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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


domingo, 12 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 183 A MALDIÇÃO DOS FARAÓS, UMA DIABÓLICA CIÊNCIA!



"Julgo que maior parte dos historiadores sentem, assim como eu, uma impressão de mal-estar, de incerteza até, quando penetram numa sala que fora fechada e selada por mãos piedosas 3 mil anos antes. Nessa altura o tempo perde todo o seu significado. 
3 mil anos, talvez 4 mil, se passaram desde que o homem deixou de pisar este solo, e contudo o arqueólogo está rodeado, por todos os lados, de indícios de vida: o balde ainda meio cheio de argamassa que tapou a porta, a lâmpada oxidada, a impressão de um dedo na parede, um ramo de flores colocado no patamar numa última homenagem. Dir-se-ia que o morto foi enterrado ontem! O próprio ar que respiramos não se renovou durante milênios; partilhamo-lo agora com aqueles que colocaram a múmia na sua última morada. O conceito de tempo desaparece.... e aquela atmosfera que permaneceu aprisionada durante milênios nos faz sentir-nos como intrusos, ou profanadores...." (Howard Carter - arqueólogo, o descobridor da tumba do faraó Tutankhamon)



Egito, terra fascinante e misteriosa, talvez a mais misteriosa de todas. Berço de uma civilização prodigiosa, a mais portentosa e duradora da História conhecida, ainda hoje a sabedoria por ela praticada impressiona os espíritos mais lúcidos e racionais. Mesmo com todos os nossos avanços tecnológicos, mesmo com todos os nossos supostos conhecimentos, aquilo que muito esparsamente nos chega dessa antiga cultura ainda escapa à nossa limitada compreensão. E nesse particular, apenas e muito timidamente podemos realizar algumas toscas comparações na tentativa de entender esses grandes mistérios. E um desses atordoantes mistérios diz respeito exatamente aos processos de mumificação e à proteção aos mortos, uma proteção terrívelmente eficaz, eficaz até em demasia - mais especificamente a chamada Maldição dos Faraós!


Ciência é Ciência e a Eletrônica é, de fato, um dos seus ramos mais apaixonantes. Os resistores, por exemplo, são componentes fundamentais em um circuito eletrônico. Destinados a produzir uma queda de tensão - assim como reduzir a voltagem aplicada entre os seus pólos de 30 para 20 volts - eles convertem em calor a energia dissipada. Essa capacidade de redução de calor é medida em watts e quanto maior o resistor, maior será a sua capacidade de dissipação. A sua capacidade é medida em ohms e para facilitar e padronizar essa leitura, é adotado um código de cores universal, conforme mostrado acima. Dessa forma, um resistor que contenha em seu corpo faixas: vermelha, amarela, laranja (o número de zeros) e o último anel dourado, corresponderá a um valor de 24.000 ohms com tolerância de mais ou menos 5%. Brilhante, não? Pois é, mas não somente os resistores utilizam codificação de cores. Também os condensadores e miríades de outros processos e componentes em Física e Eletrônica. Desculpe-nos pela breve aulinha, mas você deverá estar se perguntando: - o quê teria isso a ver com os assuntos fantásticos e inusitados abordados neste nosso Site?


A resposta é: TEM TUDO A VER! Para espanto dos estudiosos em geral, foi descoberto que no Antigo Egito era - exatamente assim como fazemos hoje - obedecida uma rigorosa padronização codificada de cores! Assim como os hieróglifos tinham um TRIPLO SENTIDO, o terceiro deles desconhecido, não se sabe ainda o quê estaria por trás disso, porém a pergunta que de pronto surgirá é: - Então, os antigos egípcios conheciam a Eletrônica e a Eletricidade?


Mais uma vez a resposta é: - SIM, INCRIVELMENTE SIM! E não somente conheciam (e aplicavam) a Eletrônica e a Eletricidade como também a ENERGIA NUCLEAR! Refresquemos a nossa memória voltando a ver as lâmpadas claramente mostradas nos murais do Templo de Hathor, em Denderah. Podemos notar o bulbo, o gerador e o filamento. Cientistas, baseados nesse modelo com milhares de anos de idade, desenvolveram uma réplica (direita) que EFETIVAMENTE FUNCIONOU - e até muito melhor do que as nossas atuais! E mais: através da desintegração nuclear no vácuo - uma extemporânea tecnologia da qual ainda não dispomos mesmo com todos os avanços tecnológicos do século XXI.


Um dos grandes mistérios do Antigo Egito é representado pelo fato de as pinturas murais manterem o seu viço, o brilho fantástico das suas cores (por sinal produzidas com ingredientes desconhecidos), por muitos milênios sem conta. E principalmente de que maneira foram pintadas nos soturnos e profundos interiores das tumbas e da cavernas, (teoricamente) sem quaisquer tipos de iluminação! O curioso é que essas imponentes pinturas somente se deterioram - e assim mesmo pouco - DEPOIS que as tumbas onde estão situados são abertas. Da mesma forma, as oferendas funerárias deixadas nas tumbas, representadas por alimentos, vinhos, carnes, bolos e pães, parecem não se abalar com a passagem do tempo, mumificando-se espontaneamente sem contudo deteriorar. O vinho, por sua vez, ainda pode ser ingerido sem problemas e algumas sementes - como por exemplo as de trigo - quando plantadas GERMINAM como se tivessem sido colocadas nas tumbas ainda ontem mesmo. Qual o segredo disso tudo? A resposta é simples (e preste bastante atenção nela): - as tumbas eram HERMETICAMENTE VEDADAS!


Tutankhamon, o faraó-menino, último soberano da XVIII Dinastia Egípcia, morreu muito cedo - aos 18 anos de idade - e muito provavelmente assassinado através de uma conspiração palaciana. Também o último representante de uma linhagem predestinada dos chamados "Reis-divinos" composta por Altos Iniciados que governou o Egito desde os seus primórdios, tinha o título de Kheri-Ketau - ou seja, era um "Mestre dos Mistérios". Também devemos prestar bastante atenção nesse sutil detalhe.


A imponente, porém lúgubre, paisagem do Vale dos Reis, situada a oeste do Nilo - local onde foram sepultados os soberanos de maior expressão do Egito. Os Egípcios eram muito sutis nas grandes verdades que representavam. Tudo era simbolismo! "Cruzar o Rio para o Oeste", era uma expressão que significava a transição da alma para um outro plano - aquilo que erroneamente costumamos chamar de "morte". O Oeste, ou Ocidente, era para eles a "Terra dos Mortos", uma lembrança do perdido continente Atlante que um dia submergira nas águas do oceano em fúria. Objeto de grande pilhagens através dos tempos, além das extensas escavações arqueológicas, chegou um tempo em que oficialmente dizia-se nada mais haver a ser encontrado naquelas paragens.


Realmente, a febre das grandes descobertas arqueológicas fez do Vale dos Reis o ponto de atração de diversas expedições internacionais, transformando o local em uma área dotada de uma profusão de tumbas abertas. Acreditava-se que tudo já tinha sido devidamente vasculhado e quem se atrevesse a escavar ali era logo classificado como louco ou visionário.


Foi exatamente o que aconteceu com o arqueólogo Howard Carter, visto na foto acima com o financiador da sua expedição, Lord Carnavon e a sua filha Evelyn. Por durante muito tempo Carter acreditava que havia alguma coisa mais por aqueles lados e quando já estava quase desistindo, precisamente em novembro de 1922, realizou aquela que foi considerada a mais sensacional descoberta arqueológica do século XX:


Um do seus trabalhadores acidentalmente encontrou uns degraus que se dirigiam ao subsolo. Logo, verificou-se que era a entrada para tumba. Uma tumba intocada por mais de 3 mil anos! A notícia logo se espalhou e uma multidão de repórteres, turistas e autoridades se dirigiu ao local da descoberta. Carter ficara famoso da noite para o dia! Começaram então os trabalhos de escavação.....


.... Como também a acontecer coisas bastante estranhas no seu acampamento! O primeiro sinal de desgraça foi o fato de uma serpente naja (a mesma usada no toucado dos faraós) ter invadido a tenda de Carter e devorado o seu canário de estimação que estava no interior de uma gaiola. Os supersticiosos trabalhadores egípcios logo interpretaram isso como um aviso de que não se deveria perturbar o descanso eterno do soberano lá enterrado.


E quando chegaram à entrada da tumba ficaram gelados de pavor ao verem que ela estava selada com algo bem sinistro: Anúbis no "selo dos nove cativos", um sinal de tabu e maldição - em outras palavras "Ambiente carregado. Todos aqueles que aqui entrarem terão as suas almas amaldiçoadas e aprisionadas pela desgraça". E para completar as advertências, uma inscrição hieroglífica ainda dizia: "A morte chegará com as suas asas ligeiras para aqueles que perturbarem o sono do faraó". Carter, como cientista racional que era, não deu a menor importância a isso e continuou o seu trabalho.


Havia porém um segundo selo, este recolocado, e também sinais de que há muitos milênios - ainda nos tempos da Civilização Egípcia - lamentavelmente os saqueadores já tinham chegado primeiro naquela tumba.


Na antecâmara, tudo estava em desordem. Havia sinais de pilhagens e também de que os milenares saqueadores tinham inexplicavelmente deixado a tumba às pressas. Carter começava a temer pelo sucesso de sua expedição, acreditando que, da mesma forma, a múmia tivesse sido saqueada ou então roubada.


Havia uma outra câmara, esta porém intocada e hermeticamente selada. Foi preciso abrir um orifício para que Carter pudesse visualizar o que havia no seu interior.


Vejo coisas maravilhosas! - foram naquela ocasião as primeiras palavras do atônito arqueólogo ao se deparar com o ouro e os magníficos trabalhos artísticos espalhados por todos os lados!


POR QUE então os antigos saqueadores fugiram apavorados, deixando de lado todos aqueles valiosíssimos tesouros? Eles certamente sabiam exatamente o porquê!


Isso era o que menos importava para Carter, que finalmente se deparou com câmara do sarcófago contendo a múmia de Tutankhamon, intocada há milênios. Tudo também elaborado no mais puro ouro (1285 quilos!) e em uma profusão de pedras preciosas! Era, de fato, o maior tesouro arqueológico de todos os tempos. Mas que, em contrapartida, teve também o seu mais amargo preço......


TUDO, tudo era mesmo dotado de uma alto e muito bem elaborado simbolismo no Antigo Egito! Assim estava colocada a urna funerária contendo os Vasos Canopi com as vísceras do faraó: protegida nos seus quatro Pontos Cardeais pelas deusas guardiãs: Ísis, Neith, Neftis e Selkit. As estátuas de todas elas, porém, estavam colocadas em uma posição inusitada. Para quem entende de simbolismo e Esoterismo a mensagem é, no entanto, bastante clara: os seus braços representavam o hieróglifo egípcio determinativo da palavra "AN" - ou, se devidamente traduzido do egípcio arcaico: a palavra 'NÃO"! Em suma: O QUÁDRUPLO "NÃO" DA TUMBA DE TUTANKHAMON ERA DEMASIADAMENTE CLARO. E ainda por cima, a estátua de Anúbis, o deus chacal, um velado sinal de PERIGO, colocada em uma posição anterior representava outra advertência claríssima e por sua vez ainda mais ameaçadora aos eventuais profanadores!


O intensamente magnético e poderoso Anúbis, também chamado no Antigo Egito de "O Senhor das Colinas do Oeste" , era por excelência "O Guardião das Tumbas" e a sua missão, de acordo com a Religião Egípcia, era exatamente PROTEGER AS MÚMIAS NOS SEUS ÚLTIMOS REFÚGIOS, sempre velando pelos "adormecidos" nas suas últimas moradas temporais e, notadamente, o principal encarregado de castigar os profanadores. Uma simples superstição, talvez mera crendice religiosa? Veremos logo adiante que NÃO! Não esqueçamos de que os egípcios eram mesmo muito sutis nas grandes verdades que metaforicamente e de maneira muito ciosa velavam!


Para princípio de conversa, devemos saber que os Antigos Egípcios não eram absolutamente tolos ou praticantes de crenças primitivas, ou pagãs, assim como tentam nos impor. Muito pelo contrário, possuíam crenças religiosas e espirituais muito mais avançadas e lógicas do que as nossas - e, além de tudo, uma Ciência e uma tecnologia das quais apenas podemos antever (e de maneira muito tímida) através do bem elaborado simbolismo que adotava. Os seus múltiplos "deuses", por exemplo, sempre criticados pelos ditos estudiosos da Egiptologia, não representavam simples animais antropomórficos, mas, SIM, certas FORÇAS E ENERGIAS UNIVERSAIS muitas das quais ainda desconhecemos inteiramente.


Por isso mesmo, e apesar das advertências - não só as existentes na própria tumba, como também as advindas de todos os lados, notadamente por parte da população local e de grupos esoteristas - os trabalhos na tumba de Tutankhamon foram em frente. E a maldição então se fez presente! Lord Carnavon, o principal financiador daquela empreitada, foi a sua primeira vítima. Certo dia, ao sair da tumba em companhia de Carter, sentiu algo no rosto como se fosse uma picada de um mosquito - um "mosquito" que, por sinal, ninguém viu. Logo o estranho ferimento evoluiu para um infecção generalizada, resistente a qualquer tratamento administrado pelos atônitos médicos.


Internado no Hospital do Cairo, suas forças rapidamente se esvaíam. No seus horríveis delírios, Carnavon dizia ver a face de Tutankhamon a lhe atormentar e dizia que o faraó estava vindo buscá-lo. Após um longo sofrimento e um pouco depois, um gélida rajada, parecendo uma espécie de vento fortíssimo, invadiu todo o recinto daquele quarto colocando para correr a apavorada enfermeira que cuidava dele. Carnavon morreu a seguir e no mesmo momento toda a Cidade do Cairo sofreu um inexplicável corte de energia elétrica cujas causas jamais foram determinadas. Respeitando-se os fusos horários, verificou-se que na hora exata da sua morte, sua cadela de estimação que estava na mansão da família na Inglaterra, começou a uivar desesperadamente e inexplicavelmente também morreu!


Um "prato cheio" para a Imprensa e a assustada população local: logo descobriram que o sarcófago e a máscara mortuária de Tutankhamon (assim como também mais tarde a própria múmia) apresentavam no rosto.... UMA CICATRIZ, NO EXATO LADO E LOCAL EM QUE CARNAVON SOFRERA A TAL MUITO BIZARRA "MORDIDA DE MOSQUITO"! Carter, aliás, revelou que no momento em que tal "mordida de mosquito" ocorrera - quando ele e Carnavon saíam da tumba - "O Vale dos Reis nos pareceu diferente, como se estivesse iluminado por uma luz estranha e distinta da normal".


A partir daí, começou uma incessante e aterrorizante série de estranhos acidentes, envolvendo TODOS aqueles que, direta ou indiretamente, estiveram presentes ou de alguma forma participaram da descoberta, também da profanação da tumba ou mesmo do simples transporte e exposição de tudo aquilo que estava lá dentro. Até mesmo o anatomista que abriu as bandagens da múmia, Dr. Derry (foto), não escapou da inusitada sucessão de desgraças que vitimou mais de 40 pessoas numa sucessão inexplicável de eventos . Mesmo aqueles que, deixando o Egito, estavam em seus países de origem! Uma dessas vítimas atirou-se da janela do seu alto apartamento, não sem antes deixar um bilhete dizendo que não mais suportava os efeitos da maldição e que via a face do faraó sempre a lhe atormentar. Carter, muito embora cético, foi a última vítima morrendo alguns anos depois vitimado pelo câncer. Se essas bizarras ocorrências não podiam ter se tratado de meras coincidências, teriam sido então O QUÊ?


Façamos uma pequena pausa, porque duvidamos que você um dia não tenha passado por isso: por acaso já entrou em um recinto qualquer, uma casa por exemplo, dotado de um ambiente, digamos, "pesado", no qual foi incapaz de se sentir bem e à vontade? Já trabalhou em certos escritórios - quase sempre muito fechados por causa da refrigeração - nos quais o ambiente de rivalidades, intrigas e disputas internas o tornaram insalubre, tanto do ponto de vista emocional quanto físico? Já viajou em conduções urbanas superlotados onde SEMPRE o ambiente de malquerência se faz presente, a ponto de deixá-lo incomodado e nervoso? Sem dúvida, a mente humana emite energias desconhecidas e, de fato, isso, que poderíamos chamar de "efeito condensador" (nesses casos não muito complexos) EXISTE mesmo, tendo, todavia, uma explicação bem simples:


Para isso, voltemos então à nossa "aulinha" de Eletrônica. Acima você vê uma moderna placa eletrônica elaborada em circuito impresso - dotada de circuitos integrados, resistores, diodos e CONDENSADORES.


Aqui, vemos um circuito com alguns desses componentes esquematicamente mostrados.


E para aqueles que ainda não conhecem, apresentamos agora O CONDENSADOR, ou ainda CAPACITOR - aqui visto em três dos seus inúmeros tipos. Outra peça importantíssima em qualquer circuito eletrônico ou elétrico (o seu aparelho de TV, por exemplo, tem centenas deles), o condensador tem por finalidade, dependendo da sua capacidade, ACUMULAR E ESTABILIZAR POR DETERMINADO TEMPO UMA CARGA ELÉTRICA aplicada entre os seus pólos, desde que estes sejam devidamente energizados. Alguns deles, os eletrolíticos (os tipos mostrados na parte superior da foto), muito utilizados como componentes auxiliares nas retificações de correntes, são dotados de polaridades positiva e negativa.


E agora, apresentamos a você os simples detalhes da constituição interna de um condensador. Antes lembrando que existem vários tipos deles: os de mica, cerâmica, papel, milar e etc. Invariavelmente, porém, a construção deles é bastante simples: obviamente ele tem duas "lides", ou pinos de contacto para fins da correspondente ligação a um circuito. Ligados a esses pinos de contacto temos duas armaduras separadas entre si por um elemento denominado DIELÉTRICO, que tanto pode ser, dentre tantos outros, o baquelite, o vidro, o pirex, o celulóide, a porcelana, a borracha, o óleo, e até mesmo o.... PRÓPRIO AR. A condição essencial para que eles funcionem é que a sua vedação seja PERFEITAMENTE HERMÉTICA. A Ciência já descobriu que no interior de um condensador qualquer, ocorre um fenômeno extremamente curioso e complexo: quando nele se aplica uma carga elétrica manifesta-se uma inusitada TORÇÃO DE ESPAÇO, criando-se em conseqüência um CAMPO DE FORÇAS - um campo de forças IMATERIAL, energeticamente carregado e, portanto, LITERALMENTE ATRASADO E PARADO NO ESPAÇO FÍSICO DO SEU INVÓLUCRO. A terra permanecerá girando no espaço e, assim, o NOSSO tempo fluindo normalmente. Porém, a carga contida no interior do condensador, assim como o seu CONTEÚDO, FICARÃO ATRASADOS POR UM PERÍODO DESCONHECIDO EM RELAÇÃO AO DESLOCAMENTO DA ÓRBITA TERRESTRE. Em outras palavras, o tempo não passará para tudo aquilo que porventura esteja no interior do condensador! E quando este finalmente for aberto TUDO o que nele estiver contido TERÁ VIAJADO NO TEMPO EM DIREÇÃO AO FUTURO! Entendeu agora, Prezado Visitante, AONDE exatamente estamos querendo chegar? Sugerimos que retorne ao início dessa página e releia com muito mais atenção aquilo que foi escrito por Howard Carter. E depois, então, continue conosco na espantosa seqüência desta página..... (ILUSTRAÇÂO: Eletronic2000)

"Se se admite que a Civilização Egípcia continua, a nossos olhos, a ser aureolada por um fugitivo mistério, apesar do avanço da Egiptologia, será necessário procurar as suas chaves numa Ciência cujos princípios iniciais foram diferentes da nossa. Todas as tentativas para reduzir a Ciência Misteriosa dos Faraós às dimensões da nossa astrofísica - para explicar, por exemplo, as pirâmides - ou às de uma eletroquímica - para ter lógica a maldição de Tutankhamon - terminaram em malogros"
(Jean-Louis Bernard - As Origens do Egipto)


Pois é! Em 1985, no lançamento do nosso primeiro livro, NAS FRONTEIRAS DO DESCONHECIDO, e também em um outro publicado no mesmo ano (NOS DOMÍNIOS DO MISTÉRIO) também fomos o primeiro a levantar essa ousada hipótese: as constituições das tumbas egípcias, hermeticamente vedadas, nada mais eram do que fantásticos e além de tudo muito engenhosos CONDENSADORES! As paredes das tumbas, ou das suas câmaras, eram - exatamente assim como ocorre nos condensadores eletrônicos - as armaduras isoladas. E sabe-se que quanto maior a superfície das armaduras tanto maior será a capacidade do condensador! Por sua vez, o Elemento Dielétrico que as preenchia era o próprio AR. Alguns poderiam perguntar: - Mas e a carga elétrica necessária para manter esses condensadores carregados e, portanto, estáveis?


Jamais devemos subestimar a sabedoria dos Antigos Egípcios! Encimando todo o Vale dos Reis, local onde essas tumbas foram colocadas, está situada uma rocha moldada em forma de PIRÂMIDE. As pirâmides, como sabemos, são poderosos captadores de ENERGIA CÓSMICA, ainda desconhecida para a nossa Ciência. Essa era a ENERGIA POSITIVA que estabilizava as tumbas "condensadores". A energia negativa, por sua vez, era representada pelo TELURISMO, a força negativa que percorre como uma imensa corrente todo o nosso subsolo. Quanto mais penetramos nas profundezas da Terra mais ela se tornará atuante. E não esqueçamos que essas tumbas eram propositadamente escavadas por dezenas, ou por vezes centenas, de metros nos interiores das rochas! Aí estava, portanto, o MAIS e o MENOS, o Positivo e o Negativo, que enquanto herméticos sustentavam e mantinham estáveis as cargas desses diabólicos condensadores!!!


Um outro detalhe relevante: tanto ontem quanto ainda hoje o Egito é rico em jazidas de Urânio - elemento altamente radioativo cujo ciclo ativo oscila entre 6 mil a 7 mil anos, por vezes perdurando até 7.500. Nos tempos das velhas descobertas arqueológicas não se conhecia a radioatividade. É, pois, muito possível que os sábios egípcios fizessem uso desse Elemento para criar a chamada "Maldição dos Faraós", colocando nos interiores das tumbas esse material de modo a muito eficazmente eliminar os profanadores. Lembremos que o câncer generalizado foi a doença que mais vitimou os egiptólogos através dos tempos. Por outro lado, nada impede que o Urânio, em conjunção com o AR, fosse mesmo o muito poderoso Elemento Dielétrico desses milenares "condensadores"!


Pois é! E existem algumas estranhas deidades pouco conhecidas do Antigo Egito. Até mesmo uns certos "Deuses das Cavernas", também protetores das tumbas, visto no inusitado papiro acima. Muito sutil, não? Observe bem a imagem. Por acaso não lembraria um circuito esquemático associado ao "efeito condensador" das tumbas?


TUDO, tudo mesmo era altamente simbólico no Antigo Egito. Anúbis, o poderoso deus-chacal guardião das tumbas, era mesmo, e por sua vez, muito eficaz e severo em castigar os profanadores. O seu rosto, NEGRO, simbolizava a morte. O seu ornato de cabeça, DOURADO, simbolizava as glórias da ressurreição. O VERMELHO dos seus adereços, a vitalidade do sangue, por ele preservada por toda a eternidade. O VERDE em seu colar, simbolizava a Terra. O AZUL-CLARO as regiões celestes onde repousam as almas dos bem-aventurados. O BRANCO do seu avental retratava a pureza dos seus atributos. O AMARELO OURO a região onde brilha o Sol dos mortos, a pátria gloriosa dos deuses egípcios, e assim por diante. E AÍ ESTÁ UM PEQUENO EXEMPLO DA CODIFICAÇÃO DE CORES da qual falamos logo no início da página anterior! E quem sabe naqueles tempos a sua imagem representaria um símbolo convencional de "PERIGO-RADIAÇÃO", assim como hoje usamos os nossos nas usinas nucleares, nos laboratórios de radiologia e assim por diante?


Mas, voltando-se à radioatividade, lembremos que os sacerdotes que praticavam a mumificação e também os seus elaborados ritos mágicos posteriores - tais como a cerimônia de abertura da boca do múmia, vista no papiro acima - usavam o avental e a máscara do deus Anúbis nessas cerimônias - da mesma forma em que hoje os técnicos e os engenheiros da nossas usinas nucleares usam os seus aventais e as suas máscaras protetoras de modo a se defenderm dos perigosos efeitos das radiações! Tudo era mesmo dotado de um avançado simbolismo no Antigo Egito! E sabe-se que a maioria dos arqueólogos que trabalharam nas tumbas egípcias morreram devido a estranhas embolias; distúrbios celulares e cerebrais; tumores - e também a perda total da vitalidade corpórea, ficando TÃO ressequidos quanto as múmias com as quais lidaram. Sintomas clássicos da exposição à radiação.


Já até mesmo levantaram as hipóteses de que os interiores das tumbas poderiam conter bactérias, fungos, ou até mesmo poderosos venenos, naturais ou propositadamente colocados, de modo a destruir os profanadores. Também não é de todo impossível, uma vez que os antigos egípcios manipulavam a Química e a Farmacologia com grande maestria. Conheciam técnicas de vacinação, usavam antibióticos naturais e produziam produtos químicos desconhecidos.


Além de, é claro, serem detentores dos intrigantes resquícios uma Ciência e de uma tecnologia muito mais avançadas do que as nossas - e muito possivelmente herdadas de extraterrestres ou quem sabe de refugiados atlantes! Neste mural em Luxor, vemos, ao centro, um enimático deus do Panteão Egípcio, talvez o mais enigmático de todos......


..... O sombrio e muito misterioso Ptah, sempre associado às estranhas referências a uns tais "raios verdes negativos", também usados nos primórdios das chamadas Dinastias Divinas justamente nos processos de mumificação. Basta reparar no estranho e desconhecido artefato com o qual sempre é representado - possivelmente um emissor desses raios! E aqui temos, mais uma vez, a sutil codificação de cores numa clara referência aos seus estranhos atributos.


Por outro lado, os Mestres Egípcios eram senhores absolutos não só da Biologia, a Ciência da vida, como também da Tanatologia - a Ciência da morte. Em ocultismo são conhecidos os famosos "dágides" - elementos materiais, jóias, estátuas, etc., "carregados" de energia negativa e deletéria. Uma espécie altamente sofisticada de magia e muito mais eficiente do que o Vodu - possivelmente objetos também dotados de uma forte carga de radioatividade. Na tumba maldita de Tutankhamon, por sinal, foram encontrados alguns desses curiosos exemplares (foto), chamados de "guardiães mágicos". Mágicos, como assim? Pura magia negra? Nada é impossível!


As invocações mágicas funerárias e as maldições egípcias conjuravam - "gente das alturas e gente das profundezas, fantasmas dos cemitérios e espectros que suscitavam os terrores e os arrepios". Curioso, não? A grande maioria das vítimas da chamada "maldição dos faraós" era atormentada até a morte justamente por aquilo que descreviam como "terríveis arrepios"! Acima, vemos as representações de alguns demônios egípcios protetores das tumbas.


E por falar nisso, na fatídica tumba de Tutankhamon foram também encontrados dois pequenos sarcófagos contendo nos seus interiores bizarras múmias dotadas de uma aparência não-terrestre (foto). Entidades alienígenas, ou não, os perplexos arqueólogos logo trataram de arranjar uma explicação para isso, alegando se tratar de fetos, ou seja, natimortos, filhos de Tutankhamon. O certo é que, dado ao caráter inusitado da descoberta, logo após serem fotografados trataram imediatamente de dar sumiço a eles. E até hoje não se sabe onde estão. Os ocultistas dizem que se tratava de uma criação genética artificial dos sacerdotes egípcios, "demônios" humanóides gerados a partir de embriões humanos por um processo que beira a magia negra, duas almas penadas e malditas que ali foram colocadas justamente para atormentar e destruir psiquicamente os profanadores. Tudo é possível. Nunca devemos duvidar de nada. Não foram mesmo os sacerdotes egípcios que criaram o gato a partir das suas experiências genéticas com felinos de grande porte?


Eis uma ampliação do sarcófago de uma daquelas bizarras criaturas. Não nos parece bem um tradicional sarcófago egípcio. Na verdade NÃO é um sarcófago mas, sim, uma espécie de CÁPSULA! Uma cápsula vinda sabe-se lá de onde e para acondicionar exatamente o QUÊ? E assim sendo, não custa repetir aquilo que um dia escrevemos no nosso primeiro livro: - É altamente salutar contar até dez antes de se violar uma tumba egípcia. De nossa parte, porém, pelo sim, pelo não, se um dia qualquer e mesmo a contragosto tivéssemos que fazer isso adotaríamos uma contagem muito mais prudente e muito mais elevada.... CONTARÍAMOS ATÉ MIL!


Fosse lá o que fosse, o certo é que, muito embora tentassem negar, a chamada "Maldição de Tutankhamon" continuava produzindo os seus nefastos resultados. As mortes, os inexplicáveis suicídios, e os misterioso "acidentes" continuavam ceifando as vidas de todos aqueles que até mesmo tocavam no seu sarcófago. Diante e argumentos tão "irresistíveis" assim, as autoridades do governo Egípcio resolveram recolocar o sarcófago com a múmia do faraó de volta ao seu túmulo no Vale dos Reis. Garantimos que não foi por pura reverência. Esse sarcófago pesa 1285 quilos do mais puro ouro e é cravejado de pedras preciosas. A múmia, por sua vez, tem um valor inestimável. Hoje está em meio à vastidão do deserto ocidental egípcio protegido por apenas alguns poucos guardas. Aliás, essa é a ÚNICA múmia que repousa no seu túmulo original até hoje. POR QUE? Diante de tudo aquilo que acabamos de ver seria muito difícil de adivinhar?


Os sábios e os ditos especialistas afirmam do alto dos seus pedestais e dos seus pomposos gabinetes refrigerados que "nada mais resta a ser encontrado no Egito". Jamais acredite neles! Pelo contrário, pode acreditar no que dizemos: tudo aquilo que foi encontrado no Egito até hoje representa apenas 30% do que ali ainda resta sepultado. Os outros setenta por cento apenas esperam ser devidamente explorados. E muitas outras estonteantes surpresas virão certamente à tona. E para tapar as bocas deles, recentemente, em Saccara, esse túmulo contendo um belo sarcófago e a sua respectiva múmia foi descoberto. (FOTO: AP/ Amr Nabil)


Tanto ontem como hoje, também continuam dizendo que nada mais há a descobrir no Vale dos Reis. A tumba de Tutankhamon, segundo esses especialistas, teria sido a última. E aqui está mais uma simples razão para não se acreditar em tudo aquilo que eles dizem. 10 de fevereiro de 2006: BEM AO LADO do túmulo de Tutankhamon, arqueólogos da Universidade de Menfis, EUA, descobriram a entrada para uma nova sepultura!


Assim como aconteceu em 1922, a notícia logo se espalhou e atraiu ao local uma grande multidão, composta por jornalistas, curiosos e os indefectíveis turistas. (FOTO: REUTERS)


No seu interior, estavam cinco múmias desconhecidas, sem qualquer identificação, bem como as tradicionais oferendas póstumas. (FOTO: AP)


Os belos sarcófagos contavam uma história silenciosa. Não eram pessoas comuns mas, sim, conforme pensam os arqueólogos, as múmias de pessoas da mais alta nobreza, ou da própria realeza, que ali foram secretamente sepultadas durante um período conturbado da História Egípcia. (FOTO: REUTERS)


E vejam só quem estava presente nessa sensacional descoberta! O tradicional Dr. Zahi Hawass, uma espécie de interventor e fiscal do Governo Egípcio, onipresente em "200" de cada 100 recentes descobertas efetuadas no Egito. (FOTO: REUTERS)


Estranha estátua - bem diferente, aliás, dos tradicionais padrões egípcios, encontrada naquela recente tumba do Vale dos Reis. (FOTO: REUTERS)


Outras estatuetas lá encontradas, tendo ao lado.... Adivinhe quem? (FOTO: REUTERS)


E aqui novamente o Dr. Hawass - que se intitula um "Guardião" - beija carinhosamente a fronte de uma estátua também lá encontrada. (FOTO: REUTERS)


Mas, voltemos à tumba de Tutankhamon. Em 2005 a múmia foi retirada do seu túmulo no Vale dos Reis para passar por detalhados exames de tomografia computadorizada, no Cairo, sob o pretexto de se apurar as causas da morte do faraó-menino. Uma mera desculpa pois na verdade queriam apurar coisas muito mais sutis e secretas do que isso. E como sempre, quem estava por lá? Mas não é bem a figura do Dr. Hawass a qual queremos que você veja mas, sim, um curioso círculo esbranquiçado - na verdade um ORB - que se manifestava naquele momento no interior da tumba, provando assim que AINDA HOJE estranhas energias flutuam nas milenares tumbas egípcias!


Duvida disso? Pois então voltemos à recente tumba descoberta no Vale dos Reis. O que você está vendo é um frame de um vídeo tomado pela REUTERS, uma das mais conceituadas Agências de Notícias do planeta. Preste atenção naquilo que, invisível porém captado pela película, escapava do interior da tumba e está bem discernível no lado esquerdo da imagem! (FOTO: REUTERS)


Defeito do filme? NÃO! Reveja na correspondente ampliação e também no seu negativo. (sobre FOTO: REUTERS)


A mumificação no Antigo Egito, possivelmente resquícios de uma tecnologia anterior e muito mais avançada, era um processo altamente elaborado e envolvia forças além da nossa imaginação. De acordo com a antiga Ciência Secreta Egípcia, todo o processo consistia em manipular o KHAT - o corpo físico - e "prender" por assim dizer, as partes espirituais acessórias da criatura humana - algo que, por sinal, a Ciência de Vanguarda contemporânea já suspeita existirem. o KA, ou o duplo; o BA, ou a alma - representado por um pássaro por sobre a múmia (centro); o SEKHEM, ou a força vital; IB, o coração; o REN, ou o nome do defunto que deveria ser preservado; o SAH, ou veículo espiritual; o KHAIBIT, a energia vital presente nas células; e finalmente SHUT, ou a "SOMBRA" (extremidade direita) - o ego, a porção "terra" ou o elemento negativo humano que ficaria vagando ao lado da múmia por toda a eternidade - uma espécie de "vampiro" psíquico que, aprisionado há milênios, necessitava do psiquismo dos vivos (leia-se os profanadores) para se alimentar e assim manter a sua surreal existência numa dimensão paralela e muito próxima da nossa!


Aqui está uma foto recentemente tomada por um turista em meio às ruínas egípcias. Assim como acontece nos nossos famigerados cemitérios, podemos ver uma infinidade de ORBS. Aliás, segundo o Esoterismo, a abertura indiscriminada das tumbas, não só por parte dos saqueadores como também por parte dos arqueólogos, propiciou a decadência da outrora prodigiosa Civilização Egípcia pelo fato de uma multidão de "larvas" psíquicas terem escapado para o mundo dos vivos, assim causando as desgraças e os infortúnios de maneira generalizada - tais como violências, doenças, guerras, epidemias e etc. - Faz sentido!


Ainda hoje, nos museus e junto às múmias egípcias, flutuam não só odores de bálsamos antigos como também certas outras coisas bem mais perigosas do que isso. Várias pessoas passam por estranhas experiências paranormais junto a elas. Não esqueçamos da múmia de uma sacerdotisa de Amon que aterrorizou o Museu Britânico e foi vendida a preço baixo em 1912, assim como um presente de grego, pelo seu curador Dr. E.A. Waliis Budge, a Lord Canterville que a levava para a Inglaterra a bordo do Titanic. A tragédia da viagem inaugural do enorme navio é bem conhecida. Só que a presença da tal múmia a bordo, e bem junto à ponte de comando, causou uma estranha e inexplicável apatia no seu comandante, o Capitão Smith, que, parecendo aparvalhado, não tomou nenhuma providência inicial quando a embarcação se chocou com um Iceberg surgido repentinamente e sabe-se lá de onde e no seu caminho. 1513 pessoas perderam a vida nas gélidas e traiçoeiras águas do Atlântico Norte. No sarcófago havia uma maldição inscrita.


Esta é a esburacada imagem atual do Vale dos Reis - alegria dos turistas que, aos milhares, anualmente convergem para este local que foi outrora um sagrado santuário, o qual e não sem uma certa razão jamais deveria ter sido profanado. Assim é o Venerável Egito, pátria sagrada dos mais elevados conhecimentos, lamentavelmente para sempre perdidos com a partida do último dos Grandes Iniciados. Para a nossa materialista civilização, o passado se foi e está acabado. Mas para nós - eu, você e felizmente alguns poucos outros - não é bem assim. Ele ainda vive, resplandece glorioso, não somente na superfície como também e muito principalmente nas profundezas sagradas das suas areias escaldantes. Esperando apenas e tão-somente que os verdadeiros homens de boa vontade, aqueles talvez dos tempos vindouros e que realmente venerarão e amarão a Sagrada Tradição, advinda de um pretérito glorioso da desconhecida História da Terra, trarão finalmente à Luz tudo aquilo que por muito tempo se manteve oculto!







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