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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 3 de junho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 109- GRANDES MISTÉRIOS DO PASSADO



2 - OS VISITANTES DE ALGURES "Após uma longa noite, ali surgiram, de pé, ante os olhos dos nossos ancestrais, as grandes ruínas que você vê agora" (Da tradição dos índios Aimaras - Bolívia e Peru)



Da mesma forma que Macchu Pichu, também em uma fortaleza pré-incaica situada em Ollantaytambo, nos Altiplanos Peruanos, a mesma incrível técnica que permitiu ajustar com extrema precisão os imensos blocos de pedra, alguns deles pesando entre doze a cem toneladas! Como detalhe mais importante, essas colossais pedras vieram desde doze quilômetros de distância a partir de uma outra altíssima montanha. Por meios convencionais seria impossível levá-las para baixo, atingir um vale distante para depois novamente elevá-las a uma outra enorme altitude, em uma nova cadeia montanhosa! Que civilização esquecida foi capaz dessa proeza, e exatamente COMO e com que meios realizou tal prodígio? Eis mais um intrigante mistério!


Através de técnicas idênticas, essa mesma civilização desconhecida construiu em Sacsqahuamán este enorme e intrigante relógio solar, o qual espantosamente vai marcando as horas do dia - perfeitamente baseadas na rotação terrestre e de acordo com a posição do Sol, que por sua vez vai penetrando nos quadrados do monumento, um a um, clareando-os para identificá-las! Cientistas da Universidade de Yale concluiram que uma avançada civilização que antecedeu à incaica por mais de dois mil anos teria sido a reponsável por tais prodígios e habitara uma vasta extensão do Peru central e setentrional!


E essa mesma civilização pré-incaica legou-nos um mistério ainda maior: uma vasta rede de colossais túneis subterrâneos que aparentemente se estenderia por todo o Continente da América do Sul, conduzindo não se sabe até onde! Nessas vastas galerias foram encontrados artefatos elaborados no mais puro ouro, tal como este painel que ostenta caracteres alfabéticos inteiramente desconhecidos na Terra!


Também nesses Altiplanos Peruanos, um outro denso mistério: o Lago Titicaca, que pode ser visto quase no centro do mapa, tem um nome deveras curioso que no dialeto indígena, herdado dos mais distantes e milenares antepassados, significa "O Jaguar". Para espanto geral, um satélite da NASA efetuou o seu levantamento e eis a surpresa: o perfeitíssimo contorno desse lago nos mostra desde o espaço sideral a imagem de um enorme jaguar em posição de ataque, maravilhoso em seus mínimos detalhes.... Patas distendidas, mandíbulas abertas e ainda por cima um outro lago secundário tem o formato de um animal por ele sendo perseguido! Obviamente quem batizou o lago o fez com pleno conhecimento de causa pois o contemplou desde o espaço sideral, aproximando-se ou também orbitando a Terra!


Talvez a resposta a esses intrigantes enigmas esteja também nessa antiqüíssima tábua babilônica, que sem meias-palavras ou quaisquer outros rodeios descreve claramente através dos seus caracteres cuneiformes a chegada dos antigos astronautas, vindos de distantes galáxias para o nosso planeta!


Astronautas no passado remoto? Não há outra explicação mais lógica do que esta para o emprego de certos tipos de tecnologia, obviamente inexistentes na antigüidade conhecida e algumas delas até mesmo inexitentes nos dias atuais. Esse enorme pilar - situado desde tempos imemoriais e por isso mesmo reverenciado em Nova Déli, Índia - foi construído com uma liga metálica ferrosa, impossível de ser reproduzida com a nossa atual tecnologia. E além de tudo é inteiramente inoxidável! Calcula-se que antedate a 1500 A.C.!


E além de todos os seus outros intrigantes mistérios, o Egito nos fez ainda uma estranha surpresa: essas duas enormes estátuas, situadas em Tebas às margens do Nilo e conhecidas com "Os Colossos de Memmon", por durante vários milênios e até o ano 126 D.C. emitiam ao nascer do Sol uma estranha vibração sonora audível à grande distância! Talvez um equipamento eletrônico no seu interior que produzisse tal efeito para saudar o astro-rei? E quem sabe uma continuidade da veneração que a este astro era dispensada na perdida Atlântida?O cartucho real nelas gravado tem o nome do faraó Amenófis III, da XVIII Dinastia, que por sinal era um grande iniciado, e o seu reinado foi de 1417 a 1379 A.C. Como tal prodígio pôde durar tanto tempo?


A sacrossanta Sekmet, temível deusa-leoa do Antigo Egito, " a dama que gosta do silêncio", sempre venerada nos soturnos templos subterrâneos, padroeira também, dentre vários outros atributos, de uma avançada ciência médica que revolucionou a antigüidade! Seu simbolismo oculto referia-se à constelação de Leão - coração do Zodíaco. Os médicos egípcios eram desde crianças reclusos em templos denominados "A Casa da Vida", onde obtinham conhecimentos secretos impossíveis de existir naqueles remotos tempos. Certas múmias apresentam notáveis casos de implantes, trepanações, cirurgias ósseas e muitas outras coisas que a ciência médica somente conseguiu alcançar a partir do Século XX. Os Egípcios "inventaram" a anestesia, os antibióticos, as suturas, o primeiro esparadrapo, praticavam as próteses ósseas e dentárias, e.... Até mesmo utilizavam vacinas! Quem transmitiu isso a eles?


Exatamente alguém que a Tradição egípcia denominou o "Sábio Imoteph", também associado ao deus Íbis Toth - que por sinal também transmitiu àquela civilização nos seus primórdios o conhecimento de todas as ciências, dentre as quais a arquitetura, a astronomia, a escrita hieroglífica (por sinal a mais avançada de toda a antigüidade) e etc. O hermético Toth, a Íbis (que por sinal acha-se estampada no Morro do Pão de Açúcar, no Rio de de Janeiro), era esotérica e iniciaticamente associado ao perdido continente da Atlântida!


E talvez para a posteridade, no templo de Kom-Ombo, os antigos e milenares cirurgiões egípcios deixaram neste relevo os modelos dos seus eficazes instrumentos de trabalho - alguns deles até mesmo copiados ou aperfeiçoados pela nossa moderna medicina!


Na distante Turquia, outra imensa rede de túneis subterrâneos perfeitamente escavados na mais remota antigüidade e através de técnicas incrivelmente avançadas, foi também encontrada. Qual a sua finalidade e que civilização perdida a construiu resulta em mais outro intrigante mistério que talvez nunca venha a ser desvelado!

3 - MISTÉRIOS E MAIS MISTÉRIOS!
" A humanidade arrisca-se a desaparecer sem saber de onde vem e se o seu destino foi dirigido por Mestres Desconhecidos e desviado do seu curso natural.... As nosas tradições ancestrais, de obscuras e tenazes intuições, sugerem-nos a hipótese de um destino grandioso que o homem teria alcançado nos ciclos de civilizações desaparecidas, mas a ciência oficial diz NÃO a tudo o que quer ressurgir dos abismos profundos do passsado. Uma só verdade parece, pois, subsistir: a do Mistério no qual é preciso acreditar como a única realidade válida e indestrutível"
(Robert Charroux)


A Bíblia tinha razão? Nesta imagem uma antiga representação pictórica, medieval, da lendária Torre de Babel. Segundo os relatos bíblicos, os homens de maneira blásfema intentaram construir uma torre que tocasse o céu, para desse modo se igualarem a Deus em poderio e glória. Os mesmos relatos dizem que o Senhor, tomado de fúria, antes de a destruir disse: "Desçamos (exatamente no plural!) e confundamos ali a sua língua para que não entenda um a língua do outro" !


Sim, a Bíblia tinha razão! O arqueólogo Robert Koldewey, acreditando na lenda, descobriu em 1899 nas ruínas da Babilônia os restos de uma imensa torre, guardada por um colossal muro e mais de 300 torres menores e fossos! Este verdadeiro gigante da mais remota antigüidade deve ter realmente alcançado uma altura imensa e foi destruído de maneira tão violenta que, segundo relatam as inscrições, Alexandre Magno, o conquistador, muito tempo depois teve que empregar cerca de 10 mil homens para retirar os seus escombros - o que demandou 800 mil dias de trabalho!


A narrativa bíblica do Dilúvio, por sua vez, espantosamente encontrou sua confirmação nesta tabuinha babilônica, localizada em 1850 nas ruínas de Nínive pelo arqueólogo George Smith. Seus caracteres dizem: " Depois que carreguei toda a colheita da vida, embarquei-me no navio, com minha família e meus parentes. Os animais e o gado do campo... Entrei no navio e fechei a porta.... Quando a jovem aurora brilhou, dos alicerces do céu ergueu-se uma nuvem negra.... E tudo o que é brilhante converte-se em trevas, o irmão já não vê o seu irmão.... Os Deuses temiam o dilúvio.... Durante seis dias e seis noites o vento e a inundação continuaram a marchar, o furacão subjugou a terra. Quando surgiu o sétimo dia, o furacão amainara... O dilúvio cessou. Contemplei o mar, sua voz estava muda, e toda a humanidade se transformara em lama!....." . Infelizmente, o restante da narrativa, aquele que seria o capítulo mais importante, estava faltando. Contudo, a lição que nos resta é que a narrativa de um grande dilúvio, por sinal igualmente fazendo parte das tradições de vários povos do planeta, faz alusão a uma grande catástrofe ocorrida há muitos milênios - Sem dúvida alguma a submersão do Continente Atlante!


E assim eram as imponentes e refinadas edificações da cultura Maia......


Aliás, a perdida Civilização Maia representa outro intrigante e inexplicável enigma do passado. Em tempos muito recuados, ela construiu enormes pirâmides e suntuosos templos, isso em uma vasta região que abrangeu os territórios em que hoje se situam o México, Honduras e a Guatemala! Quando os conquistadores espanhóis chegaram às terras dos Aztecas passaram por essas antigas ruínas, encobertas pelas densas florestas. E atônitos souberam que os próprios Aztecas as desconheciam, bem como não sabiam da antiga existência do povo Maia! O maior de todos os enigmas, contudo, é que tal avançada civilização, cuja escrita por sinal até hoje não pôde ser decifrada, ao invés de se expandir cada vez mais, sofreu uma espécie de "implosão", movimentando-se "de fora para dentro" - ou seja, abandonando às florestas a suas suntuosas e imponentes cidades, desaparecendo sem deixar quaisquer vestígios em um centro formado por um triângulo imaginário que compreende as portentosas ruínas de Tikál, Naranjo e Piedras Negras!

A
 Serpente Emplumada, encarnação do deus Quetzalcoatl - adorada desde os tempos muito remotos quando existiu uma outra desconhecida civilização conhecida como Pré-Azteca, ou ainda Tolteca, da qual nada se sabe. Esse deus simboliza a figura mitológica que "veio do céu, desde a terra do sol nascente, para trazer a civilização à Terra"! Detalhe curioso é que por toda a antigüidade o símbolo da serpente era de fato associado aos extraterrestres e também aos primeiros iniciadores da raça humana! Segundo a tradição Quetzalcoatl, ou quem usava este nome, vestia um longo manto branco e ensinou as ciências ao povo, corrigindo costumes e estabelecendo leis. Após isso, partiu na direção do mar, regressando à terra de onde viera, "consumindo-se em chamas e seu coração transformou-se em uma estrela matutina".


Os grandes mestres da pintura clássica, bem como os artistas que produziram os afrescos de várias catedrais seculares, eram todos Iniciados e portanto tinham grande conhecimento de causa. Sabiam o que estavam fazendo! E além de tudo deixaram para a posteridade muitas sutis mensagens veladas, as quais ainda hoje podem ser vistas e devidamente entendidas por todos aqueles que as olharem com a devida atenção. Nesta imagem vemos a Virgem Maria e o Menino Jesus, tendo ao fundo (assinalada) a nítida imagem de um OVNI!


Outra surpreendente pintura medieval nos mostra - desde uma época em que nem sequer se sonhava com máquinas voadoras - a representação de um "anjo" cruzando o céu dentro de um engenho que por sinal se assemelha a um outro OVNI.


E eis uma representação da Estrela de Belém, aquela que guiou os Reis Magos e surgiu na época do nascimento de Jesus Cristo. A bordo dela, outro "anjo" que a tripula! Bastante sutil! Hoje em dia, diversos pesquisadores do Realismo Fantástico abraçam a idéia de que Jesus seria um extraterrestre, aqui propositadamente deixado pelos nosso Mentores Cósmicos (os Primeiros Iniciadores) de modo a propiciar uma nova etapa na evolução espiritual do homem. Portanto, a tal "estrela" nada mais seria do que o OVNI que trouxe a criança, entregando-a às pessoas de confiança previamente escolhidas para abrigá-la!


Mais uma antiga pintura medieval mostrando a Virgem Maria, adorada por uma dama. Ao fundo, outro OVNI espreitando a cena!


E essa talvez seja a mais expressiva de todas! Jesus Cristo e sua mãe, a Virgem Maria, abençoam algumas pessoas desde as nuvens. E logo abaixo deles, uma esquadrilha inteira de OVNI !!!!


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