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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


domingo, 18 de outubro de 2015

Estrela misteriosa intriga cientistas. Suspeita de atividade extraterrestre!






A 'estrela' tem seu brilho diminuído em intervalos irregulares 

Um foco de luz localizado entre as constelações de Lyra and Cygnus tem intrigado os cientistas por parecer uma estrela, mas comportar-se de modo muito diferente desses corpos celestes.






As notícias sobre a descoberta do que parece ser uma “megaestrutura alien” à volta da estrela KIC 8462852 estão a mobilizar não apenas os astrofísicos mas a comunidade científica em geral.


“Nunca vimos nada parecido com esta estrela”, disse a investigadora Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale. Apenas se sabe que é um objeto enorme, que orbita à volta de uma estrela distante, mas pode ser a melhor prova, encontrada até hoje, de vida extraterrestre – pelo menos assim consideram os investigadores da “SETI-Search For Extraterrestrial Intelligence“. 

Os Astrônomos não conseguem entender o que acontece com a estrela KIC 8462852, localizada a cerca de 1.500 anos-luz da Terra, e consideram a possibilidade de haver a construção de uma imensa estrutura por alienígenas.

http://www.theatlantic.com http://hypescience.com/cientistas-nao-conseguem-explicar-que-objeto-gigante-esta-bloqueando-a-luz-desta-estrela/


Cientistas descobriram um estranho padrão de luz em torno de uma estrela distante, que simplesmente não conseguem explicar. O mistério é tão grande que até “tecnologia alienígena avançada” já foi considerada como uma possibilidade. A estrela é designada por KIC 8462852 e não é um planeta.



Campo de visão do telescópio espacial Kepler – Carter Roberts/http://www.kepler.nasa.gov

“Aliens devem sempre ser a última hipótese a se considerar, mas parece ser algo que se esperaria que uma civilização alienígena construísse”, disse Jason Wright, astrônomo da Universidade Estadual de Pensilvânia, nos EUA, ao jornal The Atlantic.

KIC 8462852
A estrela, chamada KIC 8462852, está localizada a cerca de 1.500 anos-luz de distância de nós, entre as constelações do Cisne e Lira. Ela é mais brilhante, mais quente e mais massiva do que o nosso sol. Descoberta pela primeira vez pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, em 2009, vários cientistas cidadãos vasculhando os dados a apontaram “bizarra” e “interessante”. Assim, os astrônomos começaram a estudá-la.


O que ela tem de especial? Normalmente, as variações de brilho das estrelas são muito ligeiras – menos de 1% de escurecimento a cada poucos dias, semanas ou meses, dependendo do tamanho da órbita do planeta que a circunda. Mas a KIC 8462852 possui variações de brilho altamente irregulares. Não há nenhuma órbita periódica identificável, apenas bloqueios de luz estranhos e sem padrão discernível ocorrendo.




Essa "anomalia" do espaço foi flagrada pela sonda Kepler, da Nasa (agência espacial americana), e identificada por um programa de ciência cidadã que ajuda a filtrar as informações enviadas pelo telescópio.

Os pesquisadores perceberam que a estrela encontrada, chamada KIC 8462852, tem o estranho hábito de diminuir a intensidade do seu brilho em intervalos irregulares.
Para se ter uma ideia de o quanto essa característica é única, entre as outras cerca de 150 mil estrelas avistadas pelo telescópio, esta é a única que se comporta dessa maneira.

Em geral, quando há uma redução temporal da luminosidade produzida, é porque um planeta está passando diante de sua estrela - no que seria uma volta da sua órbita.
Essa característica seria a comprovação de que existiria um planeta ali. A frequência dessas quedas na intensidade do brilho da estrela – que são regulares – corresponderia à duração de sua órbita.

Mas, no caso específico dessa estrela, os intervalos observados foram completamente irregulares, tanto em termos de frequência quanto de intensidade.




Cientistas descartaram a possibilidade de ser um planeta

Assimetria

Em 2009, por exemplo, foram registradas pequenas quedas na produção de luz. Depois houve outra queda assimétrica que durou uma semana em 2011 e, mais recentemente, uma série de quedas durante três meses em 2013 (algumas delas chegaram a 20%).
Diante de tais características, os cientistas acabaram descartando a possibilidade de a anomalia representar a presença de um novo planeta.

Além disso, a hipótese foi ignorada também porque a intensidade da queda de luz é muito grande: mesmo que fosse um planeta do tamanho de Júpiter (o maior do nosso Sistema Solar), a luz da KIC 8462852 poderia ser reduzida somente em 1%.
Então, como se explica esse fenômeno?

Especulações

Tabetha Boyajian, astrônoma da Universidade de Yale, nos Estados Unidos – instituição que lançou o programa de ciência cidadã Planet Hunters em 2010 -, publicou um estudo recentemente sobre as possíveis causas.

Mas cada uma delas, segundo a cientista, têm um ponto frágil.
"Nós estamos quebrando a cabeça: para cada ideia que surgia sempre havia algum argumento contrário", explicou Boyajian.

A princípio, ela e sua equipe descartaram a possibilidade de a "estrela bizarra" representar uma falha de processamento de dados no telescópio.

Eles também eliminaram a hipótese de ser uma estrela jovem, que está em processo de acumular massa e, por isso, estaria rodeada por uma nuvem de poeira, o que poderia explicar a irregularidade de seu brilho.

O estudo conclui que a explicação mais factível pode estar em um grupo de "exocometas" que se aproximaram da estrela e se romperam por causa da gravidade, deixando enormes quantidades de poeira e gás no processo.

Se os cometas se movimentam em uma órbita que os faz passar na frente do planeta a cada 700 dias aproximadamente, seus fragmentos, que ainda estão se desprendendo no espaço, poderiam explicar a diminuição irregular do brilho percebida pela sonda Kepler.
A única maneira de checar essa teoria seria conseguindo mais informações, mas desde que o telescópio parou de funcionar corretamente, em 2013, ficou mais difícil obter dados.

Extraterrestres?

A hipótese mais surpreendente levantada pelos cientistas é de a "anomalia" encontrada no espaço representar um sina de vida extraterrestre inteligente.

Intrigada com a questão, Boyajian compartilhou os resultados do seu estudo com Jason Wright, cientista da Universidade Penn State e membro de uma organização que investiga exoplanetas e mundos habitáveis.

A opinião dele abre portas a possibilidades mais ousadas.




A explicação mais plausível seria a presença de exocometas
Segundo Wright, se nenhuma das razões acima mencionadas é convincente, por que não pensar que o fenômeno poderia ser causado por uma série de megaestruturas equipadas com painéis solares – e que teriam sido construídas por extraterrestres?

"Quando (Boyajian) me mostrou as informações, eu fiquei fascinado, porque parecia algo bizarro", disse ao site The Atlantic. "Alienígenas sempre devem ser a última hipótese a se considerar, mas isso parecia ser algo que uma civilização de extraterrestres poderia construir".

Os cientistas que acreditam na existência de vida inteligente – ou ao menos na possibilidade disso – fora do nosso planeta sustentam que uma civilização alienígena avançada se caracterizaria muito provavelmente por sua capacidade de obter energia de seu sol, e não da exploração de outros recursos do seu próprio planeta.

Boyajian e Wright, porém, advertem que essa hipótese ainda é muito remota e deve ser analisada com cautela - ainda que seja válida e digna de investigação. E para isso, vão apresentar uma proposta para colocar um telescópio na estrela e analisá-la de maneira minuciosa.

Se tudo der certo, as primeiras análises deverão ser feitas em janeiro.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151016_anomalia_espaco_rm




Uma nota do Blog: Esse tipo de divulgação pelos cientistas e órgão governamentais americanos devem serem vistos com desconfianças, cautelas e atenções, afirmar esse tipo de descobertas nesse momento, quando sempre negaram e ocultaram a verdade sobre e esses fatos, sabemos que os extraterrestres estão no planeta e por todo sistema solar, existem várias provas que confirmam suas presenças deles aqui.

Mas a NASA continua negando todos esses fatos para a população, por que de repente esse tipo de divulgações e hipóteses? Quem acompanha as nossas publicações ou até mesmo publicações de outros, sobre o Projeto Blue Beam, sabem que uma suposta invasão alienígena esta planejado para acontecer.

Sabemos também que essa suposta invasão será por meios holográficos do projeto, mas também serão feitas pelos próprios seres que aqui se encontram há muito tempo, seria como uma exposição daquilo que se manteve ocultos dos desinformados desinteressados e desentendidos todo esse tempo.

A NASA, como também sabemos, é illuminati e nazista e logicamente faz parte dos planos para a escravidão total da população e também sua redução no planeta.

Estamos lidando com uma agenda illuminati, mas as mentes por traz desses planos não são humanas, extraterrestres com interesses distintos estão entre nós, aqueles que nos tem escravizado, tem o interesse de reduzir a população mundial para melhor nos controlar, outros se mostram contra essas atitudes, e como já aconteceu algumas vez, eles vão se confrontar e nós novamente estaremos no meio dessa batalha.

Mesmo depois de muitas provas sobre a NASA, muitos iludidos, alienados e ignorantes acreditam e dão toda importância para suas divulgações mentirosas e mal intencionadas.

Tudo que a NASA divulga sobre os assuntos extraterrestres e corpos celestes, tem mais enganações, mentiras e ocultações, do a verdade plena e soberana.


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