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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sábado, 25 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 208 CRUZANDO O SEGUNDO PORTAL


"Se verdadeiramente quisermos saber as respostas, sempre deveremos perguntar. Não importa quem poderá nos responder" (Sabedoria popular)





O Primeiro Portal é aquele em que vivemos, o mundo cotidiano e materialista. O Segundo Portal, repleto de coisas muito promissoras, é justamente aquele que se abre para os trilhas do Misterioso Desconhecido que nos cerca. Quixadá, Estado do Ceará, Nordeste do Brasil. Na magnífica paisagem do sertão destaca-se uma estranha montanha a qual, devido ao seu bizarro formato, foi batizada pela população local como "O Morro da Galinha Choca".....


..... Contudo, se observarmos melhor a tal montanha muito curiosa, veremos que não se trata realmente do formato de uma "galinha", mas, sim, de uma ESFINGE do tipo leonino!.....


...... Que, assim como tantas outras semelhantes espalhadas por vários pontos do planeta, denota ser mais uma fantástica obra de uma antiqüíssima civilização..... Uma antiqüíssima civilização que, evidentemente dotada de uma espantosa tecnologia, esculpia montanhas inteiras sob as mais variadas formas. Curiosamente há relatos das aparições de seres extraterrestres e de UFOs nas suas proximidades.


Quixadá, porém, nos revela outras surpresas. Oficialmente tidos como "formações erosivas plutônicas datadas de 580 milhões de anos, aliadas à natureza do clima semi-árido", os seus curiosos monólitos apresentam estranhas formas absolutamente não convencionais. Mas até que ponto tudo aquilo o que se vê pelo mundo inteiro seriam, de fato, meros trabalhos erosivos?


E que tal isso, existente no Colorado, EUA? Poderíamos, em sã consciência, atribuir coisas como essas ao simples trabalho da erosão? CLARO QUE NÃO!


Essa outra antiqüíssima escultura rochosa, por exemplo, é conhecida como "The Old Man Face" ("A face do Velho Homem") e está situada em Minesota, EUA. E assim como todas as demais espalhadas pelo mundo, não se sabe quem foram os seus misteriosos construtores.


Quer queiram ou não, não há como negar coisas tão gritantes e evidentes como essas que sem qualquer dúvida sempre denotam o trabalho de seres inteligentes. Figuras antropomórficas; rostos inusitados; representações de animais estranhos e etc., tudo isso nos leva a uma conclusão inevitável: a nossa humanidade não foi a única a habitar este pequeno planeta. Muito antes de nós, antigas culturas deixaram as suas marcas para a posteridade!


Além de extemporâneas edificações de fazer inveja à nossa moderna Engenharia! E isso - segundo diz teoricamente a História clássica - "sem dispor de qualquer tipo de tecnologia"? Muito contraditório mesmo.


Tanto na terra quanto no mar, os restos de colossais e muito antigos monumentos sobressaem assim como uma lembrança patética e lamentavelmente perdida de uma passado distante e esquecido. Quem sabe algo que nos traga uma grave e além de tudo muito solene advertência, uma lição de humildade, lembrando-nos que as civilizações são efêmeras. inevitavelmente passam, e delas, um dia qualquer, somente restarão nada mais do que ruínas esquecidas. Muitos milênios depois, assim eventualmente poderia ficar o que restar da nossa Estátua da Liberdade.


Durante todo o longo processo da evolução planetária, mares foram terras, e terras um dia foram mares. Nesse particular a Ciência clássica concorda e, portanto, NADA impede que outrora portentosas edificações tenham sido tragadas pela fúria dos oceanos, levando para as suas profundezas toda a glória das mais antigas culturas, as quais sequer sonhamos terem um dia existido. Hoje, a Arqueologia dotada de mentalidade aberta se depara com novos horizontes e a cada dia que passa novas surpresas surgem e certamente muitas outras cada vez mais surpreendentes ainda irão surgir. Na foto, ao largo da costa do Japão, uma portentosa edificação cuja idade foi estimada em mais de 8 mil anos, ou seja, elaborada por uma antiga e desconhecida cultura que viveu no período em que se convencionou chamar de "Idade da Pedra".


Tudo isso representaria um pálido retrato de um passado muito distante e esquecido que, todavia, ainda mantém estreitos laços com certas criaturas que ostensivamente rondam esses antigos monumentos. Haveria, então, uma espécie de "identidade" entre elas e os antigos construtores do remoto passado? Tudo parece indicar que SIM!


NADA SABEMOS INTEGRALMENTE! Os que encaram tal assertiva relativa à existência de perdidas civilizações e de misteriosas culturas, ou mesmo a pluralidade de mundos habitados, como lenda ou mera superstição deveriam se curvar diante de algo que a nossa Arqueologia já começa a aceitar: a real existência de seres gigantes que um dia habitaram o território da Patagônia, uma extensa faixa de terras que se estende desde a Argentina ao Chile......


..... Os relatos dos primeiros exploradores daquela região davam conta dos encontros com essas enormes criaturas humanas, cuja altura chegava perto dos três metros! Esses relatos diziam que, apesar do tamanho intimidatório, eram seres extremamente pacíficos e cordiais, muito embora falassem uma língua desconhecida. Essa antiga gravura representa essa aproximação.


E hoje, diante das mais chocantes evidências, os perplexos arqueólogos já não mais duvidam da existência dos perdidos gigantes da Patagônia. Inúmeras pegadas ficaram gravadas naquele solo imemorial, representando uma das únicas lembranças daquela desaparecida raça cuja verdadeira origem é totalmente ignorada.


Quando a Bíblia relata que "Naqueles tempos existiam os gigantes sobre a face da Terra", está, de fato, coberta de razão. Por todo o planeta os vestígios dessa misteriosa raça estão presentes. A enorme pegada acima, por sua vez, foi encontrada na Austrália.


Mesmo hoje, apesar de todo o nosso avanço científico e tecnológico há muito ainda a descobrir e a ser desvelado. Assim sendo, não podemos s duvidar de mais nada. O nosso pequeno planeta é mesmo um enorme repositório de coisas estranhas. Coisas muito estranhas que estiveram e AINDA ESTÃO presentes ao nosso redor! Nosso estimado visitante, Bruno Garcia, residente em Manaus, Norte do território brasileiro e capital do Estado do Amazonas, gentilmente nos enviou essas espantosas fotos, juntamente com uma matéria impressionante: na comunidade de Novo Milênio, a população local matou a pauladas a coisa bizarra que você vê acima. Só que a partir daí, ninguém mais conseguiu dormir em paz naquela cidade, uma vez que durante as madrugadas, e advindos das floresta próxima, sons apavorantes que lembram urros varam as madrugadas deixando todos no mais absoluto pânico.....


..... Essa estranha criatura, diríamos quase que dotada de características humanóides, possivelmente extraterrestre ou uma medonha mutação da Natureza, era hostil - chegando a tentar atacar uma criança antes de ser morta pelos moradores locais. Pesando cerca de seis quilos, aparentemente tratava-se do filhote de alguma coisa muito além da nossa imaginação. A população local acredita que os apavorantes urros advindos da Floresta Amazônica possivelmente partam da "mãe" dessa criatura, sequiosa por vingança. Pode até ser. Mas, pelo sim, pelo não, seria sempre bom jamais facilitar.







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