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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 31 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 219 LEGENDÁRIOS TESTEMUNHOS!



"Ignoramos o que sabemos porque a razão nô-lo oculta. Quando o irracional aflora em nossa zona de conhecimento, assombra-nos a 
existência de uma sabedoria que é patrimônio original de cada homem e tesouro comum da humanidade desde o começo dos tempos, mas que jaz esquecida no subconsciente mais profundo" (Marcus Silverman - A Pirâmide Submersa no Triângulo das Bermudas)



Novamente a misteriosa Floresta Amazônica Brasileira! Um dos nossos estimados visitantes gentilmente nos enviou esta imagem, como também as outras que se seguem, frutos das suas pesquisas através das imagens por satélites do excelente Google Earth. Em meio à selva hostil e impenetrável, um estranho e além de tudo insólito brilho se faz presente! (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


E o correspondente negativo, devidamente ampliado, nos mostra algo que faz lembrar um UFO flagrado pelo satélite quando emergia de uma fenda no subsolo - possivelmente uma base alienígena infiltrada no nosso mundo. E além de tudo muito bem camuflada!!!


Sim, coisas estranhas existem e os piores cegos são justamente aqueles que se recusam a ver. Aqui temos outra tomada por satélite mostrando uma área do Atlântico Norte. Repare naquele estranho ponto azul, situado bem ao centro da imagem, tomada a uma altitude de cerca de mil quilômetros..... (FOTO: © NASA/TerraMetrics/Google)


..... E veja que sutileza quando a imagem do satélite dele se aproxima a uma altitude que corresponde a 50 metros: simplesmente ocorre um estranho bloqueio na imagem, como se uma muito eficiente barreira de proteção eletromagnética impedisse o acesso dos olhares curiosos! Nessa região, por sinal, suspeita-se que existam as ruínas da submersa Atlântida, fazendo também parte adjacente do famigerado Triângulo das Bermudas. (FOTO: © NASA/Google)


Lembremos que em algum lugar dessa mesma região, situada entre Bimini e os Açores, o Dr. Raymond Brown e a sua equipe de mergulhadores localizaram uma colossal pirâmide submersa, mais ou menos como a da ilustração acima, a qual parecia emitir uma estranha energia resplandecente e aparentemente era toda elaborada em uma espécie de cristal - e além disso muito maior do que aquela em Gizé, no Egito! E a equipe também avistou nas redondezas estranhas ruínas submersas que de certa forma lembravam ARTE E ARQUITETURA EGÍPCIAS! Faz sentido: o Antigo Egito foi nos seus primórdios uma colônia atlante.


E penetrando em uma abertura situada na imensa estrutura da pirâmide submersa, o Dr. Brown viu-se diante de uma espécie de recinto luminoso no qual existiam estranhos assentos e ainda uma esfera de cristal postada entre duas imensas mãos metálicas! (Ilustração: Marcus Silverman)


Detalhes do cristal geomagnético existente no interior da pirâmide do Atlântico. O Dr. Brown conseguiu retirá-lo mas temendo que a sua descoberta pudesse ser confiscada pelo Governo Americano jamais revelou o exato local onde se situa tal colossal monumento! Sabe-se que outros membros da sua expedição perderam misteriosamente as suas vidas quando tentaram isoladamente retornar ao local.


E segundo o notável pesquisador e escritor Marcus Silverman - com o qual inteiramente concordamos - as radiações em espiral logarítmica dessa pirâmide submersa no Atlântico produziriam o efeito de enlouquecer as bússolas e os giroscópios dos navios e aviões, fazendo-os desaparecer no malfadado triângulo das Bermudas. Da nossa parte, ainda poderíamos acrescentar que, da mesma forma, interfeririam nos radares e nas radiocomunicações. Pode, inclusive, ser algo semelhante ao que ocorre na Floresta Amazônica Brasileira, onde um enorme "ponto cego" impede as comunicações das aeronaves e ainda neutraliza os seus instrumentos de bordo. (Ilustração: Marcus Silverman)


Que existem ruínas lá por baixo do Atlântico não existe a menor dúvida. O problema é que muito comodamente se recusam admitir isso e sequer movem uma palha para tentar explorar o mistério. Lembremos que em uma outra área próxima do Triângulo das Bermudas, o sonar da embarcação do Capitão Don Henry registrou no gráfico acima a existência de uma outra. O que signifca que possam existir várias delas, além de uma profusão de antigas estruturas submersas também já detectadas.


De fato, existem muitas coisa fantásticas - sejam na terra como no mar - que ainda "dormem" nas inexploradas profundezas do nosso planeta! E no misterioso Lago Titicaca, na Bolívia, considerado o lago mais alto do mundo e onde existem misteriosas ruínas - a maioria delas ainda submersa e inexplorada - dois estranhos pontos azulados também sinalizam para o espaço exterior! (FOTO: © TerraMetrics/Europa Technologies/Google)


Algo que também ocorre no território brasileiro, bem na sua região Sudeste, precisamente na Lagoa do Barros. (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


E agora, VEJA ISTO que outro dos nossos estimados visitantes descobriu no Google Earth e gentilmente também nos enviou! É simplesmente fantástico, e note-se que o próprio cadastro de imagens por satélites do Google o batizou de "Indio"! Aliás, não há mesmo como negar tal semelhança diante de uma prova tão evidente e tão gritante quanto esta. (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


Não, decididamente NÃO! Você concordaria conosco que isso jamais poderia se tratar de um mero capricho da Natureza? E também concordaria que somente dá para imaginar a realização de uma obra colossal como essa, a qual esculpiu enormes cadeias de montanhas em tempos esquecidos do remoto passado terrestre mediante a utilização de uma tecnologia mesmo hoje inatingida pela nossa moderna civilização? E, além do mais, que isso não representaria propriamente um "índio", mas, sim, o perfil de um imponente personagem advindo de um passado perdido? Mas QUAL exatamente? Lembremos, por oportuno, que obras como essa - isto é, somente visíveis a partir do espaço exterior - unicamente são encontradas.... No longínquo planeta MARTE! E além do mais, quem quer que tenha feito isto jamais o poderia ter feito a partir do solo mas, sim, DESDE O CÉU - em outras palavras, utilizando-se de máquinas voadoras para demarcar e gravar tais inusitados relevos! E como teriam gravado?


Agora, sim, começamos a entender porque as antigas culturas esculpiam suas máscaras cerimoniais e os seus adornos religiosos homenageando certas figuras cujas imagens decididamente não fazem parte deste nosso mundo. Entendemos exatamente o porquê de seus "deuses" sempre terem chegado dos céus. Uma vez que tudo isso sendo considerado como "meras superstições" pelos céticos e por alguns arqueólogos mais ortodoxos, bem ao contrário das opiniões deles, constatamos que TUDO, tudo mesmo, passa a se encaixar com uma espantosa e fantástica precisão nesse nosso intrigante, porém bastante revelador, quebra-cabeças!








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