzir uma lâmpada sem qualidade, que vai irradiar todo o ambiente.

É preciso haver FISCALIZAÇÃO e CONTROLE DE QUALIDADE. Não se pode importar os produtos chineses "no escuro", assim como é feito atualmente. VOCÊ tem o dever e a responsabilidade de COBRAR esta fiscalização dos órgãos governamentais. Esteja certo 
que SOMENTE A SUA COBRANÇA é que pode fazer diferença nesta história.

O Que É Luz Incandescente

Luz incandescente é a luz resultante do calor. Quando um objeto esquenta além de um certo limite, ele incandesce, ou seja, começa a emitir luz. Esta é a luz predominante da natureza: o Sol, o fogo resultante da queima da madeira, óleo e velas, são as formas mais comuns de luz natural. O ser humano, ao longo de toda a evolução, se adaptou e prosperou com a luz do Sol. Graças a essa luz existe o dia, e nossos olhos enxergam maravilhosamente bem os objetos iluminados pelas várias nuances da luz incandescente do Sol nascente até o poente.

A luz da lua, à noite, não é incandescente, mas é resultado do reflexo da luz incandescente do Sol iluminando nosso satélite. Mais uma vez, é a luz incandescente em ação.

Segundo indícios arqueológicos, há quase meio milhão de anos os ancestrais do Homo sapiens já possuíam controle sobre o fogo, o que propiciou muitas vantagens, uma delas a luz. A luz do fogo também é de natureza incandescente, assim como o Sol. Com o advento da civilização, aumentou o uso de objetos emissores de luz incandescente, como tochas, velas e lâmpadas a óleo.


Por volta de 1880, a lâmpada de tungstênio foi inventada por Thomas Edison, e passou a iluminar a civilização.

O Que É Luz Fluorescente

O termo luz fluorescente se refere à luz emitida por lampadas fluorecentes. Lâmpadas fluorescentes são tubos de vidro com pequenos eletrodos nas duas extremidades, que enviam correntes elétricas (elétrons) que “viajam” através dos gases (argônio + mercúrio) que preenchem o interior do tubo. Conforme os elétrons percorrem o tubo, eles colidem com os átomos de mercúrio ali presentes, e essa colisão resulta na emissão de luz ultravioleta (invisível), cujos raios atingem um pó de material fosforescente que recobre, por dentro, o vidro da lâmpada, e que brilha com luz visível quando em contato com a luz ultravioleta. Essa luz atravessa o vidro e é quem ilumina o ambiente ao redor da lâmpada. A cor da luz pode ser modificada de acordo com a composição química do pó fosforescente.

As lâmpadas fluorescentes foram introduzidas no mercado em 1934, mas ganharam uso cada vez mais disseminado a partir da década de 1970.


Quer Ter Menos Enxaqueca? Use Lâmpadas Incandescentes

Além de mais caras e de emitirem uma iluminação de qualidade inferior que as lâmpadas incandescentes, as lâmpadas fluorescentes sempre emitem luz tremeluzente (ainda que imperceptível a olho nu) e são tóxicas para o meio ambiente porque contêm mercúrio – cerca de 4 miligramas por lâmpada.
Mas as Lâmpadas Incandescentes Estão Saindo do MercadoA melhor solução é voltar a usar a lâmpada incandescente, que dá o mesmo brilho com o qual nosso corpo está acostumado desde tempos imemoriais.

Seguindo uma tendência mundial de economia de energia, as lâmpadas incandescentes deixarão para sempre o mercado brasileiro a partir do ano 2016.

Na minha opinião, o que se economiza de energia com lâmpadas fluorescentes nas casas e escritórios, pode se gastar com doenças advindas da hiperestimulação do sistema nervoso pela luz tremeluzente e de brilho não natural das lâmpadas fluorescentes. Mas minha opinião é voto vencido neste caso.

Se você, assim como eu, gosta e quer continuar se beneficiando da agradável luminosidade das lâmpadas incandescentes na sua casa por muitos anos – ainda que em um ou outro abajur, ou quem sabe um único quarto na casa – faça como eu: comece a estocar lâmpadas incandescentes. Um bom estoque pode durar a vida inteira, pois lâmpadas não queimam tão fácil, se a instalação elétrica for boa.

Para quem ler este artigo depois de 2016, a melhor solução é continuar evitando as lâmpadas fluorescentes e usar lâmpadas de LED em corrente contínua (se for corrente alternada, o LED também vai acender e apagar de acordo com a frequência da corrente da rede elétrica).






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