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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A tribo africana Dogon e seus deuses nórdicos alienígenas de Sírius


Como é que uma tribo africana ganhou acesso ao conhecimento astronômico avançado sobre o sistema estelar Sírius? Através da história, muitas civilizações ficaram fascinadas com Sírius, a Estrela Cão. 


Este brilhante objeto celestial ocupa um elevado status em várias mitologias, as nenhuma destas pinta um cenário mais intrigante do que a tribo Dogon, do Oeste da África.


A rica cultura do povo Dagon se estende a até mais de cinco mil anos e uma de suas lendas antigas conta a história de uma raça de seres de outro mundo, chamados de Nommos. De acordo com a lenda, estes indivíduos avançados visitaram a Terra há muitos anos, descendo “do céu, numa embarcação, acompanhada de fogo e trovão“.
De natureza amigável, eles compartilharam algumas de suas sabedorias com os ancestrais dos Dogons.


Devemos mencionar que o povo Dogon possuía instrumentos astronômicos, com os quais estudavam o céu noturno. Mas, apesar disto, suas lendas mencionam que os Nommos vieram de um planeta que orbita uma das estrelas do sistema Sirius.
Seria impossível para eles chegarem à esta conclusão, somente estudando a estrela a olho nu. De fato, astrônomos somente descobriram a estrela companheira menor de Sírius há uns 250 anos, após o telescópio ter sido inventado.

A cada 50 anos, os Dogons celebram a passagem de um cíclo de Sírius, uma tradição que eles mantêm em honra aos Nommos. Este é exatamente o tempo que leva para Sírius B completar uma órbita ao redor de sua companheira maior. Coincidência?
O fato de uma tribo africana primitiva possuir conhecimento avançado sobre o Universo é um mistério, mas um que pode ser explicado facilmente se olharmos para suas lendas como sendo espelhos de eventos reais. Assim, o que os Dogons têm a dizer sobre os Nommos?
Seu planeta lar orbita Sirius B e é um mundo aquático, pela maior parte. Todas as lendas os descrevem como criaturas anfíbias, muito similares à nossa concepção de Merfolk (povo sereia). A parte superior de seus corpos assemelha-se ao alienígenas do tipo nórdico: humanoides altos, com olhos azuis e cabelos loiros.

Eles aterrissaram com uma grande espaçonave que os Dogons chamam de ‘Pelu Tolo’, ou ‘Estrela da Décima Lua’. Este evento é de grande importância para os Dogons – seu primeiro contato. Ao mesmo tempo que a nave dos Nommos estava descendo em direção à Terra, com um movimento em espiral, uma nova estrela apareceu no céu noturno, possivelmente uma nave mãe.
A tribo descreve esta estrela como tendo um círculo fazendo um redemoinho de raios avermelhados ao seu redor, e também dizem que ela estava estacionária em relação às outras estrelas no céu.

Os Dogons reverenciam os Nommos e os consideram uma civilização de deuses. Eles são comumente referidos como “Os Mestres das Águas”, “Os Vigias”, ou “Os Salvadores”.

Quando lhes são mostradas ilustrações das espécies alienígenas mais encontradas, os xamãs Dogon os identificam apontando aos alienígenas do tipo nórdico, e alegando que sua tribo havia se encontrado humanoides brancos de olhos azuis muito antes de terem conhecido o homem branco.

Por mais inacreditável que possa parecer, esta história é paralela às muitas outras histórias contadas mundialmente, e elas todas compartilham de um aspecto comum: seres alienígenas avançados visitando o nosso planeta, oferecendo sua ajuda e conhecimento, e sendo reverenciados como deuses. Parece que este surto de visitações ocorreu por volta de 5.000 anos atrás, possivelmente logo após uma grande enchente, ou outra catástrofe.
Aparentemente, os deuses de pele branca visitaram todo o planeta, pois lendas abrangendo da Austrália até as Américas descrevem seres similares ensinado a humanidade os seus modos.

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