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quinta-feira, 30 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 218 KV 63 - O MISTÉRIO DE KIYA



"Senhor, Vós me fizestes poderoso e solitário, deixai-me adormecer no sono da terra". Esses versos se aplicam também ao Egito, o antigo trono da divindade. Num sentido, ele foi "poderoso e solitário" entre as nações. 

No limiar da nossa era de sangue e lágrimas, esgotada e desiludida, ele adormece no "sono da terra", não sem ter anunciado o silêncio de Deus, isto é, a perda do oráculo que seria substituído por esses anjos negros de natureza enigmática, inspiradores das falsas intuições." (Jean-Louis Bernard - As Origens do Egipto)




Tudo o que se relaciona ao Antigo Egito ainda se constitui em um grande mistério. Apesar de todos os nossos conhecimentos, ainda nos resta muito a descobrir, uma vez que é sabido que tudo aquilo que até hoje lá foi encontrado não representam nem 30 por cento do que ainda jazem ocultos sob as suas milenares areias. As tumbas encontradas nos Vales dos Reis e das Rainhas, a Oeste do Nilo, foram catalogadas sob a codificação KV. Na foto acima, uma antiga descoberta, precisamente a tumba KV35, no interior da qual foram encontradas essas três múmias. A do centro foi supostamente atribuída à da Rainha Hatshepsut, grande soberana da XIX Dinastia. Mas tudo são suposições, uma vez que não foram encontradas quaisquer identificações sobre elas. (FOTO: © DCI)


Tudo atesta de forma concludente e incisiva que aqueles céticos os quais ainda afirmam que "nada mais resta a ser encontrado nesses sagrados cemitérios" acham-se redondamente enganados. E mais uma vez para provar isso, foi encontrada recentemente (em 2005 e de modo puramente acidental) uma outra sepultura real, muito bem escondida nas profundezas do subsolo - dessa feita catalogada sob número KV63 e tendo demandado um ano de escavações.


Ei-lo novamente, fotografado durante as escavações da KV63! Tudo, como sempre, sob a estrita vigilância, intervenção e aguda supervisão do Dr. Zahi Hawass - Chefe do Conselho Curador de Antigüidades do Governo Egípcio,


No misterioso interior da KV63 foram encontrados alguns sarcófagos inexplicavelmente vazios e, portanto, sem conter as suas respectivas múmias, além de desprovidos de quaisquer identificações. Porém, pelo local em que foram encontradas, o Vale dos Reis, evidentemente tratava-se certamente das sepulturas e dos últimos locais de repouso de algumas pessoas muito importantes dentro da antiga História Egípcia? Não! O detalhe mais estranho era que não se tratava de uma tumba convencional, mas, sim, de uma espécie de depósito com 2,5 metros por 4,5 metros escavado na rocha, ao contrário das demais, mediante um profundo fosso.


Na foto, outro sarcófago encontrado no interior da tumba KV63.


Havia, porém, um sarcófago que se destacava dos demais......


.... Pelo fato de ser o único a conter a múmia muito danificada de uma mulher misteriosa. (FOTO: © AFP/Getty Images)


Lamentavelmente, as condições adversas em que a tumba se encontrava não permitiram que a múmia estivesse bem conservada. Tudo foi praticamente reduzido a pó, somente podendo ser identificados alguns poucos adornos e ossos do seu esqueleto.


Mas, pela delicadeza dos seus belos traços fisionômicos gravados no sarcófago, muitas suposições foram levantadas.


Pois, na História Egípcia até hoje existe um enorme mistério: antigas inscrições referiam-se a uma rainha chamada Kiya, pouco conhecida e que fora a mãe do faraó Tutankhamon, o famoso faraó-menino, o último soberano da XVIII Dinastia!


Alguns esparsos relevos egípcios sempre mostraram aos arqueólogos a imagem da misteriosa Rainha Kiya, porém sua tumba, como também as circunstâncias do seu desaparecimento do cenário histórico, nunca foram inteiramente esclarecidos e desvendados.


Pouco se sabe sobre essa misteriosa personagem e o pouco que restou da chamada "Inquisição Egípcia, quando o faraó Akhenaton foi deposto pelos perversos e ambiciosos sacerdotes de Amon em conluio com o famigerado general Horemheb, foram alguns fragmentos de relevos sobre Kiya encontrados em Amarna, uma vez quer os sediciosos, além de promoverem uma sangrenta matança dos seguidores de Akhenaton, ainda destruíram tudo o que se relacionava a ele, inclusive uma cidade inteira cujo nome era Akhet-Aton - "O Horizonte de Áton" - precisamente a atual Amarna. A partir daí, explica-se: - a perda de Akhenaton foi para o mundo "A perda do oráculo divino - a compreensão verdadeira de Deus - que seria substituído até hoje por esses anjos negros de natureza enigmática, inspiradores das falsas intuições". Entenda quem puder! Mas, supõe-se que Kiya tenha sido uma esposa secundária de Akhenaton, freqüentemente mencionada nos relevos de Amarna como "A Favorita" e "A Grande Esposa Bem-amada", justamente pelo fato de ter dado ao rei um filho homem (talvez dois, o outro teria sido Semenkhkare) e que teria morrido ao dar à luz a Tutankhamon durante o décimo-primeiro ano do reinado de Akhenaton. Sabe-se, em contrapartida, que Akhenaton não era monógamo e que a esposa principal daquele faraó, Nefertiti, deu-lhe apenas filhas.


Kiya era uma mulher realmente bela, assim como foram todas as mulheres do Antigo Egito, porém suspeita-se que tenha sido uma princesa Mitaniana que veio a desposar Akhenaton. Seja lá o que tenha sido, há, porém, nisso tudo um detalhe bastante revelador e que sobretudo salta aos olhos:


Alguns esparsos artefatos arqueológicos encontrados em alguns outros lugares, notadamente nas ruínas de Amarna, revelam que Kiya era uma mulher de meia-idade. Mas os descobridores da tumba KV63 logo atribuíram a múmia encontrada como sendo a dessa rainha, levando em conta a opinião do sempre presente Dr. Zahi Hawass: - " Anuncio hoje minha crença que a KV63 é, de fato, a tumba da mãe de Tutankhamon, a Rainha Kiya. A identificação da KV63 como o local de repouso final da Rainha Kiya ajuda a solver o enigma da localização da tumba de Tutankhamon no Vale dos Reis: a KV63 fica em frente à KV62, ficando claro que por razões afetivas foi colocada perto da do rei Tutankhamon". Uma conclusão baseada apenas nas proximidades das tumbas??? É sempre bom relembrar que em uma tumba anteriormente encontrada, precisamente a KV55, a múmia ali encontrada fora também atribuída à Rainha Kiya, mas logo voltaram atrás quando constataram que se tratava de.... Um defunto do sexo masculino!


Porém, com a devida vênia e muito embora respeitemos a opinião do Dr. Hawass, discordamos inteiramente da sua afirmação. No interior da KV63 foi encontrada essa bela pintura, cujas cores ainda hoje são nítidas e vibrantes, mostrando o rosto de uma bela e misteriosa jovem......


..... Assim como também esse Vaso Canopo com a face de uma jovem MUITO IMPORTANTE na História do Egito, exposto no British Museum, o qual igualmente nos atesta que a múmia certamente pertenceu a uma menina muito bela da XVIII Dinastia, e NÃO a uma mulher de meia-idade! Sigamos então as pistas:


Pois, o mais surpreendente de tudo é que os arqueólogos, na pressa de rotular a múmia como sendo da rainha Kiya, não atentaram para esse clamoroso detalhe também encontrado no interior da tumba KV63. Não precisa ser egiptólogo para constatar que esse fragmento de um relevo nos mostra uma pista avassaladora: aqui podemos claramente ler ".... PA-ATEN"! Era, evidentemente, parte de um nome anteriormente ali gravado e que nos leva de pronto a suspeitar da verdadeira identificação daquela misteriosa múmia:


Precisamente a jovem ESPOSA DE TUTANKHAMON, ANKH-SE-PA-ATEN! Quando Akhenaton foi deposto, logicamente os sediciosos ambicionavam o trono. Porém, de modo a não criar muito tumulto e manter as aparências, depois de fazerem sair de cena sua bela esposa Nefertiti conduziram ao trono o jovem TutankhATON, talvez filho de Akhenaton e Kiya e o seu sucessor direto. TutankhATON, que foi então obrigado a mudar de nome para TUTANKHAMON, como sabemos, foi discretamente assassinado através de uma conspiração de modo a permitir que o ambicioso general Horemheb posteriormente assumisse o trono do Egito. Sua esposa cuja nome era ANKH-SE-PA-ATEN, foi logo obrigada a desposar um velho e decrépito sacerdote de Amon cujo nome era AY e também forçada a mudar de nome para ANK-SEN-AMON, uma vez que o Deus ATON fora banido e a idólatra religião de AMON voltara a imperar no Egito. Essa bela jovem era certamente uma "pedra no sapato" dos traidores e, tal como seu marido, deve ter sido discretamente eliminada. Sua múmia jamais foi encontrada e ela, como bem convinha à conspiração, repentinamente desapareceu da História sem deixar quaisquer traços.


A graciosa e bela esposa de Tutankhamon certamente deve ter sido sepultada por antigos seguidores da deposta religião de Aton - ou MESMO pelos sediciosos, juntamente com outras vítimas daquela suja conspiração. E neste último caso, que outro lugar mais conveniente e mais discreto para se livrar do seu corpo? Daí a tumba KV63 ter estado tão bem escondida, sem quaisquer cuidados e identificações. Tudo muito lógico. No que, aliás, também concorda o arqueólogo Díaz-Montexano: - "Sempre se defendeu que a KV63 seja um enterro secundário, o re-enterro de vários indivíduos, provavelmente da mesma família, cujas tumbas originais foram destruídas, seja por ladrões de tumbas ou fanáticos religiosos, levando-se me conta a época que compreende os tempos do odiado Akhenaton até os tempos do rei-menino Tutankhamon". Além do mais, Kiya, uma rainha, jamais teria tido uma sepultura deste tipo.


Seja lá o que tenha sido, de tudo isso, porém, nos resta uma lição: lá no distante Egito, bem por sobre os chamados Vales dos Mortos, onde repousam todas as milenares sepulturas dos reis e rainhas, muitas delas ainda a serem devidamente reveladas, o topo da montanha foi esculpido sob a forma de um rosto colossal, possivelmente parte de um "gigante-deitado"!


Rotacionando-se a imagem e colocando-a em negativo, podemos constatar que se trata mesmo de um rosto, muito embora já bem desgastado pelo tempo. Isso se torna bastante significativo, pois podemos deduzir que seria uma espécie de "sinal", querendo significar que onde quer que existam essas "marcas", existem sepulturas muito antigas! E quantas delas existem, de fato, espalhadas pela face da Terra? Claro que os antigos egípcios devem ter seguido uma velha Tradição, na verdade uma Tradição perdida na noite dos tempos e, verdadeiramente, muito mais antiga do que a sua prodigiosa civilização. Aliás, essa mesma Antiga Tradição Egípcia nos revela que o uso e a ciência da mumificação remontavam aos perdidos tempos dos "gigantes" - isto é, aqueles que a sua Religião denominava os Netheru, ou "deuses"!


Pois é! Nessa magistral foto de Marcia Foletto para o Jornal O GLOBO na sua edição de 19 de novembro de 2006, podemos ver algo verdadeiramente surpreendente (e equivalente) na Cidade do Rio de Janeiro: a misteriosa montanha da Pedra da Gávea na sua extensão Norte! Como se não bastasse no seu topo existir um colossal rosto de granito, podemos constatar que o seu prolongamento igualmente representa uma outra face: a face (como também o corpo!) de um nítido "gigante-deitado"! E quem por acaso vir isso de perto, assim como o fizemos durante as nossas antigas pesquisas, poderá constatar que, tal como nas velhas múmias egípcias, esse "gigante" também tem as mãos cruzadas ao peito!!! Note-se a forma de uma pirâmide, quase na extremidade esquerda da imagem.


E rezam as mais antigas tradições de que exatamente ali, no interior da Pedra da Gávea que seria oco, existiriam os sarcófagos de dois soberanos celestes que, advindos das estrelas distantes, há muitos milênios atrás tiveram sua NAVE VOADORA abatida em um confronto com outros habitantes das estrelas na região litorânea onde hoje se situa a Cidade do Rio de Janeiro. Meramente uma lenda da qual os índios, os primeiros habitantes do Brasil, já mencionavam nos tempos da colonização do país? ? Pode ser que NÃO, já que a experiência nos demonstra nem sempre as lendas são mesmo lendas. Basta apenas e tão-somente que alguém, nelas acreditando, um dia qualquer - e assim como já aconteceu por inúmeras vezes no decorrer da História - simplesmente se disponha a devidamente interpretá-las, explorar e procurar.







O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 217 ARQUIVOS INSÓLITOS



"Isso nos leva a um conjunto de fatos que qualquer um, tendo espírito verdadeiramente isento de preconceitos, deveria levar em consideração" (Jacques Bergier - O Livro do Inexplicável)





Epa! Veja só quem está olhando para você bem no início desta página. Imagine agora que você vivesse nos distantes tempos da pré-história e se deparasse com uma coisa dessas fitando-o com uma aparência ameaçadora e além de tudo faminta. Apavorante, não? Agora imagine multiplicar o tamanho dessa coisa por CEM..... Ou, quem sabe, talvez muito MAIS do que isso? (FOTO © National Geographic)


E você conseguiria imaginar uma fera pré-histórica semelhante, gigantesca e terrivelmente predadora, que há 110 milhões de anos recuados no nosso passado, bem no chamado Período Médio Cretáceo, fosse capaz de caçar e DEVORAR um enorme dinossauro inteiro? Pois saiba que essa criatura dos pesadelos, de fato, existiu!


Foi precisamente no Deserto do Saara, em território da Nigéria, exatamente em uma região chamada Gadoufaoua, que o arqueólogo Paul Sereno da equipe da National Geographic Society descobriu um gigantesco fóssil daquilo que foi denominado Sarcosuchus Imperator, o maior crocodilo (ou coisa parecida) que viveu em toda a face da Terra!


Note-se a comparação entre o crânio e a mandíbula de um moderno crocodilo e os daquela colossal besta pré-histórica! Verdadeiramente impressionante! No entanto, ficou provado que o Sarcosuchus Imperator NÃO FOI o ancestral direto dos nossos modernos crocodilos. Tratava-se de uma espécie inédita, até então totalmente desconhecida.


Essa "gracinha", habitava a região do atual Saara nos tempos em que ali existiam verdejantes florestas e caudalosos rios e, tal como os modernos crocodilos, traiçoeiramente espreitava as suas vítimas para então desferir o seu ataque fatal devorando tudo o que estivesse no seu caminho. Os crocodilos atuais se utilizam de uma técnica terrivelmente sinistra: primeiramente mordem a vítima com uma força brutal para depois realizar a manobra conhecida como "o giro da morte" - ou seja, giram o próprio corpo várias vezes com a vítima presa aos seus poderosos dentes para afogá-las e simultaneamente dilacerá-las. Agora imagine qual a força necessária para fazer "girar" um dinossauro pesando várias toneladas, assim como o Sarcosuchus Imperator fazia sem dispender qualquer esforço no passado!


Essa fera, cuja reconstituição em um museu vemos acima, possuía um comprimento de 12 metros (o equivalente à altura de um prédio de 4 andares!) e a sua letal mordida foi avaliada em uma força equivalente a 72 toneladas! Nada podia sobreviver ou escapar do seu mortífero e traiçoeiro ataque.


Uma "simpatia", não? De fato, na nossa mais remota pré-história seria um eventual encontro nada agradável aquele com essa bestial criatura. Somente a mandíbula dessa fera predadora possuía cerca de 100 enormes dentes terrivelmente perfurantes e esmagadores e o seu peso equivalia a cerca de 10 toneladas. A sensacional e inédita descoberta do colossal fóssil do Sarcosuchus Imperator nos prova, mais uma vez, que NADA SABEMOS e que todos os conhecimentos em que nos baseamos são verdadeiramente INCOMPLETOS. E, por outro lado, também nos prova que a extinção de toda e qualquer espécie, por mais poderosa que seja, é uma realidade - na verdade uma Lei da Natureza, existente desde sempre sobre a face da Terra.


Se com relação às coisas que nos cercam NADA SABEMOS, como então simplesmente negar a existência de certas outras coisas que nos chegam desde algures? Como negar que possam existir miríades de outras civilizações inteligentes espalhadas pelo Universo? Como, então, negar que possam existir tecnologias talvez milhões de anos à nossa própria frente? Esse princípio igualmente se aplica aos intrigantes UFOs, desde muito tempo presentes na nossa atmosfera. Na foto, um outro rumoroso caso ocorrido em Kecksburg, Pensilvânia, EUA: (FOTO: Richard Champine)


Era o dia 9 de dezembro de 1965, quando um objeto voador não identificado foi rastreado desde o território do Canadá até percorrer os céus de vários Estados Norte-americanos, tais como Michigan e Ohio, até atingir a Pensilvânia, sendo inclusive avistado por milhares de testemunhas durante a sua trajetória.


O estranho objeto embateu-se contra o solo, ou então deixou cair uma espécie de grande cápsula, naturalmente atraindo a população para o local.


Logo, autoridades militares isolaram o local e se apoderaram do objeto, dotado do tamanho de um automóvel e oficialmente depois classificado como "um meteoro". Porém, esse terá sido o "meteoro" mais maroto de toda a história do planeta Terra, uma vez que as testemunhas descreveram que o corpo do curioso artefato encontrado era coberto por uma cinta de caracteres alfabéticos desconhecidos, conforme nos mostra a ilustração acima feita por uma das atônitas testemunhas.


"Propriedade do Governo Americano, Não Ultrapasse" - diz o cartaz constante na capa deste vídeo que aborda o acidente com o UFO em Kecksburg, mostrando o que se passou local após ser devidamente interditado pelo Exército daquele país. E se foi mesmo um simples meteoro, porque se tornaria "Propriedade do Governo Americano"? Para abafar ocaso, chegaram a dizer que poderia ter se tratado "de um satélite russo que teria reentrado na atmosfera". Porém, nenhum satélite de qualquer origem terrestre havia penetrado na atmosfera naquela ocasião. Diante das pressões dos jornalistas e dos pesquisadores, curiosamente, os documentos em poder da NASA sobre o incidente desapareceram misteriosamente. E veja que sutileza ímpar nas declarações oficias da NASA (grifos nossos): - "As a rule, we don't track UFOs. What we could do, and what we apparently did as experts in spacecraft in the 1960s, was to take a look at whatever it was and give our expert opinion. We did that, we boxed (the case) up and that was the end of it. Unfortunately, the documents supporting those findings were misplaced." - em outras palavras: - "Como regra geral não RASTREAMOS UFOS. O que podemos fazer e o que APARENTEMENTE fizemos como especialistas em ESPAÇONAVES nos anos 60 foi dar uma olhada no que quer que aquilo fosse e dar a nossa opinião abalizada. Nós fizemos isso e arquivamos o caso para por fim ao assunto. Lamentavelmente, os documentos a respeito foram perdidos".


E tal como alguns perdidos espécimes da Natureza, ou os intrigantes UFOs, da mesma forma que não se pode rejeitar ou simplesmente fingir que não vemos as marcas relativas à existência de evoluídas civilizações no remoto passado terrestre, as quais nos legaram, espalhados por quase todos os quadrantes do mundo, os seus inusitados monumentos. Na foto, o colossal rosto esculpido na rocha de Joshua Tree, Califórnia. Nada mais evidente e mais claro do que isso! (FOTO: © Don Baccus)


Grand Teton National Park, também nos EUA. Mais um incrível prodígio do passado: toda uma montanha esculpida sob a forma de um rosto fitando o céu! Se tem alguma dúvida, veja o seu reflexo na água do lago. E também não deixe de notar uma clara forma piramidal quase na extremidade esquerda do rosto. Coincidências? Claro que não! Coincidências simplesmente não existem. (FOTO: especial cortesia do nosso estimado visitante Luis Borguignon, EUA)


Há, ainda, em vários lugares mais remotos da Terra, estranhos túneis artificialmente escavados mediante a utilização de uma tecnologia teoricamente não disponível durante o mais remoto passado e que conduzem ao interior desconhecido do planeta - onde, por sinal, as mais antigas tradições dizem ter habitado uma estranha civilização e de onde, atualmente, ainda partiriam alguns UFOs nas suas incursões pela nossa atmosfera! Acima, vemos um deles situado na Cordilheira dos Pirineus, entre o País Basco e a França. (FOTO: por especial cortesia do nosso estimado visitante Jacobo Lanzas, Espanha)


Essas marcas relativas às prodigiosas civilizações do passado tornam-se provas contundentes e irrefutáveis, apesar das sempre presentes manobras dos negadores que visam a acobertá-las. Em 4 de julhode 1945, um avião espião da Inteligência dos EUA tomou essa foto sobre uma região da China denominada Xian, ou Sian, claramente nela mostrando a existência de cerca de SETENTA PIRÂMIDES. Sabe-se que por "razões de segurança" (?) essa infomação foi mantida por décadas sob o mais completo e rigoroso sigilo. O mesmo sigilo do qual as autoridades chinesas também se utilizam até hoje para impedir qualquer acesso ao local, até mesmo para a sua população.


Pois é! Não se pode negar aquilo que não pode ser negado. Existem realmente muitas coisas ao nosso redor para as quais ainda não surgiram quaisquer explicações lógicas. Nosso estimado visitante, Wagner D., gentilmente nos enviou essa curiosa foto, tomada em uma certa manhã no interior do seu próprio quarto. Ele acordou com um estranho raio luminoso que percorria o ambiente, manifestando-se por breves momentos. Contudo, não havia quaisquer portas ou janelas abertas! Aturdido pelo espanto, Wagner tomou sua máquina digital e fotografou aquele insólito fenômeno vindo sabe-se lá de onde.....


..... E para sua surpresa, a foto revelou uma espécie de rosto contido no tal fugaz raio luminoso, aqui melhor visualizado na sua correspondente ampliação. Que espécie de insólito fenômeno teria sido mesmo esse? Um fantasma; uma manifestação dimensional; uma memória atômica do ambiente; um visitante de algures; ou então exatamente.... O quê?


E o quê exatamente poderíamos dizer a respeito daquilo que vemos acima? Foi em um misterioso e incontrolável incêndio, ocorrido em outubro de 2005 - cujos perplexos investigadores não puderam achar as causas e disseminado a partir de uma loja de animais de Michigantown, Indiana, também nos EUA - que foi resgatada a única sobrevivente da fúria das chamas: uma tartaruga curiosamente chamada de Lucky ("sortuda") a qual inexplicavelmente teve gravado no seu casco uma imagem demoníaca, logo classificada pelos populares e até mesmo pela proprietária da loja como sendo a imagem de Satã, o príncipe das trevas. Alguns pesquisadores do oculto sugeriram que a criatura do mal deixou a sua imagem gravada, tal como uma espécie de mensagem, dizendo que esteve presente naquela catástrofe e imolara os animais expostos na loja assim como uma espécie de sacrifício. Até hoje ninguém soube de onde (e como) surgiu o fogo fatal, incontrolável, devorador (e talvez literalmente infernal) que inclusive destruiu várias lojas da vizinhança! Estranho? Sim, porém a experiência sempre nos ensina que diante de todas as evidências não se pode mesmo duvidar de mais nada!









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