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terça-feira, 4 de agosto de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 227 VESTÍGIOS LATENTES



"Por isso é que não temeremos, ainda que a terra passe por uma mudança. 
E ainda que os montes cambaleiem para dentro do coração do vasto mar; ainda que as águas sejam turbulentas e espumem, ainda que os montes tremam diante do seu alvoroço" (Salmos - Cap. 46, Vs. 2/3)




Há enormes e grandiosos mistérios escondidos por detrás daquela que seria a verdadeira e não contada História deste nosso pequeno planeta. Muito embora as gritantes evidências sejam enfaticamente rejeitadas pelos céticos e também por alguns setores acadêmicos, elas estão presentes por todos os lados, sempre à inteira disposição daqueles poucos que ainda têm olhos para ver e ouvidos para ouvir. Contudo, pouco a pouco, alguns cientistas, arqueólogos e a humanidade lúcida em geral, começam a questionar os velhos e carcomidos dogmas e assim procurar as pistas que conduzirão a uma revolução nunca antes sonhada pelo conhecimento humano. Os latentes vestígios, muito deles velados sob um bem elaborado simbolismo, nos levam aos antigos "deuses" tão reverenciados pelos povos primitivos, "deuses" estes que aos olhos deste Terceiro Milênio bem poderiam receber uma denominação talvez muito melhor e mais apropriada: seres muito evoluídos - vindos de fora, isto é, do espaço exterior - ou então os remanescentes de algumas muito mais antigas e evoluídas civilizações que nos precederam.


Os ortodoxos da Arqueologia contestam as evidências, preferindo sempre se ater aos seus velhos e tradicionais tratados, constantemente rejeitando as evidências que cada vez mais os confrontam. Uma dessas evidências recentemente surgida diz respeito à enigmática Esfinge de Gizé, um colosso de pedra que desafia o tempo e contempla a eternidade desde épocas imemoriais. Ficou constatado que toda a sua estrutura, elaborada em um único bloco rochoso, SOFREU A EROSÃO DE CHUVAS TORRENCIAIS! E as marcas dessa erosão tornam-se bem claras e indiscutíveis não podendo, portanto, ser negadas. Mas, COMO, se há milênios não chove naquela área do Egito? A Tradição nos diz que a Esfinge, assim como as pirâmides, são simbolismos tipicamente ATLANTES e que quando ocorreu a catástrofe que destruiu aquele continente, ali esteve estabelecida uma colônia que, por sinal, concedeu abrigo a uns poucos refugiados daquela tragédia, ocorrida há cerca de 12 MIL ANOS. Alguns cientistas, geólogos e arqueólogos já concordam que a idade que nos é apresentada pela Arqueologia tradicional para a Esfinge, cerca de 5 mil anos, é inconsistente. Ela, de fato, não pertence à Civilização Egípcia conhecida nos livros: É MUITO MAIS ANTIGA, datando precisamente de CERCA DE 12 MIL NOS ATRÁS, quando ali se situava uma fértil região.... CONSTANTEMENTE ASSOLADA POR CHUVAS TORRENCIAIS!!!


E também, ainda tradicionalmente, o simbolismo da Esfinge está intimamente associado ao SEGREDO GUARDADO. Há muito já se sabe que por debaixo deste monumento estende-se uma vasta rede de galerias, totalmente inexploradas, que conduzem a inúmeras câmaras subterrâneas onde talvez estejam guardados os registros históricos de uma perdida civilização que foi a iniciadora e por certo tempo a regente da portentosa Civilização Egípcia, a ela entregando os segredos da Arquitetura, da Astronomia, da Medicina, assim como também de muitas outras ciências que fizeram daquela civilização a mais duradoura, sábia e magnífica de toda a nossa História conhecida.


Dizem que a entrada para essa intrincada rede de galerias e túneis subterrâneos - que seriam ligados à Grande Pirâmide - estaria situada por trás da chamada Estela de Tutmés, ali propositadamente colocada de modo a vedar a entrada para o grande complexo subterrâneo guardado pela Esfinge.


A Esfinge é, de fato, tão antiga, que os registros históricos nos dão conta que o faraó Tutmés IV, da XVIII Dinastia, teve uma súbita "visão" a qual lhe indicou o exato local onde deveria DESENTERRAR um monumento sagrado muito antigo deixado pelos remotos ancestrais. Como realmente veio a proceder, trazendo do fundo das areias escaldantes aquele imenso monumento que esteve oculto por durante vários milênios, sem que nem mesmo os egípcios soubessem da sua existência por cerca de 18 Dinastias! Como uma homenagem aos deuses, Tutmés IV ordenou então que fosse gravada a estela e colocou-a por entre as patas da Esfinge, celebrando assim este acontecimento.


Na ilustração acima, uma reprodução da parte superior da estela de Tutmés IV. Alguns pesquisadores sugerem que a estrutura postada sob a Esfinge nessa imagem possivelmente faça uma alusão às suas câmaras e estruturas subterrâneas e, ainda, que ela tenha sido propositalmente colocada unicamente de modo a vedar a sua entrada.


Aqui, uma visão aérea da Esfinge tendo ao fundo a Grande Pirâmide de Gizé. Note-se, logo atrás, uma abertura que se dirige ao subsolo, assim como também por lá existem muitas outras denominadas pela Arqueologia como "Túmulos de Campbell", que, na verdade, não são "túmulos" mas, sim, entradas de VENTILAÇÃO para o subsolo. Aliás, a própria configuração dessa paisagem nos revela que há mesmo qualquer coisa lá por baixo.


De acordo com fontes muito antigas, assim seria a configuração desse vasto complexo subterrâneo associado à Esfinge de Gizé. Note-se que, ainda hoje, a Esfinge está parcialmente abaixo do nível do solo, dessa forma atestando que esteve mesmo soterrada durante incontáveis milênios antes de ser trazida à luz por Tutmés IV, na XVIII Dinasta, cerca de 1350 A. C. Diz a Tradição que ali estaria situada uma das "Cápsulas do Tempo" Atlantes, guardando os registros históricos daquela perdida civilização. Na extremidade direita, vemos os chamados "Túmulos de Campbell".


Os antigos e misteriosos construtores desses antigos monumentos, realmente trabalhavam em muito com estruturas internas e subterrâneas. Na Grande Pirâmide, a colossal estrutura que se ergue a quase 147 metros de altura, existe, por exemplo, uma profusão de passagens e câmaras, muitas delas ainda não reveladas e descobertas. Esse, por sinal, é outro monumento cuja idade desafia o tempo e, na verdade, não se sabe mediante quais fantásticas técnicas foi erguido. Mesmo hoje, nossos modernos equipamentos de Engenharia seriam incapazes de reproduzir algo semelhante! E ainda assim, os teóricos do conformismo insistem em afirmar que fora construída mediante simples trabalho braçal. Realmente, os piores cegos são justamente aqueles que não desejam ver. Lamentavelmente, será sempre mais fácil o Papai Noel descer na nossa janela do que fazê-los mudarem de idéia.


Sabe-se que o sagrado simbolismo da Esfinge acompanhou os primeiros soberanos conhecidos do Egito até o final da XVIII Dinastia, encerrada com a deposição do faraó Akhenaton, aqui visto em um mural retratado sob a sua forma em adoração ao disco solar. Desde os primórdios da sua civilização, o Egito fora governado por uma linhagem muito diferente da sua população nativa, época em que conheceu o seu apogeu e glória. Um tipo físico distoante e notável pelo seu enorme volume craniano. Ademais, ninguém sabe explicar como que, quase como em um passe de mágica, tribos nômades e selvagens, puderam repentinamente se transformar na maior e mais organizada civilização de toda a História conhecida, dominando técnicas de Arquitetura e organização social jamais vistas em toda a antigüidade. Há, então, de fato, um elo que falta na cadeia histórica não somente do distante Egito, como também daquela que diz respeito a todo o nosso planeta!


Veja agora aquilo que, assim como tantas outras coisas espalhadas pelo mundo, insistem em esconder de você justamente pelo fato de ser "embaraçoso" em demasia: um antigo mural egípcio nos mostra uma cena inusitada, porém dotada de um simbolismo altamente revelador. Um egípcio curva-se em reverência sobra a representação de um túnel, ou de uma SAÍDA SUBTERRÂNEA. No interior do túnel uma figura se revela. Comprove no negativo, à direita.....


..... E agora veja o revelador detalhe daquele estranho personagem!


A chave principal de todo esse mistério está, sem qualquer dúvida, principalmente encerrada no Antigo Egito. E muitos SABEM disso, porém não querem publicamente admitir. Essa imagem foi divulgada pela NASA em fevereiro de 2007 e simula um planeta que denominou OSÍRIS, na órbita de uma estrela situada na Constelação de Pegasus, a 150 anos-luz do nosso Sistema Solar. Por que, então, denominar um planeta com o nome de uma antiga divindade egípcia e assim associar este deus ao espaço sideral? Muito sutil mesmo!


Não há mesmo muito o que se discutir. Não fomos os primeiros! O nosso planeta conheceu civilizações e culturas extremamente evoluídas as quais sequer sonhamos terem existido. E os vestígios latentes, as evidências altamente conclusivas, espalham-se mesmo por todas as partes. Nas milhares de Pedras de Ica, encontradas no Peru, por exemplo, vemos retratadas as cenas de uma antiqüíssima civilização que viajava não só por todo o nosso planeta como também pelo espaço sideral, além de praticar cirurgias altamente complexas (foto), sendo altamente versada em Cartografia, Astronomia, e assim por diante.


E da mesma forma que construíam portentosos monumentos, assim como as pirâmides, trabalhavam com a maior desenvoltura montanhas inteiras, nelas esculpindo centenas de enigmáticos rostos por todo o planeta. O da foto acima, por exemplo, está situado na Ilha de Trindade - em território militar brasileiro - situada em meio ao Oceano Atlântico....


..... A mesma ilha que, conforme já vimos na página anterior, fora visitada por um UFO no distante ano de 1958 sendo amplamente fotografado pela tripulação do navio Almirante Saldanha da Marinha Brasileira! Bastante revelador o fato de que o UFO, na foto da esquerda, paira ao lado do estranho rosto de pedra de Trindade. Nesse particular, encontramos um estranho ponto em comum com as aparições de alguns tipos de UFOS: ELES SEMPRE SÃO ATRAÍDOS POR ESSES INUSITADOS MONUMENTOS DO PASSADO DESCONHECIDO!


Este outro colossal rosto de pedra, está igualmente situado em território brasileiro em meio ao Atlântico, precisamente na paradisíaca Ilha de Fernando de Noronha. Mera coincidência? Decididamente NÃO!


E aqui temos a nossa conhecida Pedra da Gávea, situada na região oeste da cidade do Rio de Janeiro e banhada pelo mesmo Oceano Atlântico. A 847 metros de altitude uma esfinge de pedra volta seu rosto severo para o verdadeiro Norte do planeta Terra! Além disso, todo esses imenso complexo está rodeado de colossais cintas de misteriosas inscrições. Muito comodamente, alguns setores atribuem tudo isso ao "trabalho da erosão"! E como ponto em comum, assim como em todos os outros monumento semelhantes, trata-se de um notável ponto de ocorrências ufológicas.


Diante de tudo isso, cabe-nos honestamente refletir: até que ponto as lendas sobre os perdidos continentes da Atlântida e da Lemúria seriam mesmo e meramente simples "lendas"? Todas as civilizações são efêmeras; nascem, crescem, vivem e morrem. A nossa própria História conhecida nos dá singulares exemplos disso. Um dia qualquer NÓS MESMOS deixaremos de existir, talvez devido a uma convulsão da Natureza, ou então a uma guerra nuclear generalizada. E tal como ocorreu antes, os mares poderão cobrir de um só golpe todos os continentes e as nossas grandes cidades, assim sepultando para sempre todo o nosso orgulho tecnológico juntamente com alguns milhares de anos de civilização! E o quê, então, restaria da nossa lembrança? Nada mais do que uns poucos e incompreensíveis vestígios latentes, perdidos e patéticos sinais, como também meras "lendas" passadas de geração em geração daqueles que porventura venham a nos suceder no que restar do planeta, sob os seus novos céus e sobre as suas novas terras.


Mera especulação filosófica? De maneira alguma! No início do ano 2007 cientistas lúcidos de todo o planeta revelaram ao mundo que o fim de nossa civilização, e talvez de todo o planeta, poderiam estar muito mais próximos do que pensamos! Para ilustrar essa terrível advertência, colocaram em um gráfico a representação do "Relógio do Juízo Final", ou seja, do tempo hipotético que ainda nos restaria antes do grande caos final, quando a Natureza violentada pela poluição desenfreada, pelos desmatamentos, pelo derretimento dos Pólos, pelo chamado Efeito Estufa, como também pela sistemática destruição da Camada de Ozônio, varreria do mapa - e de uma vez por todas - a civilização decaída, materialista e tresloucada, criminosamente responsável por tudo isso. E, advertem ainda os cientistas, para a hipotética "meia-noite" da catástrofe final, o ponto de saturação dramático e inevitável, estão restando nada mais do que.... Apenas e tão-somente DOIS MINUTOS!








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