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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


domingo, 5 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 170 NO MAIS PERTO QUE SE PODE CHEGAR HÁ O DESCONHECIDO



"O progresso da civilização material pode levar algumas pessoas a pensar que nada mais há a descobrir e que cada polegada do planeta é conhecida. 

Que erro! Tanto pelo passado e talvez ainda mais que no passado, o mundo é um mundo de segredo e um mundo de mistérios" (Raymond Bernard - G. M. R+C - Encontros Com o Insólito)




Por todo este nosso pequeno e ainda tão desconhecido planeta há, de fato, uma sucessão de intrigantes mistérios a nos espreitar. Acima, você vê o mapa da solitária ilha de Juan Fernandez, perdida na vastidão do Oceano Pacífico e situada a 645 quilômetros da costa do Chile - também vulgarmente conhecida como a "Ilha de Robson Crusoé". Foi exatamente ali que em setembro de 2005 um mini-robô chileno, detetor de metais e de ossos humanos enterrados, localizou cerca de 800 recipientes herméticos contendo barras de ouro e prata, pedras preciosas e jóias - uma fortuna estimada em cerca de 10 bilhões de Dólares, pertencente, ao que tudo indica, à antiga Civilização Inca.....


Como tudo isso foi parar ali, no meio do oceano, é um mistério! Tampouco poderia ter sido escondida por navegadores espanhóis ou mesmo por esparsos corsários, uma vez que ninguém deixaria uma fortuna dessas de lado! Por outro lado, ao que se saiba, os Incas não teriam possuído ou mesmo praticavam quaisquer tipos de navegação. Porém, as lendas dizem que por ocasião da conquista espanhola, os "deuses" teriam-nos ajudado - não só a se refugiarem como também a esconderem o que restara os seus imensos tesouros. Seriam apenas meras lendas? Quem sabe? Mas que "deuses" teriam sido esses?


Mistérios ainda maiores do que esse são mesmo os nossos inseparáveis companheiros neste mundo. Muito embora os céticos e os conformista se recusem a admitir, todo o nosso pequeno planeta está repleto de uma profusão de enigmas arqueológicos, bem mais densos, todos eles representados pelos sempre intrigantes vestígios, os quais forçosamente denotam a existência no nosso mais remoto passado de inúmeras e além de tudo evoluídas civilizações, muitas delas detentoras de tecnologias e de um conhecimento que somente hoje estamos podendo alcançar, ou apenas começamos a vislumbrar. Você por acaso já ouviu falar de Muyuquimarca? Acreditamos que não. Então veja algumas das suas espantosas ruínas simétricas na foto acima.....


...... O intrigante complexo de ruínas de Muyuquimarca situa-se nas altas montanhas peruanas, fazendo parte das colossais estruturas rochosas artificiais de Sacsayhuaman. Segundo o antigo cronista Garcilaso de la Vega, aqui existiam três imensas torres (uma delas cujos restos são mostrados na foto acima), dispostas em formação triangular - todas elas cercadas por uma profusão de intrigantes muralhas radiais. Na verdade, apesar das negativas em contrário, são ruínas que antecedem em muito à Civilização Incaica!


E em meio às impenetravéis e hostis selvas da Floresta Amazônica Brasileira, intocadas desde os tempos pré-históricos, essa foto de satélite nos mostra coisas verdadeiramente surpreendentes: um misterioso sinal voltado para o espaço e, bem acima dele, uma imensa e curiosa estrutura apelidada de "A Árvore da Vida" - negativo à direita. Não há quaisquer explicações para isso.


E por isso mesmo, os mais insistentes desses vestígios nos provam que certas civilizações, ou quem sabe apenas uma delas, também manipulava imensas rochas e cadeias inteiras de montanhas com uma desenvoltura assombrosa - uma tecnologia que somente hoje podemos - mas só em parte e rudimentarmente - dispor, mesmo assim utilizando potentes maquinários e poderosos explosivos - coisas que, teoricamente, inexistiam na antigüidade. Na foto acima, curiosas ranhuras paralelas em um monte boliviano, obviamente elaboradas há milhares de anos mediante a utilização de uma máquina desconhecida. Mas QUAL tipo de máquina teria sido mesmo essa?


Uma pergunta que também, e muito apropriadamente por sinal, se aplica àquilo que você está vendo nas fotos acima! Este é o chamado ARTEFATO DE AIUD, descoberto em 1974 na Romênia, durante uma escavação arqueológica realizada em um cemitério pré-histórico de mastodontes sob uma profundidade de 10 metros. Essa coisa de natureza não identificada é um artefato METÁLICO, confeccionado em um tipo de metal classificado pelos especialistas do Instituto de Arquelogia de Cluj-Napoca como sendo de composição "extremamente complexa", formada por uma combinação raríssima de 12 diferentes elementos, alguns deles simplesmente desconhecidos - e além disso um certo tipo de alumínio muito estranho e raro, considerado "ANÔMALO"! Os perplexos cientistas admitiram ainda que, devido ao seu formato e também às inusitadas características, esse objeto pode ter sido componente de um SISTEMA DE POUSO DE UMA MÁQUINA VOADORA de reduzidas dimensões, presente e atuante na Terra.... No perdido tempo dos mastodontes! Aliás, podemos notar que ele parece ter sido torneado, de modo a permitir o encaixe de uma outra peça (ou quem sabe um eixo), e a sua idade é calculada em mais de 20 mil anos! Alguns cientistas o consideram como uma prova irrefutável das visitas alienígenas ao nosso planeta durante a mais remota antigüidade! É, sem dúvida, a explicação mais lógica.


Mas, isso não é tudo! Também as ruínas de outrora opulentas culturas se espalham por todas as partes. Oficialmente, já que não se pode identificá-las ou mesmo sequer explicá-las, a tendência é simplesmente ignorá-las, sem contudo (e muito comodamente, aliás) procurar buscar as devidas respostas. Que fantásticas tecnologias teriam permitido isso, justamente em épocas consideradas primitivas e habitadas por culturas muito rudimentares?


Pois é! E como todos sabem, essa é a enigmática Esfinge de Gizé, no Egito, tão antiga quanto a noite dos tempos. Mas não se sabe quais exatamente foram os seus misteriosos construtores. Ela é na verdade tão antiga que somente foi desenterrada das areias do deserto durante o reinado do faraó Tutmés IV, e assim mesmo orientado por um "visão", a qual forneceu a sua localização e lhe ordenou que a escavasse. Mas seria ela a única esfinge no nosso planeta a desafiar a nossa compreensão - a sempre insistente e intrigante marca do leão dotado de feições humanas?


NÃO; de maneira alguma! Existem muitas outras, algumas elas até bem perto de nós e todavia muito pouco divulgadas! Estado do Paraná, Brasil, localidade? Próxima a Ponta Grossa. Simplesmente chocante! Um perfeito e misterioso rosto, encimando um corpo de esfinge! (FOTO: Reisenbilder - E como se pode ver, é preciso que os estrangeiros venham ao nosso país para se supreenderem, verem e as fotografarem. Lamentável mesmo!)


E veja uma outra imagem, porém com maior aproximação. O estranho personagem retratado usa até mesmo uma espécie de coroa. E alguns setores ainda tentam nos fazer engolir que isso é apenas "um mero trabalho erosivo"! Só podem mesmo estar brincando!


Teresópolis, Município do Estado do Rio de Janeiro. Sabe qual é o nome (oficial) dessa curiosa montanha? Muito apropriadamente, por sinal, "A MULHER DE PEDRA"! (FOTO: Secretaria Municipal de Turismo de Teresópolis)


E veja agora o porquê desse nome, 'Mulher de Pedra", nessa outra foto devidamente rotacionada para melhor visualização. A montanha situada logo adiante do imenso e perfeito rosto sugere um seio!


Agora, mais uma vez - nunca é demais relembrar - temos aqui a nossa famosa Esfinge da Pedra da Gávea, também no Rio de Janeiro, situada a 847 metros de altitude. Um colossal rosto de granito, enormes cintas de inscrições não identificadas e um prolongamento de corpo leonino. Já abordamos esse assunto várias vezes, sim, mas por que exatamente estaríamos voltando a ele?.....


....... Simplesmente para que você VEJA ISSO! Que extraordinária semelhança, não? O mesmo estilo, por assim dizer, da Pedra da Gávea! E você quer saber onde fica essa outra esfinge com o seu colossal rosto, por sua vez parecendo inacabado? Prepare-se para uma surpresa: fica no outro lado do Oceano Atlântico, em um outro e distante continente - precisamente em MOÇAMBIQUE, África! Seus autores? Da mesma forma que no nosso país, perdidos na noite dos tempos - muito antigos e desconhecidos!


Valle de La Luna, Argentina. Nada mais perfeito do que isso, não? Trata-se claramente de uma ESFINGE!


Califórnia, EUA. Há muitos milênios, essa efígie, ou quem sabe esfinge, contempla a hoje desolada paisagem de um canyon. Reparando nessa imagem com bastante atenção na qual podemos constatar que, tal como ocorre com todas as outras "curiosidades" arqueológicas espalhadas pelo mundo, não se trata de um mero capricho da Natureza.....


...... E nem poderia ser! Principalmente porque os seus impressionantes detalhes, apesar de já bastante desgastados pelo tempo, se tornam indiscutíveis: um toucado; formato do rosto perfeito, muito embora estranho; olho; nariz; boca.....!!!


Wyoming, também EUA. Aqui da mesma forma podemos encontrar esses estranhos monumentos, cujos nomes aliás, são mesmo "AS ESFINGES DE WYOMING"!


E também em um lugar chamado Great Gable, alguma coisa bem estranha contempla a linda paisagem a partir do topo de uma outra alta montanha.....


..... Ei-la devidamente ampliada. Não há mesmo muito o que discutir, na verdade NADA o que discutir ou sequer contestar! Uma perfeição de detalhes que jamais poderia se tratar de mera coincidência!


E ainda nos EUA, precisamente na misteriosa Sedona - lugar, aliás, especialmente preferido pelos UFOs nas suas manifestações - certas faces muito estranhas estão esculpidas nessa montanha.....


....... E que tal vê-las em maior aproximação?


Aliás, é mesmo na misteriosa Sedona que podemos encontrar as misteriosas "Esfinges de Sedona", exatamente esses outros imensos pilares encimados por indiscutíveis rostos, da mesma forma muito antigos e desconhecidos!


Alguma dúvida? Comprove no correspondente negativo.


Agora estamos vendo, na distante Romênia, uma outra misteriosa esfinge. Diga-se de passagem, no mesmo país em que foi encontrado o misterioso e intrigante ARTEFATO DE AIUD, mostrado bem acima nesta nossa página. Mera coincidência? Talvez não!


E também nos Cárpatos podemos encontrar essa outra intrigante "curiosidade" arqueológica!


Grécia, onde estamos diante de um outro muito antigo e milenar rosto de pedra - e onde, como sempre, podemos igualmente constatar que a rocha bruta foi, de fato, literalmente trabalhada.


Sorrento, Itália. Uma estranha esfinge parece montar guarda ao seu litoral. Aqui também nos deparamos com uma outra notável e muito antiga perfeição de detalhes!


E aqui, em meio a misteriosos blocos rochosos que lembram velhas ruínas, a chamada Esfinge de Tizimlil.....


...... Onde também encontramos entre essas mesmas ruínas desconhecidas a outrora imponente imagem de um pássaro que até mesmo usava um toucado bem ao estilo egípcio!


Simplesmente impressionante! Que misteriosa civilização teria deixado tais mensagens espalhadas por todos os quadrantes da Terra? Ainda não nos demos ao trabalho de contar, porém, somente nas imagens deste nosso Site podemos encontrar perto de uma centena, ou talvez bem mais, desses curiosos e sempre insistentes monumentos arqueológicos rochosos, espalhados por todos os cantos do nosso planeta. E por que será que ninguém consegue ver essas coisas? Por que motivo não interessa divulgar ou sequer pesquisar tudo isso? O quê exatamente temem aqueles que sistematicamente se recusam a enxergar essa fantástica realidade, tão gritante assim e tão avassaladora? Nesse particular, e sem qualquer dúvida, por mais perto que eventualmente possamos chegar, sempre esbarraremos no desconhecido. Contudo, não devemos jamais temer o desconhecido, uma vez que ele pode estar repleto das mais espantosas revelações e dos mais ousados e esquecidos dos conhecimentos - enfim, das grandes e das mais inquietantes verdades que afloram desde dentro, do âmago, dos poucos espíritos mais lúcidos e racionais, e que ainda hoje povoam única e tão-somente o mundo dos nossos sonhos e da nossa mais fantástica imaginação. Das verdades, das mensagens perdidas dos deuses que, apesar dos céticos e daqueles que se recusam a enxergá-las, certamente nos dias futuros do amanhã serão, enfim, propaladas, devidamente interpretadas e reconhecidas.







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