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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 178 SUBMERSAS CATEDRAIS!



"Mãe, sal sangrento, curva mãe da água, planeta percorrido pela espuma e a medula: titânica doçura de estelar longitude: noite com uma única onda na mão: tempestade contra a águia marinha, cega sob as mãos do sulfato insondável: adega em tanta noite sepultada, corola fria toda de invasão e ruído, catedral enterrada a golpes na estrela. 

Há o cavalo ferido que na idade de tua margem percorre, pelo fogo glacial substituído, há o abeto rubro transformado em plumagem e desfeito em tuas mãos de atroz cristalaria, e a incessante rosa combatida nas ilhas e o diadema de água e lua que estabeleces. Pátria minha, a tua terra todo este céu escuro! Toda esta fruta universal, toda esta delirante coroa! Para ti esta taça de espumas onde o raio se perde como um albatroz cego, e onde o sol do sul se levanta olhando tua condição sagrada" (Pablo Neruda - Canto Geral)




Muito além do que os olhos vêem! Sempre costumamos dizer que as pessoas normalmente enxergam a formiga porém não vêem o elefante. E assim é! Mesmo passando os olhos em simples fotografias publicadas em jornais, por vezes nos deparamos com algumas inusitadas surpresas - tal como essa acima. Nessa foto, vemos o ponto turístico de uma cidade situada em um Município do Rio de Janeiro, precisamente Teresópolis. Essa curiosa elevação tem o nome de "Dedo de Deus", pelo fato de se assemelhar com a mão fechada da qual sobressai uma espécie de "dedo". Mas, isso é o que as pessoas apenas julgam ver. Porém, os olhos mais atentos conseguem enxergar que de "dedo" propriamente dito, essa montanha não tem absolutamente NADA! Observe o seu topo com bastante atenção.....


.... Pois, foi isso mesmo que você viu: - uma face dotada de contornos exóticos e muito precisos! Observe-a também no detalhe realçado, à direita. O personagem retratado, há sabe Deus quantos milhares de anos atrás, e sabe-se lá por quem esculpido, usa até mesmo uma espécie de toucado!


Da mesma forma que no topo do famoso Morro do Corcovado, se situa um outro cartão postal da Cidade do Rio de Janeiro - a estátua do Cristo Redentor que abre os seus braços sobre a cidade - onde há muito tempo nossos atentos olhos de pesquisador já tinham detectado algo que milhares de pessoas que por ali residem e passam, sequer se dão conta que estão diante de um outro grande mistério do nosso mais remoto passado: - ou seja, além de todo o prolongamento daquela montanha ter o preciso formato de um gigante deitado, essa nossa foto nos mostra os nítidos detalhes do perfil do seu rosto!


E quanto a isso não há mesmo o que se negar: - é, de fato, o perfil de um desconhecido rosto! E note-se, também, que há uma outra escultura na parte que seria o seu "nariz", por sua vez parecendo representar o corpo de um personagem em pé!


E será que você já notou uma particularidade muito interessante nesses antiqüíssimos e desconhecidos monumentos rochosos - esculpidos em montanhas inteiras e que se espalham por quase toda a Terra? Quase TODOS eles ostentam a forma de um gigante deitado - uma espécie de sarcófago! Um simbolismo velado, talvez, para lembrar a morte de uma perdida civilização? Tudo inidicaria que SIM!


Há, por todas as três Américas, os sinais não identificados que nos conduzem à constatação de que esses continentes foram, de fato, habitados, ou em tempos remotíssimos colonizados, por avançadas culturas cujas origens resultam igualmente desconhecidas. A América do Sul é, contudo, a mais pródiga nessas evidências, uma vez que quase todos os seus países ostentam não só estranhos monumentos pétreos, como também caracteres alfabéticos e simbolismos desconhecidos. Na foto acima, o imenso painel em relevo, situado em Itacoatiara do Ingá, Estado da Paraíba, Brasil...


..... Esse painel, situado em uma região desolada e desértica, por sinal tem atraído a presença de inúmeros turistas, como também de estudiosos e pesquisadores em geral que até hoje não conseguiram encontrar uma resposta convincente para o seu estonteante enigma.


Essa antiga imagem tomada por satélite nos mostra o topo do Monte Shasta, na Califórnia, EUA, um local no qual (e também em cujas cercanias), coisas muito estranhas costumam acontecer. Estamos falando não somente a respeito da insistente presença dos UFOs que muito freqüentemente rondam o topo desse vulcão extinto, como também daquilo que os habitantes das regiões mais baixas dessa montanha costumam presenciar: - criaturas estranhas, vestidas em túnicas - ou vestes - imaculadamente brancas, circulando pelas proximidades, realizam estranhos rituais no topo onde, também, estranhas luzes também se manifestam - além da existência de curiosos "nevoeiros" e campos de forças muito sutis que impedem a aproximação de estranhos! Isso sem contar com a nítida existência de misteriosas edificações lá no topo, assim como nos mostra essa imagem......


.... Edificações que lembram pequenas PIRÂMIDES e, sobretudo, não condizentes com a paisagem circundante e que de pronto sugerem mesmo se tratar de obras de seres inteligentes! Dizem as lendas e as antigas Tradições que ali estaria refugiada uma colônia de sobreviventes da perdida Atlântida (ou quem sabe da perdida Lemúria), que ali se perpetuou desde as milenares catástrofes que engolfaram aqueles continentes, isso há cerca de 12 mil anos atrás.


Tente adivinhar agora o que está vendo nessa imagem acima..... Apenas uma coleção particular composta por 250 peças METÁLICAS, encontradas em West Virginia, EUA, em um sítio arqueológico datado de um período pré-histórico que se convencionou chamar de PALEOLÍTICO, situado, portanto, há mais de 10 mil anos atrás - podendo, no entanto, verdadeiramente se tratar de um achado arqueológico muito mais antigo do que isso!.....


..... Artefatos, tais como esses, por exemplo, os quais forçosamente implicaram na existência de uma indústria, como também de uma avançada tecnologia para fabricá-los!


Isso, porém, não é tudo! Algumas dessas inusitadas peças encontradas em West Virginia estão revestidas de um outro imenso e estonteante mistério: - contêm MENSAGENS, em uma escala abaixo da milimétrica, representadas por uma série de sinais, símbolos e faces, gravados através de uma técnica altamente sofisticada elaborada em padrões negativos e ainda desconhecida - incapaz de ser produzida pela nossa civilização - os quais somente podem ser distinguidos através do emprego de um poderoso microscópio eletrônico, mediante uma correta distância e em um determinado ângulo com pouca luminosidade!.......


.... Sinais e símbolos aqui vistos quando ampliados a partir de um pequeno fragmento, lembrando uma espécie de alfabeto....


.... Como também algumas peças que podem representar uma espécie de planta urbanística, ou maquetes, de cidades inteiras.....


.... Cidades inteiras, tão urbanisticamente organizadas e talvez tão populosas quanto as nossas, e que, em uma remota época qualquer, desapareceram para sempre da face da Terra! Note-se, na extremidade esquerda da imagem, a clara representação de uma PIRÂMIDE!


Uma perdida cultura que, espalhando-se em tempos muito remotos pelas Américas, silenciosamente nos legou não somente os intrigantes vestígios da sua extemporânea tecnologia, como também os objetos das suas mais refinadas expressões artísticas! Logicamente, e assim como nos dizem todas as lendas e Tradições, os inegáveis frutos de uma civilização muito evoluída e muito antiga que lamentavelmente veio a se perder no tempo......


Meras lendas ou, ainda, meras e muito antigas tradições sem qualquer sentido? decididamente NÃO! "O OURO DE TAYOS - Os Arquivos da Atlântida" - estampa a capa deste livro que tem a autoria do notável arqueólogo Stan Hall. Tudo isso, toddos esses vestígios evocariam, portanto, aquele perdido continente? SIM, uma vez que TUDO nos remete mesmo ao perdido Continente Atlante, submerso pelas águas do oceano há cerca de 12 mil anos atrás, e advindo desde o qual os seus refugiados, ou sobreviventes (ou ainda membros das suas colônias mais afastadas que ficaram isolados após a catástrofe) teriam encontrado refúgio!


Deve-se, não a qualquer um, mas ao educador, antropólogo, botânico, arqueólogo, humanitário e humanista, Padre Salesiano Carlos Crespi Croci, nascido na Itália em 1891, e estabelecido no Equador durante o período de 1923 a 1982, a sensacional descoberta de uma imensa "biblioteca metálica" contendo os registros de uma desconhecida e muito antiga civilização, a qual deixou em profundas cavernas ARTIFICIAIS os registros da sua história e da sua avançada cultura.....


..... Elaborada no mais puro ouro, a biblioteca metálica de Tayos muito reveladoramente contém alguns dos mesmos sinais desconhecidos que se espalham por quase todos os demais países do Continente Sul Americano, denotando, assim, uma ORIGEM COMUM!.....


..... E esses vestígios não somente ostentam símbolos e caracteres alfabéticos desconhecidos, como também estranhas imagens que retratam curiosos seres - além de alguns artefatos igualmente desconhecidos semelhantes a calendários! O complexo de Los Tayos representa, sem qualquer dúvida, um dos grandes, senão o maior, dos mistérios da América do Sul!


E deve-se justamente a Stan Hall a pesquisa mais aprofundada, realizada nesse colossal complexo subterrâneo artificial de Los Tayos, através de uma expedição efetuada em 1976, contando inclusive com a sutil presença do ex-astronauta da NASA, Neil Armstrong - e POR QUE exatamente um membro da NASA estaria presente nessas explorações?.... (FOTO: Stan Hall)


.... Tem muita lógica, pois ali, em tempos imemoriais, fora utilizada uma tecnologia desconhecida na Terra! Além das imensas galerias artificialmente escavadas com as quais se depararam os exploradores, as surpresas no Equador todavia não paravam por aí...... (FOTO: Stan Hall)


..... Pois, bem antes, precisamente em março de 1964, a Imprensa daquele país já tinha noticiado a espantosa descoberta, efetuada em uma outra localidade denominada Los Esteros - por sua vez situada na costa do Oceano Pacífico - composta por cerca de 3200 estranhos artefatos datados de 10 MIL anos recuados no passado terrestre e pertencentes a uma desconhecida cultura, a qual se convencionou chamar de "Império de Tayhuantinsuyu". Na verdade, trata-se de uma misteriosa civilização cuja origem não só é totalmente desconhecida, como também antecedeu em muito as antigas cultura Incaicas! Atualmente em coleções particulares, mas tendo a maioria delas sob a guarda da Universidad San Francisco de Quito, cairiam no mais completo esquecimento não fosse a intervenção de Stan Hall que pretende formar com essas peças um museu on line, de modo a divulgar tão valioso e importante achado que, sendo sem qualquer dúvida altamente relevante, nos remete à própria formação das culturas do Continente Americano.(FOTOS: Stan Hall)


Tudo muito relevante, tal como em ICA, por sua vez no Peru, onde uma antiga civilização nos legou, em milhares de pedras gravadas, as suas mensagens para a posteridade retratando as cenas da sua avançada cultura - uma cultura tão antiga que conhecia as galáxias distantes; percorria os céus; realizava complexas cirurgias; se utilizava de complexos artefatos tecnológicos, e até mesmo conviveu e subjugou os extintos animais, por nós chamados de "monstros pré-históricos"!


Acima, a propaganda de um recente livro de autoria do renomado Professor Denis Swift, abordando os mistérios das Américas, bem como a existência e o evidente emprego de uma alta tecnologia nas suas antigas civilizações. Hoje, bem ao contrário daqueles que praticam o "saudável" e muito cômodo esporte, não do "Tiro ao Pombo", mas, sim, do "Pombo ao Tiro", isto é, atiram primeiro para.... Jogar o pombo depois, fingindo assim que nada está acontecendo, os Cientistas, os Pesquisadores e os Arqueólogos sérios, donos de uma outra visão e dotados de mentalidades abertas, já começam a se interessar e a vasculhar todos esses intrigantes, porém muito expressivos e relevantes mistérios, os quais dizem respeito à própria História não escrita (e muito obscura) deste nosso pequeno planeta, como também representam uma alternativa passível de abrir novos e muitos promissores horizontes ao conhecimento humano. Pois, tudo isso, sem qualquer dúvida, apenas se trata das muitas peças isoladas, um fantástico mosaico, porém de um ÚNICO quebra-cabeças que já começa a ser devidamente encaixado - forçosa e imperiosamente já se tornando quase que inteiramente visualizado no contexto da maravilhosa e fantástica imagem a qual se propõe a nos revelar:


Pois, as provas quanto à existência de um perdido continente que outrora se situava entre a África e as Américas, já passam do terreno das meras suposições e dos vagos territórios das simples lendas para o campo da mais pura e chocante realidade! Recentes imagens efetuadas no levantamento do leito submarino dessa região nos atestam que, de fato, em tempos muito remotos da evolução terrestre existira uma grande massa de terras que ali, possivelmente sofrendo uma fratura, submergiu! Note-se que a África, a Leste, (leia-se EGITO), e também as Américas - do Norte, Central e do Sul - estas já a Oeste, seriam uma rota lógica, tanto para uma antiga colonização quanto para uma alternativa de escape e emigração na iminência de uma catástrofe qualquer! (IMAGEM: Topex.uscd.edu)


E a ampliação do principal detalhe do relevo dessa grande massa de terras submersa, situada em meio à vastidão do Oceano Atlântico, efetivamente nos mostra que a possibilidade de ali um dia ter existido uma civilização torna-se cada vez mais evidente. NADA, absolutamente NADA, sabemos sobre o mais remoto passado deste nosso planeta. Tudo aquilo que sabemos e consideramos como a tradicional "História das Civilizações" somente nos remete a um período de tempo que remonta há pouco menos de 6 mil anos. Daí para trás, somente as mais obscuras névoas encobrem a nossa verdadeira e a nossa real História. Por conseguinte, jamais poderíamos, honestamente e em sã consciência, contestar o que quer que seja, ou o que quer que porventura se apresente como uma provável evidência do que realmente se oculta por trás dessa espessa névoa que, felizmente e pouco a pouco, já começa a se aclarar. Quem realmente somos? De onde realmente viemos, e o quê exatamente representariam para o nosso porvir, e sobretudo para o nosso entendimento, essas perdidas civilizações do nosso mais remoto passado, as quais nos legaram não apenas as Tradições e os seus mais insistentes vestígios, estes sempre lembrando e demarcando a sua presença, como também e quem sabe, proferindo nos gritantes sons do seu mais expressivo silêncio um apelo patético, uma terrível advertência que, atravessando os tempos - agora e mais do que nunca - se faz urgentemente necessário compreender?


As civilizações, assim como as nossas breves vidas, apartadas do Espírito e imersas na matéria, são efêmeras, transitórias. Tudo passa; todas as moradas temporais se vão, forçosamente darão lugar a outras. A nossa humanidade não é a única, e tampouco foi a única a habitar este pequeno planeta que, há muitos e muitos milhões de anos, cumpre seu périplo através da Via Láctea. Outras humanidades, tão ou mais evoluídas do que a nossa, certamente nos precederam e se foram. Assim, simbolismos são simbolismos, falam através do silêncio, todos eles sempre muito evidentes: - as antigas estatuetas da imagem acima, advindas dos tempos imemoriais e esquecidos, talvez nos tragam uma patética mensagem: - nelas, vemos um casal de seres um tanto ou quanto diferentes de nós. O homem, que tem os pés sobre um planeta - muito possivelmente o NOSSO - abre as suas mãos em um gesto de súplica. Há uma profunda tristeza e muita angústia na expressão do seu rosto. A mulher, ao seu lado, num gesto protetor, assim como convém a toda mãe, protege o filho que se aninha nos seus nos braços, parecendo interrogar sobre o seu incerto futuro. Há, também, uma profunda tristeza e uma ponta de dor no seu amoroso olhar. E não sabemos, nós, que a História é cíclica e sempre se repete? Aí, então, residiria a grave advertência: - Não estaríamos trilhando os mesmos e perigosos caminhos de outrora? Guerras, devastações, poluição, destruição sistemática do planeta, a tecnologia em substituição ao Espírito, e assim por diante - tudo isso tem um preço! A Linha do Tempo é inflexível, implacável - como também dinâmica. Cabe, então, a cada um de nós escolher os seus próprios caminhos e forjar - ou em contrapartida, bloquear um destino qualquer, fechando, assim, as portas do porvir. O mesmo acontece com as civilizações - o livre arbítrio de um povo rege o destino de todos os demais. Então, pode ser que ainda haja algum tempo, pode ser que ainda haja o amanhã - pode ser, portanto, que ainda haja um futuro.... Se é mesmo que haverá um futuro!







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