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quinta-feira, 2 de julho de 2015

EUA precisam de guerras a cada quatro anos para sustentar a sua economia



EUA precisam de guerras a cada quatro anos para sustentar a sua economia interna, diz analista 
Após 25 anos do colapso da União Soviética, a OTAN (EUA, Canadá e países da União Europeia) não esqueceu a ideia de atacar militarmente a Rússia. A opinião é do cientista político belga Kris Roman, diretor do centro de pesquisa geopolítica Euro-Rus.


NÃO SE CONSTRÓI PAZ COM GUERRAS, NUNCA SE CONSTRUIU, O QUE SE CONSTRÓI É O MEDO, E POR ESSE FATO, UMA REAÇÃO DESTRUTIVA BASEADA NO MEDO.  

O especialista belga acredita que com o colapso da URSS-União Soviética, a OTAN deveria ter deixado de existir na Europa, mas de algum modo a aliança “cresceu ao tamanho do universo porque o slogan de que ‘os russos estão vindo!’ é relevante outra vez.”

Os EUA (o Capitalismo selvagem controlado pela elite Bilderberg-NWO, Nova Ordem Mundial) precisam de guerras a cada quatro anos para sustentar a sua economia interna, diz analista

“Mas eles não tinham um pretexto. Agora, por causa do caos (conscientemente criado) na Ucrânia, essa oportunidade apareceu e está sendo desenvolvida. A geração mais velha, que foi criada sob uma propaganda contra a União Soviética, já aceitou a ideia de um conflito inevitável com a Rússia”, disse Roman em entrevista à agência Regnum.

O especialista belga acredita que com o colapso da União Soviética, a OTAN deveria ter deixado de existir, mas de algum modo a aliança “cresceu ao tamanho do universo porque o slogan de que ‘os russos estão vindo!’ é relevante outra vez.”

Roman fez essa afirmação quando o ministro da Defesa belga anunciou o envio de mil soldados do país aos países bálticos em caso de “um potencial ataque russo.”
Os Estados Unidos vêm seguidamente criticando a Europa por contribuir pouco para o orçamento da OTAN, afirmando que a União Europeia tenta economizar dinheiro às custas do orçamento militar americano.

Para os EUA, isso é inaceitável porque toda a economia do país é construída com base no tema militar — para manter seu crescimento econômico, os Estados Unidos precisam de uma guerra a cada quatro anos. Do contrário, o crescimento econômico diminui. Não é segredo. 
Mas os EUA não podem lutar sozinhos, precisam de aliados marionetes. Só que os membros da OTAN, que estão atravessando uma crise, não podem aumentar seu orçamento militar, então a Europa está sob pressão”, disse Kris Roman.
Russofobia segue como uma doença
O especialista belga ressaltou que a russofobia é uma doença do tipo “uma vez infectado, o paciente não tem cura.” Roman afirmou que a guerra de informação contra a Rússia já foi usada antes contra Iraque e Líbia.

“Não é mais possível mentir e não ser punido. Nossa mídia (global) simplesmente prefere continuar em silêncio e não ser flagrada mentindo. O que eles podem dizer? Que os russos estavam certos? Que o exército russo não está lá (em Donbass), enquanto o ucraniano luta contra seu próprio povo? Eles não podem dizer essas coisas. O discurso oficial é culpar a Rússia.”
“Lembram do Boeing malaio (voo MH17 que foi abatido perto de Donetsk em julho do ano passado)? Nossa mídia começou a gritar que era culpa da Rússia enquanto o avião ainda estava caindo. Agora há fatos que comprovam que a Rússia não foi culpada e, por causa disso, não ouvimos mais nada sobre a investigação.

“O silêncio diz que a verdade não está do lado da imprensa norte americana, belga e europeia. Se a Rússia tivesse algo a ver com o acidente, eles (mídia) gritariam isso da manhã até a noite”, concluiu.

Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos (os inconscientes e ignorantes), e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios*, mas como sábios”  Efésios 5:14-15
{Nota: Significado de Néscio: adjetivo, Característica de quem não possui (não desenvolveu) conhecimento, capacidade, sentido ou coerência. s.m. Sujeito ignorante, estúpido, incompetente, burro, incoerente, inepto e sem discernimento. (Etm. do latim: nescius.)

Nova Ordem Mundial em jogo dos EUA x Rússia



Nova Ordem Mundial em jogo Geopolítico dos EUA contra a concorrência da Rússia
O confronto entre Moscou (leste) e Washington (oeste) sobre o conflito interno na UCRÂNIA vai, sem dúvida, mudar o equilíbrio de poder global, acredita Dmitri Trenin, um  bem conhecido cientista  político russo, autor de livros, e o diretor do Carnegie Moscow Center. (n.t. com consequências graves, como a da derrubada do avião da Malaysia Airlines, MH17, causando a morte de 298 pessoas, para por a culpa na Rússia e criar um “fato” para pressionar os países europeus contra Putin e seu pais.)

Uma Nova Ordem Mundial em “perigoso jogo geopolítico” dos EUA contra a Rússia,tendo a Ucrânia como cenário para pressionar os países europeus.

“A atual luta EUA-Rússia é sobre a criação de uma Nova Ordem Internacional”, e a Ucrânia é o “campo de batalha principal”, onde os dois atores globais estão definindo novas regras e condições, escreve Dmitri Trenin em seu artigo O Pesadelo de Europa virando realidade: America vs Rússia … De Novo, publicado no National Interest (Interesse Nacional), um meio de comunicação norte americano respeitável.
No entanto, não é a Ucrânia, mas a Europa como um todo (o prêmio principal) que se tornou o pivô central da competição geopolítica, sublinha o especialista. “Os riscos não poderiam ser mais altos”, acrescentou.

Trenin prevê o agravamento das relações entre a Rússia e os países da UE-União Europeia, sendo deliberadamente instigados por Washington, numa perspectiva de curto prazo. Essa tendência, no entanto, pode mudar no longo prazo: “Moscou pode esperar que a punição (e provocação), liderada pelos EUA, contra a Rússia, já esta principalmente causando problemas no comércio da UE com o pais russo, pode levar a problemas na OTAN (aliança entre EUA e Europa) e divisões dentro da própria UE”, escreveu Dmitri Trenin.
Em contraste com o início da primeira Guerra Fria, quando a URSS foi contemplada como um oponente ardente do Ocidente, os europeus não mais consideram Moscou como um rival ideológico, nem uma ameaça (militar) potencial hoje. Estando envolvidos em profundas relações comerciais com a Rússia e dependentes de seu fornecimento de energia, para enfrentar o inverno, os países europeus estão dispostos a ver a Rússia como um parceiro, e não como um antagonista.
Assim, “Moscow incidirá sobre países como a Alemanha, Itália, França, Espanha e vários países menores – da Finlândia para a Áustria para a Grécia – com a qual a Rússia construiu relações comerciais extensas”, observa o especialista. Note-se que os estados europeus, citados por Trenin, já são alvo de críticas ferozes dos decisores políticos (n.t. controlados) neoconservadores norte americanos.
O maior medo dos NEOCONS de Washington é a aproximação e o estreitamento dos laços entre a Alemanha e a Rússia.

Por exemplo, os neocons exortam a Espanha a suspender a sua cooperação marítima com a Rússia; clamam com a França (n.t. e a puniram com uma pesada multa de US$ 9 bilhões ao banco BNP-Paribas por ter financiado a venda do navio para a Rússia, deixando os franceses furiosos) para cancelar seu contrato de fornecimento de navios de guerra da classe Mistral com Moscou; culpam a Alemanha e a Itália por sua falta de vontade de pôr em risco os atuais e fortes laços econômicos com a Rússia.
Dmitri Trenin aponta os dois principais vetores estratégicos da política externa da Rússia: o fortalecimento de alianças de Moscou com a Alemanha no Ocidente e da China no Oriente. Embora as relações russo-alemãs sejam contidas pela participação da Alemanha na OTAN, Moscou considera o pais germânico o “carro-chefe” da UE o seu aliado geopolítico de longa data na Europa (n.t. A Alemanha é a quarta economia do mundo e a maior da Europa). Para evitar essa “perigosa” aproximação russo-alemã Washington insta Berlim para apertar sua política de sanções contra Moscou (devido à “fabricada crise na Ucrânia”), e acompanha de perto a atividade da elite da política alemã.
Embora os especialistas ocidentais, incluindo o diretor do Carnegie Moscow Center, acreditem que a Rússia abriga um medo profundo de seu poderoso vizinho do Leste – a China – Moscou já demonstrou a sua disponibilidade para ampliar a cooperação econômica e política bilateral com Pequim. Note-se que a aproximação entre a China e a Rússia começou no início de 1990.

Assim, a mudança para o Oriente não deve ser qualificada como “gesto de desespero” de Moscou causado pelas sanções ocidentais: o movimento hostil dos EUA tem apenas catalisado e acelerado este processo. Os loucos em Washington estão profundamente preocupados com o fortalecimento da aliança sino-russa. Especialistas ocidentais alertam que a aproximação da Rússia e da China em conjunto com o fortalecimento do bloco conhecido como BRICS acabará por alterar o equilíbrio global de poder.
Dada a natureza fundamental do conflito entre a Rússia com os Estados Unidos, Moscou está buscando consolidar suas relações com países não-ocidentais. O grupo BRICS, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, é uma plataforma natural para esse movimento, escreveu Dmitri Trenin, acrescentando: “Politicamente, a Rússia já se coloca como um país aberto para todos os países descontentes com o domínio global dos EUA”. (n.t. Secretamente a Alemanha iniciou conversações com Moscou para entrar no bloco dos países BRICS. )
“É muito cedo para especular como vai acabar esta disputa pelo controle do rearranjo de uma Nova Ordem Mundial. As apostas são muito altas”, observa o especialista. Qualquer erro acidental ou concessão séria feita por Moscou ou Washington pode levar à perda de poder e prestígio mundial por um dos lados concorrentes.
Os controladores do ocidente (EUA-Canadá e Europa), os mentores do marionete Obama, não veem com bons olhos a ascenção dos países do bloco chamado de BRICS.

Enquanto isso, a Rússia está se preparando para a sua reindustrialização, a fim de reduzir sua dependência do Ocidente e aumenta o controle do governo sobre seus assuntos internos. “Até certo ponto, a pressão ocidental auxilia os esforços do Kremlin”, Dmitri Trenin enfatiza.
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Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos (os inconscientes e ignorantes), e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios*, mas como sábios”  Efésios 5:14-15
{Nota: Significado de Néscio: adjetivo, Característica de quem não possui (não desenvolveu) conhecimento, capacidade, sentido ou coerência. s.m. Sujeito ignorante, estúpido, incompetente, burro, incoerente, inepto e sem discernimento. (Etm. do latim: nescius.)

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