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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sábado, 13 de junho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 130- NESSIE!






"Os que se alimentam no subterrâneo algumas vezes vão à superfície" (Magic The Gathering)




As misteriosas águas do nosso mundo verdadeiramente escondem os seus grandes segredos. De quando em vez, certas coisas gigantescas surgem das profundezas para espanto e surpresa geral. Vejam o tamanho descomunal deste peixe, cuja carcaça deu à praia em 1911.


Coisas bizarras e além de tudo desconhecidas, de fato e vez por outra, surgem para contrariar os velhos padrões estabelecidos, provando assim que somos colocados diante de criaturas com as quais nunca tínhamos antes travado conhecimento, seja nas selvas, nos jardins zoológicos e até mesmo na mais ousada literatura!


Os verdadeiros cientistas, por sua vez, bem sabem que ainda resta muita coisa a descobrir neste nosso pequeno mas muito surpreendente mundo.


Os nossos mares e lagos se tornam um verdadeiro e enorme potencial nesse sentido, onde há inúmeros relatos em diversos países que, apesar dos céticos e dos negadores, nos dão conta de certas aparições que jamais poderiam ser negadas, não só diante dos testemunhos absolutamente idôneos como também certas provas fotográficas indubitáveis.


É exatamente o que ocorre no famoso Loch Ness, na Escócia. O Loch Ness é um lago profundo e escuro, remanescente do Período Glaciário, tendo cerca dois quilômetros de largura por 37 quilômetros de comprimento. Sua profundidade é oscilante, atingindo por vezes mais de 250 metros. Ele é provido de imensas cavernas submersas e completamente inexploradas. Abundante em diversas variedades de peixes, torna-se um habitat extremamente antigo e além de tudo favorável à subsistência de certos animais considerados extintos, como é o caso do famoso Monstro do Lago Ness, ou ainda Nessie (foto) - como é carinhosamente chamado pelos moradores das proximidades.


Nessie freqüentemente vem à superfície e aparentemente seria um animal inofensivo aos seres humanos, apesar de causar verdadeiros sustos nas suas investidas. Seu ondulante corpo corcoveia pelas águas escuras e existe uma grande quantidade de fotos tomadas por pessoas das mais diversas camadas sociais e além e tudo absolutamente idôneas.


Como sempre acontece, os negadores aqui também são bastante atuantes, chegando a afirmar que tudo não passa de uma grande farsa de modo a atrair o turismo para aquela região. Mas seria isso mesmo?


Se é mesmo uma "farsa" como eles comodamente dizem, como, então, explicar aquela coisa gigantesca que se move pelas águas de Loch Ness? Nesta foto, podemos ver o grande tamanho daquela inusitada criatura desconhecida.


Aqui vista em um outro flagrante. As testemunhas das suas inúmeras aparições dizem que, além do grande tamanho, esse animal possui um longo pescoço dotado de coloração avermelhada-escura, sendo sua cabeça muito achatada e a cauda extremamente longa. Enfim, algo que não está presente nos nossos atuais catálogos científicos.


Esta outra surpreendente imagem nos mostra Nessie emergindo com grande violência das profundezas do lago. Não são conhecidos quaisquer animais lacustres desse porte.


"É apenas um pouquinho de Nessie" - diz a manchete deste jornal. Declaração de Roy Johnston, a príncípio um cético sobre a existência do monstro, até o dia em que fotografando pássaros sobre o Lago Ness obteve quatro sensacionais flagrantes da imersão do animal.


Esta é uma das fotos tomadas pelo atônito Johnston. Vemos, nitidamente, o longo pescoço do monstro sobressaindo das águas.


Aqui, uma segunda foto de Johnston, mostrando o recurvado pescoço do animal.


Aqui, Johsnton captou o momento em que o monstro, semisubmerso, percorria a superfície do lago.


E aqui, quando o grande animal submergia erguendo uma grande coluna d'água!


Mas em 1972, uma equipe da Academia norte-americana de Ciências Aplicadas, sob o comando do Dr. Robert Rines (foto), se utilizou de uma câmera fotográfica submarina Edgerton, acoplada a um potente sonar Raytheon, obtendo imagens visuais e sônicas de alta granulação, posteriormente amplificadas pelos sofisticados computadores da NASA, as quais revelaram a real presença do famoso Monstro do Lago Ness - o qual se refugiava exatamente nas suas enormes cavernas submersas.


Como se tratava de um assunto extremamente polêmico, em 1975 os cientistas decidiram de uma vez por todas colocar um ponto final à controvérsia, e mediante o emprego de uma sofisticada aparelhagem que mais uma vez envolveu até a própria NASA, ficou constatado que não somente uma porém VÁRIAS criaturas bastante bizarras se movimentam no lodoso fundo do misterioso Lago Ness - tudo sugerindo a existência de uma verdadeira colônia desses animais!


O que, aliás, parece corresponder à verdade. Nesta foto, tomada de uma embarcação, um animal semelhante a Nessie porém, e ao que parece, um filhote.


Esse imagem de sonar nos mostra uma dessas criaturas, porém dotada de grandes dimensões, movendo-se no fundo do Lago Ness. Também os cientistas de Cambridge e Oxford constataram a movimentação dessa enorme criatura, provando assim que Nessie não se trata de uma simples lenda!


E as mais recentes pesquisas, por sua vez, utilizando-se de equipamentos ainda mais modernos e sofisticados, chegam a quase que literalmente fotografar o famoso monstro - ou quem sabe um deles. Nessa imagem vemos a sua enorme cabeça!


E até mesmo um close bem frontal!!!


Nessa outra foto vemos, mais uma vez, o "rosto" da enorme e bizarra criatura.


E até mesmo uma tomada de corpo inteiro! O curioso é que os tamanhos dessas criaturas, cujos dados foram devidamente telemetrados e registrados, variam entre seis a nove metros de comprimento, dotados de dois apêndices curtos e grossos. Enfim, e para surpresa geral, ficou constatado não se trata mesmo de um animal isolada mas, sim, de uma verdadeira colônia deles!


Mas, afinal de contas, o quê seria mesmo Nessie? A surpreendente conclusão é que se trata, nada menos, que um Plesiossauro (ilustração) - ou talvez vários deles - um animal pré-histórico que se julgava extinto há cerca de 70 milhões de anos, tendo vivido na Era Mesozóica! Uma figura ainda hoje bem viva e atuante que, aliás, não é exclusiva do Loch Ness, mas também já avistada na Suécia, precisamente no Lago Storsjon; no Canadá, Lago Okanagan, onde os antigos indígenas apaziguavam a sua ira ofertando-lhe em sacrifício os seus animais domésticos; e ainda no Lago Champlain, onde recebe dos habitantes das cercanias o nome de "Champ"!


"O monstro do Lago Ness não é uma lenda mas, sim, um fato" - diz a antiga manchete do sóbrio Jornal Daily Mail. E quem poderia constestar as gritantes evidências? E de onde teria vindo ele? A resposta é UMA só:


Nem todos os animais da nossa Pré-História foram extintos há cerca de 65 milhões de anos, assim como nos dizem e pregam os tratados convencionais. Essa "coisinha simpática e mui graciosa" que você vê aí em cima é o famoso Dragão de Komodo, ou Varanus komodoensis - assim como o famigerado tubarão, um verdadeiro fóssil vivo que se perpetuou desde aqueles remotos tempos. Dotados de enormes proporções e de um ataque mortífero, até mesmo as bactérias presentes nas suas bocas são letais. E ninguém escapa do veneno contido nas suas mordidas, contra o qual não existem antídotos! O Dragões de Komodo, hábeis e astutos predadores, só habitam um único lugar da Terra, precisamente a ilha do mesmo nome, Indonésia, perigosamente convivendo com a população local, da qual - de vez em quando e "reunindo o útil ao agradável" - esquece os seus rebanhos favoritos e almoça uma criança desavisada.


Apesar dos céticos e dos ortodoxos, nem todos os monstros do passado realmente se foram. Não devemos duvidar disso, principalmente quando sabemos que ainda existem nas velhas florestas, nos lagos e também nas imensas e inexploradas profundezas dos nossos oceanos alguns remanescentes desses velhos tempos pré-históricos que de alguma forma conseguiram se adaptar, sobreviver e se reproduzir através das idades! O Celacanto, peixe considerado extinto há milhões de anos, de vez em quando é capturado para o total espanto dos cientistas e dos biólogos. Na foto, mais um exemplar daquela curiosa espécie - e este não foi o primeiro deles!





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