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domingo, 7 de maio de 2017

Quem São Os Arcontes



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Arconte vem do grego “archai” significando princípio, origem, relativa a uma determinada “entidade” sempre presente na existência de todos os seres.

Na antiga Grécia, os arcontes eram magistrados. Arconte era um cargo ao qual apenas tinham acesso os cidadãos, filhos de naturais da polis.

No mundo mediterrânico clássico ARCHON era comumente usado para designar o governador de uma província ou mais vagamente qualquer autoridade religiosa ou governamental.

Por isso o plural ARCHONS nos textos gnósticos é frequentemente traduzido como as autoridades

Arconte (Grego ἄρχων, pl. ἄρχοντες, “alto oficial”, “chefe”, “magistrado”) seria qualquer um dos seres que foram criados juntamente com o mundo material por uma divindade subordinada chamada o Demiurgo (Criador).

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Na cosmologia gnóstica os Arcontes são forças alienígenas que se introduzem subliminarmente na mente humana e desviam nossa inteligência de suas aplicações mais apropriadas e sadias.

Não são eles que nos fazem agir desumanamente já que todos temos o potencial de ir contra nossa natureza inata, violando a verdade em nossos corações, mas eles nos fazem seguir o comportamento desumano até extremos violentos e extraordinários.

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Eles existem tanto como uma espécie alienígena independente da humanidade como uma presença em nossas mentes, mais propriamente um conjunto de programas operando em nosso ambiente mental. Trabalhando por meio da telepatia e sugestão eles tentam nos desviar do curso de evolução mais adequado.

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Sua técnica mais bem sucedida é usar a ideologia religiosa para insinuar seu modo de pensar.

Ao nível sociológico, na visão gnóstica da sociedade,
os Arcontes são forças alienígenas que agem através de sistemas autoritários, incluindo sistemas de crença de forma a fazer os humanos se virarem contra seu potencial inato e violar a simbiose da natureza.

Os Arcontes não são o mal no sentido de possuírem poderes autônomos de destruição que possam aplicar diretamente na humanidade

Os gnósticos ensinaram que essas entidades nos invejam e se alimentam do nosso medo. Acima de tudo eles tentam nos impedir de reivindicar e desenvolver nossa luz interior o presente da inteligência divina interior.

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Porque os gnósticos do segundo e terceiro séculos – geralmente originados dentro do cristianismo – consideravam o mundo material como definitivamente mal ou como o produto de erro, os arcontes eram vistos como forças maléficas.

O termo aparece como uma designação para seres sobrenaturais nos escritos judeus, cristão, no neoplatonismo e no gnosticismo.

Os arcontes podem ser tanto bons ou maus, mas frequentemente o termo designa seres que são hostis ou malévolos.

“Arcontes” era um termo antigo para a identificação de “alienígenas”, aqueles que não são da Terra, na época da grande civilização egípcia todas as referências a antigas civilizações como a Lemúria, Vedas e Atlântida, referiam-se aos “Arcontes” como eles interferiam com o progresso destas civilizações.

Como não havia nenhuma maneira de entrar em contato com estes “Arcontes”, alguns grupos foram formados para diagnosticar essa influência e tentar compreender o seu significado.

Esses grupos se referem a si mesmos como “gnósticos” ou aqueles que queriam diagnosticar (para identificar, conhecer).

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Na verdade o termo “Arcontes”, é somente um termo genérico para extraterrestre, tudo o que foi incluído depois deste momento, tem a mesma designação.

Quando o Cristianismo foi “adotado” como um meio de controlar as massas com base em romances deixados sobre o sistema solar e sua influência, todos os outros grupos foram perseguidos e forçados a seguir a nova filosofia adotada. Contudo, não há uma raça “Arconte”, mas uma referência a algo que não é humano no planeta Terra.

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O pesquisador, Michael Salla, (australiano, nascido em 1858) – acadêmico que passou por University of Melbourne, pelo Mellbourne College of Advanced Education e PhD pela University of Queensland (1993) introduziu o conceito de Exopolítica na literatura e pesquisa Ufológica e Exobiológica.

A Exopolítica trata, principalmente de como alienígenas, muitos já infiltrados na Terra, atuam no meio político mundial para alcançar seus objetivos, em geral, pouco éticos. Até porque, em princípio, atuam secretamente justamente pelo caráter danoso (para os humanos) de seus projetos.

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Salla vai além em suas especulações. Ele acredita que líderes políticos humanos têm conhecimento da presença dos Arcontes neste planeta já há várias décadas. Teriam feito acordos com estes alienígenas.

Todavia, têm sido enganados e somente há pouco tempo começaram a se dar conta do grande engano que poderá resultar no fim da existência de toda a espécie humana.

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Apesar das afirmações desses estudiosos serem sempre desacreditadas é preciso considerar que a incompetência dessa atual avançada Humanidade em resolver problemas milenares em esferas sociais básicas como saúde e alimentação é, no mínimo uma situação suspeita.

Tão ou mais suspeita que a reputação atribuída por autoridades “oficiais” aos especialistas Ufólogos, Exobiólogos, Alien-arqueólogos, Exopolíticos. O mesmo se aplica ao inaceitável ressurgimento da violência dos conflitos religiosos e outras guerras.

É mais ou menos óbvio que alguém ganha com as misérias humanas. Porque os meios para a solucionar as carências existem há mais de um século mas, por alguma razão que nenhuma assembléia da ONU consegue explicar, os recursos jamais alcançam os objetivos dos Estados direito: o bem comum.

Atribuir essa falência, não somente política ̶ mas também ética, moral, educacional civilizacional ̶ unicamente à jogos dos interesses econômicos conduzidos por alguma sociedade secreta de poderosos empresários desalmados é algo equivalente a acreditar na fantástica realidade dos malignos Arcontes alienígenas.

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Em meio aos argumentos desta teoria conspiratória, é impossível não perguntar por quê razão tais alienígenas, os Arcontes, estariam tão interessados no extermínio da espécie humana.

Alex Collier, identificado 1como ufólogo porém, mais apropriadamente considerado como uma vítima de alienígenas ou alguém que foi escolhido para ser contatado por extraterrestres, no caso, amigáveis, tem um conceito interessante sobre os “Arcontes”.

A. Collier é um pseudônimo. Este norte- americano, cuja biografia é praticamente desconhecida, afirmou que foi abduzido por extraterrestres provenientes da Constelação denominada Andrômeda; explica que os Arcontes são parasitas mentais-emocionais.

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As energias negativas emitidas pelas multidões humanas funcionam, literalmente, como alimento para a manutenção da vida e saúde desses Arcontes sendo fundamentais, inclusive para a procriação da espécie.

É para obter tais energias em quantidade suficiente capaz suprir suas necessidades vitais que os Arcontes têm interesse em promover todo o tipo de horror na Humanidade incluindo, entre as atrocidades, o fomento de mega-guerras, as Guerras Mundiais.

A essa altura da História da presente Humanidade, promover uma Terceira Guerra Mundial é a operação final neste planeta. Com ela, estes extraterrestres pretendem obter uma quantidade fabulosa de força vital por meio da completa e intensamente dolorosa aniquilação da espécie humana.

Curiosamente, ele é desprezado pela maior parte da comunidade de Ufólogos. Somente alguns dão crédito às suas afirmações que, no entanto, são coerentes com a teoria da “conspiração Arconte”.

Para a maioria dos misticos e esotéricos, vivemos em uma matrix que é executada por esses seres, chamados Arcontes (nome grego para os governantes).

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Eles são seres que vieram da Galáxia de Andrômeda e quiseram experimentar a escuridão. Eles recusaram -se a se reconectar com a Fonte.

Através de milênios, eles criaram a raças através de engenharia genética para usá-las como guerreiros escravos para expandir seu império escuro.

O planeta Terra é o último planeta do império escuro para ser libertado. Mas ainda há muito Arcontes no planeta Terra.

Os gnósticos ensinavam que os Arcontes não nos criou, mas eles estão presos em uma ilusão, e eles pensam que são os nossos criadores.

Eles mantêm a estrutura do espaço-tempo distorcida com implantes que criaram uma anomalia de buraco negro do espaço-tempo, confundindo a mente e as emoções humanas.

A Biblioteca de Nag Hammadi

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A Biblioteca de Nag Hammadi é uma coletânea de textos gnósticos que circulava entre algumas comunidades cristãs dos primeiros séculos. Nessa coleção estão presentes textos de vários gêneros diferentes: evangelhos, epístolas apostólicas, tratados teológicos, atos dos apóstolos, apocalipses, etc; assim como o Novo Testamento.

No entanto, estes livros estiveram perdidos durante vários séculos. Os estudiosos só os conheciam através de críticas que seus opositores, os Pais da Igreja, fizeram-lhes.

Contudo, surpreendentemente, em 1945, em uma caverna em Nag Hammadi – uma aldeia ao norte do Egito – um camponês encontrou uma grande jarra de argila com vários papiros com textos escritos em copta – certamente eram traduções do grego – os quais, depois de passar por vários infortúnios como: sofrer, ao ter algumas de suas páginas lançadas na lareira e até mesmo por causa da rincha de eruditos que retardaram sua edição; foi finalmente editado por J. Robinson em 1973 . Assim, hoje esses textos estão à disposição dos interessados e não dependemos mais de Irineu para conhecer o gnosticismo, agora podemos ouvir sua voz.

Entre os textos encontrados, está A hipóstase dos Arcontes (Realidade dos Soberanos). Esse escrito é uma versão gnóstica do mito da criação.

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A Hipóstase dos Arcontes ou A Realidade dos Regentes é uma exegese no Livro do Gênesis do primeiro ao sexto capítulo e expressa uma mitologia gnóstica da criação do cosmos e da humanidade.

Acredita-se que ele se origina de um período de transição no Gnosticismo, quando estava se convertendo de uma fase puramente mística em uma mais filosófica.

O início e a conclusão do documento são do gnosticismo cristão, mas o resto do material é uma narrativa mitológica da origem e natureza dos poderes arcônticos populando os céus entre a Terra e a Ogdóade, e como o destino dos homens é afetado por estes eventos primordiais.

Os Arcontes foram retratados nos textos gnosticos encontrados em Nag Hammadi como seres/entidades que serviam o “Demiurgo”, que segundo tais textos era o deus criador do mundo físico.

Nos textos encontrado em Nag Hammadi é mencionado que o “Demiurgo” sempre quis impedir o Homem de se conectar a um Deus Transcendental, à fonte de toda a luz e conhecimento, aquilo a que atualmente a maioria das pessoas entende por Consciência.
O “Demiurgo” seria um ser que pretendia impedir o Homem de atingir tal estado de ser, e, os Arcontes eram as suas tropas na colocação do Homem num estado de ignorância perpétuo.

Os Arcontes são retratados nestes textos gnosticos como entidade malévolas, cujo objetivo e propósito é o de impedir o Homem de atingir altos estados de consciência/percepção (da realidade deste mundo “físico”), fruto da vontade do “Demiurgo”.

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Os Arcontes são as mesmas entidades a que os gregos se referiram como “daemon” negativo (maldoso) e a que a maioria das religiões atuais conota como “demônios”.

Estas entidades designadas pelos Gnósticos por Arcontes, e para a maioria das pessoas por Demônios, são entidades que se encontrariam num plano dimensional imperceptível aos sentidos humanos e inferior ao “mundo superior” referido pelos Gnósticos, e alimentar-se-iam das vibrações/sentimentos negativos do Homem.

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Esses seres estão ligados aos homens e mulheres mais poderosos da humanidade e junto com eles, orquestraram uma agenda com a finalidade de dominar o planeta.










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O Significado do ॐ OM




ॐ Essa sílaba única, Om, vem dos Vedas. Como uma palavra sânscrita, significa avati raksati – aquilo que lhe protege, lhe abençoa. 

É considerado o som mais próximo da palavra divina, e a origem de todas as demais. 

Segundo o Mandukya Upanishad, OM é aquele que existiu e existirá sempre. 

A sílaba OM é considerada por várias escolas, mestres e tradições o som primordial do Universo.



Assim, pode-se afirmar que OM é o princípio, meio e fim. É a totalidade. É chamado na Índia por mátriká mantra, o som matriz matriarcal que tudo originou. Nos Vedas, é definido como “aquele que tudo inclui, a origem e o fim do Universo”.

Portanto, Nele o universo se cria, se conserva e se dissolve. É o som-semente que desenvolve o centro de força da “Terceira Visão”, responsável pela intuição, meditação e pelos fenômenos da telepatia e clarividência.




É o primeiro dos símbolos sagrados na Índia que possui a força de ser a descrição visual do som cósmico, do qual toda a matéria e o espaço são originados. No seu som monossilábico, contém Brahman ou o universo inteiro em sua energia. O universo inteiro significa não somente o universo físico, mas também a experiência dele. 

Deste modo, o OM é fundamental na cultura Hindu, e seu símbolo é a primeira figura que toda a criança deve desenhar no início de sua educação.

Ele é, também, a primeira evocação que é cantada para evocar os deuses numa oração. Seu motivo pode ser visto em pórticos, portões, templos, livros em geral, textos religiosos, em berços de recém nascidos e em roupas cerimoniais, numa grande variedade de cores e com muitos tipos de enfeites.


Podemos vê-lo como um equivalente à luz branca, em que nele pode ser encontrado todas as cores do arco-íris. Na tradição Hindu Om é a palavra de afirmação solene e respeitoso acordo.



OM é a contração da palavra SOHAM e é, assim, o Som Primordial, o sopro vital, o som de vida. Ele equilibra o Ser dando-lhe todo o seu poder estabelecendo a harmonia entre os diversos veículos do homem integral nas suas três divisões fundamentais (corpo, mente e espírito).


Por outro lado, sendo o som mais puro que existe, ele regenera o homem a todos os níveis e situa-o no plano divino. OM é, por excelência, o som universal de meditação, aquele que dá progressivamente acesso às mais altas realizações espirituais.



Dentro do símbolo há os cinco elementos do Universo – terra, fogo, ar, água e éter. Conforme o mestre hindu Pranavopanishad, o A é nirman (criação de tudo), é Brahma, o criador e a Terra. U é shiti (conservação do Universo), é Vishnu, o preservador. O espaço M é Pralaya (transformação do Universo), é Shiva, o destruidor e a iluminação. Observe que na existência tudo é regido por estas três energias: criação, preservação e destruição.


Avati Raksati - aquilo que lhe protege, lhe abençoa. Como se dá essa proteção? É um mantra e é um nome do Senhor. 




O nome do Senhor lhe protege através da repetição do próprio nome.
Pelo nome você reconhece o Senhor. E, portanto, é reconhecimento em forma de oração.


Uma compreensão profunda sobre este símbolo místico revela que é composto de três sílabas combinada em uma, não como uma mistura física mas como uma combinação química.

Na verdade em Sânscrito a vogal 'o' é constitucionalmente um ditongo composto de a + u; por isso OM é representativamente escrito como AUM.

Apropriadamente, o símbolo do AUM consiste de três curvas (curvas 1, 2 e 3), um semicírculo (curva 4) e um ponto.



A curva maior 1 simboliza o estado de vigília, neste estado a consciência é voltada para o interior através dos portões dos sentidos.

O tamanho grande significa que este é o estado mais comum ('maioria') da consciência humana.
A curva de cima 2 mostra o estado de sono profundo ou estado de inconsciência.

Este é um estado onde quem dorme não deseja nada nem passa por nenhum sonho.
A curva do meio 3 (que se localiza entre o sono profundo e o estado de vigília) significa o estado de sonho.

Neste estado a consciência do indivíduo é voltado para o interior e o sonhador contempla uma visão encantadora do mundo atrás das pálpebras dos olhos.


Estes são os três estados da consciência de um individuo, já que o pensamento místico Indiano acredita que a realidade manifestada inteira se origina desta consciência, portanto estas três curvas representam o fenômeno físico .



O ponto (4) significa o quarto estado da consciência, conhecido em Sânscrito como turiya.

Neste estado a consciência não parece nem extrínseca nem intrínseca, nem os dois juntos.
Significa o voltar para a quietude de toda existência relativa e diferenciada. Este estado quieto total, pacífico e bem-aventurado é o alvo absoluto de toda atividade espiritual.


Este estado Absoluto(não-relativo) ilumina os outros três estados. 

Finalmente, o semi círculo simboliza Maya e separa o ponto das outras três curvas. Deste modo, é a ilusão de maya que nos previne da realização dos mais altos estados de bem-aventurança. O semi-círculo é aberto no topo e não toca o ponto. Isto significa que este estado mais alto não é afetado por maya.
Maya só afeta o fenômeno manifestado.

Este efeito é quem previne o investigador de alcançar seu alvo final, a realização do Um, do onisciente, do não-manifesto, do princípio Absoluto.

Desta maneira, a forma de OM representa tanto o não-manifesto e o manifesto, o númeno e o fenômeno.

Sendo um mantra, ele é repetido, e, portanto, torna-se uma prece. O Senhor é o protetor e o provedor; aquele que abençoa é o Senhor; o Senhor é na forma de bênção. 

Repetido Om, você invoca o Senhor naquela forma específica. Então, dessa maneira, Om lhe protege. Portanto, ele é fiel a seu nome. É o Senhor que lhe protege, e não o som.

O Senhor é Um e não-dual. Isso é o que dizem os Vedas. O que existia antes, o que existirá depois e o que existe agora. 




Tudo isso, sarvam, é realmente Om. Tudo o que existe é Om. Tudo o que existiu é Om, e também tudo o que existirá depois, no futuro. Passado, presente e futuro, incluindo o tempo e tudo o que existe no tempo - tudo isso é Om. Aquele Om é Brahman. 

Portanto, o Senhor é não-dual, e esse não-dual é Um. A sílaba é também uma e não-dual, significando que tudo está dentro dela. E tudo está dentro de Om.


Como um som sagrado também, a pronúncia das três sílabas AUM é aberto para uma rica análise lógica.

O (A) simboliza o estado de vigília, e assim, o estado de sonho (simbolizado por U), situa-se entre o estado de vigília (A) e o estado de sono profundo (M). Na verdade um sonho nada mais é do que um componente da consciência da vida em vigília formada pela inconsciência do sono.


A é um mátra, U é outro e M mais outro. Brahman é sarvam (tudo) e também está na forma de três. Brahman em estado causal, como súkshma prapañcha, o mundo sutil, e o sthúla, o mundo físico. O corpo físico é chamado de sthúla, assim como o universo físico.




Dentro desse corpo físico existe outro mundo. É o mundo do nosso prana que mantém este corpo vivo e inclui a mente e os sentidos. É sutil, pois está dentro desse corpo físico, não visível, mas sua presença não se perde. Portanto, o que mantém esse corpo vivo, sem o qual estaria morto, isso é súkhma. 

Quando sthúla e súkshma estão juntos, então existe vida. Quando súkshma não está presente, esse corpo físico fica inerte. 

Dessa maneira, temos o Senhor nos três níveis: no nível físico, sutil e causal. Na nossa vida diária também temos três estados distintos de experiência: o acordado, o sonho e o sono profundo. 

No sono profundo o indivíduo está na forma causal. No sonho você se identifica com o súkshma (sutil), sua própria mente. A mente está acordada e existe uma experiência de sonho e um mundo de sonho. 

E você ainda identifica-se com o corpo físico e tem então o estado acordado. Então temos três estados de experiência e três mundos. Isso constitui o indivíduo enquanto ser acordado e todo o mundo físico, o ser que sonha e todas as experiências sutis e o causal, no sono profundo. São três e completam tudo o que existe a nível individual e total.


Além da natureza tríplice do OM como um som sagrado está a quarta dimensão invisível que não pode ser distinguida pelos nossos restritos órgãos dos sentidos como nas observações materiais.
Esta quarta dimensão é indescritível, silêncio total que segue a elocução do OM.

Uma quietude de todas as manifestações diferenciadas, ou seja, um estado pacífico , bem-aventurado e não-dual. Na verdade este é o estado simbolizado pelo ponto na iconografia tradicional do AUM.

Geralmente, cantamos Om no início e no final de qualquer coisa. Om representa um início auspicioso.

O simbolismo tríplice do OM é compreensível para a maioria de nós humanos 'ordinários' , percebidos tanto no nível intuitivo quanto objetivo . Isto é responsável pela popularidade e aceitação geral.


Por este símbolo se estender sobre o espectro inteiro do universo manisfestado, faz com que seja uma fonte verdadeira de espiritualidade.




De acordo as ciências espirituais Indianas, Deus primeiro criou o som e destas frequências sonoras veio o mundo do fenômeno. 

Nossa existência total é constituída destes sons primordiais, que dão origem aos mantras quando organizados por um desejo de se comunicar, manifestar, invocar ou materializar.

É dito que a própria matéria se originou do som e o OM é o mais sagrado de todos eles.

O OM (ॐ) é o ponto de ligação de um ponto qualquer com todo o resto universo, isto é, não só representa esse momento de paz como também representa o silêncio que une dois mundos diferentes. 




É a sílaba que precede o universo e da qual os deuses foram criados. É a sílaba "raiz" (mula mantra), a vibração cósmica que mantém unidos os átomos do mundo e dos céus.


Mantra da paz universal - OM SHANTI OM



"Como muitos outros mantras, este começa com a palavra" Om ". Considera-se que Om é o som original , o som do Universo de que todos os sons vêm. 

A segunda parte do mantra, Shanti , significa " Paz", tão simples. É um belo significado e também um som bonito . Isso é interpretado como a paz no corpo , fala e mente ( todo o nosso ser ) ou como um desejo de paz individual , coletiva e universal.


Deva Premal - Om Namo Bhagavate




OM NAMO BHAGAVATE  (do sânscrito): é um dos mantras de evocação de Krishna. 
OM é a vibração interdimensional que interpenetra a tudo e a todos.
NAMO: Saudação ou reverência ao poder divino.

BHAGAVATE: Respeito ao Senhor.

Quando alguém faz esse mantra completo, evoca Krishna como homem que também viveu aqui na Terra e sabe das dificuldades enfrentadas por todos.

Fonte: http://muitoalem2013.blogspot.com.br/2014/07/o-significado-do-om.html


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