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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 234 REVELAÇÕES DE UM SILENCIOSO ESCRIBA



"A culpa, ainda que possa aparentar o oposto, é sempre anterior ao crime" (Conceito da Teoria Psicanalítica)








Nero, o tirano, louco e sanguinário imperador romano, promoveu muitas atrocidades durante a sua tresloucada e trágica passagem através da História. Em meio às suas ambições e para a proteção dos seus exclusivos interesses, não hesitava em intimidar e se livrar dos seus opositores através de uma sutil, e além de tudo muito surreal estratégia: a vítima escolhida subitamente recebia a visita de guardas armados que lhe entregava uma intimação nos seguintes termos: - Nero está farto de você. Por isso, requer que você se mate pelo bem do Estado e pelo bem de Nero" - ordens estas que eram cumpridas à risca, imediatamente e sem qualquer hesitação, pelos pobres escolhidos. A grosso modo, a história se repete quando somos obrigados a "engolir" certas coisas que nos são impostas, quando nem sempre elas representam a verdade. Gostaria, então, de comprovar agora como, de fato, escondem certas muitas coisas importantes de você?


Acima, por exemplo, você vê na ilustração uma caravela portuguesa do tempo das grandes navegações, ocorridas nos Séculos XV e XVI.....


.... E agora vê uma reprodução das embarcações espanholas das mesmas épocas. Como acreditamos que você deve ser um bom observador, qual seria a notável semelhança existente entre estas embarcações e aquelas outras mostradas na ilustração anterior?......


.... Se você respondeu que a notável semelhança é exatamente a bela Cruz Vermelha estampada nos seus velames parabéns porque acertou em cheio. E se por acaso detectou que se tratava, nada mais nada menos, que a Sagrada CRUZ TEMPLÁRIA, o símbolo da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, parabéns em dobro e com louvores, porque mais uma vez acabou de acertar em cheio!


A História tem certamente os seus obscuros bastidores, coisas que nenhum livro publicaria e que certos historiadores, como também (e muito principalmente) outros setores mais tradicionalistas, não têm o menor interesse em divulgar. A Ordem dos Templários desempenhou papel preponderante no desenvolvimento da humanidade? A resposta é SIM, só que este fato até hoje foi mantido sob o mais rigoroso sigilo por razões estritamente políticas e.... Religiosas!


Acima, a imagem do grande navegador "Cristóvão" Colombo, segundo os tratados convencionais de História um genovês a serviço dos reis da Espanha e responsável pela descoberta da América. Porém, recentes evidências provam que Colombo jamais se chamou "Cristóvão" e que além de tudo não tinha nacionalidade genovesa, mas, sim, Portuguesa e o seu verdadeiro nome teria sido Salvador Fernandes Zarco, segundo os 20 anos de pesquisas levadas a efeito por Mascarenhas Barreto ("O Português Cristóvão Colombo, Agente Secreto do Rei D. João II" - Augusto Mascarenhas Barreto, 1988, Edições Referendo)! Faz sentido, pois, sabe-se que Colombo sempre ocultou o lugar onde nascera, bem como os nomes dos seus verdadeiros pais, um mistério histórico que perdura até os dias de hoje. Era totalmente impossível no Século XV, assim como nos relata a História, que um simples taberneiro fiador de lãs, o qual até aos 24 anos só teria tido problemas com os credores, tivesse tantos e elevados conhecimentos de cosmografia, ciência náutica, teologia, além de diversas línguas clássicas. Há também uma certa e reveladora discrepância, pois Colombo afirmava que tinha estado com os PORTUGUESES no mar desde os seus catorze anos. E além do mais, como um simples plebeu, se fosse este o caso, poderia naquela época repleta de discriminações ter acesso direto aos Reis da Espanha e obtido tantos recursos para promover as suas expedições? Há registros de que Colombo ao fim de sua vida foi desprestigiado e humilhado pelos mesmos reis, sob a acusação de ter sido PORTUGUÊS e traidor da Espanha, uma vez que havia grande rivalidade comercial e marítima entre aqueles dois países!


Além de tudo, o nome "Cristóvão" foi uma corruptela de CRISTÓFORO, denotando assim que Colombo era um CAVALEIRO TEMPLÁRIO, um Cavaleiro de Cristo! Acima, você vê a reprodução da sua misteriosa assinatura, repleta de simbolismos místicos e iniciáticos. Nela podemos constatar a velada afirmação "Sou o Primeiro da Minha Ordem", isto é um Grão-Mestre; além da disposição triangular das letras em forma de pirâmide (o que é altamente significativo); também da última linha que significa "Xto Ferens", ou Christoferens, "Portador de Cristo"; bem como das letras X, M, Y - significando Cristo, Merien (Maria, ou possivelmente MADALENA) e Youssef. Além do mais, a exemplo dos navegadores Portugueses, Colombo TAMBÉM sabia o que fazia, uma vez que, pelo fato de ter tido pleno acesso aos mais secretos documentos Templários, estava de posse de antigos mapas do nosso planeta nos quais constavam JÁ DEVIDAMENTE CARTOGRAFADAS terras as quais teoricamente deveria "descobrir" nas suas expedições.


Além do mais, há relatos de que Colombo praticava estranhos rituais a bordo da embarcação que comandava. O próprio diário de bordo dessa embarcação descreve que em uma região nas proximidades do que hoje é o Triângulo das Bermudas, a bússola simplesmente enlouqueceu, gerando um inexplicável desvio de 11 graus na sua marcação. Esse mesmo diario dá conta do avistamento de uma estranha nave luminosa que, advinda do fundo mar, sobrevoou as caravelas de Colombo e praticamente indicou o caminho correto para a descoberta da América! Forças misteriosas teriam-no ajudado no cumprimento da sua missão? Quem sabe, nada mesmo é impossível! Os céticos, porém, afirmam que teria sido um meteoro. Mas desde quando meteoros surgem do mar e sobrevoam embarcações a baixas altitudes? Pelo sim, pelo não, o fato é que os Templários lidavam, de fato, com forças muito poderosas. Mas quem teriam sido eles?


Muito embora seja muito mais antiga, a origem mais aceita dos Templários remonta à época das grandes Cruzadas, fundada por Hugh de Payens, um Cavaleiro a serviço da primeira delas, levada a efeito por volta dos anos 1118/1119, ocasião em que a Igreja Católica por razões políticas e econômicas decidiu enviar expedições militares à Terra Santa de modo a "libertar Jerusalém do domínio muçulmano". Essa Ordem de Monges Guerreiros, portanto sob os auspícios e com o patrocínio da própria Igreja Católica, foi a responsável por guardar os caminhos dos peregrinos cristãos que seguiam em direção aos locais bíblicos onde Jesus vivera, considerados sagrados pela Tradição Católica. Porém, quando os Templários chegaram à Terra Santa conquistada, o grande interesse desses Cavaleiros não era de natureza bélica. Muito pelo contrário, no exato local onde se situava o antigo Templo de Salomão nove deles ficaram muitos anos efetuando escavações arqueológicas, aparentemente na busca do Santo Graal, tradicionalmente tido como o cálice em que Jesus tomara o vinho com os seus apóstolos durante a Última Ceia. Muito embora se acredite que tenham encontrado muitos tesouros nessas escavações, o objetivo primordial teria sido outro: preservar documentos que provavam a união matrimonial de Cristo com Maria Madalena, os quais atestavam a sua conseqüente descendência - um antigo segredo já ciosamente guardado pelos Templários e que jamais poderia ser destruído caso viesse a cair em mãos erradas!


Embora os Templários tenham sido oficialmente reconhecidos pelo Papado em 1128 através do Concílio de Troyes, com o tempo foram considerados "perigosos". Justamente a divulgação dessas perigosas verdades há séculos mantida oculta pela Igreja, bem como o crescente poderio político e econômico dos Cavaleiros Templários, começaram a incomodar o Papa de uma época posterior, pecisamente Clemente V, além do próprio rei da França, Felipe IV, cognominado "O Belo", este altamente endividado e, portanto, necessitando de dinheiro. Através de uma conspiração muito bem urdida, ambos ordenaram a captura de todos os templários, além de - claro - o confisco dos seus bens, como também a sumária prisão e a execução de todos os que fossem encontrados. Tal fato se sucedeu numa sexta-feira 13 de outubro de 1307, daí advindo a superstição até hoje preservada com relação às maldições e aos infortúnios supostamente atribuídos às sextas-feiras 13. Submetidos então a cruéis torturas, todos os Templários capturados foram impiedosamente eliminados sob as absurdas acusações de "adorarem o diabo, cuspirem na cruz, praticarem sodomia, feitiçarias", e etc.! Dessa forma, os interesses obscuros, "reunindo o útil ao agradável" já que saquearam todas as suas riquezas, pensaram ter se livrado definitivamente dos Templários na Europa.


Pode-se matar o corpo, porém jamais suprimir a alma! Quando os Templários foram massacrados na França, Portugal corajosamente recusou-se a obedecer a ordem Papal de aprisionar e eliminar os Templários do seu território. Assim, muitos Templários conseguiram escapar daquela sanha assassina e ambiciosa na França, refugiando-se na própria Europa e precisamente em Portugal, onde, por sinal, desde épocas mais recuadas a Ordem do Templo já estava estabelecida! Desde 1128 e dois meses apenas após o Concílio de Troyes, um dos seus membros recebeu uma primeira doação importante em Portugal. Em 19 de Março de 1128, a Rainha Teresa, viúva do Conde Henrique e tutora do seu filho Afonso Henriques, concedeu à Ordem do Templo o Castelo de Soure e as suas respectivas dependências. Rapidamente, outras doações vieram juntar-se a esta, não necessariamente feitas por senhores poderosos, mas também em grande número. Assim, entre 1128 e 1130, cerca de dezenove bens fundiários, incluindo vários domínios rurais, foram pertencentes os Cavaleiros Templários. Acima, a estátua de Gaudinus, de 1157 a 1195 Grão-Mestre da Ordem do Templo em Portugal, fundador do Castelo de Tomar.


No final dos anos 1150, sob o mestrado de Gaudinus, que foi o quarto Grão-Mestre português da Ordem do Templo no Reino, iniciou-se a extraordinária expansão da Ordem. Durante esta década, o Templo recebe do Rei um importante domínio agrícola na confluência do Nabão com o Zêzere, onde inicia a construção do Castelo de Tomar (foto), o qual se tornaria a sede dos Cavaleiros Templários em terras portuguesas. Na verdade, os Portugueses tinham muita consideração e estima pelos Cavaleiros Templários, uma vez que estes os ajudaram nas guerras de Reconquista que expulsaram os mouros da Península Ibérica e também porque os Templários possuíam GRANDE TECNOLOGIA DE LOCOMOÇÃO TERRESTRE E NAVEGAÇÕES MARÍTIMAS. Após a destruição da Ordem dos Templários promovida em toda a Europa, Ela entretanto continuou ativa em Portugal, sediada na cidade de Tomar e também denominada Ordem de Cristo - da qual, por sinal, o INFANTE DOM HENRIQUE, notável incentivador das grandes navegações, foi Grão-Mestre. (FOTO: Portugalvirtual)


Assim, sediada em Tomar desde 1357, a Ordem de Cristo teve COMPROVADA, mas não reconhecidamente, um papel muito importante nos Descobrimentos, nas conquistas territoriais e na evangelização de novas terras! Daí o seu Sagrado Símbolo, a Cruz Rubra, estampado nas embarcações. Mais tarde, porém, a intolerância religiosa voltou a operar quando um rei ordenou a sumária retirada deste sinal das embarcações. Já a Rainha D. Maria I, em 1789 "reformou" a Ordem de Cristo, continuando então formalmente como Ordem monástico-militar até ocorrer a total extinção das ordens religiosas naquele país no ano 1834.


E quando isso veio a ocorrer, essa preciosa obra de arte e engenharia foi relegada ao abandono, assim a santidade e a importância do Castelo de Tomar foram profanados, transformando-o em casa de cômodos, currais e até mesmo em refúgio de ladrões. Felizmente, essa situação foi revertida pelo Governo português e hoje esse castelo, que desempenhou um papel histórico altamente relevante, está devidamente preservado e transformado em notável ponto de atração turística, onde somente para aqueles que têm olhos para ver e o necessário entendimento, o muito evidente simbolismo Templário espalha-se por todas as suas dependências.


E se você for um bom observador, poderá notar que em muitas igrejas e catedrais, e portanto em quase todos os países do mundo, e isso em plenas "barbas" da Igreja Católica, existem as inconfundíveis marcas dos Templários. Nas esculturas, nas inscrições latinas, nas imagens.....


..... E até mesmo nos vitrais!.....


..... Como, por exemplo, NESTE, no qual Jesus Cristo é retratado em carinhosa atitude, não ao lado de sua Mãe, a Virgem Maria, mas, veladamente ao lado de sua esposa, a qual foi renegada e suprimida pelas Tradições Católicas, MARIA MADALENA!


E você por acaso conseguiria imaginar Anjos "grávidos"? Pois é! Eles foram audaciosamente retratados pelos Templários na Igreja de Saint Mary, numa clara alusão à união de Jesus Cristo com Maria Madalena, bem com à sua descendência!


Exatamente ESTE, os registros da descendência de Cristo, foram o mais terrível segredo encontrado pelos Templários em Jerusalém: o Santo Graal, não um cálice, mas, sim, o maior de todos os tesouros que, se divulgado, poderia de um só golpe aniquilar toda uma religião solidamente estabelecida há milênios. Eles, contudo, já sabiam o que exatamente lá deveriam encontrar, uma vez que a verdadeira e oculta finalidade dos autênticos Monges Templários era proteger a linhagem sagrada de Jesus a qual se perpetua através dos tempos desde a chegada ao território da atual França de Maria Madalena e a sua filha resultante da sua união com Jesus - Sara - ocorrida logo após o episódio da crucificação!


Aliado a isso e contrariando todos os dogmas e as imposições políticas e religiosas da época, os Cavaleiros de Cristo ousadamente contestaram as afirmações e as mais absurdas crenças vigentes que, em última análise, visavam a impedir o conhecimento, a toldar a liberdade de pensamento e a própria expansão do mundo, tudo de modo a manter um domínio circunscrito, tirano e perfeitamente controlável de certos poderes e interesses extremamente obscuros e ambiciosos. Nos Braços dos Anjos Eles provaram através das suas intrépidas navegações que a Terra não era plana, que não existiam abismos sem fundo repletos de monstros nos horizontes e, principalmente, que para muito além deles existiam novas terras - enfim, novos e muito promissores horizontes a serem devidamente explorados e conquistados.



"Os Templários, cavalgando com a sua Cruz Vermelha, foram os guardiães do Segredo da Rosa no Interior do Cálice"
(Andrew Sinclair)








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