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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


domingo, 5 de julho de 2015

O Nosso campo de Visão: Espectro Eletromagnético e a Luz Visível




O Nosso campo de Visão: Espectro Eletromagnético e a Luz Visível. Nem tudo que realmente existe, temos a capacidade de enxergar. 

Muitas coisas estão além da nossa percepção, mas que de fato existem e estão por toda parte, o grande problema é que só conseguimos ter visão de uma pequena facha de luz visível, e essa facha é de fato muito pequena para tudo aquilo que realmente existe.



As pessoas costumam não acreditarem em certas coisas simplesmente pelo fato de não conseguirem enxergarem, e porque a nossa visão é muito limitada, mas que faz parte do nossa dia-dia e desde sempre.
Tudo que realmente faz parte de toda existência, as pessoas as consideram como sendo anormal ou sobrenatural porque a nossa visão não alcança esses espectros de luzes e energia, sendo que toda essa luzes e energias, estão por aqui desde a criação e portanto muito antes de qualquer matéria propriamente dita.

Não é só porque não conseguimos enxergar, não quer dizer que não esteja ou está ali, existem de fato todas as possibilidade, mesmo que a grande maioria dos espectros não possamos ver a olho nu. Veja o nosso campo de visão limitado e o que esta muito além da nossa percepção ótica.
A formação das cores
Retomaremos a série sobre os tipos de impressão falando sobre como se formam as cores na impressão Offset.

Primeiramente temos que entender como a cor chega nos nossos olhos.
luz do sol (e de qualquer objeto que emite luz) pode ser absorvida, refletida, transmitida e refratada. A refração é quando, através de um objeto refrator como um prisma, a luz é decomposta ou dividida para pontos diferentes. A transmissão acontece em vidros por exemplo, quando nenhuma parte da luz é perdida (caso hipotético). E o que nos interessa aqui, a absorção e a reflexão.
A luz que vem do sol ou qualquer fonte de luz branca, é composta por todo o espectro de luz visível pelos nossos olhos.
O nosso olho possui células nervosas especializadas em enxergar cores, chamados Cones.Quase dois terços dessas células são de responsáveis por enxergar a faixa de baixa frequência, os vermelhos, um terço enxerga a faixa média, os verdes, e apenas 2% consegue enxergar a alta frequência, os azuis. Por essa razão, e por termos uma distribuição de dois extremos, vermelho e azul, e uma faixa média, verde, é que foi criado o padrão RGB. Podemos ver como as cores principais formam outras secundárias na síntese aditiva,abaixo:
E nós só enxergamos alguma coisa quando a luz chega aos nossos olhos. Essa luz pode vir diretamente de uma fonte emissora, como o sol, uma lanterna, um monitor ou uma tv, ou indiretamente, refletida por uma parede ou um papel.
Mais duas ilustrações:
A geração das cores na reflexão é chamada de síntese subtrativa, onde as tintas impressas servem como filtros absorvendo parte da luz, subtraindo-as. Portanto, para enxergarmos uma cor Cyan, por exemplo, a tinta Cyan deverá absorver a sua cor complementar (veja o terceiro quadro, a complementar é a cor oposta no gráfico) que é o Vermelho. Um exemplo de como funciona a absorção e reflexão da luz no papel entintado:
Ou seja, para as cores primárias (RGB) serem visualizadas no papel, devem existir tintas que filtram suas complementares. As complementares do Vermelho são o Magenta e o Amarelo, as tintas que reproduzem o Magenta absorvem o Verde, e o Amarelo absorvem o Azul. Já as complementares do Azul são o Cyan e o Magenta, e do Verde, Cyan e Amarelo. Portanto para reproduzirmos o RGB precisamos do CMY para filtrar a luz branca e refletir suas opostas.
Teoricamente, com as tintas Cyan, Magenta e Amarelo, conseguiria-se imprimir todas as cores do espectro, porém quando estavam sendo feitos os estudos da evolução da litografia (veja o post sobre litografia e offset) descobriu-se que o preto estava ficando marrom. O preto é a ausência de luz e para ser obtido as tintas tem que absorver todas as cores, ou seja, cada uma das cores “filtrantes” Cyan, Magenta e Amarelo, deveriam bloquear totalmente suas opostas, mas devido à baixa qualidade das tintas (que deveriam também ser economicamente viáveis) isso não estava acontecendo, gerando ao invés do preto, marrom. Existia outro problema relacionado ao preto. A maior parte dos textos eram impressas na cor preta, e imprimi-los usando 3 cores era quase impossível na época, e até hoje, pois exigiria um registro impecável, além de uma variação entre as cores que poderia gerar textos marrom esverdeado, vermelhos, azuis, etc. Conclui-se que a melhor saída era acrescentar mais uma cor na trilogia CMY: o Preto. Com isso os textos poderiam ser impressos em preto puro, e as imagens teriam melhor contraste e definição. Nasceu aí o famoso CMYK, que todos conhecem.

Física Ondas
Cores não são o que você pensa!

Estamos familiarizados com a luz, radiação eletromagnética visível.
Cor - Espectro Eletromagnético

Apesar disso, a luz visível constitui apenas uma minúscula fração do espectro de radiação eletromagnética, espremida entre os raios infravermelhos e a radiação ultravioleta. Esse espectro abrange uma gama de frequências que se estende por algo como 15 ordens de grandeza. Dentre outras regiões conhecidas, estão as ondas de rádio e TV, as micro-ondas, os raios X e os raios gama, estas as mais energéticas e penetrantes e que, nas histórias em quadrinhos, teriam transformado o cientista Bruce Banner no incrível Hulk.




Como se sabe, Newton fez a famosa experiência de decomposição da luz branca com o prisma, demonstrando que esta é formada pela mistura de muitas cores.




Porém, como explicado na página Biografia de Isaac Newton, qualquer pessoa consegue identificar seis cores no arco-íris, mas Newton incluiu uma sétima cor no arco-íris, o índigo, para que houvessem 7 cores, da mesma forma como há 7 dias da semana7 notas musicais7 planetas conhecidos na época, etc..
Por outro lado, vale lembrar, que, segundo a Teoria das corescor não é o mesmo que frequência vibratória da luz.
Embora no espectro acima se possa associar a cada cor uma frequência, do vermelho ao violeta, há várias cores, ditas não espectrais, por não pertencerem ao espectro do arco-íris. 

Acição de cores

Como Maxwell demonstrou no século XIX, podem-se reproduzir muitas cores como combinações aditivas de três cores primárias
Assim, conforme o diagrama abaixo, por exemplo, 
  • Verde e vermelho produzem a sensação de amarelo.
  • Azul e Verde produzem a sensação de ciano (verde-água); 
  • Vermelho e Azul produzem a sensação de magenta (lilás ou fúcsia);

Cor - combinações aditivas

Essa técnica é utilizada nas telas de computador e de televisão, através da qual, apenas a partir de pixels das cores básicas vermelho, verde e azul, podem-se gerar milhares de cores diferentes.
pixelização

crt a cores


De fato, 
"É evidente que a tabela de todas as misturas deste tipo foi elaborada empiricamente; chama-se o triângulo das cores. Mas não tem qualquer relação com os comprimentos de onda." (SCHRÖDINGER, 1989)
Os profissionais ligados às artes visuais costumam utilizar o chamadotriângulo das cores, o qual inclui, além das cores espectrais, em dois lados do triângulo, que vão do vermelho ao violeta passando pelo amarelo, azul e verde, também cores como a púrpura, que fica no terceiro lado do triângulo, o qual inclui 'cores' que não estão no espectro do arco-íris e que, por isso, são chamadas de cores não-espectrais.

Cor - triângulo de cores
Coincidentemente, olhando para o espectro acima, 
  • Amarelo (495 THz) fica entre verde (550 THz) e vermelho (440 THz); 
  • Ciano (595 THz) fica entre azul (645 THz) e verde (550 THz). 
Mas, note-se que o magenta (um tom mais saturado de púrpura), embora fique entre o vermelho (440 THz) e o violeta (760 THz), como dito, está no terceiro lado do triângulo e não tem um comprimento de onda ou frequência definidos; a frequência intermédia daquelas cores corresponde ao verde (600 THz)!
"Da combinação do ‘vermelho’ e do ‘azul’ das duas extremidades do espectro, por exemplo, resulta ‘púrpura’, cor que não é dada por nenhuma luz espectral simples. Além disso, a referida tabela, o triângulo das cores, varia ligeiramente de pessoa para pessoa e difere consideravelmente em alguns indivíduos como tricromáticos anômalos (que não sofrem de cegueira de cor)." (SCHRÖDINGER, 1989)

Visão a cores

Em 1850, influenciado pela obra Zur Farbenlehre (Da Teoria das Cores), de Goethe (ver abaixo), Helmholtz desenvolveu a teoria de Young , segundo a qual, nossos olhos têm células, chamadas de cones, sensíveis às cores, de três tipos, correspondendo a três faixas de cores:
  • R, sensíveis aos vermelhos e aos laranjas
  • G, sensíveis aos amarelos e aos verdes
  • B, sensíveis aos azuis e aos violetas.
Helmholtz - Modelo tricoromático


Com isso, um estímulo luminoso que excite simultaneamente os cones R e G é interpretado como luz amarela’, enquanto um que excite os G e B, como luz ciano’. 
Deficiências nesses cones causam uma visão distorcida das cores, afecção denominada Daltonismo (vide abaixo) 
Como temos três tipos de cones, nossa espécie é dita tricromática.
Por outro lado, outras espécies podem ter menos ou mais tipos de cones. Alguns variedades de abelha têm visão tricromátrica, porém com um cone sensível ao ultravioleta em vez do cone sensível ao vermelho, o que as ajuda a distinguir variedades de floresA maioria dos mamíferos é dicromata, isto é, possui apenas dois tipos de cones sensíveis à cor. Certos pássaros, répteis e anfíbios são tetracromatas e acredita-se que os pombos são pentacromatas, enquanto estomatópodes como, por exemplo oTamarutaca ou lagosta-boxeadora, podem ter até doze receptores de cor diferentes, permitindo-lhes enxergar desde o infravermelho ao ultravioleta.
Assim, por exemplo, um cão poderia ser visto em infravermelho como na fotoabaixo.

Cor - visão infravermelho


Daltonismo

Como dito acima, o Daltonismo, também chamado de discromatopsia ou discromopsia, é uma afecção, caracterizada pela visão distorcida das cores, geralmente de origem genética, causada por uma deficiência nos cones. Foi descoberta pelo químico inglês John Dalton, que a descreveu em 1798 em seu artigo "Extraordinary facts relating to the vision of colours: with observations" publicado na Memoirs of the Literary and Philosophical Society of Manchester, v. 5, pp. 28-45. Segundo a lenda, apesar de ser membro da denominação religiosa Quaker, devendo, por isso, ser discreto nas suas roupas, um dia foi ao culto usando meias de vermelho berrante; interrogado por seu comportamento, alegou que elas lhe pareciam de um verde-escuro bastante discreto, descobrindo, então, sua visão alterada de cores.
Os tipos mais comuns de daltonismo são:
  • Protanopia, cujo portador padece de uma ausência de cones R, resultando na impossibilidade de discriminar cores no trecho verde-amarelo-vermelho do espectro, fazendo-lhes o vermelho parecer acinzentado. Para essas pessoas, o triângulo das cores acima pareceria assim:

Daltonismo - Protanopia


  • Deuteranopia, cujo portador padece de uma ausência de cones G, resultando na impossibilidade de discriminar cores no trecho verde-amarelo-vermelho do espectro, fazendo-lhes confundir vermelhos, laranjas, amarelos e verdes. Esta variedade mais rara, afeta apenas 1% dos homens, foi a que incidiu sobre Dalton. O triângulo das cores acima pareceria assim:

Daltonismo - Deuteranopia


  • Tritanopia, cujo portador padece de uma ausência de cones B, resultando na impossibilidade de discriminar cores no trecho azul-amarelo do espectro, fazendo-lhes confundir todas as cores nessa região. O triângulo das cores acima pareceria assim:

Daltonismo - Tritanopia


  • Finalmente, a Acromatopsia, cujo portador padece de um acromatismo, uma completa cegueira para as cores, causado pela total ausência de cones ou pela ausência de dois tipos de cones, resultando na total impossibilidade de discriminar cores, fazendo-lhes ter uma visão apenas em branco-e-preto e tons de cinza. Esta variedade mais rara, afeta apenas 0,003% dos homens e 0,002% das mulheres. O triângulo das cores acima pareceria assim:

Daltonismo - Acromatopsia

Uma paisagem como esta

Daltonismo - normal

poderia ser vista assim por um portador de Deuteranopia

Daltonismo - Deuteranopia

assim, por um portador de Protanopia

Daltonismo - Protanopia

e assim por um portador de Tritanopia

Daltonismo - Tritanopia


Por outro lado, a questão não é apenas de ter um mundo 'menos bonito'!
Um exame clínico poderia ser visto assim, aparentemente normal, por um técnico portador de alguma forma de daltonismo

Daltonismo - teste normal

e assim por um técnico não portador, onde se vislumbra claramente uma alteração!


Daltonismo - teste daltônico

São conhecidos vários testes para o diagnóstico do daltonismo, sendo o mais conhecido o teste de cores de Ishihara, em que letras ou algarismos são desenhada em um cartão contendo um grande número de pontos com tonalidades que variam ligeiramente entre si, de modo que possa ser perfeitamente identificada por uma pessoa com visão normal mas dificilmente para um portador de daltonismo.

Daltonismo - Teste de cores de Ishihara

Daltonismo - Teste de cores de Ishihara

Daltonismo - Teste de cores de Ishihara

Daltonismo - Teste de cores de Ishihara


Subtração de cores

Por outro lado, os objetos visíveis não ‘têm’ cor, propriamente dita; eles têm propriedades químicas e físicas que fazem com que absorvam certos comprimentos de onda e reflitam outros comprimentos de onda, os quais chegam a nossos olhos e estimulam os cones, como explicado acima.

Cor - reflexões


Resumidamente, um objeto 
  • Vermelho’ absorve a luz azul e a verde da luz branca e reflete a vermelha; 
  • Verde’ absorve a luz vermelha e a azul e reflete a verde; 
  • Azul’ absorve a luz vermelha e a verde e reflete a azul; 
  • Branco’ reflete todas as cores; 
  • Preto’ absorve todas as cores. 
Combinando com o que foi visto antes, sob luz branca, 
  • um objeto será visto como fúcsia se refletir luzes azul e vermelha;
  • um objeto será visto como verde água se refletir luzes azul e verde;
  • um objeto será visto como amarelo se refletir luzes vermelha e verde.
Este é o fenômeno responsável pelos corantes e tintas. Podem-se, assim, reproduzir muitas cores como combinações subtrativas de três cores primárias.
Assim, conforme o diagrama abaixo, por exemplo, 
  • pigmento Azul e pigmento amarelo produzem verde;
  • pigmento Amarelo e pigmento vermelho produzem laranja;  
  • pigmento Vermelho e pigmento Azul produzem magenta;

Cor - combinações subtrativas RYB


Conclusões

Luzes coloridas são sutilmente utilizadas no comércio para distorcer nossa percepção de forma a ‘melhorar’ a aparência de alimentos e roupas.

Cor - iluminação de açougue


Cor - iluminação de loja de roupas

Cor - iluminação de loja de roupas


De fato, estudo científico recente (Betina Piqueras-Fiszman, Charles Spence. The influence of the color of the cup on consumers’ perception of a hot beverage. Journal of Sensory Studies, v. 27, n. 5, p. 324–331, 2012) indica que o chocolate quente parece mais gostoso quando servido em uma xícara de cor laranja do que em vermelha ou branca.
Também maldosamente se diz que as mulheres distinguem muito mais cores do que os homens:
Cor - percepção de homens e mulheres
Agora, responda este pequeno desafio:

http://www.fisica-interessante.com/fisica-ondas-cores.html



Mulher com super-visão enxerga 99 milhões de cores a mais


Depois de 20 anos de pesquisas, mulher com visão tetracromática é encontrada na Inglaterra


Mulher enxerga 99 milhões de cores a mais que a média //Crédito: ShutterStock
A neurocientista da Universidade de Newcastle Gabriele Jordan estuda pessoas com visão sobre-humana há mais de 20 anos. Ela encontrou uma mulher que consegue enxergar 99 milhões de cores a mais que pessoas com a visão humana comum. A identidade da mulher não foi revelada. Sabe-se apenas que ela é médica do norte da Inglaterra.
A visão é um dos sentidos mais complexos de serem estudados. Os olhos percebem as cores através de células chamadas cones oculares. A maioria dos seres humanos possui três tipos de cones e são tricromáticas. Pessoas com deficiência visual total têm apenas dois tipos de cones e são dicromáticas.

A mulher estudada é tetracromática e tem a capacidade de enxergar cores mais profundamente que as outras pessoas. A pesquisadora e sua equipe encontraram diversos tetracromáticos, mas apenas uma passou no teste. A prova incluía mostrar três círculos coloridos com um diferencial que apenas um verdadeiro tetracromático poderia detectar.

A dúvida agora é por que apenas uma mulher tem o olhar diferenciado e as outras, que também possuem quatro cones, não?

Em entrevista à revista Discover a estudiosa comentou: “Agora sabemos que os tetracromáticos existem. Mas não sabemos o que torna alguém um tetracromático funcional sabendo que muitas outras mulheres possuem os quatro cones, mas não têm o diferencial.”

E os homens? Segundo pesquisas de 1948, do holandês HL de Vries sobre daltonismo, essa alteração que aparecia frequentemente nas famílias, não afetava as mulheres.


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