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sábado, 2 de julho de 2016

A aurora boreal de Júpiter foi capturada em imagens pelo Hubble e é incrível




Todos os planetas do nosso sistema solar estão mudando, não é somente a Terra que está passando por várias transformações, e isso fica muito mais evidente com o surgimento dessa imensa aurora boreal em Júpiter.




Uma constante tempestade solar vem gerando enormes auroras no polo norte de Júpiter. O telescópio Hubble capturou imagens belíssimas do fenômeno, causado pela interação do campo magnético do planeta com as partículas eletricamente carregadas do Sol.

As auroras boreais de Júpiter foram vistas pela primeira vez em 1979 pela sonda Voyage e vêm sendo estudadas tão intensamente nas últimas décadas que a “ciência climática de Júpiter” se tornou uma subdisciplina da astronomia.



Utilizando tecnologia ultravioleta, o Hubble observou a aurora de Júpiter por cerca de um mês. Daqui a alguns dias, a sonda Juno, da NASA, movida a energia solar, chegará à órbita do planeta para realizar uma missão de um ano e meio que busca mapear o campo magnético do planeta, estudar a interação com as tempestades solares e determinar a origem das auroras.


“Essas auroras são impressionantes e estão entre as mais ativas que eu já vi”, disse Jonathan Nichols, da Universidade de Leicester, em um comunicado. “Parece que Júpiter está soltando fogos comemorando a chegada do Juno.”

[Hubble]

Imagens via Hubble Space Telescope

VEJA TAMBÉM:

Um misterioso vórtice escuro surgiu sobre Netuno



O Telescópio Hubble capturou imagens de um vórtice escuro pairando sobre Netuno durante uma observação em 16 de maio. Esta é, na verdade, a terceira vez que esse fenômeno é documentado na atmosfera do planeta. Ele já foi visto em 1989, durante o sobrevoo da sonda Voyager; e em 1994, também pelo Hubble.

Vórtices escuros surgem quando nuvens de gás e o ar da atmosfera de Netuno formam redemoinhos e acabam se congelando nas baixíssimas temperaturas do planeta, formando uma única massa estranha.

“Os vórtices escuros aparecem na atmosfera como grandes montanhas gasosas em formato de lentes”, disse à NASA o líder do estudo, Mike Wong, da Universidade da Califórnia em Berkeley. Um fluxo de nuvens brilhantes acompanha o evento — que, segundo Wong, são semelhantes às “nuvens com forma de panqueca que aparecem sobre montanhas na Terra.”




Vendo o vórtice escuro de perto

Todos os vórtices escuros possuem uma nuvem de gás congelado coberta com essas nuvens brilhantes, mas todos os outros elementos parecem ser completamente mutáveis. Diferenças no tamanho, formato e na duração foram notadas durante as observações do fenômeno.

Embora essa seja a primeira vez que o acontecimento é registrado em 22 anos, pesquisadores suspeitam que outros vórtices do gênero tenham passado despercebidos pela atmosfera de Netuno. Em particular, um incidente em 2015 levantou suspeitas, quando astrônomos no mundo inteiro relataram enxergar nuvens brilhantes nos céus do oitavo planeta. Os cientistas, no entanto, não puderam confirmar o vórtice escuro sob elas.

Agora que os pesquisadores puderam ter um registro melhor do fenômeno de Netuno pelo Hubble, a expectativa é que entendam melhor o motivo pelo qual eles se formam – e pelo qual acabam desaparecendo.

[NASA]


Imagens por NASA, ESA e M.H. Wong and J. Tollefson/UC Berkeley


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