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sábado, 19 de setembro de 2015

O oxigênio não é mais um indicador da existência de vida extraterrestre



Até agora os cientistas acreditavam que a presença de oxigênio na atmosfera de um planeta indicaria a existência de vida, bem como que todo o nosso oxigênio vem das plantas através da fotossíntese.



Bem, agora os cientistas descobriram outra causa possível para a presença de oxigênio em planetas extrasolares. Eles dizem que o oxigênio pode ser produzido com um componente não biológico, chamado de oxido de titânio, o qual age como um catalisador para a reação da divisão de água em oxigênio e hidrogênio, com a ajuda da luz.

O estudo foi publicado no Scientific Reports em 10 de setembro de 2015. O Professor Assistente Norio Narita, do Centro de Astrobiologia de NINS, e o Professor Associado Shigeyuki Masaoka, do Instituto de Ciência Molecular de NINS, publicaram que o oxigênio pode ter outras fontes além da fotossíntese.

Antes, os cientistas se baseavam na presença do oxigênio para suspeitar sobre a existência de possível vida. Mas agora eles descobriram que o oxigênio pode também ser produzido com um material chamado de óxido de titânio. Este componente pode dividir as moléculas de água com a ajuda da luz sobre o oxigênio e o hidrogênio. As característica deste componente não são uma nova descoberta, mas os cientistas não achavam que este componente poderia criar grandes quantidades de oxigênio. Agora eles predizem que um planeta similar à Terra, com uma cobertura de oxido de titânio de somente 0,05%, poderia facilmente produzir a mesma quantidade de oxigênio encontrada na Terra hoje. Este é um grande avanço no estudo de vida extraterrestre.

Dr. Narita disse: “Para procurar pela vida em planetas extrasolares através de observação astronômica, precisamos combinar o conhecimento de vários campos científicos e promover as pesquisas astrobiológicas, a fim de estebelecermos os decisivos sinais de vida. Embora o oxigênio seja ainda um dos possíveis biomarcadores, é necessário olhar para novos biomarcadores além do oxigênio, a partir do resultado atual.”

Embora a notícia pareça ser desanimadora para aqueles que confiavam no oxigênio como biomarcador na procura por vida extraterrestre, como o próprio Dr. Narita menciona, o oxigênio pode não ser o único indicador. Vale lembrar que nem sequer tocamos a ponta do iceberg do conhecimento sobre o que pode suportar a vida em mundos alienígenas. Talvez, o que é veneno para nós, seja fonte de vida para ‘eles’… e vice-versa.

Veja também:

Cientistas capturam esfera de metal com material biológico extraterrestre.


Cientistas britânicos afirmam que uma esfera microscópica capturada em fevereiro de 2015 poderia ter sido enviada para a Terra por uma civilização alienígena em uma tentativa de começar uma nova vida.
A esfera de metal misteriosa foi fotografada expelindo uma substância biológica, que os cientistas acreditam que poderia ser uma espécie de material genético, uma semente alien.
A esfera foi descoberta por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Sheffield e do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham.
Várias teorias sobre a origem da pequena esfera surgiram, mas as mais intrigantes e prováveis parecem ficção científica e por incrível que pareça estão sendo consideradas pelos cientistas britânicos.
Elas incluem a ideia de que ela foi enviada por alienígenas para a Terra com a intenção de propagar uma espécie de vida na Terra, uma teoria científica conhecida como “panspermia dirigida.”
O mais impressionante é que cientistas notáveis que defendem essa ideia incluem o astrofísico Carl Sagan e Prêmio Nobel Francis Crick, que é co-descobridor da estrutura do DNA.
O Professor Milton Wainwright, que liderou a equipe de pesquisa, descreve
o pequeno objeto como “uma esfera com a largura de um fio de cabelo humano, que é filamentosa do lado de fora e possui um material biológico pegajoso escorrendo de seu interior.”

Em entrevista ao Daily Express, Wainwright afirmou: “Ficamos impressionados quando a análise de raios-X mostrou que a esfera é composta principalmente de titânio, com um traço de vanádio. “Uma teoria é que foi enviada à Terra por alguma civilização desconhecida, a fim de continuar semeando o planeta com vida.”, complementa. “A menos é claro que possamos encontrar detalhes da civilização que supostamente a teria enviado a esse fim, é provavelmente uma teoria improvável”, acrescentou.
Os cientistas descobriram a intrigante esfera quando eles enviaram balões a 27 quilômetros de altitude na atmosfera para coletar poeira e matérias de partículas do espaço.
Milton Wainwright liderou o projeto de pesquisa com propósito de demonstrar que os organismos de vida microscópicas estão continuamente chegando do espaço. Wainwright ainda disse que a bola de metal causou um pequeno impacto quando atingiu o balão. “Ao colidir com a sonda estratosférica, a esfera deixou uma cratera de impacto, uma versão minúscula da enorme cratera de impacto na Terra causada pelo asteroide que dizimou os dinossauros.”
“Esta cratera de impacto mostra que a esfera chegou na Terra vinda do espaço; um objeto que vem da Terra não poderia viajar rápido o suficiente para que caísse de volta à Terra causando tal dano.”
“Parece que isso nunca foi encontrado na terra”, acrescentou Wainwright.
Wainwright espera que um projeto de pesquisa semelhante conduzido pela NASA encontre os mesmos resultados que sua equipe encontrou.
Essas descobertas científicas surgem menos de um ano depois que cientistas britânicos e japoneses lançaram o Instituto para o Estudo da Panspermia e Astroeconomia (ISPA), com o propósito de provar que a vida na Terra se originou no cosmos.
Em um comunicado, o ISPA disse: “A ciência e instituições Mainstream têm lutado contra as teorias que expõem essas crenças, mas agora as evidências de meteoritos, a partir de amostras de bactérias vindas do espaço e de observação espacial está fazendo a resistência cada vez mais difícil. Provando que a Terra está em uma constante troca de matéria com o cosmos, maiores seriam as implicações, não só em termos de nossa identidade, mas também poderia nos dar uma visão sobre vírus alienígenas, que podem ser importantes para a nossa identidade de grupo, a evolução e a própria sobrevivência . “

Veja também:

Cientista britânico afirma ter tirado foto de organismo extraterrestre


Segurem-se para o impacto!  Cientistas recém anunciaram ter capturado a primeira imagem de uma entidade extraterrestre viva!  Não se engane. Estes seres não se parecem com homenzinhos verdes ou coisa do tipo.  Este é um organismo vivo, totalmente alienígena e esta imagem é, de acordo com a equipe científica, prova de que vida extraterrestre existe no espaço, fora da atmosfera do nosso planeta.

O estudo foi conduzido por cientistas do Centro para a Astrobiologia da Universidade de Buckingham (BCAB), sob a supervisão do Professor Milton Wainwright.  Os cientistas disseram que a descoberta dá respaldo à teoria da panspermia, a qual diz que a vida na Terra originou no espaço.  Eles também disseram  que esta descoberta apoia a teoria de que partículas vivas continuam a cair na Terra, do espaço.

Os pesquisadores isolaram os organismos pequenos de fragmentos que foram coletados na fronteira da estratosfera com o espaço, usando imãs poderosos.  Os detritos foram coletados como parte de um projeto conduzido em Derbyshire, e envolveu o envio de balões para altitudes de 30 quilômetros dentro da estratosfera, próximo da fronteira com o espaço.

De acordo com Wainwright, a imagem acima mostra um grão de cristal de sal com entidade amorfa anexada à sua superfície.

“A foto ilustra o que acreditamos ser um micróbio alienígena na alta estratosfera.  Nossa equipe causou uma comoção nos últimos dois anos, pela alegação de que estes micróbios estejam continuamente chegando à Terra, vindos do espaço.  Nossos críticos têm sido muito incisivos no descarte do nosso trabalho, mas ainda ninguém forneceu uma explicação alternativa viável para a nossa revisão de trabalho por colegas.”

O grão de sal foi descoberto com elementos raros, tais como o disprósio, lutécio, neodímio e nióbio, disseram os cientistas.

Wainwright explicou que, “pelo que podemos dizer, a partícula não tem nenhuma relação com nada encontrado na Terra.  Este último lançamento também é empolgante porque a equipe encontrou partículas contendo os assim chamados elementos raros, à uma altitude de quase 30 quilômetros na estratosfera.  Estas massas de partículas são grandes demais para terem sido carregadas da Terra e, como as forma de vida alienígenas que encontramos, devem estar vindo do espaço para a Terra.”

Esta não é a primeira vez que cientistas encontraram evidência de vida extraterrestre.  Em 30 de janeiro de 2015, eles anunciaram ter encontrado evidência de formas vida extraterrestre chovendo na Terra numa “esfera de titânio”.

Porém, as descobertas da equipe continuam sendo vistas com suspeita pelos pesquisadores científicos convencionais, os quais dizem que Wainwright, Wikramasinghe e seus colegas do movimento da teoria da panspermia não forneceram evidências científicas convincentes que apoiem suas teses.

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