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sábado, 11 de julho de 2015

O "Stonehenge Brasileiro", um monumento esquecido


Todo mundo conhece o famoso Stonehenge localizado no Reino Unido, certo? 
Mas o que pouquíssimos brasileiros sabem é que existe um monumento comparável aquele do sul da Inglaterra, mas a diferença é que ele se encontra aqui mesmo, em nosso país.

Pouca gente sabe, mas o Brasil também possui um monumento comparável a Stonehenge, o famoso círculo de pedras do sul da Inglaterra. Localizado em Calçoene, no interior do Amapá, a área tem sido estudada por pesquisadores desde 2005 e, no futuro, deve se transformar em um parque arqueológico aberto para visitação.


Localização
Localizado em Calçoene, no interior do Amapá, encontra-se o “Stonehenge brasileiro” , ou “Stonehenge do Brasil”, como é chamado. O local tem o nome de Parque Arqueológico do Solstício, onde abriga o monumento Observatório Astronômico de Calçoene.

Estrutura

A estrutura é circular, feita por blocos de granito de aproximadamente 30 metros de diâmetro, e era o local de cerimônias indígenas há cerca de 1.100 anos. Segundo os pesquisadores, essas cerimônias aconteciam entre os dias 21 e 22, durante o solstício, quando a configuração das pedras permitem observar o percurso do Sol. Além disso, o local era usado para enterrar grandes personalidades da tribo. Os arqueólogos também encontraram artefatos como vasos, pratos e tigelas de cerâmicas no local.






As técnicas utilizadas na construção do “Stonhenge do Brasil” são desconhecidas, assim como aquelas utilizadas na construção de outros monumentos parecidos, espalhados ao redor do mundo.
As primeiras observações arqueológicas no Stonehenge brasileiro foram feitas no fim doséculo 19, mas o sítio acabou ficando esquecido com o tempo. Somente em 2005 que ele começou a ser explorado novamente, e hoje, o órgão responsável pela preservação do local é o IEPA (instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do estado do Amapá).






Mas infelizmente, o fato mais curioso de todos não é nem a construção em si, mas sim o fato que pouquíssimas pessoas sabem sobre a existência desse monumento… Futuramente o governo deseja transformar o local em um Parque Arqueológico aberto para visitação.

NOTA: A reportagem, apesar de parca em informações, ao menos nos ajuda a entender queos arqueólogos praticamente ´nada´ sabem sobre o local. O arqueólogo do IEPA já se adiantou a dizer que o nome “Stonehenge brasileiro” tiraria a “originalidade” do local… ora, mas se nada se sabe sobre a obra – sequer se há alguma ligação, ao menos em tese, das idéias dos construtores de Stonehenge com a descoberta no Amapá – e já se adianta, em um esforço patriótico espúrio em preservar a “originalidade” do sítio brasileiro. Mais que este “esforço patriótico”, a população nacional quer ver resultados, srs. arqueólogos,que trabalham financiados na maioria das vezes com dinheiro público! Mostrem um pouco de trabalho e informem quem construiu, quando e porquê! Este é, sem dúvida, um achado extraordinário. Vejam que o sítio estavaabandonado até 2005!! Está na hora de recuperarmos o tempo perdido e investigarmos que tipo de civilização que, em solo nacional, observava o solstício. A reportagem também não informa, mas há dois solstícios: o de inverno, que no hemisfério sul situa-se entre 20 e 21 de Junho; e o de verão, que no nosso hemisfério situa-se entre 21 e 22 de dezembro. O solstício de inverno é o dia em que há menos incidência de luz solar. O oposto ocorre no solstício de verão. Pelo que sei, não há registros de civilizações antigas em nosso território que tinham observatórios como o do sítio de Rego Grande. Talvez, a civilização que o construiu tenha tido contato com outras civilizações indígenas, com outras idéias, podendo chegar até às grandes civilizações sul e mesoamericanas, cujas ligações sócio-culturais foram muito maiores, em termos geográficos, do que se imaginava.


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