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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Ouro: Metal Eterno dos deuses Extraterrestres




Ouro! Seriam os humanos os únicos atraídos por este valioso recurso natural? a Terra, o ouro é um dos mais importantes recursos naturais. 

Nós o usamos para muitas coisas. Ele é usado em componentes eletrônicos e em quase tudo que tem a ver com eletricidade.





O ouro é realmente um grande condutor e sua maleabilidade e capacidade de ser transformado em fio elétrico, a habilidade de usá-lo em formato minúsculo, como nano-partículas, faz com que ele seja um incrível recurso para qualquer tipo de forma de vida inteligente. Assim, pode-se acreditar que uma raça alienígena com a habilidade de viajar através do espaço usaria o ouro em mais de uma forma. 




O outro também pode ser usado como fonte de energia, através de uma propriedade chamada efeitos termo-elétricos, onde ele pode transformar o calor diretamente em eletricidade. Isto significa obter energia de forma limpa e eficiente.



Você sabia que o ouro reflete a luz infravermelha, que é basicamente uma luz que você não vê, mas na verdade interage com ela na forma de calor. Sua radiação interage com nossas moléculas e isso as faz vibrar mais rapidamente e você sente isto como calor. O ouro também é um ótimo escudo contra o calor, parcialmente porque ele é maleável. Melhor ainda, você pode deixá-lo muito fino; ele é fácil de ser manuseado, e possui grandes propriedades para refletir e proteger contra o calor, o tornando o único metal que comprovadamente resiste ao tempo. Podemos dizer que o ouro é indestrutível.




Já há milhares de anos, antigas civilizações usavam o ouro em estátuas e algumas delas em construções; tudo que foi feito de ouro há milhares de anos ainda existe hoje. Não somente na antiga Suméria, mas civilizações por todo o globo tinham um lugar muito especial para o ouro em sua sociedade.




Zecharia Sitchin teorizou que “os anunnakis” vieram de outro planeta em nosso sistema solar, que possui uma órbita elíptica de 3.600 anos. Os minérios e recursos naturais desse planeta estavam acabando, especificamente o ouro. O planeta lar dos anunnakis precisava ouro na atmosfera, a qual estava desaparecendo. Assim, eles basicamente vieram até a Terra para extrair o ouro e levá-lo para seu planeta.



De acordo com a teoria do Alienígena da Antiguidade, os anunnakis alteraram geneticamente a raça humana primitiva, e criaram uma força de trabalho que os permitiu extrair o ouro mais rapidamente.




De acordo com Sitchin, os anunnakis teriam criado os humanos como uma espécie escrava. Os “adamu” teriam sido os primeiros homens modernos. Eles teriam sido criados pelos anunnakis há 450.000 anos, quando seu DNA foi misturado com o do homem pré-histórico, e desta forma foi obtida uma força de trabalho que fez aquilo que os anunnakis queriam. De acordo com teóricos dos Alienígenas da Antiguidade, isto é algo “escrito nas pedras” e não somente uma história fabricada. Se olharmos na Bíblia e na história antiga, seria possível que Adão e Eva foram os primeiros humanos alterados geneticamente pelos anunnakis? Comparações entre a Bíblia hebraica e os textos sumérios revelam muitas similaridade, não somente nas suas histórias, mas também na sua linguagem. Poderiam os dois terem uma origem similar?

Uma coisa que achamos curioso é que “Adão” em hebraico significa “homem”. “Adami” é o termo que os sumérios usavam para se referir ao “primeiro homem”. Haveria uma conexão aqui, ou seria esta somente uma coincidência?

Algumas culturas africanas acreditam que os seres extraterrestres têm visitado a Terra por dezenas de milhares de anos. Por exemplo, uma lenda zulu fala de uma época quando “visitantes das estrelas” vieram para escavar o ouro e outros recursos naturais. Estas minas foram trabalhadas por escravos criados pelo “Primeiro Povo”. O que é particularmente interessante, é o fato de algumas minas antigas no sul da África serem consideradas como tendo centenas de milhares de anos, e possivelmente ainda mais antigas. Assim, quem estaria extraindo os recursos? O homem primitivo?




Todavia, a arqueologia convencional parece evitar completamente estas questões. Poderia isto estar apontando à existência dos anunnakis, e provando que as teorias de Zecharia Sitchin estavam corretas?

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No livro “The Gold of the Gods” o Ouro dos deuses (1973)*, Erich von Däniken anuncia logo no início:



http://pt.slideshare.net/GT-Gogeta/o-ouro-dos-deuses-erich-von-dniken

“Para mim esta é a mais incrível e fantástica história do século. Poderia facilmente ter vindo diretamente dos campos da Ficção Científica se eu não tivesse visto e fotografado a verdade pessoalmente. O que eu vi não foi produto de sonhos ou imaginação, era real e tangível. Um sistema gigantesco de túneis, com milhares de quilômetros de comprimento e criado por construtores desconhecidos em uma data desconhecida jaz a grande profundidade no continente sul-americano”.

Tão ou mais incrível que o sistema subterrâneo de milhares de quilômetros sob nossa América do Sul era o conteúdo de algumas das imensas cavernas, “tão grandes quando o hangar de um avião Jumbo”. Descrito em primeira pessoa, o autor suíço descreve suas aventuras adentrando uma delas e a revelação em meio ao escuro de incontáveis estátuas de material desconhecido, formando um magnífico zoológico de figuras de animais, de elefantes a leões, incluindo mesmo dinossauros, adornados por algo ainda mais inacreditável: uma miríade de placas de metal contendo inscrições com “o que é provavelmente um sumário da história de uma civilização perdida … contendo a sinopse da história da humanidade, assim como um relato da origem da humanidade na Terra e informação sobre uma civilização desaparecida”.



O descobridor desta mais incrível e fantástica história do século seria Juan Moricz, guia de Däniken na fabulosa expedição. O leitor empolgado com a descoberta, no entanto, poderá ficar intrigado com o fato de que entrada do sistema de túneis ainda deveria ser mantida secreta, “guardada por índios hostis entre o triângulo formado pelas três cidades de Gualaquiza, San Antonio e Yaupi na privíncia de Morona-Santigago” (no Equador). O livro contém ainda uma foto do que se entende ser o autor adentrando a caverna, com a legenda:
Pouco após a publicação do livro, o próprio Moricz desmentiu Däniken. Em entrevistas aos jornais alemães, Moricz assegurou que Däniken nunca havia visto o que descreveu. “Exceto se ele foi em um disco voador… se ele diz ter visto a biblioteca e as outras coisas por si mesmo então isso é uma mentira”.

No documentário da PBS/BBC, “The Case of the Ancient Astronauts”, que você confere acima, ao redor dos 40 minutos o próprio Erich von Däniken admite a inverdade. Questionado se a história que publicou da visita às cavernas realmente aconteceu, Däniken responde com um cachimbo na boca:

“Não, isso não aconteceu”, admite. “Mas penso que quando alguém escreve livros no meu estilo, que não são livros científicos, … são um tipo de livro popular, mas não são ficção científica. Embora os fatos existam … então um autor pode usar efeitos. Assim, pequenos detalhes como esse não são importantes realmente porque não afetam os fatos, estão apenas estimulando o leitor, e pode-se fazer isso”.
Quanto à foto publicada dentro do sistema de túneis, também se pode ver Däniken explicando que a expedição teria sido feita por Juan Moricz em 1969 e que ele mesmo nunca esteve lá. “Eu estive em uma entrada lateral em um local completamente diferente. Eu nunca estive aí”. Apesar do que a legenda sugere no contexto da história – depois admitida como uma fantasia dramática – a fotografia publicada não mostra o autor suíço, e sim Gastón Fernández, parte da expedição de Moricz na Cueva de los Tayos em 1969.

“Os livros de Däniken são vendidos como factuais. Como o leitor saberá se o autor está usando ‘efeitos dramáticos’ ou se está simplesmente contando mentiras?”, questiona o narrador da BBC.




Eram os Deuses Contadores de Histórias?
Erich von Däniken já foi condenado e cumpriu penas em três ocasiões. A primeira foi já aos dezenove anos, por furto. Um psiquiatra descreveu na ocasião que ele exibia uma “tendência a mentir”. A segunda condenação foi por fraude relacionada a uma negociação de jóias, pela qual cumpriu nove meses de pena. A terceira também foi relacionada a fraudes, através das quais o então hoteleiro havia tomado empréstimos somando uma dívida de $130.000 enquanto viajava pelo mundo coletando material que usaria em “Eram os Deuses Astronautas”. Foi condenado a três anos e meio de prisão, cumprindo um ano antes de ser liberado. No julgamento, foi descrito novamente como um mentiroso e um psicopata criminal pelo psiquiatra que o avaliou.
Tais condenações pouco deveriam afetar a realidade de suas ideias ou evidências, não fosse o fato de que se relacionam com fraudes, falsificações e mesmo avaliações psiquiátricas que, como visto acima, parecem no mínimo parcialmente confirmadas quando o próprio autor admite se valer de “efeitos” dramáticos, ou simples mentiras. Para ele, um autor “pode fazer isso”.

O imbróglio do sistema secreto de túneis sob a América do Sul não é o único engodo do qual Däniken participou na criação ou divulgação. Ainda na América do Sul, outra fraude notória promovida nos livros de Däniken é a história muito similar de “Tatunca Nara”, um suposto índio que seria portador da fantástica “Crônica de Akakor”, estendendo-se por tempos imemoriais de outra (ou a mesma?) civilização avançada e perdida nos subterrâneos da Amazônia. Parte desta fantasia permeou mesmo o último filme de Indiana Jones, onde Akakor foi referido como “Akator” e mesclado com crânios de cristal e extraterrestres.

As evidências apresentadas por Däniken são ou especulação contrariada pela evidência arqueológica, ou simples fraudes evidentes em que o autor escolheu omitir informação ou inclusive, inventá-la para “efeito” [dramático] em seu “estilo” de livros. No mesmo livro com a fantasiosa visita às fantásticas cavernas inexistentes da “história do século”, Däniken especula que bananas são um mistério que talvez seja explicado com uma origem alienígena:

“… a banana é um problema. É encontrada mesmo na mais remota das ilhas do sul. Como essa planta, que é tão vital para a nutrição da humanidade, se originou? Como ela fez o caminho ao redor do mundo, visto que não possui sementes? Será que os ‘Manu’, sobre quem a saga indiana conta, a trouxe consigo de outra estrela – como um alimento completo?”

Em uma cândida e demolidora entrevista concedida, onde mais, na revista Playboy em agosto de 1974 ao então novato jornalista Timothy Ferris – que posteriormente produziria o disco dourado enviado nas sondas Voyager – após expor como mal havia lido e pesquisado boa parte das supostas provas que apresentou, concedendo que várias delas, como o pilar de ferro de Delhi, não seriam realmente um mistério “e podemos esquecer sobre essa coisa”, o clímax chega quando Ferris encerra:

“Ferris: Uma última pergunta vem à mente porque das suas teorias, a nossa favorita é aquela em Gold of the Gods em que você sugere que a banana foi trazida à Terra vinda do espaço. Você estava falando sério?

Von Daniken: Não, e poucas pessoas sacaram isso.
Podemos ter sido visitados por civilizações extraterrestres, uma ideia verdadeiramente fabulosa e fantástica. Ela foi proposta com mais propriedade e parcimônia por diversas figuras anos antes que o hoteleiro suíço condenado e preso por fraudes fizesse fortuna com seu “estilo” repleto de “efeitos” os quais se permite como autor tentando “de outras formas fazer as pessoas rirem”.

As Cavernas Subterrâneas e um Astronauta de Verdade
Além da fantasia publicada por Däniken como realidade, admitida em frente às câmeras como um “efeito” literário, a história das cavernas sul-americanas tem outra reviravolta curiosa: participaria dela ninguém menos que o astronauta Neil Armstrong. Após ler o livro de Däniken, o escocês Stanley Hall ficou fascinado com a história e contatou Juan Moricz. Sua ideia era organizar uma nova expedição ao local, em uma cooperação entre os exércitos britânico e equatoriano. Em um relato a Philip Coppens, Hall conta que

“a expedição precisava de uma figura honorária, e o nome do príncipe Charles, que havia recebido um diploma em arqueologia, foi proposto, mas eu sabia que [o astronauta] Neil Armstrong tinha conexões escocesas. Minha mãe era uma Armstrong e através de outro Armstrong em Langholm, onde Neil Armstrong se tornou um cidadão honorário, eu fiz contato. Meses depois, recebi a resposta de que Neil Armstrong estava bem disposto a se juntar a nós nesta missão. Foi quando a expedição se tornou o desafio de uma vida”.
O primeiro homem a pisar na Lua pisou no sistema de túneis em 3 de agosto de 1976 como parte de uma das mais elaboradas expedições espeleológicas, contando com inúmeros profissionais e militares de apoio. Pode-se conferir as fotos de Neil Armstrong na expedição, incluindo a acima, na galeria de imagens de Hall. A despeito de extensa pesquisa, não se descobriu nenhum sistema de milhares de quilômetros de túneis, não se descobriu nenhum zoológico milenar de animais de metal desconhecido, tampouco o maior tesouro de todos, a biblioteca de plaquetas com a história da humanidade desde seus primórdios em civilizações perdidas.
O que se descobriu foram 400 novas espécies de plantas assim como uma câmara de sepultamento cerimonial na Cueva de los Tayos, com um corpo sentado, datada a 1.500 AC. Para muitos este seria o fim da história e o desmentido, se é que seria necessário após a negação de Moricz e a confissão do próprio Däniken. Para outros, contudo, a crença jamais morreria. Moricz faleceu em 1991 sem jamais revelar onde estaria a “verdadeira” entrada para o sistema de túneis, mas segundo Coppens e ao próprio Stan Hall, que jamais deixaram de acreditar na realidade das cavernas subterrâneas, a figura-chave seria Petronio Jaramillo. De fato Moricz sempre reconheceu que havia sido outra pessoa a lhe indicar a descoberta, e desde o início havia várias conexões entre Moricz e Jaramillo.



O OURO por oculto-revelado-a-verdade









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