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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O Livro de Ezequiel: Extraterrestres, naves e contatos imediatos



No dia vinte e oito de Abril, durante o vigésimo quinto ano do nosso exílio — o décimo quarto depois de Jerusalém ter sido capturada — veio sobre mim a mão do Senhor, e numa visão, levou-me até à terra de Israel e me deixou sobre uma alta montanha, onde pude contemplar aquilo que me pareceu ser uma cidade, em frente de mim.




A INTERPRETAÇÃO DE UM DESCONHECIMENTO REAL... COMO INTERPRETAR AQUILO QUE NÃO CONHECEMOS E QUE NUNCA VIMOS? POVOS SOFRIDOS PELAS TIRANIAS E GUERRAS, SIMPLES PESSOAS QUE NÃO TINHAM O CONHECIMENTO DA VERDADE SOBRE A REAL REALIDADE DOS FATOS.
COMO CHAMAR AQUELES SERES QUE VOAVAM ACIMA DAS NUVENS, E POR ALGUMAS VEZES SE ASSEMELHAVAM A NÓS MESMOS? POSSUIDORES DE ENORMES CONHECIMENTOS, ALEM  DAQUILO QUE SE PODIA IMAGINAR PARA AQUELA ÉPOCA?! 

PORQUE NÃO CHAMA-LOS DE DEUSES, PORQUE ESTAVAM ALEM DE TODAS CAPACIDADES HUMANAS? E LOGO SE CRIOU CRENÇAS, LENDAS, CONTOS E MITOS, QUE MAIS TARDE SE APROVEITOU DE MODOS NEGATIVOS PARA CRIAR RELIGIÕES. 

E SENDO ASSIM, OS DEUSES SE TORNARAM UM, UM DEUS, MAS ESSE SER ORA AJUDAVA O POVO E ORA OS PUNIA OU CASTIGA, QUE DEUS É ESSE QUE FAZIA AS DUAS COISAS ALEM DE PEDIR SACRIFÍCIOS EM SEU NOME? A RELIGIÃO ENTÃO RESOLVEU CRIAR O DIABO PARA DENOMINAR OS SERES NEGATIVOS. ENTÃO ESSES SERES POSITIVOS E NEGATIVOS SE TORNARAM DOIS INDIVÍDUOS OPOSTOS E SEUS SEGUIDORES ANJOS E DEMÔNIOS. 


No dia vinte e oito de Abril, durante o vigésimo quinto ano do nosso exílio — o décimo quarto depois de Jerusalém ter sido capturada — veio sobre mim a mão do Senhor, e numa visão, levou-me até à terra de Israel e me deixou sobre uma alta montanha, onde pude contemplar aquilo que me pareceu ser uma cidade, em frente de mim. 3 Ao aproximar-me vi um homem cuja aparência era como a do bronze e que estava em pé diante do portão do templo, segurando na mão uma fita para medir e uma vara, também para fazer medições.
4 Disse-me assim: “Homem mortal, vê e escuta bem tudo o que mostrar e grava-o no teu coração; foste trazido até aqui para que te possa mostrar muitas coisas; depois, regressarás ao povo de Israel e contar-lhe-ás tudo o que observaste.”

A porta oriental para o átrio exterior

5/6 O homem começou então a medir a parede limitando a área exterior ao templo com a sua vara de medição, que tinha 3,5 metros de comprimento. Disse-me: “Esta parede tem 3,5 metros, tanto de altura como de largura”. Depois, levou-me até à passagem que dá para o muro de leste. Subimos sete degraus até ao átrio de entrada: tinha 3,5 metros de largo.

7/12 Indo através da passagem referida, vi que havia três compartimentos para guardas de cada lado, cada um deles era quadrado, com 3,5 metros de lado, e estavam separados 3 metros uns dos outros. Diante destes compartimentos havia um umbral de 45 centímetros de altura e 45 centímetros de largura. Do outro lado dos compartimentos havia um vestíbulo de 3,5 metros dando para um átrio com 4,5 metros, e colunas de um metro. Do outro lado do átrio, na outra extremidade da passagem, havia um vestíbulo de 7 metros e meio de largura e 5 metros e 75 centímetros de comprimento.

13/16 Depois mediu toda a largura exterior da porta, desde o telhado duma câmara até ao telhado da outra: 14,5 metros; fez a estimativa dos pilares de cada lado dos pórticos: mais ou menos 10 metros de altura. Todo o comprimento da passagem de entrada era de 29 metros, de uma à outra extremidade. Havia também janelas, que estreitavam para o interior, através das paredes, de ambos os lados da passagem e nas paredes das câmaras. Havia também janelas à saída e à entrada dos vestíbulos. Os pilares eram decorados com palmeiras.

O átrio exterior

17/19 Depois levou-me ao átrio exterior. Havia um pavimento de pedra em toda a volta, da parte de dentro das paredes; e viam-se trinta quartos construídos contra as paredes, e dando para este pavimento. A isto chamava-o o pavimento inferior. A distância das paredes até ao pavimento era a mesma da extensão da passagem da entrada. Mediu a parede do outro lado do átrio exterior do templo e achou a medida de 58 metros.

A porta do norte

20/23 De seguida, deixou a passagem oriental e dirigiu-se para a que passa pela parede do norte, medindo-a. Aqui também havia três câmaras de guarda de cada lado, e todas as medidas foram as mesmas da passagem anterior — 29 metros de comprimento e 14,5 metros, de lado a lado. Havia janelas, um átrio de entrada e decorações com palmeiras, tal como do lado oriental. Sete degraus conduziam ao vestíbulo interior. Aqui, na entrada do norte, tal como na do leste, se alguém entrasse através da passagem para o átrio e o atravessasse, vinha a encontrar-se com um muro interior no qual havia um corredor que dava para outro átrio interior. A distância entre as duas passagens era de 58 metros.

O portão do sul

24/27 Depois levou-me de volta para o portão do sul, mediu as várias secções das suas passagens, verificando que eram as mesmas medidas das anteriores. Tinha também janelas nas paredes, tal como as outras e um átrio de entrada. E também à semelhança das outras, tinha 29 metros de comprimento e 14,5 de largura. Havia igualmente uma escada de sete degraus que levava até lá; viam-se semelhantes decorações com palmeiras, nas paredes. Aqui também, quem caminhasse pela passagem para o átrio chegava a um muro interior no qual encontrava uma abertura por onde se ia ter a um átrio interior. A distância entre as duas passagens era pois de 58 metros.

As portas para o átrio interior

28/31 Levou-me então ao átrio interior pela porta do sul, e achou as mesmas medidas que anteriormente. As suas câmaras, pilares e vestíbulos eram idênticos aos outros. Tinham também janelas em volta. E mediam igualmente 29 metros por 14,5 de largo. A única diferença era que havia aqui oito degraus em vez dos sete das outras. Também se encontravam aqui as decorações com palmeiras nos pilares.

32/34 Depois levou-me ao átrio interior pelo caminho do oriente fazendo as mesmas medidas, e encontrando os mesmos resultados. As câmaras, os pilares, os vestíbulos eram do mesmo tamanho. Viam-se as mesmas janelas nas paredes. Media 29 metros de comprido e 14,5 de largo. Os seus vestíbulos estavam defronte do átrio exterior; havia decorações de palmeiras nas colunas; mas contavam-se oito e não sete degraus como antes, para chegar até à entrada.

35/37 Guiou-me à porta do norte e fez as mesmas medições: As câmaras, os pilares e os vestíbulos eram semelhantes às outras; tinha 29 metros de comprimento e 14,5 de largura. O vestíbulo estava em frente do átrio exterior e tinha pinturas de palmeiras nas paredes de cada lado da passagem de acesso. Havia também oito degraus aqui para chegar até à entrada.

O espaço para preparação dos sacrifícios

38/43 Uma porta neste vestíbulo dava acesso a um espaço onde a carne para os sacrifícios era levada antes de ser transportada para o altar; havia de cada lado da passagem de acesso duas mesas onde os animais eram degolados para serem apresentados em holocausto, como oferta pelo pecado e como oferta pelas culpas, no templo. Fora do átrio de entrada, de cada lado das escadas de acesso à entrada do norte, havia mais duas mesas ainda. Assim, ao todo, viam-se oito mesas, quatro do lado de fora e quatro no interior, onde os sacrifícios eram preparados. Havia também quatro mesas de pedra onde se encontravam os instrumentos necessários para aquele serviço de preparação dos animais. Estas mesas tinham cerca de 80 centímetros de lado; eram quadradas; mediam 53 centímetros de altura. Viam-se ganchos de uns 10 centímetros de comprimento presos às paredes do átrio de entrada e nas mesas onde a carne devia ser posta.

Câmaras para os sacerdotes

44 No átrio interior havia duas câmaras, uma junto à entrada do norte, virada para o sul e outra junto à entrada do sul, virada para o norte.

45/46 Disse-me depois: “A câmara junto à entrada do norte é para os sacerdotes que têm a responsabilidade de guardarem o templo. A outra junto à entrada do sul é para os sacerdotes que se ocupam do altar — os descendentes de Zadoque — porque só eles, de entre todos os levitas, podem chegar-se ao Senhor para o servir.”

47 Depois mediu o átrio interior: era quadrado, com 58 metros de largura; havia um altar no pátio, diante do templo.

O templo

48/49 Levou-me ao vestíbulo do templo. Subia-se até lá por dez degraus. As suas paredes formavam pilares, dois de cada lado, com 3 metros de espessura, cada um. A entrada tinha 8 metros de largura, e as suas paredes eram de 1,75 metros. Assim, o átrio de entrada tinha 11,5 metros de largo e 6,5 metros de comprido.

41 1/2 Seguidamente levou-me à nave do templo, a parte mais espaçosa do templo e mediu os seus pilares. Eram quadrados, com 3,5 metros de lado. A largura da entrada era de 5,75 metros; e tinha 3 metros de fundo. A nave só por si tinha 23 metros de comprimento e 11,5 metros de largura.

3/4 Depois entrou no compartimento ao fundo da nave e mediu as colunas de entrada, que eram de um metro de espessura. A largura da entrada desse quarto era de 3,5 metros com um vestíbulo de 4 metros de fundo, por detrás. Esse compartimento era quadrado e tinha 11,5 metros de lado. “Este”, disse-me ele, “é o lugar santíssimo”.

5/7 Mediu a parede do templo e constatou que era da espessura de 3,5 metros com uma série de câmaras laterais em toda a volta. Cada uma dessas câmaras tinha 2,25 metros de largura. Estas câmaras estavam construídas em três fileiras que se sobrepunham; cada fileira tinha trinta câmaras. Toda a estrutura estava suportada por vigas e não estavam presas à parede do templo. Cada fileira era mais largo do que a que estava por baixo correspondendo à estrutura do templo, em altura. Havia uma escada de acesso, de andar para andar.

8/9 Notei que o templo estava construído sobre uma plataforma e que a última fila de câmaras se sobrepunha, em 3,5 metros sobre essa plataforma. A parede exterior dessas câmaras tinha 3 metros de espessura; e ficou um espaço vazio, das câmaras laterais, que estava junto ao templo.

10/11 Onze metros e meio afastada da plataforma, de ambos os lados do templo, havia uma fila de câmaras, em baixo, no pátio interior. Duas portas abriam-se, da fileira de câmaras sobre a plataforma, que tinha 3 metros de largura; uma delas virada para o norte e a outra para o sul.

12/16 Havia um grande edifício que se erguia a ocidente, diante do átrio do templo, e que media 40,75 metros de largura, por 52,5 metros de comprimento. As paredes tinham três metros de espessura. Então mediu o templo e também os espaços de separação em volta. Era uma área de cinquenta e oito metros quadrados. O pátio interior, a oriente do templo, tinha também 58 metros de largo, e igual a este era também o edifício a ocidente do templo, incluindo as suas duas paredes.

A nave do templo, o lugar santíssimo e o átrio de entrada estavam cobertos de madeira; e estes três lugares tinham igualmente janelas recuadas. Quanto às paredes interiores do templo, eram da mesma foram revestidas de madeira tanto na parte de cima como na parte de debaixo das janelas. 17/20 O espaço acima da parte que conduzia até ao lugar santíssimo também estava revestido de madeira. As paredes eram decoradas com incrustações representando querubins, cada um deles com dois rostos e intercalados alternadamente com palmeiras. Um dos rostos — como um rosto humano — olhava para a palmeira que estava de um lado; o outro — como rosto de um leão — estava virado para o lado da outra palmeira. E era assim em toda a volta da parede interior do templo.

21 Havia ombreiras em todas as portas da nave do templo, e em frente do lugar santíssimo encontrava-se algo que tinha a aparência de um altar, mas que era feito de madeira. 22 Este altar era quadrado, com um metro de lado e 1,75 metros de altura; os seus cantos, a sua base e os lados eram de madeira. “Isto”, disse-me ele, “é a mesa do Senhor”.

23/26 Tanto a nave do templo como o lugar santíssimo tinham duplas portas, cada uma com dois batentes volantes. As portas que conduziam à nave do templo tinham querubins como decoração, além das palmeiras, tal como as paredes. Uma trave grossa estava atravessada por cima do vestíbulo de entrada. Havia janelas recuadas e palmeiras trabalhadas na madeira, de ambos os lados do átrio de entrada, e também nos vestíbulos laterais do templo e nas grossas traves da entrada.



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