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sábado, 10 de novembro de 2018

O ato de Doar Realmente lhe Traz Benefícios?








Primeiramente, não faça promessas que sabe que não irá cumprir, seja honesto e sincero com os outros e principalmente com si mesmo, pois o que emanamos, seja positivo ou negativo, retorna de volta para nós, tudo que pensamos, sentimos e transmitimos são energias...





A Abbott tem perguntado a um milhão de pessoas em todo o mundo o que as faz se sentir mais realizadas e DOAR está consistentemente entre as três principais respostas. Isso faz sentido, pois, aparentemente, nós humanos somos biologicamente propensos a ser generosos. Cientificamente falando, as pesquisas revelam que nós realmente recebemos benefícios físicos e psicológicos quando compartilhamos algo com os demais.

Talvez isso seja realmente verdade, uma vez que sempre ouvimos que dar é melhor do que receber.

“Estamos em uma era em que é legal doar,” afirma Jenny Santi, autora de The Giving Way to Happiness: Stories and Science Behind the Life-Changing Power of Giving. Nascida nas Filipinas e radicada em Nova York, Jenny é consultora em filantropia de doadores e celebridades no Sudeste Asiático e nos Estados Unidos. “Existe uma confluência de fatores. Hoje em dia, com as mídias sociais, há maior conscientização a respeito de diferentes assuntos. Sendo assim, muitas pessoas estão se tornando ativistas por conta própria. Não só a Geração Milênio, mas também os profissionais em meio de carreira e os aposentados.” No livro, ela entrevista várias pessoas, incluindo líderes filantrópicos e celebridades sobre como o ato de doar ajudou não só a mudar o mundo, mas a eles próprios no processo.

“O ato de doar promove um senso de conectividade social,” afirma a Dra. Beth McQuiston, neurologista e diretora médica da Abbott. “Nem sempre tem a ver com dinheiro; pode ser uma questão de cuidar e ajudar os outros. Você pode fazer um pouco a mais de sua sopa preferida para compartilhar com amigos, colegas ou vizinhos. Talvez você possa ajudar um vizinho idoso a cortar a grama, limpar as folhas do quintal ou tirar o lixo. Não precisa ser algo grandioso. O fator chave é a conexão humana.”

Conversamos com Santi e McQuiston sobre os cinco motivos pelos quais as pessoas são geneticamente propensas a doar – e alguns deles irão surpreender você.

Sendo assim, quando for decidir entre escolher um pequeno presente ou fazer algo bom para pessoas que não estão na sua lista de presentes de final de ano, não hesite. Você receberá tanto quanto elas – ou até mais.



5. A gratidão alheia nos deixa mais felizes.

“Muitos de nós acreditamos que fazer doações anônimas é mais virtuoso,” diz Santi, que entrevistou o Professor Michael Norton da Harvard Business School a respeito do assunto. “Na realidade, porém, estudos revelam que as doações feitas publicamente resultam em mais felicidade e realização. Isso acontece, pois, ao doar publicamente, você se permite a oportunidade de vivenciar a gratidão daqueles que estão sendo ajudados.” Em seu livro, ela cita o velho provérbio chinês: “Se você deseja a felicidade por uma hora, tire um cochilo. Se deseja a felicidade por um dia, saia para pescar. Se deseja a felicidade por um ano, herde uma fortuna. Se deseja a felicidade eterna, ajude alguém.”






1. Nossa propensão biológica é bastante universal.


Embora a Dra. McQuiston acredite que algumas pessoas são mais empáticas, “de fato, é uma vantagem de sobrevivência ajudar os demais, pois isso ajuda a espécie a permanecer viva.” Embora o ato de doar seja intrínseco a todas as culturas, ele desempenha papéis diferentes ao redor do mundo. Por exemplo, Santi realizou recentemente um estudo com a escola de negócios INSEAD, líder global, em 10 países asiáticos e encontrou o principal motivo pelo qual as pessoas fazem doações filantrópicas: “deixar um legado.” Tem a ver com “encontrar um significado após o sucesso,” diz ela. “Definitivamente, as pessoas perguntam, ‘Como serei lembrado?’”


2. Assim como o chocolate e outras coisas que desejamos, doar nos faz sentir bem.


A parte do cérebro dos “circuitos dos prazeres” que nos fazem sentir bem e regula as respostas emocionais ativadas ao ajudar o próximo. Segundo McQuiston: “Quando se sabe exatamente quem você está ajudando, seu organismo recebe um incentivo especial, pois você está mais conectado. E isso é bom para as instituições de caridade. Assim como as pessoas que correm para se sentir bem, você é estimulado a doar mais.” Então, da próxima vez que sentir vontade de tomar um sorvete de chocolate quando estiver deprimido, pense em como fazer algo para ajudar o próximo. Isso fará você se sentir melhor (sem as calorias a mais)


3. Recebemos uma “descarga” neurológica quando doamos.


Um estudo realizado pela Northwestern University Medical School conduzido pelo neurocientista Jordan Grafman, Ph.D., destacou os motivos pelos quais o ato de doar acelera os centros de recompensa do cérebro. Ao utilizar exames de imagem por ressonância magnética funcional (fMRI) para medir a atividade cerebral, sua equipe pediu aos voluntários para decidir se fariam doações a instituições de caridade específicas. De acordo com The Atlantic, a equipe de Grafman descobriu como sistema mesolímbico do cérebro– a via de prazer e recompensa – era ativado. “Algumas pessoas são realmente muito motivadas a doar,” diz McQuiston. “Elas atingem um estado de excitação, semelhante a coisas como correr, amor, dinheiro e sexo. Porém, para a maioria das pessoas, o ato de doar simplesmente faz você se sentir bem.”


4. Ser generoso no presente pode evitar uma ida ao médico no futuro.


Santi cita a pesquisa da Carnegie Mellon University que descobriu que “fazer trabalho voluntário por cerca de quatro horas por semana reduz drasticamente a pressão sanguínea em adultos mais velhos. Existem fatores de estilo de vida positivos que podem ser incorporados às nossas vidas e ajudar as pessoas a envelhecer com mais sucesso e saúde. O voluntariado é um deles.” McQuiston acrescenta que vários estudos científicos revelam que fazer trabalho voluntário também “ajuda a diminuir o estresse, os níveis de cortisol (que podem elevar a glicemia e esgotar o sistema imunológico) e reduzir a pressão sanguínea. Ela menciona o famoso conceito de “helper’s high” estudado pelo neurocientista Jorge Moll do National Institutes of Health que leva à liberação de neurotransmissores viciantes relacionados ao bem-estar, como a oxitocina e a vasopressina.


5. A gratidão alheia nos deixa mais felizes.


“Muitos de nós acreditamos que fazer doações anônimas é mais virtuoso,” diz Santi, que entrevistou o Professor Michael Norton da Harvard Business School a respeito do assunto. “Na realidade, porém, estudos revelam que as doações feitas publicamente resultam em mais felicidade e realização. Isso acontece, pois, ao doar publicamente, você se permite a oportunidade de vivenciar a gratidão daqueles que estão sendo ajudados.” Em seu livro, ela cita o velho provérbio chinês: “Se você deseja a felicidade por uma hora, tire um cochilo. Se deseja a felicidade por um dia, saia para pescar. Se deseja a felicidade por um ano, herde uma fortuna. Se deseja a felicidade eterna, ajude alguém.”

Estamos todos conectados, todos fazemos parte de tudo que existe no universo, tudo é energia, seria muito positivo se todos se conscientizassem perante à isso, para que possamos criar uma realidade, um mundo melhor, para todos...




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