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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

KARMA: VOCÊ ENTENDERÁ O DANO QUE CAUSOU QUANDO SOFRÊ-LO




Alguma vez você já teve a sensação de que a vida estava lhe pagando com uma moeda que esteve anteriormente na sua mão? 


Como se em um momento anterior tivesse sido você quem a lançava no ar, procurando a sua melhor versão e fugindo, de forma egoísta, das conseqüências do seu paradeiro.

Uma coisa semelhante acontece com o karma: o que vai sempre volta.






Às vezes parece que só as atitudes ruins que prejudicaram alguém são devolvidas, e que quando fizemos coisas certas estas ficaram no vazio. O que acontece é que os eventos prejudiciais nos marcam mais e é por isso que são lembrados a vida toda, gostemos ou não, tanto se você está destinado a ser faca, como se está destinado a ser ferida.





A palavra Karma significa “fazer/ação”


O karma significa “fazer e recolher todo o campo de ações físicas, verbais e mentais”. Para entendê-lo, é como se tudo o que se faz desprendesse uma espécie de energia que nos acompanha, positiva ou negativamente. Nossas ações voltam não em forma de atitudes, e sim de energia e equilíbrio.





É justamente por isso que quando prejudicamos alguém não somos conscientes da magnitude da dor até que a soframos na sua mesma posição: achamos que podemos fazer e desfazer sem compreender que o jeito de receber os fatos para uns e para outros é diferente.


Dizemos: isto é karma. Me devolveu o que eu fiz e o fez com um a mais. Agora somos conscientes da realidade completa do que fizemos e a lição valerá para sempre.


A lei de causa e efeito




A lei de causa e efeito nos ensina – entre outras coisas – que é mais difícil compreender o efeito do que provocar a causa: quando tomamos uma decisão na qual estão envolvidas outras pessoas, as consequências podem ser nefastas. Pensemos por exemplo em um relacionamento no qual existe infidelidade: quem comete a infidelidade somente entenderá o que causa quando tiver que vivê-lo na situação oposta.


Contudo, esta mesma lei também serve para o karma positivo, mesmo que muitas vezes não tenhamos consciência: preocupar-se com o que acontece, tentar fazer com que o mundo das pessoas que gostam de nós seja mais feliz, implica uma áurea positiva que voltará em outras formas de alegria.


“Todas as coisas que saem de você voltam para você, portanto não é preciso se preocupar com o que você irá receber, é melhor se preocupar com o que você vai dar.”




Neste sentido, sob a ideia de karma está a inteligência de “quem faz o bem sem olhar a quem”, como costuma-se dizer. O “bem olhado” leva em consideração que nas suas decisões podem estar as emoções dos outros.




Construir, construir-se


O conceito de karma nos ajuda a edificar o nosso amanhã e a nos construirmos por dentro, pois como explicamos anteriormente os “hoje” podem ser parte das circunstâncias que tenhamos que enfrentar no futuro. Isto é, na maioria das vezes colhemos o que plantamos, em maior ou menor medida.

“A vida não tem sentido, você é que dá o sentido segundo o que você fizer, de acordo com as suas paixões.

Você constrói o universo na sua medida.”


-Walter Riso-




E por este motivo damos sentido ao que nos acontece e entrelaçamos alguns fatos com outros porque tudo parece estar unido por fios que se mantêm em forma de emoções.




O misterioso rio de ferro líquido descoberto no centro da Terra




Cientistas dizem ter descoberto um rio de ferro líquido no centro da Terra, correndo debaixo do Estado americano do Alasca e da região russa da Sibéria.






Essa massa ambulante de metal foi detectada graças aos satélites europeus Swarm - um trio que está mapeando o campo magnético da Terra para entender seu funcionamento. O campo protege toda a vida do planeta contra a radiação espacial.

Para os cientistas, a existência do rio de ferro líquido é a melhor explicação para uma concentração de forças no campo magnético terrestre que os satélites registraram no Hemisfério Norte.

"É uma corrente de ferro líquido que se move cerca de 50 km por ano", explica Chris Finlay, da Universidade Técnica da Dinamarca.
“É um líquido metálico muito denso e é preciso uma quantidade enorme de energia para movê-lo. É provavelmente o movimento mais rápido que temos no manto terrestre" disse ele à BBC.


Os satélites Swarm satellites foram lançados em 2013 para estudar o campo magnético da Terra (Foto: ESA)
Finlay explica que a corrente de metal líquido é como o jet stream na atmosfera da Terra - a corrente de ar em altas altitudes usada por aviões para voar mais rápido. O rio de metal porém, está a 3 mil metros de profundidade.

Os cientistas acreditam que o rio tenha 420 km de largura e percorra quase metade da circunferência da Terra. O comportamento dessa massa metálica será crítico para a geração e manutenção do campo magnético terrestre.


"É possível que a corrente tenha funcionado por centenas de milhões de anos", diz Phil Livermore, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, e um dos autores do estudo detalhando a descoberta, publicado na revista científica Nature Geoscience.


A maior parte do campo magnético da Terra é gerado por convecção a partir de ferro derretido no exterior do núcleo. O campo protege a vida terrena contra a radiação espacial (Foto: ESA)

Rainer Hollerbach, outro cientistas envolvido no projeto, acredita que o líquido se move graças à força da flutuabilidade ou por conta de mudanças no campo magnético do núcleo terrestre.

Lançados em novembro de 2013 pela Agência Espacial Europeia (ESA), o satélites Swarm estão fornecendo acesso sem precedentes à estrutura e ao comportamento do campo magnético terrestre.




Com instrumentos altamente sensíveis, os satélites estão gradualmente analisando os vários componentes do campo, do sinal dominante vindo do movimento do ferro no núcleo externo à quase imperceptível contribuição feita pelas correntes oceânicas.

Os cientistas esperam que os dados do satélite ajudem a explicar a razão pela qual o campo magnético da Terra tem enfraquecido nos últimos séculos. Alguns cientistas especulam que o planeta pode estar próximo de um inversão de polaridade, em que o sul se tornará norte e o norte se tornará sul.


Isso ocorre a cada centenas de milhares de anos.




segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

12 LEIS DA GRATIDÃO POUCO CONHECIDAS (QUE VÃO MUDAR SUA VIDA)




Para que tudo dê certo é preciso agradecer mesmo antes de acontecer. Conheça as 12 LEIS DA GRATIDÃO POUCO CONHECIDAS (QUE VÃO MUDAR SUA VIDA)







1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato





Seja grato pelo que você tem, e vai acabar tendo mais.
Foque sobre o que você não tem, e nunca terá o suficiente.

2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz





É quase impossível apreciar um momento sinceramente e olhar severamente ao mesmo tempo.
Ser feliz agora não significa que você não deseja mais, significa que você é grato pelo que tem e paciente para o que ainda está por vir.

3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”






Não faz sentido condenar ou lamentar uma lição de vida importante.
Gratidão traz um sentido para o ontem, paz para o presente, e cria uma visão positiva para o amanhã.

4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento





Tem sido dito que a mais elevada forma de oração é dar graças. Em vez de orar “para” as coisas, dê graças por aquilo que você já tem.
Quando a vida lhe dá toda a razão de ser negativo, pense em uma boa razão para ser positivo. Há sempre algo pelo qual ser grato.

5. A gratidão inclui tudo





Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.
Porque todas as coisas têm contribuído para o seu avanço, você deve incluir todas as coisas em sua gratidão. Isto é especialmente verdadeiro em seus relacionamentos. Nós nos encontramos com pessoas comuns em nossas vidas; mas se você lhes der uma chance, todas elas têm algo importante para lhe ensinar.

6. O que você tem para ser grato no presente, muda





Seja grato por tudo que você tem agora, porque nunca sabe o que acontecerá em seguida. O que você tem acabará por ser o que você tinha.
A vida muda a cada dia, e suas bênçãos irão gradualmente mudar junto com ela

7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas





O que separa privilégio de benefício é a gratidão.
A circunstância (ou pessoa) que você toma por garantida hoje pode vir a ser a única da qual você precise amanhã.

8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente





O que mais importa não é o que você diz, mas como você vive.
Não basta dizer que, mostre. Não basta prometer, prove.

9. Gratidão inclui retribuição





Na agitação da vida cotidiana, quase não percebemos que recebemos muito mais do que damos, e a vida não pode ser rica sem essa gratidão.
É tão fácil superestimar a importância de nossas próprias conquistas em comparação com o que temos com o auxílio de outros.

10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão





Só porque alguma coisa não durou para sempre, não significa que não foi o maior presente que se possa imaginar.
Seja grato porque seus caminhos se cruzaram e por ter tido a oportunidade de experimentar algo maravilhoso.

11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente





Conte as bênçãos em sua vida, e comece com a respiração você está realizando agora.
Muitas vezes esquecemos que o maior milagre não é andar sobre a água; o maior milagre é caminhar sobre a terra verde, habitando profundamente no momento presente, apreciando-o e sentindo-se completamente vivo.

12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão





Às vezes, investimos muita força para tentarmos controlar cada aspecto de nossas vidas que completamente nos perdemos no caminho.

Aprenda a deixar ir, relaxar um pouco e pegar o caminho que a vida leva até você às vezes. Tente algo novo, seja destemido, mas acima de tudo, faça o seu melhor e fique bem com isso. Abandonar expectativas desnecessárias permite que você realmente experimente o inesperado. E as maiores alegrias na vida são muitas vezes as surpresas inesperadas e oportunidades que você nunca preveu.
Pelo o que você é grato hoje?  Como a gratidão afeta a sua vida? Deixe um comentário abaixo e compartilhe seus pensamentos!


Fonte: Marc and Angel Hack Life




quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Macrocosmo e o Microcosmo




Desde a Antiguidade tem o homem contemplado o Firmamento estrelado. Ele está sempre buscando entender o significado daquilo que vê. 

Ao tentar relacionar suas especulações e ideias com suas mais profundas aspirações e mais íntimas questões relativas à sua existência, o Homem se defronta com o Infinito que se lhe apresenta pelo céu afora.




               O HOMEM E O UNIVERSO 

                 “ASSIM COMO EM CIMA É EM BAIXO”


O Homem contemplativo sempre se sentiu profundamente atraído a buscar uma fonte de contínua inspiração e de prazer estético, erguendo os olhos para o céu estrelado. Não obstante, encontra real sabedoria ao descobrir correlacções terrenas no esquema da Natureza e do Homem.




Os eventos que cercavam o homem primitivo devem ter-lhe proporcionado os estímulos para as suas primeiras especulações e investigações sobre a verdadeira natureza e o significado de todas as coisas do seu ambiente. 



Com suas primeiras indagações, começou o Homem a desejar Conhecimento. Observou, refletiu, e claramente percebeu, mediante profundos “insights”, os processos da Criação – o desenvolvimento da Natureza, do Homem e do Universo.

Muitos escritores antigos se referem ao Egito, e a civilizações ainda mais antigas e relativamente desconhecidas, como fontes dessas primárias investigações dos fenômenos universais. 



Por exemplo, o grego Filipe de Opunte escreveu que foram estrangeiros – egípcios e sírios – os primeiros observadores de eventos astronômicos. “Vivendo num mundo sem nuvens e sem chuvas”, esses povos antigos observaram todas as estrelas, no firmamento claro de seus belos desertos.


Platão segura “O Timeu” e aponta para o Alto

A antiga tradição do conhecimento e sabedoria do Egito é mencionada por Platão em O Timeu. 

É também neste livro que se encontram as bases dos conhecimentos que vieram posteriormente a desenvolver-se sobre a Atlântida, o continente desaparecido. Conta-se até que alguns Atlantes, pressentindo a catástrofe, se fizeram ao mar, vindo a aportar na terra que viria mais tarde a ser o Egito.


                                                O Timeu

Não há personalidade eminente, em todos os anais da História, sagrada ou profana, cujo protótipo não possa ser encontrado nas tradições meio fictícias e meio reais de antigas religiões e mitologias.



Assim como a estrela, bruxuleando a incomensurável distância da Terra, na ilimitada imensidão do firmamento, se reflete nas águas serenas de um lago, também as imagens mentais de homens de eras antediluvianas se refletem nos períodos que podemos abarcar em retrospecto histórico.



Contemplando o Universo, o homem da antiguidade esforçou-se por descobrir seu lugar no complexo esquema cósmico, como fonte natural de ideias, inspirações, dúvidas e desejos. Sua contemplação, consequentemente, levou-o a procurar uma ligação entre sua vida em geral e os seguintes processos: a sucessão das estações, desde o florescer dos campos na primavera; o fluxo e refluxo da natureza viva, com seus ciclos regulares de nascimento, crescimento, declínio e deterioração, para depois renascer. 


                                           O Universo

Havia uma simetria nesses processos regulares do céu e da Terra, que levou o Homem a conceitos como, harmonia, beleza, unidade na diversidade, e Lei Universal.

A repetição regular de eventos ajudou o Homem a lidar com o seu ambiente. O homem primitivo aprendeu a esperar, a ansiar pelo alvorecer enquanto sofria os terrores da noite, escura e fria. Sabia ele que o esperado alvorecer, com sua luz, dar-lhe-ia tempo para procurar um local menos frio e mais protegido para passar a noite seguinte, que certamente sobreviria, tão logo o Sol desaparecesse por detrás das colinas ocidentais. 

O Caibalion
Em função de suas experiências diárias e de seus mais profundos pensamentos, concebeu o Homem a ideia da estreita relação entre sua vida e o ritmo geral do Universo.
Para os nossos ancestrais mais reflexivos, a vida parecia depender fortemente dos eventos que os rodeavam. Os sábios antigos reconheceram correspondências e começaram a acompanhar o curso da cíclica sucessão de eventos que ocorria em seu ambiente. 

Particularmente no Egito antigo, aperceberam-se os sábios da fundamental unidade existente entre o Homem e o Universo – o Microcosmo e o Macrocosmo. Esses sábios, seguidores de Thot ou Hermes *(1) , resumiram esta ideia numa concisa e poderosa declaração: Assim como em cima, é em baixo. Aquilo que já existiu, retornará. Assim como no céu, é na Terra”. A filosofia de Hermes é sabiamente descrita (por três Iniciados anônimos) no livro O Caibalion:
 
*( 1 )  Thot ou Hermes – referência a Hermes Trimegistus, “O três vezes sábio, três vezes grande”, que foi reconhecido pelos egípcios como um deus a que deram o nome de Toth.

“O TODO É MENTE, O UNIVERSO É MENTAL.”

“AQUELE QUE COMPREENDE A VERDADE DA NATUREZA MENTAL DO UNIVERSO ESTÁ BEM AVANÇADO NO CAMINHO DO DOMÍNIO DAS LEIS NATURAIS.”


Sem esta chave, conforme afirma ainda O Caibalion :

“O DOMÍNIO É IMPOSSÍVEL, E TODO O BUSCADOR BATERÁ EM VÃO NAS PORTAS DO TEMPLO DO CONHECIMENTO.”

 
À medida que tentou estabelecer uma relação entre ele próprio e o Universo, criou o Homem as primeiras cosmogonias *(2), maravilhosamente ricas em simbolismo e profundas visões. A partir do alvorecer do homem reflexivo, essas profundas ideias passaram a assumir formas particulares, segundo a cultura de cada época, através dos egípcios, dos órficos, dos gnósticos, dos gregos, ao longo da Idade Média, e até ao presente. 


Em particular, a cosmogonia egípcia antiga contribuiu com algumas ideias ou concepções profundas, definitivas, levando a conhecimento sobre o Homem e o Universo.
Um dos mais profundos conceitos egípcios é a ideia de UNIDADE UNIVERSAL “o Deus de muitos nomes, que gera sua própria hierarquia de deuses (neters); o Absoluto, Pai dos pais, Mãe das mães, conjunto de tudo o que existe e de todos os seres”. Outros conceitos herdados do Egipto são:

1) Uma cosmogonia concebida como transição de unidade caótica (Nun) e em trevas para ordem e luz;
2) Uma visão do nexo, da afinidade universal que une todos os seres da natureza;
3) O conceito de inexorabilidade, ou lei que rege todas as coisas, e a concepção dessa lei como processo cíclico universal, que se completa no grande ano cósmico, com o retorno periódico de tudo; e
4) A ideia do dualismo de corpo mortal e alma imortal, da preocupação com a vida eterna, do julgamento dos mortos, que está ligada ao desenvolvimento de requisitos éticos de justiça e perfeição moral.


Prossegue o desenvolvimento das ideias relativas ao Universo como um Todo. Esta pesquisa é tão válida e excitante hoje, como na Antiguidade. Diferentes idiomas modificam suas expressões, assim como o fazem as imagens, os recursos e os conceitos de cada época, porém a motivação de buscar uma compreensão mais ampla e mais profunda do Universo é tão ardente hoje, como no passado. Trata-se, na verdade, da nossa maneira de ser como místicos. 



Além disso, o Homem está sempre redescobrindo a ideia de que, para que ele compreenda o Universo, é necessário que conheça o universo do seu próprio âmago. É impossível compreendermos inteiramente algo que não esteja integrado à nossa própria estrutura, incorporado à nossa natureza física, ou que não faça parte dos nossos poderes subjectivo de pensamento e correspondente experiência.
 
*( 2 )  Cosmogonias (do gr. Kósmos, universo + Gnosis, conhecimento) – designação das várias teorias que têm por objectivo explicar a formação do Mundo.


                                Templo de Delfos (Grécia)

Como corolário, pode dizer-se que o Homem compreendeu desde as mais remotas épocas, que o caminho para se entender a si mesmo e ao Universo, ao microcosmo e ao macrocosmo, é um só: “Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses” (Sócrates) – inscrição esta que pode ler-se no portal do Templo de Delfos, na Grécia. Meditando sobre esta profunda e perspicaz exortação, tentando experienciá-la, e lendo o livro da Natureza e o livro do Sagrado Conhecimento Interior – de acordo com a doutrina Panteísta (ou Panteísmo) que diz que “Deus está implícito em todas as coisas, inclusive em nós mesmos, como seres humanos” – pode o Homem evoluir, de modo verdadeiramente integral, científico e místico.


                                         Oráculo de Delfos


E como dizia o Poeta (anônimo) no seu poema “DESIDERATA-I”

(Texto encontrado sem autor, na Igreja de Saint Paul, em Baltimore, em 1692, embora com algumas traduções ao longo dos tempos)



“Tu és filho do Universo irmão das estrelas e árvores e nele tens teu lugar. 

E a despeito do que penses, óbvia e inexoravelmente, o Universo prossegue seu destino”

E, finalizando, um poema meu, datado de 1996, alusivo ao tema, e a que chamei “EQUILÍBRIO”



                                   O equilíbrio (Yin e Yang)


                       EQUILÍBRIO
                 Carmo Vasconcelos

Somos micro universos do Universo Maior...

E a nossa separação do Uno Universal gera esta onda geral de egoísmo e desamor, violência e frustração.


Todos nós, buscando amor, buscamos a unidade com a Divina Verdade.
Essa síntese procurada sem a resposta encontrada, é nossa fonte de dor, nossa flitualidade;
É como célula solta que à toa, sem identidade, degenera e se revolta.

Só quando compreendemos em nosso saber disperso, a Lei do Sumo Universo, seu propósito e intenção...
Somos receptores plenos da sua força regente, regrada e inteligente, que ruma à evolução

Só assim direcionados, de um novo código munidos, caminhamos reforçados, confiantes, instruídos.
Usamos sinais vermelhos para excesso de velocidade das vãs paixões dos sentidos, e travamos a vontade de nossos defeitos velhos.


Orgulho, inveja, vaidade têm sinais proibidos!

Só quando compreendemos em nosso saber disperso a Lei do Sumo Universo...
A conviver aprendemos com tristezas e alegrias, refreando euforias, dominando frustrações,
superando duros factos; e pesando as emoções numa balança aferida, não deixamos que um dos pratos nos faça tombar na vida!

Só quando compreendemos em nosso saber disperso a Lei do Sumo Universo...
Deixamos vibrar, serenos, o Espírito e a Matéria numa frequência certa.
Só assim alcançaremos, de alma leve e desperta, a Suprema Dimensão Pura, Divina e Etérea!


(Estudos adquiridos pela autora como estudante e membro da Ordem Rosacruz A.M.O.R.C.)


“ASSIM COMO NO MICROCOSMO, TAMBÉM NO MACROCOSMO”


assim como no corpo humano, também no universo“. Ou ainda “Assim como acima, abaixo” (Hermes Trismegisto). A comparação entre fotos de neurônios do cérebro e imagens geradas por computador para simular a evolução do universo, publicadas no site da Trycicle, remetem diretamente às filosofias orientais como o Yoga e o Budismo. Em seu post, a revista cita o Abhidharma, um dos textos do cânone do Budismo Theravada, mas este também é um dos princípios básicos fundamentais do Ayurveda, a ciência milenar indiana — que está no título deste post (“As in the microcosm, so in the macrocosm“). O Dr. Subhash Ranade, um dos fundadores da International Academy of Ayurved, usa muito essa correspondência para explicar e exemplificar os conceitos e técnicas mais específicos da medicina indiana. Em seu livro “Ayurveda and Marma Therapy“, por exemplo, escrito em conjunto com David Frawley e o Dr Avinash Lele, ele escreve:
“A visão Védica associa o universo inteiro ou macrocosmos com a pessoa cósmica ou Purusha, com o corpo humano sendo uma réplica ou miniatura, um microcosmos. Isso significa que o mapeamento dos campos de energias no corpo humano reflete aquele do universo como um todo”.








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