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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Os antigos Sumérios estiveram na América do Sul


FUENTE MAGNA - Uma Descoberta para mudar a Estória contada sobre a humanidade e levá-la a conhecer sua verdadeira História. Os Sumérios Estiveram na América e possivelmente no Brasil 


Um grande recipiente/vaso de pedra, nomeado Fuente Magna, foi encontrado na área do lago Titicaca, Bolívia, cerca de 80 km de La Paz, na propriedade da família Manjón, por um camponês no final da década de 50 do século XX. Este achado arqueológico foi resgatado e restaurado pelo arqueólogo boliviano Don Max Portugal Zamora, que intitulou o vaso como Fuente Magna, e neste objeto foram encontradas inscrições de origem Sumério-Acadianas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD).

O magnífico achado não foi mostrado até começarem as investigações, tendo ficado desconhecido até o ano 2000, quarenta anos após a sua descoberta. De forma impressionante o sítio arqueológico não foi objeto de investigação até a chegada dos arqueólogos Bernardo Biadós Yacovazzo e Freddy Arce, que acabaram fazendo mais descobertas.

Os dois arqueólogos nomearam o recipiente como Pedra Rosetta das Américas, e segundo relatos do antropólogo Mario Montano Aragon o local tem sido investigado com restrições, com acompanhamento de dois Prefeitos locais, mesmo o trabalho não tendo financiamento estatal.
Em nota os investigadores acrescentam os itens mais importantes do trabalho que realizam:
1- Estamos lidando com um objeto feito de acordo com as tradições da Mesopotâmia;
2- Eles contêm dois textos: um em escrita cuneiforme e outro em língua semítica da região do Sinai, de possíveis influências cuneiforme;
3- De acordo com os símbolos utilizados é um objeto que, evidentemente, pertence ao período de transição entre a escrita ideográfica e cuneiforme.
4- Cronologicamente, isto nos leva à 3500/3000 A.C., o período sumério/ acadiano.
Quando os investigadores chegaram ao local onde foi encontrado o objeto tiveram sérias dificuldades para localizá-lo, pois ninguém conhecia a antiga família Manjón, que tivera suas terras trocadas pelo General Armando Escobar Uria, para que as investigações de Max Portugal Zamora pudessem ser feitas a contento. Fica evidente que na época do achado, Don Portugal teve toda a proteção do Estado para que fizesse o seu trabalho. Altamente misterioso foi o “abandono” e a “ocultação” dos estudos por tantos anos.
Para superar as dificuldades contaram com a ajuda do ancião Maximiliano de 98 anos, que foi o único a reconhecer a foto do vaso que a equipe carregava, ao qual chamou de "El Plato del Chancho". O mais impressionante foi o relato do ancião, que disse existirem vários pratos com inscrições parecidas que foram retiradas do local. O ancião demonstrou o exato local aonde foi extraída a Fuente Magna.
Os Símbolos e a referência com os Sumérios


De acordo com os textos antigos, Ni-ash (Nammu o Nía) era a deusa que deu à luz ao Céu e a Terra, nos tempos dos sumérios. O baixo-relevo que existe na parte interior do copo, que pode evocar uma rã (símbolo da fertilidade), segundo alguns investigadores é justamente a representação de Nía, a deusa dos Sumérios.
Os outros símbolos que se encontram nas laterais do baixo-relevo e na parte adjacente às incisões proto-sumérias, foram interpretadas como quellca, idioma escrito da civilização Pukara, mas não foram decifradas.
Na parte externa do copo existem alguns baixos-relevos zoomorfos que lembram a cultura de Tiahuanaco: peixe e serpente. É muito provável que a Fonte Magna tenha sido utilizada como copo sagrado para cerimonias esotéricas que cultivava a fertilidade e a busca da pureza.
Aqui surge a seguinte pergunta: como é possível que haja inscrições proto-sumerias em um artefato encontrado perto do lago Titicaca, a aproximadamente uns 3800 metros de altura acima do nível do mar, distante milhares de quilômetros do lugar de expansão da civilização suméria?

O monólito de Pokotia é uma estátua de pedra, com cerca de 2 metros de altura, que foi descoberta em 1960 no sítio arqueológico de Pokotia, a aproximadamente 2 quilômetros de distância da misteriosa cidade de Tihuanaco (clique AQUI para ler mais sobre ela). Entre o grupo de arqueólogos que descobriu o monólito vale destacar Bernardo Biados e Arce Fraddy, ambos estiveram no grupo que haviam resgatado a Fuente Magna.

A estrutura seria usada como uma espécie de oráculo, chamado Pukati (pai da sabedoria), pelos Pukaras, uma antiga civilização que habitava a região próxima ao lago Titicaca. Segundo o Dr. Clyde Winters (Phd), o oráculo era usado “para adivinhar o futuro, comunicação com os deuses ou ancestrais, ou simplesmente obter notícias e bênçãos.”

Fonte da imagem: Yuri Leveratto
Quem foram os Pukaras?
Segundo os historiadores tradicionais Pukaca é uma palavra originária da língua quéchua (língua que era falada por vários povos da região, inclusive pelos Incas). Pukara significaria fortaleza, ou um lugar estratégico.

A civilização Pukara havia construído seu centro administrativo em uma cidadela fortificada que ficava 61 quilômetros ao norte de Juliaca, na região de Puno. Apesar disso os Pukaras também estavam presentes no vale ao norte do lago Titicaca. Segundo o historiador Yuri Leveratto, cujo artigo escrito em seu site serviu como uma das fontes para essa matéria, a origem dos Pukaras seria localizada na região Amazônica. Ele acredita que provavelmente indígenas de origem Arawak se deslocaram para a região de Puno por volta do 6000 anos a.C.. Alguns indivíduos teriam acabado se misturando com nativos de origem Colla, o que acabou dando origem as culturas Chiripa e Qaluyo, e sucessivamente a civilização Pukara.

A escrita oculta no monólito de Pokotia
No ano de 2002 estudos conduzidos por um grupo de investigadores composto por: Bernardo Biados, Freddy Arce, Javier Escalante, César Calisaya, Leocadio Ticlla, Alberto Vásquez, Álvaro Fernholz, Omar Sadud, Paulo Batuani e Rodrigo Velasco, analisaram o monólito que se encontrava no Museu dos metais preciosos de La Paz. Nesses estudos o grupo descobriu o que seria uma escrita na parte dorsal da estrutura de pedra. Até então apenas as inscrições frontais eram conhecidas, ou reconhecidas, pois essas inscrições pertenciam a grupos que habitaram a região andina.
Esse tipo de coisa é muito comum, pois quando uma peça histórica é encontrada, ela acaba sendo estudada apenas por especialistas em história local, nesse caso estudiosos em história pré-colombiana. Os estudiosos pré-colombianos, acabaram focando suas atenções nas inscrições por eles conhecidas, sendo que as demais marcas acabaram sendo desconsideradas.

Mas as inscrições descobertas, na parte dorsal do monólito, pelo grupo mencionado acima, acabaram sendo estudadas pelo Dr. Clyde Winters (Phd), que afirmou que tais marcas fazem parte da escrita Sumérias e Semíticas.

Provavelmente o monólito encontrado em Pokotia é anterior ao período de florescimento da civilização Pukara.

Na opinião do estudioso Clyde Winters, as inscrições mais importantes encontradas no monólito de Pokotia estão debaixo das mãos (que estão apoiadas nos músculos), e na parte dorsal (na espalda da estátua).

Abaixo podemos conferir a tradução das inscrições que se encontram na parte frontal, segundo a interpretação de Clyde Winters:

“Divulguem a toda a humanidade a abertura do oráculo de Putaki. Proclama-se que a estirpe de Putaki será estimada através do tempo. Atuará justamente, de modo que o oráculo possa divulgar a sabedoria. Aprecie o culto. Todos devem dar testemunho da vontade divina. O adivinho interpretará a orientação do oráculo, com a finalidade de anunciar as regras que orientaram a humanidade. Os cidadãos darão testemunho a favor do ser humano, que propagará sabedoria e será exemplo de caráter forte".

Na parte frontal esquerda da estátua tem outra inscrição que se interpreta assim:

“O Xamã proclama a imensa importância deste lugar, o poder da divindade, com a finalidade de entregar a sabedoria ao homem.".

Depois existem duas incisões adicionais na parte frontal:

"Oh grande Putaki, homem sábio e progenitor de muitas gentes".

E outra mais:

"Jura dar testemunho de caráter e sabedoria. Dar testemunho do poder da divindade, com a finalidade de fortalecer teu caráter”.

Segundo Winters na mão do monólito estaria escrito:

"O oráculo de Putaki leva o homem a verdade. Este oráculo precioso fará germinar a estima, agora testemunha sua fuga."

Na parte dorsal do monólito encontram-se as inscrições que não são atribuídas aos Pukaras, eu que Winters acredita serem de origem suméria. Winters traduziu tais inscrições como:

"A norma ideal é o oráculo. Este oráculo conduz ao conhecimento da vontade divina. Divulga a toda a humanidade a vontade divina. Entenda o sentido da voz perfeita. O oráculo derramará serenidade. Ousam o oráculo, chamem ao adivinho.

O adivinho fala sabiamente. A vontade divina será visível e folgorante, saindo da boca do oráculo. Ousam ao adivinho, ousam ao oráculo para poder adquirir sabedoria e caráter. Ousam ao oráculo, para difundir a vontade divina, seguindo o bem legítimo e justo. Evoca o alimento puro para o oráculo. O oráculo é o testemunho da pureza. Divulgaras serenidade e sabedoria. O oráculo de Putaki e pai da sabedoria e beneficio para todos. Será testemunho visível da sabedoria e da vontade divina. Divulgarás a vontade divina e serás testemunho de seu poder."
Segundo Winters essas inscrições estariam gravadas em proto-sumério pictográfico, ainda cuneiforme tal como as inscrições gravadas na Fuente Magna. Os autores das inscrições do monólito de Pokotia seriam então os mesmos que fizeram as incisões da Fuente Magna, num tempo compreendido entre o 3000 e o 2000 a.C.

Winters também sugere que o proto-sumero viria junto ao proto-dravídico e ao proto-mandé, de povos que viveram do oriente médio antes do dilúvio.
Outra possível tradução
Existe também outra tradução das inscrições dorsais do monólito, baseada na interpretação do quellca pictográfico, um antigo idioma altiplano andino, que era falado num pequeno círculo de sacerdotes da cultura Pukara, ou por sacerdotes na Tiahuanaco clássica. Segundo essa segunda tradução as inscrições diriam o seguinte:

"No tempo em que Manco Capac e Mama Ocllo, saíram das águas do lago Titicaca, apareceu no céu uma nova estrela justo ao lado da Cruz do Sul. Sucessivamente, a estrela se tornou mais pequena e logo desapareceu do céu. Via-se por cima dos montes no horizonte entre as montanhas, e começou a brilhar no terceiro dia do quarto mês."

Na opinião de esta interpretação, a parte dorsal do monólito relataria a explosão de uma super nova, justamente quando a célebre legenda de Manco Capac e Mama Ocllo contava que eles saíram, ou seja: "haviam nascido" do lago Titicaca.

As teorias
Muitos estudiosos acreditam que os Sumérios estiveram na América do Sul e deixaram um legado cultural no continente.
Segundo Leveratto, os sumérios tentaram circundar a África a partir de 3000 a.C. Uma vez chegando ao Cabo Verde, eles teriam enfrentado fortes ventos contrários, fazendo com que adentrassem o oceano atlântico em busca de ventos mais favoráveis (mesma rota que mais tarde os portugueses afiram ter feito, e que os levou ao Brasil). Leveratto acredita que fenícios e cartagineses fizeram a mesma rota dos sumérios, e também estiveram em território sul americano, muito antes dos portugueses.

Os sumérios teriam desembarcado na América do Sul na costa brasileira, provavelmente onde hoje são os estados do Piauí e o Maranhão. Em busca de metais preciosos esses exploradores teriam realizado investigações em território brasileiro e posteriormente se deslocado rumo a região andina. Alguns Sumérios ficaram no altiplano e se misturaram com as etnias Colla e Arawak, enquanto outros voltaram a sua pátria.
Indícios de presença suméria, fenícia e cartaginesa na América do Sul
Os sumérios, fenícios e cartagineses que supostamente chegaram na América do sul teriam deixado para trás alguns indícios que hoje são apontados por inúmeros estudiosos, como provas de suas presenças no nosso continente. Alguns desses indícios são bastante conhecidos, como: a Fuente Magna, o Caminho de Peabirú, o monólito de Pokotia, A misteriosa pedra de Ingá - PB e a suposta relação entre a pedra da Gávea com os fenícios.

Alguns outros indícios não são tão conhecidos, mas também acrescentam informações importantes, como por exemplo: a cidade de pedra de Igatuos manuscrito 512os estudos de Frei FidélisO gigante adormecido e as três pedras no interior paulistaO misterioso Açude Velho dos Caboclos – CE e As inscrições da Pedra do Letreiro em Quixeramobim - CE. Eu poderia ainda relacionar a esse assunto a história da pedra da CEE-RS e asMisteriosas Ruínas de Natividade da Serra – SP, mas essas são crenças minhas, não tendo nenhum estudo, ou estudioso formado, por trás dessas teorias.

Fontes: Yuri Leveratto e Ab Origine.


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