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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quinta-feira, 23 de julho de 2015

As Consequências de um Alinhamento com Hercólubus.


As Consequências de um Alinhamento com Hercólubus, pode afetar o Brasil, não estamos imunes a isso. 

As Consequências de um Alinhamento com Hercólubus, pode ocasionar terremotos e até mesmo megas terremotos, o Brasil está no centro de uma placa tectônica e é por isso que não temos grandes sismos, e tudo indica que nos encontramos sobre uma placa mais sólida do que em outros lugares, podemos sim ter acomodações devido as fissuras no subsolo.


Será por isso que vem ocorrendo alguns abalos tanto no sul, quanto sudeste, nordeste e norte do país?  Porque se for esse o caso, então se nossa placa não fosse tão sólida, poderia então ocasionar terremotos muito mais fortes e destrutivos? Se for assim, isso não nos deixa fora de um grande problema, ou talvez um mega problema.
 
O Brasil pode não sair ileso de movimentações bruscas de atritos das placas tectônicas, primeiro porque essa pequenas acomodações no subsolo pode ser muito mais intensas e bruscas, fazendo assim, ocorrer terremotos mais fortes. 


Lembremos que pelos estudos científicos, o núcleo do planeta é constituído de ferro e níquel, sendo assim, se um outro corpo celeste se aproximar da Terra, os dois corpo agirão como ímãs, ou serão atraídos ou estarão se repelindo-os, mas de qualquer forma nada disso é bom, até porque o corpo maior tem um magnetismos também muito maior e muito mais potente, e logicamente estamos em desvantagem, infelizmente.

Os Estados Unidos já estão se preparando para o pior, mas muitos países incluindo o Brasil, não estão analisando muito bem os fatos. Ou com certeza estão, mas não estão dando a mínima para a população, porque eles estão bem atentos a tudo, mas como sempre preferem manter tudo bem oculto, e com certeza também construíram seus bunker nos subterrâneos.
Se esse alinhamento ocorrer, não será só nos Estados Unidos que ocorrerá um mega terremoto, mas ocorrerá em vários lugares do planeta, principalmente nos países que estão próximos ou se encontram em cima das rachaduras ou falhas tectônicas.


Mas primeiramente falarei sobre do possível mega terremoto que pode ocorrer na CalifórniaSe realmente ocorrer essa mega movimentação das placas tectônias, as consequências podem ser muito devastadoras, mas não somente pelo terremoto em si, que já seria catastrófico, mas também pelos efeitos que serão causados por ele.
Se a falha de San Andreas tiver uma grande movimentação ou atritos das placas de grandes intensidades, poderá também afetar outras pequenas falhas ou fissuras que se encontram nos subsolos, que por sua vez pode chegar no supervulcão de Yellowstone. 
Mesmo que não não chegue essas réplicas, o supervulcão por si mesmo entrará em uma mega erupção, que inicialmente afetará metade dos Estado Unidos, e com o tempo esparralhará suas cinza por toda atmosfera, e sendo assim afetará todo globo terrestre, incluindo o Brasil.


Com as cinzas na atmosfera, todo o planeta esfriará cousando uma nova era glacial, plantas e muitos animais morrerão, e nós também estamos nessa lista. 

Sobre o mega terremoto que pode ocorrer na falha de San Andreas, que fica relativamente localizada próxima ao supervulcão de Yellowstone, se a terra se dividir massivamente e subitamente naquela área, poderá lançará uma massa de terra no Pacífico Norte que acarretará em megas tsunamis, que por sua vez, afetará todas as ilhas, e países que vai do Japão até a Austrália. 

O Japão e todos aqueles países-ilhas já deveriam estar sendo desocupados, porque se esse mega terremoto acontecer, um mega tsunami varrerá todas as ilhas e costas de onde ele se direcionará. 

Mas se as influências magnéticas causada pelo alinhamento que pode ocorrer em Setembro desse ano de 2015 como os cientistas estão afirmando,  e por esse fato, também já estão se preparando, afetar e criar esse esperado mega terremoto, o Brasil não estará imune a isso, como já foi dito lá em cima em relação as placas tectônicas, mas mesmo que esse eventos ocorra com maior intensidade no hemisfério norte, justamente também no hemisfério norte, encontra-se um vulcão que pode também criar um tsunami ou um mega tsunami, que terá parte do Brasil em sua mira.


Esse vulcão fica Localizado no centro da Ilha de La Palma, que faz parte das ilhas canárias, a noroeste do continente africano, o vulcão Cumbre Vieja. 

O governo sequer se preocupa com isso, pois Brasilia não será afetada, São Paulo e Rio de Janeiro, não serão afetados, mas os estados do norte e nordeste, esses sim serão afetados.

Maranhão, Ceará, Amapá, Pará, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, serão pegos em cheio pelo tsunami, e muitos pobres sofridos e desinformados sequer sabem desse risco, digo desinformados porque a maioria não tem como  se informar mesmo do que esta acontecendo pelo mundo, pois alguns nem aparelho de tv possui, não que isso iria adiantar, mas pelas situações que encontram esse povo, muito humilde... e o governo não dão a mínima para o que pode ocorrer com eles, e nem com a gente como um todo. 

VEJA A MATÉRIA COMPLETA SOBRE ESSE ASSUNTO:

Se tsunami atingisse o Brasil? Vídeo imagem ilha vulcão

Localizado no centro da Ilha de La Palma, que faz parte das ilhas canárias, a noroeste do continente africano, o vulcão Cumbre Vieja vem sendo atentamente observado por uma equipe de especialistas em Eventos Geofísicos Globais (GGE), coordenada pelo diretor do centro de pesquisa da University Colloge London, professor Bill McGuire. Os cientistas Simon Day e Steven Ward da Universidade de Londres e Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos da América, também acompanham o Cumbre Vieja  com atenção redobrada.

Tanto cuidado com um vulcão que entrou em erupção pela última vez em 1949, causando danos significativos à estrutura da ilha, tem uma explicação científica. Caso ele volte a “despertar” de novo, provocaria o surgimento de um “mega tsumani”, o que resultaria nas mortes de aproximadamente 100 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, essas ondas gigantes atigiriam o litoral brasileiro, calculadamente do Rio Grande do Norte ao Amapá, destruindo para sempre cidades inteiras.

A Ilha de La Palma é de origem vulcânica e tem uma altitude de 2.500 metros em relação ao nível do mar. A outra parte fica submersa e tem perto de quatro mil metros a partir do soalho atlântico. Desde 1949, o flanco norte da ilha está deslocado cerca de quatro metros abaixo do seu local original. Nessas condições, ao entrar em erupção o “Cumbre Vieja” racharia a ilha ao meio e derramaria 500 milhões de toneladas de rocha no Oceano Atlântico, provocando o deslocamento de gigantesca massa de água, que se converteria em ondas enormes, podendo alcançar uma altura de até 100 metros.

Ao serem geradas, essas ondas atingiriam 800 quilômetros por hora, ou seja, a mesma velocidade de um avião a jato. Com a aproximação da costa a velocidade diminui e o pico da onda aumenta, o que representaria a destruição imediata de centros urbanos e a submersão dos escombros por tempo indeterminado. Conforme os cálculos estabelecidos pelos cientistas, essas ondas atingiriam a costa brasileira seis horas após o vulcão entrar em erupção. O poder de ação desse suposto “mega tsumani” alcançaria, ainda, a América Central e América do Norte, ou seja, toda a costa banhada pelo Oceano Atlântico, incluindo parte da Europa e África.

Apesar da preocupação desse grupo de cientistas, outros estudiosos estão mais voltados em tranquilizar a população global. Embora não decartem a possibilidade de um “mega tsumani”, afirmam que a catástrofe pode acontecer num prazo de até 10 mil anos. Pode ser que a data venha a coincidir com uma possível erupção do “Cumbre Vieja”. Todavia, sismólogos, vulcanólogos e historiadores informam que este vulcão só fica ativo a cada dois séculos.
“Um sinal de que essa onda está chegando é que o mar estranhamente começa a recuar”, alerta o oceanógrafo David Zee, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Ao contrario do filme Impacto Profundo, em que a humanidade enviou um foguete com ogivas nucleares para desviar a trajetória do asteróide que colidiria e destruiria o planeta Terra (na ficção, os cientistas obtiveram êxito parcial ao impedir a catástrofe total), nesse episódio em questão, o homem se tornaria impotente, mostrando toda a fragilidade humana diante da fúria da natureza. Um sinal do armagedon?

Mundo pode viver catástrofe de proporções incalculáveis

Há quatro anos, um grande terremoto no continente asiático, de magnitude 9,3 na Escala Richter, provocou um maremoto conhecido como Tsumani, resultando nas mortes de 305.276 pessoas. Os governos daquela região haviam sido avisados dessa possibilidade e deveriam ter montado um sistema de alerta e alarme. Não foi isso que se viu. A diferença entre o terremoto e o vulcão é que o primeiro não se pode prever ainda. Quanto ao vulcanismo, os mecanismos de estudo são mais acessíveis no que diz respeito a previsibilidade.

No entanto, os cientistas ingleses e norte-americanos estão cautelosos com as enormes rachaduras do vulcão Cumbre Vieja, no arquipélago das Canárias, território espanhol na África. A onda assassina, segundo eles, pode arrasar cidades litorâneas em três continentes: litoral da Europa e da África, Canadá e norte do Brasil.

O cientista Simon Day, que participou dos estudos, afirmou que o fenômeno tsunami é capaz de acabar com o que estiver pelo caminho. A onda levaria seis horas para atravessar o Atlântico. “É preciso acompanhar o vulcão e emitir sinais de alerta para retirar as pessoas das áreas de risco”. Por sua vez, David Zee antecipa que “quando essa onda chegar, a tendência é varrer toda a orla costeira”.

Pode não ser o fim do mundo, mas caso o alerta dos cientistas ingleses e norte-americanos se concretize, o mundo vai viver uma catástrofe de proporções incalculáveis e imprevisíseis tanto em relação ao número de vidas que serão ceifadas como de destruição ambiental.


E se... um tsunami atingisse o Brasil?
Os resultados seriam bem parecidos com o que você viu na televisão, nas revistas e na internet desde o dia 26 de dezembro de 2004. Milhares de pessoas desabrigadas. Corpos sendo resgatados em alto-mar. Crianças órfãs, plantações destruídas e outra infinidade de mazelas que as catástrofes naturais têm uma habilidade única de provocar.

Mas um tsunami como o da Ásia é quase impossível de acontecer por aqui. Lá, a seqüência de ondas gigantes foi resultado de um terremoto provocado pelo movimento das placas tectônicas Australiana e Eurasiana. As placas tectônicas, encaixadas como num gigantesco quebra-cabeça, formam um manto sobre o magma, a camada do centro da Terra composta por rochas em estado fluido. Quando uma dessas placas raspa ou se encosta em outra, nós sentimos tremores nos continentes. Se isso ocorre no fundo do mar, a energia liberada forma uma onda, que vai se propagando até atingir terra firme. Foi exatamente o que ocorreu no sul da Ásia. “Já o Brasil, para nossa sorte, está localizado bem no centro de uma placa e, mesmo quando ela se move, provoca apenas abalos de pouca intensidade”, diz o professor de engenharia oceânica da UFRJ Paulo Cesar Rosman.
Acontece que terremotos no fundo do mar não são a única razão para o surgimento de um tsunami. Quedas de meteoros e erupções vulcânicas também podem gerar ondas gigantes. Nesses casos, a força do tsunami depende do tamanho do material que é arremessado ao mar. Se você acha que escapamos mais uma vez, engana-se. O pesquisador Steven Ward, da Universidade da Califórnia, é autor de um estudo sobre o impacto que uma erupção do vulcão Cumbre Vieja poderia causar nas Américas. O vulcão está localizado na ilha La Palma, no arquipélago das Ilhas Canárias, perto da costa africana. De acordo com Ward, uma próxima erupção pode fazer parte da ilha deslizar e cair no mar. Essa queda produziria uma energia tão grande que, em poucas horas, ondas gigantescas se formariam e destruiriam várias ilhas do Caribe, alguns estados americanos e o Norte e Nordeste brasileiros. “Ninguém sabe ao certo quando o Cumbre Vieja pode entrar em erupção”, diz o pesquisador americano. “Ele entrou em colapso há 550 mil anos. Desde então, reconstruiu-se e pode estar voltando novamente ao fim de seu ciclo.” Como o Brasil não tem sistema de alarme de tsunami, moradores e turistas seriam pegos de surpresa, repetindo as cenas trágicas que aconteceram no último ano na Ásia.

Nem tão fantástico

O geofísico Steven Wardacredita que um tsunami pode,sim, chegar ao Brasil

1. Pontapé inicial

Uma erupção do vulcão Cumbre Vieja, na ilha La Palma, jogaria no mar um pedaço de terra com 500 km3. A queda provocaria a formação de ondas gigantes

2. Comprida para danar

O intervalo entre uma onda e outra seria de apenas 10 minutos. Logo que começassem a se formar, cada uma delas teria 120 quilômetros de comprimento

3. Primeiro alvo

Em apenas 1 hora, as ondas chegariam a uma velocidade de 720 km/h e atingiriam a costa do Marrocos com elevações de 100 metros

4. Reta final

Enquanto viajam pelo mar, as ondas perdem velocidade e ficam menores em comprimento. Já a altura cresce à medida que elas se aproximam da costa

Novas paisagens

Nossos cartões-postais seriam bem diferentes

A. Belém - Embaixo d’água

As ondas seriam fatais para cidades baixas, como a capital do Pará. “A parte mais alta de Belém tem só 30 metros de altura. O famoso Mercado Ver-O-Peso, por exemplo, ficaria encoberto por água”, diz José Geraldo Alves, do centro de geociências da Universidade Federal do Pará

B. Jericoacoara - Adeus às dunas

As ondas arrastariam estruturas sem raízes fixas, como bancos de areia. Uma energia tão grande quanto a de um tsunami faria em minutos o trabalho de anos do vento e é bem possível que as dunas fossem varridas do mapa

C. Fernando de Noronha - Matança animal

A vida marinha no arquipélago, atingido em cheio, seria muito afetada. O impacto da água poderia destruir os corais e, com isso, modificar todo o ecossistema. Dezenas de espécies de animais poderiam morrer. Entre eles, muitos golfinhos, símbolos do local

Sem Disney World

O Brasil não será a única vítima das ondas gigantes nas Américas. O tsunami também pode levar à destruição das ilhas caribenhas e de alguns estados americanos, como a Geórgia e a Flórida, que serão atingidos nove horas após o início do tsunami

Destruição nacional

As ondas que atingiriam o Norte e o Nordeste teriam 20 metros de altura e 6 quilômetros de comprimento. “Elas levarão tudo o que estiver perto da costa. Em locais onde a topografia é baixa, podem alcançar até 10 quilômetros território adentro”, diz Steven Ward






Mega tsunami
Um mega tsunami é um raro tsunami com ondas de mais de 100 metros de altura. Deixando de lado alguns grandes tsunamis no Alasca, incluindo aí um de 520 metros de altura, na baia de Lituya.

Acredita-se que o último mega tsunami que atingiu uma área com população ocorreu há 4.000 anos. Geólogos dizem que tal evento é causado por gigantescos deslocamentos de terra, originados por uma ilha em colapso, por exemplo, em um vasto corpo d’água como um oceano ou um mar.

Mega tsunamis podem atingir alturas de centenas de metros, viajar a 900 km/h ao longo do oceano, potencialmente alcançando 20 km ou mais terra adentro em regiões de plataformas continentais/costas de baixa altitude. Em oceanos profundos, um mega tsunami é quase invisível. Move-se em um deslocamento vertical de aproximadamente um metro, com um comprimento de ondas de centenas de quilômetros.

Porém, a enorme quantidade de energia dentro deste movimento de gigantesca massa líquida produz uma onda muito mais alta, à medida que a onda se aproxima de águas rasas situadas nas costas litorâneas das plataformas continentais.

Terremotos geralmente não produzem tsunamis desta escala, a não ser que eles possam causar um grande deslocamento de terra debaixo d’ água, tipicamente tais tsunamis têm uma altura de dez metros ou menos (seria o caso do Tsunami do Japão em Março de 2011). Deslocamentos de terras que são grandes comparadas à profundidade atingem a água tão rapidamente que a água que foi deslocada não pode se estabelecer antes que as rochas atinjam o fundo.

Isto significa que as rochas deslocam a água em velocidade total em todo seu caminho ao fundo. Se o nível da água é profundo, o volume de água deslocado é muito grande e as partes baixas estão sob alta pressão. Isto resulta numa onda que contém grande quantidade de energia.

Algumas pessoas assumem que mega tsunamis pré-históricos varreram antigas civilizações, como um castigo do(s) deus(es), comum em muitas culturas ao redor do mundo. Porém, isto é improvável, considerando que mega tsunamis usualmente acontecem sem qualquer aviso, atigindo apenas áreas costeiras e não necessariamente ocorrendo após uma chuva qualquer.

A hipótese de mega tsunamis foi criada por geólogos buscando por petróleo no Alasca. Eles observaram evidência de ondas altas demais em uma baía próxima. Cinco anos depois, uma série de deslocamentos de terra foi revelada como a causa destas altas ondas no Alasca. O histórico geológico mostra que mega tsunamis são muito raros, mas que devastam qualquer coisa próxima à costa atingida. Alguns podem devastar costas de continentes inteiros. O último evento conhecido desta magnitude aconteceu há 4 mil anos na Ilha de Reunião, leste de Madagascar.

UMA ONDA QUE ATINGIU 524 metros de ALTURA na BAIA DE LITUYA-ALASKA, EM 1958
Um fato sempre intrigou biólogos e geólogos na baia de Lituya, no Alaska. Ao redor de toda a baia, nas margens, existe uma faixa de vegetação começando da linha d’água composta por arvores jovens e somente muitas dezenas e até centenas de metros acima é que aparecem as árvores velhas.

Os cientistas sempre souberam que as arvores jovens nasceram em decorrência da morte das arvores velhas que ali estavam, mas não sabiam o que havia causado isso. Um evento geológico colossal elucidou o enigma.

No dia 9 de julho de 1958, um grande terremoto de 8.5 graus na escala richter sacudiu a região da baia de Lituya. Uma grande massa de rocha com volume estimado de 30 milhões de metros cúbicos se desprendeu de uma altura de 900 metros de uma montanha, mergulhando na profunda baia de Lituya. O gigantesco e súbito deslocamento de água produziu uma descomunal onda. Segundos depois, parte da onda atingiu a margem oposta ao deslizamento 1350 metros adiante e quebrou, subindo uma outra montanha e derrubando arvores a inacreditáveis 524 metros de altura. O restante da onda seguiu adiante e arrasou com a baia de Lituya derrubando arvores a até 200 metros de altura.

Os acontecimentos de 1958 no ALASCA mostraram que Tsunamis também podem ser criados por deslocamento de grandes massas de rochas de ilhas vulcânicas e deslocamento de grandes massas de água sobre a plataforma continental, o que se um dia ocorrer, será numa escala muito maior e poderá devastar faixas litorâneas inteiras de muitos países.

Ameaças de Mega tsunamis

Ilhas vulcânicas como as de Reunião e as Ilhas do Havaí podem causar megatsunamis porque elas não são mais do que grandes e instáveis blocos de material mal agrupado por sucessivas erupções. Evidência de grandes deslocamentos de terra foram encontradas na forma de grande quantidade de restos subaquáticos, material terrestre que caiu oceano adentro. Em anos recentes, cinco de tais restos foram encontrados somente nas ilhas havaianas.

Alguns geólogos acreditam que o maior candidato para a causa do próximo megatsunami é a erupção do VULCÃO CUMBRE VIEJA na ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias, na costa oeste da África. Em 1949, uma erupção causou a queda do cume de Cumbre Vieja e fez cair vários metros adentro do Oceano Atlântico. Acredita-se que a causa disto foi causada pela pressão do magma em aquecimento e água vaporizando-se presa dentro da estrutura da ilha, causando um deslocamento da estrutura da ilha.

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