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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 193 PAITITI - O SEGREDO DA SERPENTE!



"Essa situação, em que os homens da Ciência se apressam em defender uma doutrina que não conseguem definir cientificamente, e muito menos demonstrar com rigor científico, 


tentando manter a sua credibilidade perante o público pela supressão da crítica e a eliminação das dificuldades, é anormal e indesejável na Ciência" (W. R. Thompson)




A vida é mesmo repleta de subterfúgios e sutilezas. Assim, por exemplo, o famoso Caviar não passa das ovas de um peixe muito feio e repelente, chamado Esturjão. O Escargot, iguaria igualmente cara e tão apreciada por certos gourmets, não passa daquele rastejante, robusto e gosmento caramujo que assola os nossos jardins - e ainda é considerado uma praga. Da mesma forma, existem aqueles que apreciam a carne de um peixe chamado cação, sem saberem que na verdade estão saboreando a carne do temido tubarão, uma vez que ambos são sinônimos, pertencem à MESMA espécie - muito embora poucos saibam disso e ainda teimem em afirmar o contrário. O nome "cação" é apenas um eufemismo de modo a vender o peixe, mascarar a verdade diante do distinto público, sem chocar em demasia os consumidores, do contrário ninguém comeria o filé de um tubarão, um predador mortífero e voraz que devora TUDO o que encontra pelo seu caminho! Assim, circula entre os pescadores uma piada que reflete toda essa verdade e serve ainda para tirar a teima: - "Se você pegá-lo, é cação. Mas SE ele pegar você, é mesmo tubarão!". Algo idêntico acontece com aquilo que certas pessoas e muitos setores eruditos consideram como "lendas". Mas, até que ponto certas verdades históricas, passadas de geração em geração através dos tempos, seriam mesmo "lendas"? Qual seria mesmo a diferença existente entre o cação e o tubarão?


Pois é! Um antigo manuscrito Jesuíta, sob a guarda do Vaticano, por exemplo falava acerca da misteriosa cidade de Paititi, ou ainda Eldorado - um reino perdido situado lá pelos lados dos inexplorados contrafortes peruanos, na região abrangida pelas densas e hostis Selvas Amazônicas.


Segundo esses manuscrito, os missionários Jesuítas daqueles tempos, liderados pelo Padre Andrea Lopez, teriam encontrado Paititi, ou Eldorado (segundo descreveram uma cidade adornado pelo ouro, prata e pedras preciosas) e pediram, então, a devida permissão ao Papa para evangelizar os seus habitantes, o que foi de pronto negado e abafado pela Igreja Católica, escondendo ainda a sua localização, de modo a "evitar uma corrida do ouro ao local e, ainda, a eventual ocorrência de uma histeria em massa"......


..... Da mesma forma que antigos mapas já indicavam a sua real existência! Durante o Século XVI, a enorme riqueza saqueada aos Incas pelos conquistadores estrangeiros no território da América do Sul, alertaram-nos para o fato de que, mais além, certamente deveria haver outras culturas muito mais ricas, perdidas em meio às altas montanhas e às vastidões das selvas inexploradas. Eldorado, ou Paititi, cuja capital seria Manoa - "a cidade dos telhados resplandecentes" - uma tradição passada pelos índios aos conquistadores espanhóis, seria um reino encantado, perdido em meio às selvas, outrora habitado por uma estranha raça de seres, adoradores do Sol, cujo nome seria "Ewaipamonas" - desprovidos de pescoço e cujos rostos ficariam situados à altura dos seus peitos!....


.... E os seus templos e imponentes palácios seriam ornados do mais puro ouro! Dizem as lendas que o chefe supremo dessa civilização seria um tal "Príncipe Dourado", ou "Eldorado", dotado de aparência resplandecente, cujas vestes e até mesmo o próprio corpo seriam recobertos de ouro, ornados ainda pelas mais valiosas jóias - segundo descrito pelo historiador Fernandes de Oviedo, em 1535.


Mais tarde, então, tudo recomeça no distante ano de 1542 quando o desbravador espanhol Francisco de Orellana partiu em uma expedição com cerca de 4 mil quilômetros pelos rios das Selvas Amazônicas com a finalidade de encontrar o tal reino místico do Eldorado, ou ainda Paititi. Durante um longo trajeto repleto de vicissitudes - ocasião esta na qual foram atacados pelo que descreveram como uma feroz tribo de mulheres guerreiras, daí advindo o atual nome de "Amazonas".


Seguindo antigos mapas, além dele outros exploradores - tais como Jimenez de Quesada, Gonçalo Pizarro e até mesmo o inglês Walter Raleigh - também tentaram encontrar Paititi, todos porém sem sucesso e tendo pago um alto preço: mortes em massa; doenças; desaparecimentos misteriosos de milhares de homens; ataques de tribos ferozes, e etc. - circunstâncias estas que redundaram no total fracasso das suas ousadas expedições, impedindo-os assim de alcançarem o seu ambicionado objetivo. Paititi, então, foi esquecida, caindo no mais puro domínio das lendas - lendas cujo simples nome resultava no deboche e no escárnio por parte dos tradicionalistas ortodoxos da História e da Arqueologia. Mas, nesse particular, não será sempre bom voltar à questão: - Até que ponto as lendas seriam mesmo "lendas"?


Uma vez que as antigas "lendas" agora ressurgem, verdadeiramente VIVEM e estão hoje bem à vista de todos! Já não há mais, portanto, como se negar tantas, tamanhas e tão gritantes evidências que até mesmo a moderna tecnologia dos satélites começa a nos revelar! (FOTO: © Europa Technologies/TerraMetrics/Google)


Tudo então já prova (e comprova) que há, de fato, muitos velhos mistérios perdidos e esquecidos em meio à vastidão das Selvas Amazônicas, as quais tomam por milhares de quilômetros quadrados - e atingindo os atuais territórios de vários países - toda as partes Norte, Nordeste e Noroeste do Continente Sul Americano! Imagens tomadas pelos modernos satélites nos mostram que existem mesmo por lá uma profusão de antigos monumentos e velhas ruínas cuja origem torna-se desconhecida - tudo isso em locais ainda virgens e inacessíveis e nos quais o homem jamais colocou seus pés! Na foto acima, já nas proximidades da fronteira do Brasil com o Peru, uma série de pirâmides alinhadas. Não se trata de Paititi, sendo possivelmente a misteriosa AKAHAKOR (ou ainda um indicativo da sua localização próxima), a cidade perdida dos antigos "deuses", a qual não deve ser confundida com a primeira, Paititi ou Eldorado, pois são coisas bem distintas entre si.


Sim, uma vez que existem muitas outras colossais ruínas espalhadas pela vastidão da Floresta Amazônica, curiosamente seguindo rumo ao Oeste do Continente Sul Americano! E bem ao contrário do que geralmente se afirma, existe uma forte possibilidade de que tais ruínas sejam na verdade não Incas, mas, sim PRÉ-INCAS - um misterioso povo que a essa cultura precedera e assim a ela DERA ORIGEM e que, seguindo do LESTE para o OESTE, isto é, desde o interior da Floresta Amazônica, do Atlântico em direção ao Pacífico, tenha se estabelecido em terras que hoje pertencem ao Peru, Bolívia e Equador e chegando até mesmo na América Central.


Uma hipótese Impossível? E por que não? Verdadeiramente NADA sabemos sobre o mais remoto e ainda obscuro passado terrestre! As antigas tradições nos dizem que os "deuses" vieram de longe, se estabeleceram onde hoje é a imensa Floresta Amazônica, e depois partiram de volta às suas "origens". As ruínas e a colossal rede de túneis e galerias subterrâneas por eles deixados ainda estão por lá. AKHAIM, AKHANIS, AKHAKOR, hoje residindo apenas no domínio das "lendas", um dia certamente se revelarão diante de uma humanidade estupefata. Não seria, pois, de todo impossível que os povos por eles tutelados tenham migrado em busca de outras terras, levando porém consigo as técnicas ensinadas pelos seus antigos e benevolentes Mestres e protetores.


Inca, Chachapoia, Caral, Nazca, Paracas, Chimu, Tihuanaco, Chan Chan, Huari, Chavin, Caral, Ica-Chinca, Lambayequi, Lima, Chimu, Moche, Pachacamac, Salinar, Viru, Norte Chico, Chinchirro, Chibchas, Recuai, Vicus, Galinazo, Aspero, Chancay, Chankillo, Viru, Sican, Chiribaia - são algumas das denominações das antigas Culturas Sul Americanas - donde também poderíamos incluir as Centro Americanas, tais como Maia, Asteca e Olmeca - todas notáveis pelos seus magníficos templos, pirâmides, palácios, muralhas, blocos rochosos elevados por centenas de metros de altitude (não se sabe como), e etc... Não teriam tido, todas elas, uma origem comum?....


..... Ou do contrário, como se explicaria tudo isso? O mesmo estilo, a idêntica "marca" que se estende por quase todo o planeta, coroando terras onde as antigas culturas jamais tiveram contatos uma com as outras! Uma herança perdida, tecnologias distantes, coisas gritantes que somente não enxergam aqueles que não desejam ver - ou, então, aqueles que, adotando a muito marota e simplória tática do avestruz, enfiam as suas cabeças na terra pensando que ninguém os poderá atingir.


Porém e apesar deles, as lembranças históricas sempre permanecem e verdadeiramente revivem naquilo que por vezes consideramos "lendas". Pusharo, um nome pouco conhecido, uma região peruana que se situa a 40 quilômetros de Cuzco, repleta de grandes mistérios que no entanto viriam a fornecer a chave para aquela que seria uma das maiores descobertas arqueológicas do Século, e a qual possibilitaria de modo contundente provar aos céticos que as lendas nem sempre são mesmo lendas e, portanto, deveriam ser encaradas mediante uma visão mais ampla, com respeito e seriedade.


Pois, modernamente, foi precisamente lá em Pusharo que arqueólogos já tinham se deparado com algumas pistas muito consistentes, todas indicando que, para mais além daqueles misteriosos lados, existiria mesmo alguma coisa muito grande perdida em meio à vastidão das selvas impenetráveis e hostis! (FOTO: Thierry Jamin/Alain Bonnet /Christian Fardou)


Os chamados petroglifos de Pusharo, por exemplo, continham estranhos símbolos e sinais, indicando uma localização situada mais adiante onde poderia ser encontrado o tal misterioso reino que seria Paititi. (FOTO: Thierry Jamin/Alain Bonnet /Christian Fardou)


Uma vez que as pistas encontradas lá em Pusharo eram muito significativas, notadamente a imagem de serpente fazendo uma clara alusão ao curso de um certo rio situado mais além e cuja direção e curso conduziriam à cidade perdida. Era mesmo uma espécie muito simbólica e sutil de MAPA!.... (FOTO: Thierry Jamin/Alain Bonnet /Christian Fardou)


..... E até mesmo, e muito possivelmente, indicando o formato da disposição arquitetônica da antiqüíssima cidade perdida! (FOTO: Thierry Jamin/Alain Bonnet /Christian Fardou)


.... E o curso do rio indicado teria sido exatamente este: o imenso Rio Madre de Dios! (FOTO: © Europa Technologies/DigitalGlobe/TerraMetrics/Google)


Tudo, pois, fazia sentido. Aqui, uma outra curiosa imagem gravada em Pusharo, um sinal bem significativo.....


..... Pois, em plena vastidão da floresta, essa mesma curiosa imagem já estava gravada nas rochas, sinalizando a existência de Pusharo, indicando assim uma direção muito precisa para nela se chegar! (FOTO: Thierry Jamin/Alain Bonnet /Christian Fardou)


Este é Jacek Palkiewicz, repórter, jornalista e explorador, uma reconhecida autoridade internacional, tendo percorrido o mundo em busca de antigos mistérios. Suas pesquisas pelo mundo afora o levaram desde o Saara, Namíbia, ao Vietnã, Amazônia, Sibéria, ao Pólo, ao cruzamento do Oceano Atlântico, tendo ainda participado como consultor dos Astronautas Russos em programas de sobrevivência, como também no treinamento de tropas anti-terroristas sob as mais variadas condições climáticas. Foi exatamente este o homem que, contrariando todas as crenças oficiais, resolveu seguir as antigas pistas em busca do famoso e mítico reino do Eldorado, ou Paititi!


Em 30 de junho de 2002, a sua equipe composta por pesquisadores argentinos, poloneses, italianos, russos e peruanos, partiu em busca da lendária Paititi, a cidade dourada, na qual se acrediita os Incas teriam escondido da sanha dos conquistadores espanhóis, os seus fabulosos tesouros. Seguindo, pois, as antigas pistas, as buscas se concentraram na região da Amazônia Peruana, precisamente ao longo do Rio Madre de Dios. (IMAGEM: Equipe de Jacek Palkiewicz)


O Rio Madre de Dios, serpenteando entre altas montanhas e cruzando uma região inóspita, está situado ainda em Território Peruano, na Região Amazônica, já nas proximidades da fronteira com o Brasil. A misteriosa cidade perdida que seria a lendária Paititi teria sido o último refúgio do Povo Inca na sua fuga aos conquistadores espanhóis, na tentativa de fundar um novo império em substituição ao que haviam perdido e para onde teria sido levado o que restou dos seus imensos tesouros. (FOTO: © Europa Technologies/DMapas El Mercurio/MapLink Tele Atlas/Google)


E foi exatamente nessa região, e seguindo todas as consistentes pistas ignoradas por muitos, que Jacek Palkiewicz e a sua equipe se atreveram a desafiar os perigos da jornada na busca da misteriosa Paititi. (IMAGEM: Equipe de Jacek Palkiewicz)


Fuzil AK-47 na mão (faz sentido uma vez que muitas outras expedições, e até mesmo em tempos modernos, desapareceram sem deixar rastros) e cruzando cursos de rios perigosos e inexplorados, a equipe prosseguia no seu objetivo. (IMAGEM: Equipe de Jacek Palkiewicz)


E esta é a densa, assustadora e hostil região montanhosa ao longo do Rio Madre de Dios, 105 quilômetros a Nordeste de Cuzco, Região Andina e em uma altitude de 1.000 metros, na qual os exploradores encontraram finalmente aquilo que tanto buscavam:


Misteriosas ruínas não oficialmente identificadas e engolidas por séculos pelas selvas! (IMAGEM: National Geographic)


Pois, da antiga Paititi, se é que se tratava mesmo de Paititi, nada mais restava do que escombros - ruínas portentosas, perdidas no tempo e que, todavia, ainda denotavam a sua antiga exuberância..... (IMAGEM: National Geographic)


..... Todas marcas indeléveis de um passado perdido, outrora glorioso, e que foi por muito tempo considerado como meramente "uma simples lenda"!


Naquela hoje solitária região, muitas dessas ruínas acham-se soterradas, sobressaindo aqui ou ali, imensos blocos rochosos. Mas, teria sido mesmo esse o tão famoso Eldorado?


Nesse caso, onde estaria, então, o ouro - todos os tão decantados tesouros? Havia, porém, algumas coisas mais em meio a tais intrigantes muralhas e velhas ruínas:


Seria este o antigo Eldorado? Possivelmente SIM, uma vez que no local ainda foram achados pelos exploradores magníficos trabalhos elaborados no mais puro ouro! (IMAGEM: Equipe de Jacek Palkiewicz)


,,... Quem sabe alguns restos do ouro e das valiosas pedras preciosas que os antigos conquistadores espanhóis tanto buscaram em vão?.... (IMAGEM: Equipe de Jacek Palkiewicz)


..... Apenas uns poucos e muito claros sinais de que muita coisa ainda deve existir por lá, notadamente no subsolo e nas possíveis câmaras subterrâneas de Paititi, uma vez que, e de acordo com todas as evidências, os grandes segredos do passado das Américas, estão mesmo situados no seu ainda inexplorado subsolo! A busca da verdade deve continuar sempre, pois, é tudo mesmo como Jacek Palkiewicz afirmou (grifos nossos) : - "Agora estamos na pista de uma concreta realidade, não muito longe do local onde os últimos Incas provavavelmente fundaram o seu derradeiro refúgio e onde esconderam os seus fabuloso tesouros em ouro, durante a invasão espanhola no ano 1532. Localizamos uma região montanhosa com edifícações de uma civilização PRÉ-INCA, cobertas por uma vegetação luxuriante e sobre um lago, abaixo das quais, presumimos, EXISTA UM LABIRINTO DE CAVERNAS E TÚNEISAlgo que, por sinal também faz sentido, uma vez que especialistas russos que tormaram parte na sua expedição, usando radares de prospecção subterrânea (GPR), CONFIRMARAM A EXISTÊNCIA DE UMA REDE DE CAVERNAS E TÚNEIS ABAIXO DO LAGO LOCAL - um lago sagado que as velhas "lendas" e tradições, aliás, categoricamente afirmavam fazer parte do complexo de Paititi! Não há mesmo, pois, qualquer diferença entre o "cação e o tubarão".... (IMAGEM: Equipe de Jacek Palkiewicz)


Dizem que a verdade está "lá fora" - no espaço sideral. Sem dúvida! Como também, - acrescentaríamos - aqui em baixo mesmo e.... Até "bem mais lá em baixo"! Pois, já está mesmo comprovado que na América do Sul uma colossal rede de túneis subterrâneos se estende por mais de 800 quilômetros, atravessando vários países e percorrendo as ruínas de extintas culturas - e isso apenas na parte conhecida, sem levarmos em conta o que mais poderia haver na imensa Floresta Amazônica Brasileira, de onde provavelmente eles tenham um ponto de partida. Note-se que há uma espécie de "trilha" que a essa mais distante Região Amazônica conduziria: - a 40 quilômetros das ruínas de Cuzco (onde uma galeria de túneis foi encontrada - foto), está situada Pusharo. Também a partir dela, Cuzco, e sempre a Nordeste, mais 105 quilômetros e temos Paititi. Depos dali, Paratoari, e para mais além a vastidão da densa, hostil e inexplorada floresta, onde dizem as "lendas" (?) estariam situadas AKAKOR, AKAIM e AKANIS - as três cidades perdidas dos "deuses"! E ao que tudo indica, e bem no sentido contrário ao que se pensa, uma antiga migração da direita para a esquerda, desde o Atlântico - e portanto da Atlântida - rumo ao Oeste, atingindo assim o atual território da América do Sul? Geograficamente correto, geometricamente lógico!


Pois, de acordo com os mais antigos Registros, como também a descrição de Platão, assim era o formato das edificações circulares no Continente Atlante, uma civilização altamente avançada e tecnológica.....


..... E esse é o formato das ruínas de Cuzco, no Peru, a cidade sagrada dos Incas. Extraordinária semelhança! Uma lembrança atávica? Uma homenagem à perdida Terra-Mãe? Lembremos que as tradições dos Maias e dos Astecas, estes, por sua vez, tendo habitado a América Central, também falavam a respeito da perdida terra de AZTLÁN! Muitas "coincidências" juntas, não?


Claro que SIM! E veja, também, em uma fotografia aérea, o formato das estranhas ruínas, igualmente incas, de Caral! Note-se, ainda, que no caso de Paititi, a equipe de Palkiewicz descobriu a tal rede de túneis SOB UM LAGO! Isso mesmo: abaixo das águas de um lago, este provavelmente também artificial! Pura tecnologia - ou melhor dizendo, um trabalho de Engenharia fantástico e fora do seu tempo, uma vez que a nossa moderna civilização, mesmo também dispondo de toda uma avançada tecnologia, somente AGORA conseguiu construir um túnel submerso, precisamente sob as águas do Canal da Mancha!


Aliás, os jornais estrangeiros chegaram a noticiar a sensacional descoberta de Palkiewicz que, claro, pelo fato de contrariar tudo aquilo que não está oficialmente estabelecido, e mais ainda por ser ainda considerado como "lenda", não teve a necessária repercussão nos meios acadêmicos, caindo assim no mais puro esquecimento. Quer tenha sido a misteriosa Paititi, ou não, aquilo que os seus intrépidos exploradores trouxeram à luz, foi realmente uma cidade oficialmente desconhecida e perdida, servindo como exemplo (e simultaneamente como uma grande lição de humildade) para todos aqueles que se julgam acima de todo o conhecimento e acima de toda a verdade. Pois, agora e mais do que nunca, nesses tempos maravilhosos das grandes revelações, os ecos de um passado distante e esquecido reverberam muito mais forte, se agigantam, colocando por terra muitas convicções e muitas ultrapassadas crenças - até agora (mas somente até agora), consideradas intocáveis, sacrossantas, bem como imunes a quaisquer tipos de críticas ou contestações. A verdade, então, de uma forma ou de outra, sempre prevalecerá. E aqueles que a desprezam e a rejeitam um dia qualquer, e diante dela, submissos diante de toda a sua grandeza, forçosamente terão que se curvar! Alia Jacta Est, portanto! O dardo já foi devidamente lançado. E por uma simples questão de Justiça, a César, pois, será dado o que efetivamente a César pertencer! (IMAGEM: Equipe de Jacek Palkiewicz)






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