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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sábado, 1 de agosto de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 222 EQUINOX



"As tradições mais fantásticas, como as aventuras romanescas, sempre suscitam prolongamentos, continuidades que pertencem, naturalmente, muitas vezes ao âmbito das fábulas; 

contudo, acontece que na origem, no fundo, encontramos a substância de uma revelação verídica" (Robert Charroux - O Livro do Passado Misterioso)






Equinócio é o ponto da órbita da Terra onde se registra igual duração do dia e da noite. Na Arqueologia insólita, um dos ramos mais promissores do Realismo Fantástico, existe um notável ponto figurativamente comum com relação a isso. Há, de fato, e muito embora muitos se recusem a admitir, uma espécie de "Equinócio", isto é, um ponto aglutinante onde as "coincidências" das pistas, existentes nas noites do passado e evidentes nos dias do presente, nos levam a reconhecer que tudo tem um elo notavelmente único e comum. Na foto, as impressionantes pirâmides existentes na China, precisamente na região de Xyanyang. (FOTO: © Europa Technologies/DigitalGlobe/Google)


É, de fato, insólito e inexplicável o fato de existirem pirâmides na China, contudo elas realmente existem e ninguém sabe quem as construiu e principalmente quando. Aqui, umas das enormes pirâmides de Xyanyang, vista em maior aproximação da imagem por satélite. Repare com bastante atenção no seu topo. (FOTO: © Europa Technologies/DigitalGlobe/Google)


E aqui, temos uma imagem das pirâmides de Gizé, no Egito. Reparou também no topo da pirâmide inferior?..... (FOTO: © DigitalGlobe/ Europa Technologies/Google)


..... Por que é exatamente para ISSO que desejamos chamar a sua atenção: são idênticas, o mesmo padrão, o mesmo estilo, TODAS orientadas com precisão para os Norte e, conseqüentemente, para os demais Pontos Cardeais, apesar da distância existente entre os dois países - a China e Egito! E principalmente que - assim como todas as evidências atestam tornando-se ainda mais evidente - fica muito difícil negar o fato de que OS MISTERIOSOS CONSTRUTORES TERIAM SIDO OS MESMOS!


Não se pode negar que as pirâmides acham-se, de fato, espalhadas por quase todo os pontos do planeta, ainda que seja nos lugares mais inusitados e impensados. Repare bem, por exemplo, nessa foto por satélite de um lago situado nos EUA, precisamente no Estado de Nevada. Deu para notar uma visível protuberância em meio às suas águas, quase na lateral esquerda do lago?....


..... E é justamente por ISSO que o lago se chama Pyramid Lake, ou "Lago da Pirâmide"! Há alguma coisa bem estranha sobressaindo às suas águas que, apesar da opinião oficial de que se trata de um mero capricho da Natureza, as evidências nos dizem exatamente o contrário. Em primeiro lugar, embora muito corroído, note-se a plataforma da sua base claramente esculpida como também o seu nítido formato piramidal; e em segundo lugar......


..... Apesar do implacável desgaste causado pelo tempo, há estranhos rostos, possivelmente leoninos, esculpidos na sua estrutura!!!


E não deixe também de notar este outro, situado bem na lateral direita da foto da pirâmide, o qual, tal como uma esfinge, projeta as suas garras sobre a sua plataforma inferior!


Sim, as pirâmides onde quer que se situem são as marcas, digamos, "registradas" de uma avançada civilização que, percorrendo o mundo de continente em continente, nos precedeu há muitos milhares de anos atrás e da qual sequer suspeitamos a existência. Na imagem, vemos a intrincada rede da Bacia Hidrográfica existente na Amazônia Brasileira, selvas inexploradas também conhecidas como "O Inferno Verde".


Algo verdadeiramente de se perder o fôlego, esse emaranhado axial de rios com os seus incontáveis afluentes, quase todos ainda inexplorados e correndo seus cursos pela mata virgem impenetrável, intocada há milhões de anos, acaba de revelar aos Arqueólogos conscientes uma espantosa surpresa: (IMAGEM: © WWF)


A existência da misteriosa "Terra Preta" tem trazido ao Brasil pesquisadores, Cientistas e Arqueólogos das mais diversas nacionalidades, todos interessados em pesquisar não só nesse estranho tipo de solo, o qual não existe em qualquer outro lugar do planeta e se sobrepõe à terra nativa - parecendo ainda ter sido ARTIFICIALMENTE INDUSTRIALIZADO e deliberadamente colocado em determinadas regiões da Amazônia Brasileira de modo a ter permitido em um passado remotíssimo a existência e a manutenção de uma avançada civilização! O segundo ponto de interesse desses pesquisadores é que, nas diversas camadas desse solo, têm sido encontrados vestígios da passagem dessa civilização, notadamente os restos de refinados exemplares de cerâmica, tais como os da foto acima. Um certo tipo de cerâmica notavelmente semelhante com o que encontraremos em outros países das América do Sul e Central - oriundo de antigas culturas, assim como os Maias e os Astecas, contudo infinitamente muito mais antigo do que estes. (FOTO: Governo do Estado do Amazonas)


Os índios da Amazônia Brasileira são dotados de uma beleza também muito refinada e rara, realmente um tipo étnico bastante exótico e misterioso - talvez uma reminiscência, um elo daquela antiga cultura que há milênios por lá passara. E ainda hoje (uma outra reminiscência dos mais remotos tempos) eles praticam com perfeição a arte da cerâmica.


E em meio às densas selvas do Amazonas, existem não só misteriosos símbolos e sinais, como também os intrigantes restos já bastante desgastados pelo tempo de imensos monumentos esculpidos em montanhas inteiras. Repare bem nessa imagem: à sua esquerda, há uma espécie de totem do qual sobressai o perfil de um rosto. Logo acima dele, na montanha ao fundo, pode-se notar parte de um outro imenso perfil esculpido no topo, e ainda.....


..... Veja no correspondente negativo a forma de duas imensas criaturas também esculpidas na montanha, de certo modo lembrando sarcófagos em posição vertical. Os braços caídos são extremamente nítidos - e repare também no perfeito detalhe da mão!


Isso sem contar as imagens por satélites que nos mostram a existências de inúmeras pirâmides perdidas em meio à vastidão da floresta virgem. As mostradas na foto se situam nas proximidades da fronteira com o Peru.


Há, também, os inegáveis vestígios das ruínas de antigas cidades espalhadas em profusão em meio às selvas da Amazônia, não só no Brasil como também nos territórios do Peru, Venezuela, Equador e Bolívia.


Como então negar as evidências diante de tudo aquilo que a moderna tecnologia dos satélites nos mostra?


O mesmo detalhe anterior, devidamente ampliado e colocado em negativo para melhor visualização, nos mostra a existência de doze curiosas estruturas que lembram pirâmides, postadas em perfeita simetria em meio às selvas. Meras formações naturais? DE MANEIRA ALGUMA!


A chave para este enigma parece estar encerrada precisamente na chamada "Terra Preta", conforme já vimos em uma página anterior, uma estranha camada de terra artificial colocada em ALGUNS PONTOS sobre o solo amazônico, notadamente na Floresta Brasileira. É uma diferença brutal, conforme se constata no quadro acima: à esquerda o tipo de solo predominante a Selva Amazônica. Ao lado, o mesmo tipo de solo recoberto com a "Terra Preta" - segundo os cientistas brasileiros "TPA, Terra Preta Arqueológica" - uma mistura espantosamente rica e dotada de elevadas concentrações de zinco, cálcio, manganês, fósforo, carbono e magnésio. Por mais de 100 anos, reconhecem os Cientistas, ainda não se conseguiu precisar a maneira como esse tipo de solo foi (ou ainda pode ser) formado. Em tempos históricos muito recuados, tudo indica que alguém DELIBERADAMENTE o espalhou (e não se sabe como) em áreas não maiores que três hectares, mediante camadas que oscilam entre 40 e 60 centímetros!


Tudo muito estranho! Porém, o mais estranho é que a existência da chamada "Terra Preta" não está apenas limitada à Amazônia Brasileira. Na foto, um cientista americano explora um sítio arqueológico no Peru, também guarnecido da tal desconhecida terra, e mostra nas camadas inferiores do solo a existência de restos de cerâmicas deixadas em um passado remotíssimo pela mesma misteriosa civilização. Os cientistas americanos, um deles Johannes Lehmann da Cornell University, constataram que essa misteriosa "Terra Preta", a qual estão tentando ainda sem sucesso reproduzir em laboratórios, foi HUMANAMENTE CRIADA HÁ MAIS DE 4 MIL ANOS, sendo dotada de fantásticas características tais como aquilo que classificaram como "Carbono Negativo", dispensado a utilização de fertilizantes - JAMAIS SE DEGRADANDO e podendo inclusive ser utilizada como notável fonte alternativa de combustíveis! Em outras palavras, um exemplo chocante de uma espantosa tecnologia existente no mais remoto passado e ainda hoje desconhecida pela nossa Ciência, totalmente incapaz de a reproduzir! (FOTO: University of Florida, School of Natural Resources)


As marcações do mapa nos mostram nos quadrados (são cerca de 350 pontos já demarcados!) os locais onde a "Terra Preta", um solo classificado como "Antropogênico", foi artificialmente sobreposto ao solo amazônico. Dá para se notar que houve rotas de deslocamento bem delimitadas (e quanto a isso chamamos a sua atenção justamente para o ponto situado quase na extremidade superior direita da imagem). Explica-se: o solo da Amazônia, apesar de abundante em vegetação, é amarelo, pobre em nutrientes, não sendo, portanto, propício à agricultura. Qualquer povo que por ele viajasse necessitaria prover a sua alimentação, estabelecendo-se temporariamente em alguns pontos e assim forçosamente praticando a agricultura de subsistência.


E agora vem a surpresa: as pesquisas quanto aos deslocamentos dessa misteriosa civilização através da Selva Amazônica estão sendo atualmente desenvolvidas no Brasil não só por arqueólogos e cientistas estrangeiros, como também pelos brilhantes e esforçados arqueólogos da USP (Universidade do Estado de São Paulo). Todos eles - no que aliás igualmente concordam alguns historiadores dotados de mentalidade aberta - são unânimes em suspeitar QUE ESSA CIVILIZAÇÃO DESCONHECIDA, vinda da foz do RIO AMAZONAS e portanto do Leste - isto é, provavelmente advinda DO MAR - através das propícias características axiais (e penetrantes em todo o Continente) dos afluentes dos rios amazônicos, FOI A MESMA QUE SE ESPALHOU POR TODA AS AMÉRICAS, notadamente a do Sul, muito antes dos Incas e dos Astecas, dando assim origem à colonização de TODO O CONTINENTE!!!


Portanto, seria muito natural que as marcas da sua passagem estivessem, de fato, espalhadas em meio às selvas: não só através dos resíduos de cerâmicas e outros utensílios, como também restos de pirâmides, monumentos, velhas cidades e fortificações ainda não revelados, os quais não seriam meramente lendas! o Coronel inglês Percy Fawcett afirmava estar plenamente convicto quanto à existência de velhas cidades ATLANTES, algumas talvez ainda habitadas, perdidas em meio à densidão da Floresta Amazônica. Os índios inclusive lhe haviam revelado que, nessas cidades, estranhas luminárias irradiavam sua luz postadas no topo de imensos pilares!


Fawcett, por sinal, estava de posse de um misterioso ídolo em basalto (reprodução de sua autoria, acima), artefato este repleto de inscrições desconhecidas que indicariam o caminho para uma dessas cidades perdidas, a qual chamava de "Z". Esse curioso artefato parecia estranhamente carregado com uma misteriosa energia, emitindo algo muito semelhante a descargas elétricas dotadas de fraca intensidade.


Mas, tal como uma espécie de anátema, a procura pela cidade "Z" fez com que no ano de 1925 e a partir do Estado de Mato Grosso, Fawcett e seus dois acompanhantes, seu filho Jack e Raleigh Rimel, desaparecessem para sempre e em meio à vastidão da Florestas Amazônica sem deixarem quaisquer traços. E muitos que tentaram encontrá-los igualmente sumiram. Assinalado no mapa, vemos a área onde atualmente se suspeita que Fawcett procurava pela cidade perdida de "Z".....


..... E seguindo-se a suspeita mostrada no mapa anterior relativamente à suposta localização de "Z", a imagem por satélite realmente nos mostra na área por ele demarcada algo bastante estranho e sobremaneira distoante da densa floresta ao redor. (FOTO: © TerraMetrics/Google)


Rstos de velhas cidades? Nada demais nisso! Antigos documentos guardados em bibliotecas brasileiras, originários dos tempos da colonização do país, claramente relatam a existência dessas cidades perdidas na Amazônia. Muitos exploradores, de fato, afirmaram que as viram.


E seja lá qual tenha sido essa misteriosa civilização que se espalhou pelas Américas, todas as pistas então se unem, convergem e interagem, para solucionar esse intrigante mistério. Os conquistadores espanhóis, bem como os colonizadores portugueses do Brasil, ouviram dos índios os sempre insistentes relatos sobre a existência dessas cidades perdidas em meio às densas selvas - as quais, tão reverenciadas, temidas e sagradas que nem mesmo esses silvícolas ousavam se aproximar. Cidades conhecidas como Muribeca, Paititi, Eldorado (e principalmente as três cidades dos "deuses" chamadas Akhaim, Akhanis e Akhakor) talvez não tenham sido meramente lendas, mas, sim, tradições HISTÓRICAS passadas de geração em geração pelos ancestrais desses índios. Manoa ou Eldorado, assim como foi batizada pelos espanhóis (e que por sinal à procura da qual muitas vidas foram perdidas), por exemplo, era, segundo as lendas, circundada por um lago e repleta de templos e edificações cobertos em ouro e pedras preciosas. Estaria localizada em algum lugar das inexploradas florestas do Vale Amazônico, vindo com o tempo a desaparecer em meio à selva hostil. É tudo muito estranho, pois até hoje, tanto na Amazônia quanto nas proximidades dos Andes, os índios relatam seus contatos esporádicos com um certo povo desconhecido de raça branca que ainda habitaria suas velhas cidades escondidas em meio às selvas Amazônicas.


Pirâmides; suntuosas edificações; Nazca; Ica; Macchu Pichu; várias outras misteriosas ruínas; portentosos monumentos; e tantas outras intrigantes evidências quanto à presença de uma prodigiosa civilização do passado, a qual, pelo fato de ter sido muito mais antiga, deixou seu legado às velhas culturas conhecidas das Américas, são as peças chave desse quebra-cabeças que cada vez mais se torna muito claro, intensamente discernível. E o fato já devidamente pressentido pelos Cientistas e pelos Arqueólogos mais lúcidos de essa prodigiosa civilização ter vindo precisamente do LESTE, isto é, desde os lados do Oceano Atlântico, para depois se espalhar a partir da Amazônia, posteriormente vindo a colonizar e se estabelecer nos lugares que hoje se tornaram diversos países - sejam das Américas do Sul, Central e até do Norte - nos faz parar de modo a honestamente refletir: - Quem sabe talvez aquilo que os "heréticos" autores do Realismo Fantástico (tão criticados pelos ortodoxos e pelos céticos que os acusam de perverter com as suas "baboseiras" a Arqueologia tradicional) desde muito especulam, não esteja completamente desprovido de uma lógica muito surpreendente e até mesmo - por que não dizer - PERFEITAMENTE VÁLIDA E VERDADEIRA?








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