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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sábado, 8 de agosto de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 236 TUDO É MESMO AQUILO QUE PARECE



"Em Yucatán entrou o bispo atrás dos pálidos tigres. Reuniu a sabedoria mais profunda ouvida no ar do primeiro dia do mundo, quando o primeiro Maia escreveu anotando o tremor do rio, a ciência do pólen, 

a ira dos Deuses do Envoltório, as migrações através dos primeiros universos, as leis da colmeia, o segredo da ave verde, o idioma das estrelas, segredos do dia e da noite colhidos nas margens da evolução terrestre!" (Pablo Neruda - Canto Geral)




Um velho ditado popular nos diz que nem sempre tudo é aquilo que parece. Porém, e devido a certas circunstâncias, sabemos que em alguns casos bem expressivos TUDO é sempre mesmo aquilo que parece! Gilgamesh, misterioso personagem (descrito nas antigas tradições sumerianas como o fugitivo que, a bordo de uma "embarcação", veio a salvar sua família e alguns dos seus animais de estimação da catástrofe de uma terra destruída), através de uma epopéia muito mais antiga do que aquela descrita pela Bíblia em Genesis, Capítulo 6, como a aventura da "Arca de Noé", a qual, aliás, diga-se de passagem, pode ter sido um registro POSTERIOR desse muito mais antigo acontecimento histórico. Resta apenas saber onde exatamente teria sido localizada a tal "terra destruída" e quem teria sido mesmo o personagem denominado Gilgamesh pela tradição.


Temos que seguir as pistas: terras outrora imponentes jazem agora soterradas ou submersas; há hiatos obscuros na nossa História. Cayalbank, área do chamado Triângulo das Bermudas, região na qual se supõe estejam alguns restos submersos da perdida Atlântida, segundo as tradições um continente submergido no Atlântico há cerca de 12 mil anos atrás, onde as mais recentes imagens tomadas por satélites nos mostram verdadeiras surpresas.....


...... Pois, a mesma foto convertida em preto e branco para melhor visualização, nos revela alguns detalhes bem mais nítidos do que ali, nas desconhecidas profundezas do Atlântico dificilmente seriam formações naturais, repousa há muitos milênios: restos de antigas estruturas que lembrariam grandes alinhamentos de PIRÂMIDES!


Não há como se negar o fato de que antigas civilizações nos precederam, e notadamente que elas se espalharam por toda a superfície da Terra. E as provas disso estão mesmo espalhadas por todas as partes, até mesmo nos lugares mais impensados. Na imagem acima, vemos uma misteriosa placa rochosa, repleta de inscrições e símbolos desconhecidos, encontrada no território do Mississipi, EUA. Obviamente não se trata de trabalhos artísticos indígenas sendo, na verdade, infinitamente muito mais antigo do que eles.


Nada que nos deva surpreender, pois também de vez em quando estranhos esqueletos totalmente fora dos padrões humanos convencionais, costumam surgir - assim como, por exemplo, este, recentemente encontrado por uma equipe de arqueólogos iranianos na província de Sistan Baluchestan. Além do inusitado formato do seu crânio, no lugar dos olhos havia duas esferas artificiais dotadas de coloração azulada. Foi constatado que se tratava de um esqueleto pertencente a uma mulher ainda jovem, a qual tinha cerca de 20 a 25 anos quando por ocasião da sua morte.....


Contudo, o negativo nos comprova que tenha sido ela quem fosse, pertencesse ela a qual desconhecida raça fosse, era uma criatura humana bastante diferente das demais. O sítio arqueológico onde foi encontrado tal bizarro achado tem o curioso nome de "Burnt City" - "A Cidade Queimada" - possivelmente a recordação de uma antiga tragédia que se abatera sobre o local há muitos milhares de anos atrás, possivelmente a detonação de um artefato nuclear!


Artefatos nucleares na remota antigüidade? SIM, e por que não? Os livros religiosos sâncritos indianos, tais como o Drona Parva e o Mahabarata cuja idade remonta há milhares de anos, descrevem com extraordinária precisão técnica a estrutura de fantásticas naves voadoras e batalhas terríveis em que foram empregados artefatos que destruíam cidades inteiras e que hoje sem qualquer hesitação denominaríamos nucleares. E não se trata de mera fantasia ou especulação, há provas físicas disso! Em Mohenjo Daro, por exemplo, há mais de 8 mil anos atrás toda uma cidade foi volatilizada por uma poderosa detonação nuclear! Os cadáveres, ou que restou deles (foto), inteiramente calcinados não são a únicas provas dessa incrível realidade. Esses esqueletos são os mais radioativos até hoje encontrados, quase equivalentes aos encontrados após as detonações nucleares modernas de 1945 em Hirsohima e Nagasaki. Todavia, estes restos mortais encontrados não só Mohenjo Daro como em Harapa apresentam um nível de radioatividade 50 vezes maior! Além disso, tudo nas ruínas dessas cidades foi literalmente fusionado e vitrificado, provas evidentes de um ataque nuclear.


Da mesma forma, quase todo o subsolo do nosso planeta registra certos portentosos trabalhos de Engenharia, que, aliás excedem todos os padrões de Engenharia, elaborados há incontáveis milênios e efetuados por uma raça desconhecida, trabalhos este os quais, sem qualquer dúvida, demandaram na utilização e no emprego de maquinárias pesadas - teoricamente inexistentes na nossa remota antigüidade. Na foto acima, imagem do complexo de estruturas subterrâneas presente em Huashán, América Central, existente muito antes de as culturas meso-americanas conhecidas habitarem aquela área.....


..... E não se pode dizer que se trate de meros trabalhos erosivos, uma vez que os vestígios das mãos de seres inteligentes também presentes em Huashán não deixam margens para quaisquer tipos de dúvidas ou contestações.


Que civilização muito evoluída teria sido essa, a qual, em épocas que arremedos de seres humanos se deslocavam nômades pela face da Terra, moldava montanhas inteiras sob as mais inusitadas formas, além de nelas esculpirem os seus enigmáticos símbolos? Morro do Pão de Açúcar, Baía de Guanabara, Rio de Janeiro: nesse particular será sempre bom revermos o gigantesco pássaro gravado a quase 700 metros de altitude no liso paredão rochoso, o qual parece se elevar e voar na direção do céu à proporção em que os raios do Sol se erguem no horizonte; e, lembremos também, que além de toda montanha ser dotada de um nítido formato leonino, tal como se fosse uma esfinge, bem lá no topo existem estranhas esculturas, além de, por sua vez, grandes cintas de submersas inscrições desconhecidas.


Parece a colossal estilização pétrea de um enorme sarcófago ostentando um rosto que se volta para o céu? SIM, e somente não enxerga isso aquele que não deseja ver. Rostos desconhecidos e muito antigos, dasafiando o tempo, fitando a eternidade nas imorredouras rochas, monumentos indeléveis de um passado remoto e glorioso da evolução terrestre, marcos de uma história oculta que insistem em nos acenar através de um apelo grandioso e ao mesmo tempo patético; enigmáticas mensagens que atravessaram os tempos, contemplando a passagem de várias civilizações cujos olhos lamentavelmente sempre foram cegos.


E qual seria o significado desses intrincados símbolos que igualmente se espalham pelos mais diversos lugares do nosso planeta? Que profundas mensagens nos transmitiriam desde épocas muito recuadas e esquecidas? Também aqui no Brasil, em Itacoatiara do Ingá, no Estado da Paraíba, imensos painéis rochosos ostentam esses intrigantes sinais.


Meroé, situada ao Sul do território africano, muito abaixo do Egito. Aqui, muito antes de a Civilização Egípcia conhecida se desenvolver, uma misteriosa e desconhecida raça, cuja origem é totalmente desconhecida, forjava as bases da sua posterior cultura. (FOTO: Vit Hassan)


Pois, em Meroé existem formações piramidais, ostentando as indeléveis formas de Arquitetura e da Engenharia que muito tempo depois viriam a recobrir toda a terra banhada pelo Nilo..... (FOTO: Vit Hassan)


..... Assim como também existem estátuas associadas a uma futura simbologia egípcia. (FOTO: Vit Hassan)


Todavia, não é somente isso: além dos murais repletos de altos simbolismos religiosos com os MESMOS deuses que mais tarde viriam a ser reverenciados no Antigo Egito, encontraremos também em Meroé o mesmo e portentoso estilo arquitetônico dos suntuosos templos que mais tarde viriam a ser, digamos, a "marca registrada" da Cultura Egípcia. Como, então, uma misteriosa e além de tudo antiqüíssima cultura vinda sabe-se lá de onde, poderia ter formado as bases da Civilização Egípcia, a menos que fosse altamente evoluída e muito evidentemente tecnológica? São evidências gritantes (e além de tudo muito embaraçosas) que a História e os historiadores tradicionais comodamente preferem ignorar, uma vez que não encontram explicações plausíveis para tantos e tão estonteantes enigmas. (FOTO: Vit Hassan)


Fato que se repete, por exemplo, em Silver Bells Mountains, EUA. Restos de imensos monumentos jazem esquecidos em meio à milenar desolação da paisagem. Muito antes de os remotos ancestrais dos indígenas norte-americanos terem aqui se estabelecido, essas intrigantes ruínas já existiam. Quem então, teria, elaborado tais antiqüíssimos monumentos?


Podem ser muitas as respostas. Porém, a nossa humilde Terra não é a obra-prima da Criação, como também de maneira alguma é o único planeta habitado na maravilhosa imensidão estrelada do Cosmos. Apesar da negativa de alguns poucos cientistas mais radicais, pouco a pouco se comprova a existência de inúmeros planetas dotados de condições para abrigar a vida, até mesmo na medida em que a praticamos e conhecemos! Recentemente, astrônomos utilizando o telescópio ESO (European Southern Observatory) situado em La Silla, no Deserto do Atacama, Chile, descobriram aquilo que classificaram como "A Super-Terra", um planeta um pouco maior do que o nosso cujo diâmetro é de 19.310 quilômetros, em órbita da estrela Gliese 581, a qual se acha localizada a cerca de 20.5 anos-luz na Constelação de Libra. Esse corpo celeste apresenta condições extraordinariamente análogas às da Terra, tendo as suas temperaturas estimadas entre Zero e 40 Graus, além de conter água em estado líquido, como também ser coberto por oceanos e muito possivelmente abrigar a VIDA. Por isso mesmo, os cientistas da Universidade Grenoble acreditam que este planeta deva ser um alvo em futuras expedições destinadas a procurar por vida extraterrestre. Isso prova de maneira irrefutável que nunca estivemos sós em meio ao Infinito estrelado e, mais ainda, que o nosso ínfimo planeta não é o único dotado de condições plenas no sentido de ser habitado por uma civilização inteligente. Civilizações muito mais antigas e evoluídas do que a nossa certamente viajaram pelo espaço sideral desde milênios e muitas delas certamente podem ter estado por aqui em épocas tão distantes que a nossa História tradicional nem sonharia em registrar. (IMAGEM: ESO)


Assim sendo, nada, NADA MESMO impede que o nosso planeta tenha abrigado prodigiosas civilizações em tempos muito recuados e esquecidos - algumas civilizações que possivel - e literalmente - tenham tido sua origem em outros distantes mundos do Universo. Um dia também NÓS teremos que deixar este planeta, em busca de outros mundos mais propícios de modo a explorá-los e colonizá-los, assim preservando e perpetuando a nossa raça humana e a nossa cultura. Se eventualmente nossos sobreviventes ou exploradores encontrarem um desses mundos habitados por uma raça primitiva, ainda em primário e incipiente estágio evolutivo, então, SIM - diante e em razão da nossa tecnologia - também seremos considerados "deuses" - "divindades" um dia chegadas dos céus para transmitir a evolução e a sabedoria. Por outro lado, NADA também impede que sejamos filhos das estrelas, ou seja, de que os nossos mais remotos e desconhecidos ancestrais tenham vindo um dia do espaço sideral! O DNA do Homo Sapiens, assim como já vimos em uma página anterior, ostenta traços muito evidentes nesse sentido, os quais unicamente e por razões de desconhecê-los a Ciência oficial simplesmente os desprezava sob o rótulo de "DNA lixo" - um "lixo" que, diríamos nós, é de fato uma espécie de "lixo" muito especial e sublime: a "poeira das distantes estrelas"!


TUDO é mesmo aquilo que parece, uma vez que o chamado Homem de Neandertal, espécie meio-humana primitiva que habitava a Terra, saiu de cena abruptamente abandonando o cenário terrestre para muito misteriosamente dar lugar à nossa espécie - o que, por sinal, até hoje a Ciência não explica. O Homo Sapiens Sapiens, isto é, a NOSSA espécie humana (no que, aliás, a Ciência concorda), surgiu na Terra em épocas relativamente recentes, recentes demais para ser uma mera coincidência, tal como que vindo do nada e repentinamente obtendo a supremacia como espécie dominante e inteligente do planeta - ou seja, algo que não existe em termos evolutivos, a menos que tenha vindo "de fora" ou que tenha sido aqui "plantado"! Tudo, assim, parece mesmo sugerir que ocorreu um cruzamento entre espécies humanas distintas para dar origem à NOSSA raça. Nada demais nisso, pois a espécie humana parece ser um fator constante no Universo. Mais uma vez, então, temos que nos reportar aos relatos históricos da Bíblia quando nos revelam que: - "Naqueles dias veio a haver os Neflins na Terra, e também os filhos de Deus continuaram a ter relações com as filhas dos homens e elas lhes deram filhos".









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