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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 22 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 203 REMINISCÊNCIAS......



"Parece, pois, existir um tempo e um espaço onde, quer os planetas mais jovens, quer os mais velhos, se encontrem na situação ideal que é ocupada pela Terra. Mas os planetas antigos tiveram esse tempo e essa idade: 

ocuparam esse ponto, beneficiando-se, sem dúvida, dos privilégios que ele confere, com as mesmas possibilidades de flora, de fauna, e de desenvolvimento humano, o que nos leva a formular uma hipótese fascinante: quando os habitantes do planeta que nos precede em idade (e que é obrigatoriamente Marte, porque aí se registraram grandes perturbações cósmicas) se defrontaram, com condições de vida desfavoráveis, mesmo insuportáveis, prepararam uma espécie de êxodo em direção à Terra, onde tudo havia iniciado a sua evolução. Os primeiros "comandos" do planeta em perigo tiveram, como Noé na Arca, de efetuar os seus reconhecimentos, levando com eles sementes vegetais e espécimes de uma fauna selecionada. Não terão, também, os nossos cosmonautas a mesma missão quando partirem para Marte ou Vênus?" (Robert Charroux - O Livros dos Segredos Traídos)



Certamente, uma das tradições mais associadas a uma colonização "externa", diz respeito ao perdido continente da Atlântida. Este antigo mapa nos mostra a localização desse desaparecido continente. No tempo das grandes navegações em que este mapa foi elaborado, era costume se inverter nas cartas marítimas a localização do Norte do planeta. Assim sendo, vemos que na posição modernamente adotada e que seria a correta, a Atlântida se situou entre a África e a América do Norte - precisamente na região do Atlântico Norte. Esse mapa certamente deve ter sido copiado de um outro original, muito mais antigo e além de tudo preciso, já que não se trata de uma mera abstração pois, DE FATO, possui fundamentos absolutamente corretos!!!


Os nossos mais modernos levantamentos cartográficos, elaborados através da tecnologia dos satélites, já permitem nos revelar os mais recônditos relevos dos fundos dos oceanos, tal como é o caso do chamado "Dorsal Atlântico", visto no mapa, ao centro e exatamente situado entre os continentes Africano e Norte-americano. E no mesmo ponto em que os antigos mapas situavam a localização da perdida Atlântida! Nada impede, portanto, que essa vasta área, na verdade um antigo "continente" intermediário, possa ter estado na superfície em tempos muito recuados e que, devido a uma catástrofe qualquer, foi tragado pelo oceano tendo fatalmente submergido.


A crosta terrestre se movimenta sem parar e as placas tectônicas submarinas obviamente acompanham esse processo. No negativo do relevo submarino dessa área intermediária entre a África e a América, podemos constatar a sua vasta extensão. Note-se, em toda a sua área, as anotações de "FRACTURES ZONES", ou seja, regiões em que realmente existem antigas fraturas das placas tectônicas - possivelmente os vestígios de uma velha tragédia.


E as recentes sondagens submarinas efetuadas nessa área permitem revelar estruturas nitidamente artificiais espalhadas por uma grande área. A imagem acima nos mostra várias dessas estruturas, notadamente na parte inferior da foto onde podemos ver algo que lembra as ruínas de uma estrada, ou quem sabe de uma cidade! A existência dessas ruínas submersas foram detectadas a uma profundidade de cerca de 2600 pés e elas se situam exatamente em meio ao Atlântico, ao norte da chamada Zona de Fratura do Atlântico. (FOTO: Scripps Institution of Oceanography)


Não há mais qualquer duvida de que uma antiga civilização muito evoluída deixou as suas marcas espalhadas por toda a face do planeta antes de desaparecer para sempre do cenário terrestre. Em quase todos os continentes encontramos certos monumentos que jamais poderiam ter sido meros trabalhos erosivos. Na foto acima, gentilmente enviada pelo nosso estimado visitante Ivan Bourguignon, vemos um desses extemporâneos monumentos - a maioria deles dotados dos sempre insistentes formatos de rostos e "gigantes deitados".


Este "gigante deitado", por exemplo, o qual revemos na respectiva ampliação, situado no Município de Castelo, Estado do Espírito Santo, Brasil, é verdadeiramente surpreendente, uma vez que se observarmos o seu rosto que fita o céu podemos constatar a sua riqueza de detalhes:


Reveja os impressionantes detalhes do rosto, em maior aproximação. Você concordaria conosco que isso jamais poderia se tratar de um mero capricho da Natureza?


Por sinal, tudo muito semelhante àquilo que se vê no formato do famoso Morro do Corcovado, às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, na Cidade do Rio de Janeiro e a milhares de quilômetros do Estado do Espírito Santo e daquele seu outro "gigante-deitado"! Tudo é simbolismo, significando algo que ainda escapa à nossa compreensão.


E as fotos não deixam margens a quaisquer dúvidas. Aliás, todo o Brasil, quase todos os seus Estados de Norte a Sul estão repletos desses curiosos monumentos, sempre classificados pelo comodismo oficial como "trabalhos da erosão". Esse, por exemplo, é o famoso "Morro do Camelo", o qual, assim como veremos, de "camelo" não tem NADA......


..... Mas, SIM, trata-se de um outro monumento porém sob o formato de uma esfinge! Note-se, também, os detalhes do notável perfil do seu rosto.


E aqui, uma outra montanha estranhamente aplainada e popularmente denominada "Morro do Pai Inácio".....


Reveja, em maior aproximação do detalhe, o rosto do tal "Pai Inácio". Que perfeição de detalhes! Embora já muito desgastado pelo tempo, repare nos detalhes do olho, nariz e boca! Chocante, não?


Pois é! E por falar nisso, o nosso estimado visitante Giovani Sartori andou fazendo as suas caçadas lá pelo Google Earth e não deixou de "visitar" a paisagem da misteriosa e impenetrável região da Floresta Amazônica situada entre os territórios do Brasil e da Venezuela - exatamente onde as evidências indicam que estaria situada uma das três "cidades perdidas dos deuses", denominadas Akahim, Akhakor e Akhanis! (FOTO: © TerraMetrics/Europa Techonologie/Google)


A ampliação do intrigante detalhe avermelhado da foto anterior nos mostra algo como um bizarro rosto voltado para o céu, uma fileira (aparentemente de ruínas) no seu prolongamento e, bem ao lado, certas grandes estruturas cobertas pelas selvas que lembram pirâmides!!!


Essas fortes evidências relativas às antigas civilizações não podem de maneira alguma ser desprezadas ou ridicularizadas, tal como usualmente costuma acontecer junto aos meios mais céticos. O que, contudo, esses meios mais céticos fazem questão de esconder são certas gritantes evidências arqueológicos que, contrariando tudo aquilo que tradicionalmente eles mesmos cultuam e pregam, nosso planeta cuja idade é estimada em quase seis bilhões de anos, durante todo esse tempo (do qual a Ciência NADA sabe), JÁ ABRIGOU INÚMERAS CULTURAS E CIVILIZAÇÕES DESCONHECIDAS - muitas delas possivelmente mais avançadas do que a nossa. Na foto acima, você vê um inusitado artefato artisticamente trabalhado e elaborado em uma liga metálica desconhecida, encontrado em escavações arqueológicas efetuadas em Massachutess, EUA. Não há qualquer explicação sobre a sua origem, ainda mais pelo fato de a sua idade ter sido datada em.... 100 MIL ANOS! Segundo os "meios mais céticos", há 100 mil anos atrás somente "criaturas humanas" bestiais e meio-primatas tentavam desesperadamente sobreviver no ambiente hostil da nossa Terra.


Não há mesmo mais o que se discutir. Imagens não mentem! Justamente por isso fazemos questão absoluta de ilustrar este nosso modesto Site através de milhares delas. As provas quanto à existência de inúmeras perdidas culturas das quais a nossa Ciência oficial verdadeiramente NADA SABE, se agigantam cada vez mais e mais. Aqui, vemos um arqueólogo amador circulando perto de enorme rosto de pedra situado em meio às submersas ruínas desconhecidas de Yonaguni, no Mar do Japão.....


..... Onde, por sinal, igualmente existem as ruínas de enormes pirâmides, de templos colossais e também de antigas estradas, tragadas pelo oceano há muitos milhares de anos atrás! Como negar evidências tão gritantes quanto essas?


E até mesmo no Havaí os atônitos mergulhadores de deparam com tais intrigantes ruínas. Restos de antigos templos, velhos palácios, estradas e outras edificações misteriosas, jazendo há milênios nos fundos dos mares, são a prova concludente e definitiva de que todos os conceitos da Arqueologia tradicional devem ser urgentemente revistos.


A humilde e além de tudo necessária aceitação dessa verdade poderá, em contrapartida, vir a solucionar os intrigantes enigmas com os quais se depara a Arqueologia. Não há explicação lógica para a desenvoltura com que as antigas culturas trabalhavam as rochas, cortando-as e moladando-as com uma precisão absoluta - digna de fazer inveja à nossa moderna tecnologia - e também inexplicavelmente movendo-as e transportando-as para as grandes altitudes através de meios teoricamente inexistentes na antigüidade. Na foto, as imponentes ruínas de Tambomachay, no Peru.


Além do mais, já está provado que a vida, e com ela a existência de seres inteligentes, não é um privilégio exclusivo do pequeno planeta Terra. Muito embora neguem ou tentem esconder o fato, o certo é que algumas imagens que recentemente nos chegam dos módulos de sondagens das agências espaciais que já percorrem os solos de outros corpos celestes no nosso Sistema Solar tornam-se altamente reveladoras. Aqui, uma paisagem do solo marciano, fotografada por um módulo da NASA. Consegue nela ver algo bastante estranho?


Apostamos que SIM! E é isso mesmo que você viu: - ou se tratava de um estranho crânio postado sobre uma elevação da paisagem, ou então, mais provavelmente, um ser alienígena que circulava sobre o desolado solo marciano, aparentemente espionando o módulo da NASA! Repare naquilo que usa e que lembra um capacete de astronauta. Bastante claro, não? E será sempre oportuno lembrar que até o momento o homem da Terra ainda não pisou em Marte. QUEM SERIA, ENTÃO, este bizarro personagem, uma outra raça de exploradores espaciais? É o que tudo indica. Aliás, algo que não nos é estranho. Uma criatura desse tipo, usando esse mesmo capacete, já foi fotografada pela NASA junto a um astronauta, porém no solo da Lua - uma foto por sinal já mostrada em uma das nossas páginas anteriores.


E da nossa série "Fotografias muito Inocentes", mais uma sutileza da NASA no solo marciano. Ou seja, - "mostramos uma totalidade para que você esqueça de examinar os menores detalhes; enxergue a formiga e não veja o elefante". Pois é! Tente então descobrir algo bastante insólito nessa foto.....


Achou? Não? Então vamos lhe dar uma "mãozinha" ampliando uma certa parte muito especial daquela paisagem. Repare bem naquilo que está situado em primeiro plano, bem junto à parte central da foto: os restos de uma antiga estátua, aliás bem parecida com o famoso Rosto de Cydonia, ou então..... quem sabe, o semi-enterrado cadáver de uma criatura alienígena? Nesse ponto, ambas as hipóteses se tornam válidas! De uma forma, ou de outra, o certo é que Marte já teve uma grandiosa civilização, extinta através de um cataclismo generalizado que varreu toda a sua superfície, drenou a sua outrora esplendorosa paisagem, eliminando a vegetação, secando seus rios e mares, como também extinguindo toda a sua atmosfera. O local mais próximo, mais propício e lógico, para abrigar os eventuais sobreviventes seria a nossa própria Terra!


A Lei Universal nesse particular é inflexível: tudo tem o seu nascimento, apogeu e morte. Porém, nada se perde, tudo se transforma. Nisso, é claro, se incluem as civilizações onde quer que se encontrem. Um dia qualquer Marte poderá vir a ser novamente habitado, quem sabe por nós mesmos, pelos próprios terrestres que sobreviverem ao fim do nosso planeta - isso em uma época futura qualquer e mediante o avanço da nossa tecnologia tornando-o habitável e colonizando-o. Toda história, por conseguinte, é cíclica e sempre se repete. Tudo sempre será um recomeço, tudo sempre poderá recomeçar como dantes. E assim, quem sabe isso não teria acontecido aqui mesmo na nossa própria Terra em tempos tão remotos, tão distantes que sequer sonhamos terem existido? TUDO então se torna válido. No campo muito vasto do Realismo Fantástico, nenhuma hipótese, por mais fantástica que pareça, poderá ser inteiramente desprezada!






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