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terça-feira, 14 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 187 O MISTÉRIO DA TUMBA KV5



"Esses laboratórios subterrâneos serviam, obrigatoriamente, à ciência egípcia, à biologia, à tanatologia e à magia. 

Era no subsolo, inacessível aos profanos, que dormiam os verdadeiros segredos dos faraós" (Jean-Louis Bernard - As origens do Egipto)




Vale dos Reis, situado a Oeste do Nilo e local do repouso eterno dos mais expressivos soberanos do Antigo Egito. Local onde, mas só teoricamente, "nada mais restaria a ser encontrado uma vez que todos os seus suntuosos túmulos já teriam sido descobertos, mapeados e devidamente escavados". Ledo engano! Tudo nos prova que ainda resta muita coisa a ser descoberta, muita coisa mesmo! Coisas espantosas e além de tudo revolucionárias, assim como ESSA que você vai ver logo a seguir:


A TUMBA PERDIDA - A MAIOR DESCOBERTA NO VALE DOS REIS DESDE TUTANKHAMON - diz o título desse livro, que tem como autor o Dr. Kent Weeks, cientista, arqueólogo, Professor de Egiptologia da American University no Cairo, Diretor do The Theban Mapping Project e também o autor da sensacional descoberta que certamente irá abalar profundamente todos os conceitos religiosos e históricos - abraçados e tidos como aceitos desde milênios pela nossa humanidade:


Precisamente a tumba KV5, intocada há milênios sem conta e situada bem ao lado de várias outras que, por sua vez, já foram totalmente escavadas!


Na foto, a entrada para tumba KV5, diante da qual por durante séculos centenas de arqueólogos passaram e não se deram conta da sua presença, sem saber que poderiam estar bem próximos do maior e mais fantástico tesouro arqueológico de todos os tempos. Um inestimável tesouro, não composto por ouro, pedras preciosas ou maravilhosos sarcófagos, mas, sim, contendo a mais revolucionária revelação histórica e arqueológica de todos os tempos!


Além de ser a maior de todas as tumbas subterrâneas jamais descoberta, contendo VÁRIOS NÍVEIS sustentados por imensos pilares e mais de 200 compartimentos, ou câmaras, ali estavam enterrados os filhos de RAMSÉS II, soberano da Décima Nona Dinastia - aquele que foi o maior e o mais poderoso soberano do Antigo Egito!


Ramsés II - aqui visto ao lado da sua esposa favorita, Nefertari, representados em uma colossal estátua em exposição no Museu do Cairo, foi o soberano que mais tempo reinou no Antigo Egito, precisamente 67 anos, tendo sido o responsável por grandes campanhas militares e, ainda, pela construção dos maiores e mais suntuosos templos e monumentos daquela época.


Como, por exemplo, o espetacular complexo arquitetônico de Abu Simbel, em Assuã, ao sul do Egito!


Além de grande empreendedor e conquistador militar, Ramsés II foi também aquele faraó que teve a vida mais longa, morrendo por volta dos 90 anos e deixando uma grande descendência. Um grande "desportista", teve nada menos que 200 mulheres e 150 filhos, muitos dos quais se perderam nos corredores da História, não nos deixando, portanto, quaisquer registros sobre as suas vidas ou feitos.


Porém, a Tumba KV5 estava destinada a mudar essa situação, uma vez que no seu interior foram encontrados (a princípio), quatro esqueletos pertencentes a alguns dos FILHOS do grande soberano. Na foto, uma estátua de Osiris, o deus da morte e Senhor da Eternidade, guarda a entrada da interminável sucessão de câmaras daquela espantosa e colossal edificação subterrânea.


Aqui, uma visão do vasto complexo da KV5, sem igual - e também sem qualquer tipo de comparação - a qualquer outra estrutura arqueológica funerária descoberta no Egito. Um espantoso complexo arquitetônico jamais sonhado pelos arqueólogos! Enfim, uma fantástica obra de Engenharia elaborada na rocha bruta......


...... Onde as escavações iniciais revelaram no seu interior a presença de quatro esqueletos!


E dos quatro esqueletos lá encontrados, havia um deles que particularmente interessaria ao Dr. Weeks - precisamente aquele contendo a inscrição do nome AMUN-HER-KHEPESHEF ("O Braço Forte de Amon", ou ainda, "Amon Está na Sua Mão Direita"), declarando-o como "O PRIMOGÊNITO DE RAMSÉS II".


Na foto, o Dr. Weeks e seu assistente examinam alguns dos inúmeros artefatos também encontrados na tumba.


Mas quem teria sido exatamente AMUN-HER-KHEPESHEF, além de ter sido o Primogênito de Ramsés II? A única resposta mais concreta está no magnífico e suntuoso Templo de Abu-Simbel, bem longe dali por sinal, onde um mural mostrando-o em batalha o distingue com o título de "Comandante-em-Chefe dos Exércitos de Seu Pai, Ramsés II".


Porém, o fato de ter sido o PRIMOGÊNITO DE RAMSÉS, levou o Dr. Weeks a examinar mais detidamente os fragmentos do seu crânio (foto), submetendo-o a diversos exames - todos eles levados a efeito por parte dos maiores especialistas forenses mundiais.


Algo, porém, intrigava o Dr. Weeks: o crânio de AMUN-HER-KHEPESHEF apresentava as marcas de um estranho ferimento. Os exames comprovaram que na ocasião da morte deste homem, o PRIMOGÊNITO DE RAMSÉS II, sua idade oscilava por volta dos 30 anos e esse ferimento fora certamente causado EM BATALHA, tendo sido inclusive uma das causas da sua morte devido a uma forte hemorragia craniana.


Na imagem acima, a reconstituição inicial rosto de AMUN-HER-KHEPESHEF elaborada pelos cientistas forenses(IMAGEM: Discovery Channel)


Haveria então alguma semelhança com Ramsés II, cuja múmia muito bem preservada acha-se atualmente em exposição no Museu do Cairo (foto)? Fez-se, pois, necessário perturbar ainda uma outra vez o repouso eterno do grande soberano, obtendo-se assim detalhados exames do seu crânio para fins comparativos......


....... E este foi o resultado obtido pela Ciência Forense, especialista na reconstituição virtual de faces através dos respectivos crânios: Sim, assim foram os rostos de Ramsés II, quando morreu por volta dos 90 anos, e o do seu filho PRIMOGÊNITO, AMUN-HER-KHEPESHEF, este por sua vez, quando morrera MUITO JOVEM por volta dos seus 30 anos de idade. O mesmo se deu com os outros três crânios examinados e igualmente encontrados na KV5. Através das características faciais indiscutíveis, todos provaram realmente ser de alguns dos inúmeros filhos "perdidos" de Ramsés II. (IMAGENS: © Discovery Channel)


E mais uma vez a moderna e muito precisa Ciência Forense acertou em cheio! Compare o resultado mostrado na imagem anterior através dessa milenar figura egípcia de AMUN-HER-KHEPESHEFSurpreendente, não? Há, porém, coisas ainda mais surpreendentes e reveladoras envolvidas nessa sensacional descoberta da Tumba KV5. Continue, portanto, conosco na seqüência dessa página.....

"EX ORIENT LUX! ("Do Oriente vem a Luz!") diz o velho provérbio. Ardentes investigações de humanistas de talento e as fascinantes descobertas dos viajantes combinaram para dar bastante e amplo testemunho da verdade encerrada neste adágio"
(Paul Brunton - O Egito Secreto)


Como já dissemos, dotado de grande "disposição", o heróico Ramsés II teve centenas de esposas, porém a sua preferida, a favorita das favoritas, era a jovem Nefertari, uma das mulheres mais belas de toda a antigüidade e pela qual era ardentemente apaixonado, tendo a ela dedicado uma vasta e portentosa coleção de suntuosos templos e colossais monumentos - sem qualquer dúvida, os mais belos do Antigo Egito.


Aqui, novamente como é visto em Abu Simbel - um vasto complexo situado em Assuã e bem ao Sul do Egito - podemos encontrar as enormes estátuas de Ramsés II e da bela Nefertari, tendo aos pés as imagens de alguns do seus filhos. Entre as pernas de Ramsés, está a estátua do seu PRIMOGÊNITO, AMUN-HER-KHEPESHEF.


E agora estamos diante da maior surpresa revelada pela Tumba KV5 e pelos bem preservados restos mortais de AMUN-HER-KHEPESHEF: precisamente aquela que diz respeito à odisséia bíblica do ÊXODO! O quê poderia ter uma coisa a ver com a outra? (IMAGEM: © Abingdon Press)


TUDO A VER! Como sabemos, Moisés, cuja origem é muito obscura dentro da história, uma vez que os relatos bíblicos dizem ter sido filho de uma hebréia que o lançou às águas do Nilo em uma cesta de juncos para escapar de um massacre das crianças inocentes de seu povo determinado pelo Faraó da época, foi o guia do Povo Judeu durante a epopéia do Êxodo. Os relatos bíblicos dão conta de que Ele foi recolhido das águas do rio pela princesa e levado ao palácio real onde passou a viver, tendo sido criado e educado como se fosse membro da própria família real. Caindo posteriormente em desgraça ao matar um funcionário do governo que espancava escravos judeus, teve que fugir para o deserto onde tivera um "contato com Deus", O qual determinou que levasse "seu povo" para fora das terras do Egito em direção a uma terra prometida onde deveria se estabelecer.


Após uma série de confrontos e muitas solicitações dirigidas ao faraó da época, sempre negadas por este que se recusava em deixar partir do Egito o Povo Judeu, Deus teria permitido a Moisés assolar o Egito com Sete (Na verdade foram DEZ) terríveis pragas que culminaram naquela que foi a pior de todas: a morte de todos os PRIMOGÊNITOS, os recém-nascidos do Povo Egípcio, inclusive a CRIANÇA que era o filho do próprio faraó..... E o faraó da época foi justamente RAMSÉS II! Entendeu agora, Prezado Visitante, a razão de sempre termos grifado a palavra "PRIMOGÊNITO"? Pois é, essa também foi a espantosa conclusão a que chegou o Dr. Weeks: O primogênito de Ramsés II indiscutivelmente foi AMUN-HER-KHEPESHEFo qual morreu (também comprovadamente) com a idade de 30 anos e portanto NÃO ERA UMA CRIANÇA - e dessa forma não poderia JAMAIS ter sido atingido pela décima praga de Deus!!! Então, muito evidentemente (e por certo) alguma coisa estava errada, muito errada - ou então muito confusa - nesses relatos!.....


..... Pois, bem ao contrário desses relatos, aqui nesse mural vemos AMUN-HER-KHEPESHEFquando ainda adolescente, caçando com seu pai Ramsés II.Portanto, a "Praga de Deus" não poderia mesmo tê-lo atingido no berço!


E aqui, já com mais idade, comandando uma biga de guerra.


E, finalmente, já nessa outra imagem, completamente adulto e portador dos títulos: - "Favorito da Mão Direita do Rei; Príncipe Hereditário; Escriba Real; Generalíssimo de Sua Majestade; O Mais Antigo dos Filhos; Comandante das Tropas; Efetivo confidente e Amado Dele; Chefe dos Segredos da Casa Real; Senhor da Terra Inteira; Semi-sacerdote dos Deuses; Delegado e Juiz das Duas Terras e Controlador das terras"


Lembremos ainda que ele, AMUN-HER-KHEPESHEF - E SOMENTE ELE - poderia, por direito e segundo os costumes egípcios, ter ostentado o título de PRIMOGÊNITO de Ramsés II, uma vez que foi, de fato, o primeiro de seus inúmeros filhos. E além do mais, o filho muito amado de Ramsés II com Nefertari, a mulher que seu pai mais amou na vida!


O Dr. Weeks também chegou a muitas outras surpreendentes e espantosas conclusões: Moisés tinha um nome essencialmente egípcio: "MASSES", o qual literalmente significa "Nascido de....". Temos um exemplo acima: o cartucho contém o nome de Ramsés II, que - também literalmente - significa "FILHO, ou NASCIDO DE RÁ" ("Ra+Masses"). Segundo apurou o Dr. Weeks, Moisés não era de origem hebréia: ERA, NA VERDADE, UM DOS MUITOS FILHOS DE RAMSÉS II, mas não tendo a esposa favorita Nefertari como mãe e, portanto, sem direito à sucessão no trono, o qual, segundo os costumes, exclusivamente caberia ao primogênito AMUN-HER-KHEPESHEFE muito possivelmente, talvez devido a uma disputa interna justamente por essa sucessão, Moisés, que seria um FILHO rebelde de Ramsés, tenha rompido com a família real e se unido ao Povo Judeu escravizado, de modo a com ele partir e assim se tornar SEU SOBERANO em terras distantes! Da mesma forma, descobriu-se que a afirmação de que Moisés, sempre retratado como um velho que teria deixado o Egito durante o Êxodo com uma idade bem avançada..... Não corresponde à verdade, sendo outra falácia! Bem ao contrário, Moisés era JOVEM, muito jovem e impetuoso quando liderou o Êxodo!


E MAIS: O Dr. Weeks descobriu que Moisés era MONOTEÍSTA, possivelmente um seguidor secreto das doutrinas de Akhenaton, um faraó que antecedera a Ramsés e que reinou durante a XVIII Dinastia, o qual teve o seu culto a uma Divindade Única e Benevolente (ATON) banido do Egito através de um sedicioso golpe de estado perpetrado pelos corruptos seguidores do deus AMON! Portanto, muito logicamente deve ter sido em contato com o Povo Judeu que lhe dera abrigo que Moisés, que era Egípcio, abraçou a religião Monoteísta.


E ainda poderia haver mais! E essa não é a conclusão do Dr. Weeks, mas, sim, a NOSSA: Akhenaton era casado com a sua bela esposa Nefertiti. Após o golpe de estado que derrubou o seu governo e causou a sua morte, a rainha Nefertiti sumiu misteriosamente do mapa. A sua múmia jamais foi encontrada no Egito. Lembremos que Akhenaton, o Iluminado por Deus, foi uma das mais sublimes almas que tocou esse planeta. A sua crença em um Deus Único via todas as criaturas como os diletos filhos da Divindade e, assim, a escravidão foi abolida no Egito através dos seus decretos, como também a idólatra religião do deus AMON foi extinta. Isso significou a libertação (ainda que provisória) do Povo Judeu, que desde muito era sacrificado através dos duros e cruéis trabalhos forçados. Muito possivelmente, Nefertiti tenha buscado abrigo e secretamente se refugiado junto a esse Povo, o qual muito a estimava e por sinal tinha uma dívida de gratidão para com os antigos soberanos - contudo novamente vindo a se tonar cativo, espoliado e sacrificado durante as Dinastias seguintes. Suspeitamos que existam indícios muito fortes de que Nefertiti tenha estado "por trás" de Moisés, não somente orientando-o como também - e no entanto já bem idosa - PARTICIPADO ATIVAMENTE da jornada do Êxodo!!! Há na Bíblia, precisamente em Êxodo Capítulo 15, Versículo 20, a referência a uma certa MIRIAM (um nome tipicamente egípcio que significa "AQUELA QUE FOI A AMADA"), classificando-a como "PROFETISA" (lembremos que Nefertiti foi a suprema profetisa de ATON, o Deus Único de Akhenaton), onde literalmente se lê: - "E Miriam, a Profetisa, passou a tomar um pandeiro na mão; e todas as mulheres começaram a sair com ela com pandeiros e danças. E Miriam respondia aos homens: "Cantai a Deus, pois Ele ficou altamente enaltecido. Jogou no mar o cavalo e seu cavaleiro".


E se a tal profetisa Miriam não foi Nefertiti, temos ainda uma outra suspeita: quando Akhenaton foi deposto pelos sacerdotes de Amon, foi sucedido no trono pelo jovem Tuthankamon, muito provavelmente seu filho, o qual se tornou uma presa fácil dos corruptos sacerdotes que o fizeram mudar de nome de Tutankhaton ("Imagem Viva de Aton") para Tuthankamon, restaurando assim a idolatria Amoniana que fora banida do Egito. Tutankhamon se casou com uma menina chamada Ankhsepaton ("A filha Viva de Aton") que igualmente foi forçada a mudar de nome para Ankhsenamon. A conspiração, no entanto, continuava nos bastidores uma vez que ambos eram os últimos e sobretudo muito incômodos representantes do Monoteísmo. Com o assassinato do jovem monarca, sua esposa foi obrigada a desposar um velho e corrupto sacerdote de Amon chamado Eje, o qual também foi sutilmente eliminado pelo ambicioso general Horemheb, o líder armado da conspiração, que dessa forma - e à força - se tornou o próximo faraó.


A partir de Horemheb (visto no mural acima) o Egito se tornou um caos. Muitas disputas internas e os breves governos de obscuros faraós que o antecederam após a morte de Tutankhamon, culminaram com os reinados de Ramsés I e Seti I, Já na XIX Dinastia, logo seguidos pelo longo reinado de Ramsés II. A jovem Ankhesenamon sumiu de cena, possivelmente tendo sido exilada e encontrado abrigo junto ao Povo Judeu, passando, pois, com ele a viver.... E, quem sabe, se tornado a Profetisa Miriam - como vimos, um nome tipicamente egípcio que significa "Aquela que foi a amada", título que bem lhe caberia já que ela TAMBÉM foi a MUITO AMADA, tanto de Tuthankamon, quanto do Deus único ATON!


Mas, voltemos ao tema principal: o Dr. Weeks encontrou também um grosseiro erro de tradução nos textos bíblicos. A épica travessia do Êxodo NÃO OCORREU NO MAR VERMELHO! A tradução correta seria "NO MAR DE JUNCOS" ! E o "Mar de Juncos" até hoje se se situa precisamente junto aos DELTA DO NILO, muito mais AO NORTE - por sua vez o lugar mais estreito, porém muito pantanoso, e bem mais lógico para se fazer tal travessia! A própria Bíblia nos fornece muitas pistas nesse particular, exatamente em Êxodo Capítulo 13, Versículo 18 (grifos nossos): - "O Senhor fez, por isso, o povo DAR A VOLTA PELO CAMINHO DO ERMO DO MAR VERMELHO. Mas foi (e preste muita atenção neste detalhe) EM FORMAÇÃO DE BATALHA que os Filhos de Israel SUBIRAM A TERRA DO EGITO" . (FOTO DE SATÉLITE: © ESA)


E era precisamente, e por fortes razões estratégicas, que ao Norte no DELTA DO NILO se concentravam as tropas do Faraó, precisamente em uma enorme cidade hoje perdida e em ruínas (foto) que se chamava PI-RAMSES - um poderoso exército comandado exatamente pelo seu chefe supremo e futuro faraó......AMUN-HER-KHEPESHEFo Primogênito de Ramsés II!


Os relatos bíblicos afirmam que o Povo Judeu foi perseguido por 600 bigas egípcias - e era exatamente em PI-RAMSES, no Delta do Nilo e, portanto, junto ao "MAR DE JUNCOS", que se concentravam essas temidos artefatos de combate. Havia uma rivalidade muito antiga entre Moisés e AMUN-HER-KHEPESHEFo qual certamente comandou o ataque, uma vez que seu pai na época já estava velho, dessa forma incapaz para combater, ou até mesmo para guiar as suas tropas. Possivelmente deva ter se tratado de uma iniciativa própria e estritamente pessoal, uma forma covarde de vingança de AMUN-HER-KHEPESHEF, já que Ramsés II permitira a partida do Povo Judeu e, portanto, não haveria motivos que justificassem tal retaliação.


E a bíblia nos diz que o próprio faraó comandou o ataque. Lembremos que AMUN-HER-KHEPESHEF era na época o faraó de fato, já que, segundo registros históricos, seu pai lhe passara o comado geral do governo e dos exércitos através da realização de um festival religioso aos 30 anos do seu reinado. O que se passou a seguir é notório: o massacre das tropas egípcias pelas "Mãos de Deus" durante essa travessia, ocorrendo ali, segundo os relatos bíblicos, a morte do próprio faraó. Há porém, um detalhe na Bíblia para o qual poucos atentam: o Povo Judeu não seguiu indefeso, porém seguira fortemente ARMADO durante a jornada do Êxodo, "Em Posição de Batalha"! Há indícios que, na verdade, os egípcios foram atraídos para uma armadilha mortal justamente no "Mar de Juncos', onde as suas bigas atolaram e assim perderam toda a eficácia, propiciando um verdadeiro massacre no qual, e assim justificando o ferimento no seu crânio, AMUN-HER-KHEPESHEFo Comandante-em-Chefe, o Primogênito e também o futuro faraó morreu - não metaforicamente pelas pragas da "Mãos de Deus", mas, SIM, segundo pensa o Dr. Weeks, PELAS MÃOS DOS HOMENS EM NOME DE DEUS! E voltando-se ao Êxodo, encontramos no Capítulo 15, Versículo 4/5, exatamente isso: - "Atirou no mar os carros de Faraó e suas forças militares. E a elite dos seus guerreiros foi afundada no Mar Vermelho (de JUNCOS, seria o correto). As águas EMPOLADAS passaram a cobri-los; como pedras desceram às profundidades". "Águas empoladas"? Sim, nada mais perfeito para um sutil sinônimo de "PÂNTANOS"!


Tudo, por conseguinte, se traduz em um enorme mistério. Ramsés II, "O Grande", tal como foi chamado no Antigo Egito, segundo os registros históricos e religiosos sofrera em demasia com a morte do seu muito amado primogênito - aquele que também viria a ser o futuro sucessor no trono. O certo é que o velho Ramsés levou consigo para a Eternidade não somente a sua grande dor como também toda a espantosa verdade, a qual nos dias de hoje pouco a pouco parece estar finalmente aflorando.


Mas a integral verdade possivelmente ainda está contida no magnífico interior da Tumba KV5, onde restam muitas das suas centenas de Câmaras secretas a serem devidamente exploradas. Inúmeros outros filhos de Ramsés II talvez ainda estejam lá enterrados, assim como algumas das suas inúmeras esposas.


Sim, pois ainda resta muito a ser descoberto e revelado! E muito possivelmente, em algum outro lugar dos fantásticos labirintos da KV5, estejam cuidadosamente preservados os registros que contarão ao mundo estupefato a História que deixou de ser contada - a qual, através dos tempos, foi por muitas vezes covardemente suprimida, adulterada ou apenas parcialmente traduzida por intermédio de sutilíssimas metáforas!







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