BARRA ANIMADA


Translate

SEJA BEM VINDO


BARRA 2


Mensagem


A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


terça-feira, 30 de junho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 160- HIROSHIMA!



"Tempo de bruxaria! O homem orienta a Terra, os animais, o Céu. Ele domina, canaliza as tempestades, provoca os raios, a chuva, a queda de neve, os tremores de terra; 
faz sair das entranhas do Sol erupções mil vezes maiores e mais terríveis do que o Vesúvio e o Etna. Os "tapetes voadores" cortam o espaço à conquista das estrelas; a bala de metralhadora é a maldição transmutada em aço, e o brilho mortal, a luz instantânea brotam eletronicamente como o fogo do inferno.... Tudo se materializa a partir de uma idéia. Um poderosos "feiticeiro" pensa e da sua testa saem, em forma de aço, tungstênio e zircônio, máquinas prodigiosas para fabricar outras máquinas" (Robert Charroux - Le Livre des Secrets Trahis)




1939 a 1945. O mundo enfrentava o conflito da Segunda Guerra Mundial. Alemanha nazista, Itália e posteriormente o Japão, formavam um eixo contra as tropas aliadas, se enfrentando através de encarniçados combates em várias frentes de batalha - na terra, no ar e no mar. Enquanto isso, cientistas e militares de ambos os lados se empenhavam no desenvolvimento de armas cada vez mais destrutivas e eficientes de modo a obter a supremacia nos combates e assim ganhar a guerra. Albert Einstein e Robert Oppenheimer (foto), trabalhavam para o Governo dos EUA - tendo logicamente uma "mãozinha" de alguns cientistas nazistas refugiados na América - no estabelecimento de um ousado projeto que secretamente se desenrolava nas secretas instalações de Los Alamos. Tais atividades receberam o nome de "Projeto Manhattan" e preliminarmente chegaram a testar em 16 de julho de 1945 no Deserto do Novo México os efeitos da mais sinistra arma de guerra que o mundo conheceu: a bomba atômica! E como infelizmente toda arma que o homem criou jamais deixou de ser empregada, um dia ela foi efetivamente acionada e posta em prática!


Na foto, a jovem tripulação da Força Aérea Americana que em agosto de 1945 foi encarregada de uma missão "muito especial". Coronel Paul W. Tibbets, piloto e comandante da missão; Capitão Robert A. Lewis, co-piloto; Capitão Theodore J. Van Kirk, navegador; Major Thomas W. Ferebee, bombardeador; Tenente Morris R. Jeppson, Engenheiro Eletrônico; Sargento Joseph S. Stiborik, operador de radar; Richard H. Nelson, operador de rádio; Sargento George R. Caron, artilheiro de cauda; Sargento Wyatt E. Duzenbury, Engenheiro de vôo; Sargento Robert H. Shumard, Engenheiro assistente; Tenente Jacob Beser, operador de contramedidas de radar; Capitão William Parsons, Cientista do Projeto Manhattan.


Eles tripulavam uma superfortaleza voadora Boeing do tipo B-29, batizada de Enola Gay.


No interior daquela aeronave, quando partiram da base de Tinian às 02:00 horas para a missão, estava um artefato diabólico, ironicamente batizado com o nome de "Little Boy", ou "Garotinho" (foto), o qual estava predestinado a mudar de forma trágica a História da nossa humanidade.


Desde uma distância de 2735 quilômetros, a morte voava celeremente nas asas do Enola Gay dirigindo-se ao território japonês. Somente o comandante da missão, o Coronel Paul Tibbets, sabia exatamente o que estava transportando no bojo do seu Enola Gay. O próprio destino, ou mais exatamente o alvo da bomba, somente foi transmitido à tripulação já no meio do caminho, via mensagem codificada. De posse das novas ordens, o Enola Gay, então, manobrou sua trajetória mortal em direção a Hiroshima. Precisamente às 06:00 horas, o encarregado de bordo retirava os três pinos de segurança de cor verde do corpo da bomba, substituindo-os pelos três de seqüência vermelha. Estava tudo pronto para o ataque!


06 de agosto de 1945, 08 horas, 15 minutos. Este relógio calcinado de um dos mortos na catástrofe registrou o exato momento em que "Little Boy" foi detonada por sobre a cidade! Contudo, os precisos instrumentos do Enola Gay registraram o evento como que ocorrido precisamente às 08h 16m 35s.


De modo a causar o maior dano possível, como aliás é característica de todo artefato atômico, "Little Boy" não detonou no impacto contra o solo, mas, sim, a 548 metros de altitude, formando um sinistro e infernal cogumelo de fogo e fumaça!


Essa tomada aérea posterior nos mostra, na região mais escurecida, o epicentro da explosão, bem como o devastador efeito das suas ondas de choque as quais se propagaram em todos os sentidos por uma vasta extensão. A coisa teve uma certa dose de crueldade. Outros dois B-29 acompanhavam o Enola Gay, com a missão "medir e fotografar" o alvo. Eles seguiam à frente e sobrevoaram Hiroshima antes da bomba, obviamente para testar as defesas da cidade, por sinal inexistentes. Nessa ocasião, o alarme anti-aéreo soou e a população então se abrigou. Como nada aconteceu, o alerta foi suspenso e todos voltaram às suas atividades...... Para morrerem calcinados e indefesos apenas alguns minutos depois. E ainda por cima, a explosão ocorreu bem por sobre um hospital cirúrgico!


Aqui, uma visão panorâmica tomada no solo e mostrando o arrasador efeito da explosão atômica. Tudo foi volatilizado através de um fogo infernal e maldito cuja temperatura atingiu 5,5 milhões de Graus Celsius!


Uma visão mais aproximada nos dá conta daquilo que é o pavoroso horror atômico e os seus sinistros efeitos.


As infelizes pessoas que se encontravam em todos os lugares foram simplesmente "apagadas", desintegradas pelo calor violentíssimo e infernal. A foto nos mostra em uma escadaria a sombra de uma jovem que ali estivera sentada no momento da explosão! Na verdade, os fumegantes escombros da cidade estava literalmente repletos dessas "sombras".


Após cumprida aquela "missão muito especial", quando do seu retorno à base de operações, a tripulação do Enola Gay posa orgulhosamente para as fotos de divulgação. Os sorrisos iniciais desapareceram dos rostos de muitos deles.


Enquanto isso, as equipes japonesas de resgate que foram enviadas ao local se deparavam com as cenas mais horríveis jamais vistas: em meio a toneladas de escombros, cadáveres calcinados se espalhavam por todos os lados, principalmente nas áreas mais afastadas da cidade de Hiroshima!


Surpreendidos com aquela explosão violenta, sinistra, apavorante, e principalmente pelas ondas termais de choque, milhares de pessoas morreram tragicamente em meio a grandes sofrimentos.


Cadáveres por todos os lados. Porém, o mais horrível de tudo eram os verdadeiros "mortos-vivos" que, ainda fumegantes, se arrastavam pelos escombros das ruas calcinadas. Seres humanos horrivelmente mutilados e queimados, os pouco sobreviventes, formavam uma legião de desesperados, sem rostos e sem as suas peles, implorando por socorro e por um pouco de água. As horrorizadas e perplexas equipes de resgate não podiam dar-lhes água, uma vez que este é um procedimento errôneo que pode matar quase que instantaneamente uma pessoa queimada. Contudo, após a explosão, uma chuva negra e pesada caíra do céu. Era uma massa viscosa, repugnante, resultante da fumaça atômica que poluíra a atmosfera, misturando-se com a chuva. Desesperados, os poucos e rastejantes sobreviventes abriam as suas bocas, ou o que restara delas, bebendo avidamente aquela mistura maldita, sem saber que estavam ingerindo um veneno potencialmente mais mortal do que as radiações da bomba: um líquido altamente radioativo que envenenava e corroía os seus organismos! Um dos membros daquelas equipes de resgate, muitos anos mais tarde, declarou-se profundamente arrependido de não ter, através de um ato puramente de misericórdia, dado a água que transportava aos sobreviventes pois isso, apesar de ser um procedimento letal, lhes faria a morte advir mais rapidamente aliviando assim de uma só vez os seus horríveis sofrimentos.


Os hospitais de emergência japoneses estavam repletos de seres humanos - homens, mulheres, crianças - tragicamente mutilados e deformados. E sem saber a verdadeira causa daqueles horríveis ferimentos que literalmente desagregavam os corpos, os atordoados médicos e os enfermeiros tratavam-nos como queimaduras, quando na verdade não havia qualquer tratamento para os nocivos e brutais efeitos da sinistra radiação nuclear!


Aqui, uma sobrevivente que estava a muitos quilômetros da cidade, ostentando os efeitos resultantes dos choques termais da bomba.


Outro infeliz sobrevivente, horrivelmente deformado.


O mundo, então, pela primeira vez, conhecia os devastadores efeitos do fogo infernal irresponsavelmente criado e liberado pelos próprios homens!


Uma das poucas estruturas que, ou mal ou bem, restaram de pé em Hiroshima e que até hoje, sessenta anos decorridos, é conservada tal como está naquela cidade - como se fosse um sentinela principal e silencioso de muitas outras barbaridades cometidas através da nossa sempre trágica História! Exatamente como se fora um marco silencioso daquele fatídico 06 de agosto de 1945, um dia negro para a História da humanidade. Uma data que jamais pode ser esquecida!


"Um dos princípios fundamentais da Lei da Compensação é o de que, para cada pesar ou alegria que causemos a outrem, deveremos viver experiências no mesmo grau e natureza em momentos em que as lições a serem assim aprendidas causem mais forte impressão. Esse princípio não exige olho por olho e vida por vida, pois não há vingança nesse processo, ou qualquer intuito em causar sofrimento. A única finalidade do Carma é nos ensinar uma lição, de nos conscientizar dos nossos erros e fazer com que desse modo aprimoremos nosso discernimento"
(Manual Rosacruz - AMORC)


Uma atitude até hoje contestada e severamente questionada, a explosão da Bomba-A sobre Hiroshima pareceu, de fato, uma medida extremamente cruel e sobretudo desnecessária. As forças japonesas, já bem antes disso muito combalidas, seriam forçosamente derrotadas em breve espaço de tempo através dos meios convencionais de combate. Antes da explosão, o Governo Japonês recebera um ultimato dos EUA para se render, o qual severamente ignorou. O bravo povo japonês não se entregava assim de qualquer maneira ao inimigo! O impulso de patriotismo era tão grande que, diante da enorme perda dos combatentes militares, até mesmo jovens (foto) eram treinados para pilotar aviões de combate, totalmente lacrados e carregados de cargas explosivas, numas viagens sem volta e destinados a deliberadamente se chocarem contra os navios americanos que se dirigiam através do Pacífico para invadir o Japão.


Conhecidos como Kamikazes, os jovens guerreiros suicidas protagonizaram cenas de intenso heroísmo, causando pesadas perdas às frotas norte-americanas. Praticamente crianças, voluntariamente arrancadas das suas famílias e da sua inocência, tal como o menino visto acariciando o seu cãozinho antes de partir para a morte, tudo isso nos leva a encarar com maior tristeza e a mais profunda desolação os horrores e as insanas loucuras de uma guerra.


A ilustração acima nos mostra os jovens Kamikazes em ação. Os perplexos artilheiros dos navios americanos tudo faziam para tentar abater em pleno ar os ferozes "caças-zeros" japoneses (assim eram conhecidos devido ao distintivo redondo, símbolo do Japão, que ostentavam nas fuselagens) repletos de explosivos. Mas nem sempre isso era possível. Mergulhando diretamente para morte, os pilotos embatiam seus caças violentamente contra os navio, causando enormes baixas e muitas vezes afundando-os.


Harry Truman era o então Presidente dos EUA. Recebendo a bordo de um navio com efusivos aplausos e grandes comemorações a explosão em Hiroshima, e diante da incrível tenacidade do Povo Japonês, tomou a sua segunda mais drástica decisão: sob o pretexto de "evitar a grande perda de vidas americanas em uma invasão do território japonês", ordenou um segundo ataque nuclear......


Um segundo artefato diabólico, então, elaborado em Plutônio 239 e dessa vez cognominado "Fat Man" ("Homem Gordo") esperava a sua vez de ser lançado! O alvo escolhido fora a cidade japonesa de Kobe - estranhamente, e tal como em Hiroshima, indefesa e um objetivo basicamente civil e sem atrativos fabris ou militares de importância. Porém, quis a mão do destino que exatamente aos 3 dias depois da hecatombe em Hiroshima seu céu estivesse repleto de nuvens que impediram a correta orientação no alvo. Assim, o pesado "pássaro da morte" desviou o seu rumo para uma outra alternativa pré-estabelecida: Nagasaki!


Assim era a populosa Nagasaki, antes do fatídico 09 de agosto de 1945.....


...... Quando, mais uma vez, o cogumelo diabólico fez surgir o fogo do inferno e do Juízo Final sobre a cidade e os seus indefesos habitantes!


E isso é o que restou da antes próspera Nagasaki após o ataque que a surpreendeu. Apenas uma vasta área desolada!


Uma visão mais aproximada nos mostra a enorme devastação causada pela bomba atômica.


Em Nagasaki não ficou pedra sobre pedra.....


..... E mais uma vez, os mesmos horrores presenciados em Hiroshima se fizeram presentes!


"Mortos-Vivos", horrivelmente queimados, começavam pateticamente a se arrastar pelo "nada" que sobrou das suas casas, das suas famílias e das suas ruas!


A maldição radioativa de Hiroshima e Nagasaki, contudo, não se limitou à época das explosões nucleares. Muito tempo depois, os cruéis efeitos da radiação espalhados insidiosamente através da atmosfera se fizeram presentes. Os membros das equipes de resgate, soldados, médicos, enfermeiros e as populações próximas em geral, começavam a sentir esses efeitos na própria carne! Aumentaram os nascimentos de crianças malformadas, cânceres dos mais diversos, bem como outras mazelas decorrentes. Além das 350 mil mortes causadas pelas explosões nucleares, muitas outras advieram depois. Há quem sustente a tese de que essas explosões teriam sido promovidas apenas com a finalidade de testar a aplicação prática das bombas nucleares em condições de guerra. Se esse foi o caso, seus idealizadores conseguiram plena e satisfatoriamente o que queriam.


Hiroito (foto) era, na época, o Imperador do Japão. Diante do "irresistível argumento" representado pela nova ameaça norte-americana da explosão de uma terceira bomba atômica, dessa feita sobre Tóquio, reuniu o seu alto secretariado e propôs a rendição incondicional do país. Logicamente, houve protestos e muita resistência a essa dramática solução. Um general japonês, membro do seu próprio secretariado, contrapropôs a resistência do Japão até o seu último guerreiro, uma vez que um verdadeiro soldado deve preferir a morte a se render. Contrariado diante das circunstâncias e a sós nos seus aposentos, o bravo general fez então as suas últimas orações e praticou o suicídio ritual (haraquiri) cravando um punhal no ventre, preferindo assim morrer como um guerreiro a se humilhar diante do inimigo!


Mas não havia mesmo outra alternativa e finalmente o Japão se rendeu às topas norte-americanas (foto), encerrando assim a Segunda Guerra Mundial.


Hoje, o Enola Gay, orgulho do Povo Americano e considerado uma relíquia nacional, está cuidadosamente restaurado e preservado em uma instalação militar, em Suitland, Maryland, reluzindo como se fosse novo e tratado com o máximo carinho pelas equipes de manutenção.


Por outro lado, o seu antigo comandante, o então coronel Paul Tibbets, ainda vive e é um próspero empresário no ramo da aviação comercial.


E assim como o Enola Gay, Tibbets é considerado um orgulho nacional, participando ativamente de vários eventos comemorativos nacionais e sempre objeto de grandes homenagens.


Hoje um General reformado, Tibbets de vez em quando tem permissão para novamente entrar na cabine envidraçada do Enola Gay e "matar saudades". Na foto, com o seu neto que também seguiu a carreira militar.


E bem ao contrário de alguns dos membros da sua antiga tripulação, justificadamente atormentados por escrúpulos de consciência ao sentirem remorsos pelas tragédias que causaram (fala-se que um deles até enlouqueceu), o atual General Tibbets declarou à Imprensa (e não cansa de repetir) que no momento exato da explosão em Hiroshima, sentiu "APENAS ALÍVIO, NADA MAIS DO QUE ALÍVIO" pelo fato de ter cumprido a contento a sua missão..... E que, se fosse preciso, FARIA TUDO NOVAMENTE!


Uma simples questão de ponto de vista! O cientista Robert Oppenheimer, considerado o "Pai da bomba Atômica" e ativo participante do Projeto Manhattan, teve, todavia, uma opinião muito mais sadia e lúcida. Justamente apavorado com as terríveis conseqüências das explosões nucleares e profundamente deprimido, três meses depois abandonou o Projeto, não sem antes, como que profeticamente declarar: - "Os Físicos conheceram o pecado e jamais conseguirão esquecê-lo. Um dia, a humanidade amaldiçoará o nome de Los Alamos". Por sua vez, outro cientista envolvido, precisamente o Dr. John Manley, corajosamente declarou alguns anos depois: - Nós, cientistas, não somos diferentes dos outros homens; também somos condicionados pelo fetiche do patriotismo e vulneráveis à irracionalidade. Não nos demos conta que estávamos criando algo horrível. Fomos traídos pelas paixões da época". Pois é, pode ser então que Deus, na Sua Infinita Misericórdia, possa também um dia conceder para aqueles que pensam diferente disso algum "alívio" às suas pobres almas!


"Lembrem de Hiroshima" - diz o a cartaz ostentado por esse grupo de pacifistas. São, e muito lamentavelmente, palavras ao vento e dirigidas a alguns ouvidos moucos. Ergue-se uma nova Torre de Babel. Tal como ocorrera outrora o sacrílego homem-deus prepara e precipita os tempos do seu próprio Apocalipse. As tenebrosas bombas de Hiroshima e Nagasaki (equivalentes a "apenas" 20 mil toneladas de TNT e que tanta dor e destruição causaram), não passavam de míseros "palitos de fósforos" diante da enorme potência dos arsenais nucleares que hoje em dia temos estocados e espalhados por todo o planeta. E apenas uma pequena parte deles possui uma capacidade de overkill inimaginável, suficiente para explodir todo o nosso planeta por milhares de vezes. E basta um louco, ou mesmo um megalomaníaco qualquer, apertar um simples botão, ou dar um simples e tresloucado comando verbal, para nos cerrar, MAIS UMA VEZ, as "Portas do Paraíso"..... Graças ao abuso do "Fruto da Árvore da Ciência do Bem e do Mal"!



Este é o simples princípio da ativação e funcionamento de uma Bomba atômica convencional, baseada em componentes do Urânio 235 e ao alcance de qualquer ditador mundial. Suspeitam-se que certos grupos terroristas já dispõem delas e até mesmo as vendem não só para certos governos beligerantes, como também para quem eventualmente possa pagar mais. (Ilustração: © Grolier, Inc.)


Este, por sua vez, é o princípio básico da Bomba de Hidrogênio, muito mais sofisticada, a qual causa fissão e fusão nuclear, através da combinação do Urânio 235 com o Deutério e o Trítio. Tudo isso está espalhado por todo o planeta, representando uma severa e grave ameaça pairando sobre as nossas desmioladas cabeças. E nem sempre as grandes vitórias fazem os vencedores. Com a extinção da antiga URSS, por exemplo, um "triunfo" da intriga internacional", a União Soviética se desfez, fragmentando-se em dezenas de pequenas repúblicas, cada qual como seu exército "particular", seus comandantes militares e ainda.... Seus respectivos arsenais nucleares prontos para serem lançados em qualquer ponto do globo - algo não muito difícil de ocorrer mediante um eventual rompimento ou uma insubordinação com o poder, hoje teoricamente central, do Governo Russo. Há também os perigos chinês, Coréia do Norte, Irã, Índia e Paquistão, o extremismo mundial e fanático, e assim por diante - todos se armando cada vez mais com artefatos nucleares. A experiência sempre nos ensina que todo Carma será sempre cobrado e resgatado NA MESMA INTENSIDADE. A criatura quase sempre se voltará contra o seu próprio criador. E assim, devido à Lei inflexível do Retorno, matematicamente todo feitiço um dia se voltará contra o seu próprio feiticeiro! (Ilustração: © Grolier, Inc.)


E aqui está uma imagem autêntica produzida através de um filme do Governo Americano, mostrando os terríveis e devastadores efeitos das poderosas ondas de choque de uma explosão nuclear sobre uma unidade de residências convencional - um prédio de apartamentos construído especialmente para esse teste. O vento sinistro, avassalador e mortal, dotado de um calor infernal e cuja velocidade atinge perto dos mil quilômetros por hora, não deixa pedra sobre pedra ao final da sua passagem. Tudo vira um pó de matéria calcinada!


E apesar de não concordarmos com a absurda tese de que o homem descende dos primatas, somos forçados a aplaudir de pé o autor dessa brilhante charge. O seu refinado humor nos mostra uma realidade chocante: milhares de anos de caminhar e progresso evolutivo, tudo aquilo que a nossa chamada civilização conquistou e construiu através dos tempos pode, a qualquer momento, se dissolver e nos fazer involuir à barbárie ao simples detonar dos artefatos de uma guerra nuclear que infelizmente também será a ÚLTIMA - precisamente aquilo que todos aqueles capazes de sentir alívio com o horror, a dor e o sofrimento dos seus semelhantes parecem estar, em meio às trevas e aos vazios espirituais nos quais se movimentam, buscando produzir neste exato momento.






Total de visualizações de página

Página FaceBook