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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quinta-feira, 30 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 217 ARQUIVOS INSÓLITOS



"Isso nos leva a um conjunto de fatos que qualquer um, tendo espírito verdadeiramente isento de preconceitos, deveria levar em consideração" (Jacques Bergier - O Livro do Inexplicável)





Epa! Veja só quem está olhando para você bem no início desta página. Imagine agora que você vivesse nos distantes tempos da pré-história e se deparasse com uma coisa dessas fitando-o com uma aparência ameaçadora e além de tudo faminta. Apavorante, não? Agora imagine multiplicar o tamanho dessa coisa por CEM..... Ou, quem sabe, talvez muito MAIS do que isso? (FOTO © National Geographic)


E você conseguiria imaginar uma fera pré-histórica semelhante, gigantesca e terrivelmente predadora, que há 110 milhões de anos recuados no nosso passado, bem no chamado Período Médio Cretáceo, fosse capaz de caçar e DEVORAR um enorme dinossauro inteiro? Pois saiba que essa criatura dos pesadelos, de fato, existiu!


Foi precisamente no Deserto do Saara, em território da Nigéria, exatamente em uma região chamada Gadoufaoua, que o arqueólogo Paul Sereno da equipe da National Geographic Society descobriu um gigantesco fóssil daquilo que foi denominado Sarcosuchus Imperator, o maior crocodilo (ou coisa parecida) que viveu em toda a face da Terra!


Note-se a comparação entre o crânio e a mandíbula de um moderno crocodilo e os daquela colossal besta pré-histórica! Verdadeiramente impressionante! No entanto, ficou provado que o Sarcosuchus Imperator NÃO FOI o ancestral direto dos nossos modernos crocodilos. Tratava-se de uma espécie inédita, até então totalmente desconhecida.


Essa "gracinha", habitava a região do atual Saara nos tempos em que ali existiam verdejantes florestas e caudalosos rios e, tal como os modernos crocodilos, traiçoeiramente espreitava as suas vítimas para então desferir o seu ataque fatal devorando tudo o que estivesse no seu caminho. Os crocodilos atuais se utilizam de uma técnica terrivelmente sinistra: primeiramente mordem a vítima com uma força brutal para depois realizar a manobra conhecida como "o giro da morte" - ou seja, giram o próprio corpo várias vezes com a vítima presa aos seus poderosos dentes para afogá-las e simultaneamente dilacerá-las. Agora imagine qual a força necessária para fazer "girar" um dinossauro pesando várias toneladas, assim como o Sarcosuchus Imperator fazia sem dispender qualquer esforço no passado!


Essa fera, cuja reconstituição em um museu vemos acima, possuía um comprimento de 12 metros (o equivalente à altura de um prédio de 4 andares!) e a sua letal mordida foi avaliada em uma força equivalente a 72 toneladas! Nada podia sobreviver ou escapar do seu mortífero e traiçoeiro ataque.


Uma "simpatia", não? De fato, na nossa mais remota pré-história seria um eventual encontro nada agradável aquele com essa bestial criatura. Somente a mandíbula dessa fera predadora possuía cerca de 100 enormes dentes terrivelmente perfurantes e esmagadores e o seu peso equivalia a cerca de 10 toneladas. A sensacional e inédita descoberta do colossal fóssil do Sarcosuchus Imperator nos prova, mais uma vez, que NADA SABEMOS e que todos os conhecimentos em que nos baseamos são verdadeiramente INCOMPLETOS. E, por outro lado, também nos prova que a extinção de toda e qualquer espécie, por mais poderosa que seja, é uma realidade - na verdade uma Lei da Natureza, existente desde sempre sobre a face da Terra.


Se com relação às coisas que nos cercam NADA SABEMOS, como então simplesmente negar a existência de certas outras coisas que nos chegam desde algures? Como negar que possam existir miríades de outras civilizações inteligentes espalhadas pelo Universo? Como, então, negar que possam existir tecnologias talvez milhões de anos à nossa própria frente? Esse princípio igualmente se aplica aos intrigantes UFOs, desde muito tempo presentes na nossa atmosfera. Na foto, um outro rumoroso caso ocorrido em Kecksburg, Pensilvânia, EUA: (FOTO: Richard Champine)


Era o dia 9 de dezembro de 1965, quando um objeto voador não identificado foi rastreado desde o território do Canadá até percorrer os céus de vários Estados Norte-americanos, tais como Michigan e Ohio, até atingir a Pensilvânia, sendo inclusive avistado por milhares de testemunhas durante a sua trajetória.


O estranho objeto embateu-se contra o solo, ou então deixou cair uma espécie de grande cápsula, naturalmente atraindo a população para o local.


Logo, autoridades militares isolaram o local e se apoderaram do objeto, dotado do tamanho de um automóvel e oficialmente depois classificado como "um meteoro". Porém, esse terá sido o "meteoro" mais maroto de toda a história do planeta Terra, uma vez que as testemunhas descreveram que o corpo do curioso artefato encontrado era coberto por uma cinta de caracteres alfabéticos desconhecidos, conforme nos mostra a ilustração acima feita por uma das atônitas testemunhas.


"Propriedade do Governo Americano, Não Ultrapasse" - diz o cartaz constante na capa deste vídeo que aborda o acidente com o UFO em Kecksburg, mostrando o que se passou local após ser devidamente interditado pelo Exército daquele país. E se foi mesmo um simples meteoro, porque se tornaria "Propriedade do Governo Americano"? Para abafar ocaso, chegaram a dizer que poderia ter se tratado "de um satélite russo que teria reentrado na atmosfera". Porém, nenhum satélite de qualquer origem terrestre havia penetrado na atmosfera naquela ocasião. Diante das pressões dos jornalistas e dos pesquisadores, curiosamente, os documentos em poder da NASA sobre o incidente desapareceram misteriosamente. E veja que sutileza ímpar nas declarações oficias da NASA (grifos nossos): - "As a rule, we don't track UFOs. What we could do, and what we apparently did as experts in spacecraft in the 1960s, was to take a look at whatever it was and give our expert opinion. We did that, we boxed (the case) up and that was the end of it. Unfortunately, the documents supporting those findings were misplaced." - em outras palavras: - "Como regra geral não RASTREAMOS UFOS. O que podemos fazer e o que APARENTEMENTE fizemos como especialistas em ESPAÇONAVES nos anos 60 foi dar uma olhada no que quer que aquilo fosse e dar a nossa opinião abalizada. Nós fizemos isso e arquivamos o caso para por fim ao assunto. Lamentavelmente, os documentos a respeito foram perdidos".


E tal como alguns perdidos espécimes da Natureza, ou os intrigantes UFOs, da mesma forma que não se pode rejeitar ou simplesmente fingir que não vemos as marcas relativas à existência de evoluídas civilizações no remoto passado terrestre, as quais nos legaram, espalhados por quase todos os quadrantes do mundo, os seus inusitados monumentos. Na foto, o colossal rosto esculpido na rocha de Joshua Tree, Califórnia. Nada mais evidente e mais claro do que isso! (FOTO: © Don Baccus)


Grand Teton National Park, também nos EUA. Mais um incrível prodígio do passado: toda uma montanha esculpida sob a forma de um rosto fitando o céu! Se tem alguma dúvida, veja o seu reflexo na água do lago. E também não deixe de notar uma clara forma piramidal quase na extremidade esquerda do rosto. Coincidências? Claro que não! Coincidências simplesmente não existem. (FOTO: especial cortesia do nosso estimado visitante Luis Borguignon, EUA)


Há, ainda, em vários lugares mais remotos da Terra, estranhos túneis artificialmente escavados mediante a utilização de uma tecnologia teoricamente não disponível durante o mais remoto passado e que conduzem ao interior desconhecido do planeta - onde, por sinal, as mais antigas tradições dizem ter habitado uma estranha civilização e de onde, atualmente, ainda partiriam alguns UFOs nas suas incursões pela nossa atmosfera! Acima, vemos um deles situado na Cordilheira dos Pirineus, entre o País Basco e a França. (FOTO: por especial cortesia do nosso estimado visitante Jacobo Lanzas, Espanha)


Essas marcas relativas às prodigiosas civilizações do passado tornam-se provas contundentes e irrefutáveis, apesar das sempre presentes manobras dos negadores que visam a acobertá-las. Em 4 de julhode 1945, um avião espião da Inteligência dos EUA tomou essa foto sobre uma região da China denominada Xian, ou Sian, claramente nela mostrando a existência de cerca de SETENTA PIRÂMIDES. Sabe-se que por "razões de segurança" (?) essa infomação foi mantida por décadas sob o mais completo e rigoroso sigilo. O mesmo sigilo do qual as autoridades chinesas também se utilizam até hoje para impedir qualquer acesso ao local, até mesmo para a sua população.


Pois é! Não se pode negar aquilo que não pode ser negado. Existem realmente muitas coisas ao nosso redor para as quais ainda não surgiram quaisquer explicações lógicas. Nosso estimado visitante, Wagner D., gentilmente nos enviou essa curiosa foto, tomada em uma certa manhã no interior do seu próprio quarto. Ele acordou com um estranho raio luminoso que percorria o ambiente, manifestando-se por breves momentos. Contudo, não havia quaisquer portas ou janelas abertas! Aturdido pelo espanto, Wagner tomou sua máquina digital e fotografou aquele insólito fenômeno vindo sabe-se lá de onde.....


..... E para sua surpresa, a foto revelou uma espécie de rosto contido no tal fugaz raio luminoso, aqui melhor visualizado na sua correspondente ampliação. Que espécie de insólito fenômeno teria sido mesmo esse? Um fantasma; uma manifestação dimensional; uma memória atômica do ambiente; um visitante de algures; ou então exatamente.... O quê?


E o quê exatamente poderíamos dizer a respeito daquilo que vemos acima? Foi em um misterioso e incontrolável incêndio, ocorrido em outubro de 2005 - cujos perplexos investigadores não puderam achar as causas e disseminado a partir de uma loja de animais de Michigantown, Indiana, também nos EUA - que foi resgatada a única sobrevivente da fúria das chamas: uma tartaruga curiosamente chamada de Lucky ("sortuda") a qual inexplicavelmente teve gravado no seu casco uma imagem demoníaca, logo classificada pelos populares e até mesmo pela proprietária da loja como sendo a imagem de Satã, o príncipe das trevas. Alguns pesquisadores do oculto sugeriram que a criatura do mal deixou a sua imagem gravada, tal como uma espécie de mensagem, dizendo que esteve presente naquela catástrofe e imolara os animais expostos na loja assim como uma espécie de sacrifício. Até hoje ninguém soube de onde (e como) surgiu o fogo fatal, incontrolável, devorador (e talvez literalmente infernal) que inclusive destruiu várias lojas da vizinhança! Estranho? Sim, porém a experiência sempre nos ensina que diante de todas as evidências não se pode mesmo duvidar de mais nada!









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