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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O programa secreto de viagem no tempo da CIA


Portais aparecem em muitos livros, filmes e jogos de computador. 

Alguns deles conectam lugares distantes, outros permitem a viagem para frente e para trás no tempo, e os mais poderosos criam pontes para dimensões diferentes.


A maioria das pessoas supõem que estes portais existam somente no reino do misticismo ou ficção científica, mas há alguns que acreditam piamente que portais têm sido abertos na antiguidade e que, muito possivelmente, até mesmo nos dias de hoje.

De acordo com dois Informantes de Segurança Nacional dos EUA, o Departamento de Defesa desenvolveu a tecnologia de viagem no tempo há mais de 40 anos. Já em 1967, o governo dos EUA estava usando instalações completamente operacionais de viagem no tempo, construídas com base no acesso quântico de Tesla.

Esta tecnologia tem sido usada para manter a construção de instalações militares secretas, bem como fornecer vantagens políticas e econômicas, através do conhecimento do que aguarda no futuro. Alguns dizem que a CIA confiscou os documentos de Tesla sobre o teletransporte, logo após sua morte.

Um desses informantes é Michael Relfe, ex-membro das forças armadas dos EUA, o qual alega ter sido membro de uma operação altamente secreta dos EUA.

Ele foi recrutado em 1976, e teria despendido os próximos 20 anos ajudando a manter e expandir uma das duas colônias dos EUA em Marte. Essas bases teriam servido como pontos estratégicos de pesquisa e objetivos de defesa, e, para preservar seu segredo, elas teriam sido construídas no futuro.

Relfe disse que após servir por 20 anos na colônia marciana, como parte de uma equipe permanente, sua idade foi revertida e ele foi enviado de volta no tempo. Ele alega que este é o processo normal e que membros da equipe teriam certas memórias bloqueadas ou apagadas antes de serem dispensados.

O Dr. Andrew D. Basiago teria sido um dos participantes do Projeto Pegasus da DARPA (1968 a 1972), o qual focou na viagem no tempo no holograma de tempo-espaço. Ele alega que a CIA estava ativamente treinando grupos de crianças prodígio estadunidenses, para se tornarem a primeira geração de exploradores do tempo.

As crianças eram mais apropriadas para esta missão, por várias razões perturbadoras. Primeiro, elas são consideradas candidatas ideais devido as suas mentes claras e a falta de impressões ou experiências.

O governo dos EUA estava interessado nos efeitos da viagem no tempo em corpos e mentes jovens. Os voluntários adultos geralmente ficavam insanos após várias jornadas. Felizmente, crianças inocentes tinham pouco experiência e crenças anteriores que poderiam deixá-las loucas.

Um outro uso da tecnologia quântica foi encontrado no controle político. De acordo com Dr. Basiago, pessoas de interesse futuro seriam logo notificadas sobre os papeis que teriam que desempenhar no futuro.

Ele disse que no início da década de 1970, em Albuquerque, estado do Novo México – EUA, ele esteve presente durante um lançamento no qual George H. W. Bush e George W. Bush foram informados de suas futuras presidências.+

O Presidente Jimmy Carter e Bill Clinton também foram visitados em 1982, e há rumores de que o Presidente Obama foi abordado enquanto ainda era um estudante na UCLA.

Para apoiar essas alegações, há muitos relatos de testemunhas que estavam na faculdade com Obama, os quais podem atestar que ele muitas vezes ficava bêbado em festas e então dizia que seria o futuro Presidente dos Estados Unidos. Não teria isso ocorrido com base em conhecimento predisposto?

Basiago alega que em 1971 viu imagens do ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. Elas haviam sido obtidas do futuro e trazidas de volta para análise. Isto exemplifica que o governo dos EUA sabia sobre 11 de setembro décadas antes de ocorrer.

De acordo com informantes e aqueles que os apoiam, esta tecnologia é hiper secreta, apesar de ser financiada pela população.

Também não é a primeira vez que estas missões foram reveladas. Os delatores dizem que as pessoas merecem saber o que realmente está acontecendo, a verdade sobre a exploração espacial e a presença de humanos em outros planetas.+

O teletransporte poderia resolver problemas de deslocamento no mundo todo, através do transporte de pessoas e mercadorias instantaneamente. Ele também iria imediatamente ajudar a resolver a atual pirâmide tirânica de poder que está instaurada.

Se eles estiverem certos, estamos sendo ocultados de algo revolucionário. Até que limite tem o governo manipulado nossas vidas passadas, presentes e futuras?

Certamente nada do que foi relatado acima pode ser comprovado, e até parece sensacional demais para ser verdade. Mas sempre é bom termos esta informação disponível para podermos analisar fatos que já ocorreram, bem como os que estão por vir e compará-los com a possibilidade apresentada neste artigo.



“A Máfia Médica” e a Indústria da Doença


“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. 
Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.



O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios. 

Além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. 

O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:

Medicina significa negócio


A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que – como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. 

Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se. - Porquê essa decepção? - Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram refletir. 

Por exemplo, nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial. Além disso, naquela época entrei em contato com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. 

Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários. – E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas? – Isso mesmo. 


Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem de charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. 

Por outro lado, como médica tinha participado em muitos congressos internacionais – em alguns como oradora – e me dei conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controlados e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceitos pelo comitê científico organizador do congresso. - E quem designa esse comitê científico? - Geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. 

Sim, hoje são as multinacionais quem decide até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controle é absoluto. - E isso ficou claro para você? - E muito! Me dar conta do controle e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – me fez entender claramente o que a medicina é, antes de tudo, um negócio. 

A medicina está hoje controlada pelos seguros públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controle sobre o tipo de medicina que tem. 

Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. E  se olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo. - O poder econômico? – Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. 

E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes…. porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.

Um sistema da doença


- Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema da doença” - Efetivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema da doença. Pratica-se uma medicina da doença e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não leva em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema.

Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo. - Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas! - Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficialmente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema da doença em seu próprio benefício.

Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.  - E que papel desempenha o médico nessa máfia? – O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, na verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a doença e a morte são fracassos que se deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido.

E mais, te ensinam que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta o caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema. – O sistema, de fato, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou.

Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito. – A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento.


Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo, cola a etiqueta de doença psicossomática no paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.

– É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas. – Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim.

Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge. -  Você acha que dão melhores resultados as chamadas medicinas suaves ou não agressivas – É a melhor opção porque trata o paciente de uma forma holística e ajuda na cura… mas tão pouco cura.

Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas são uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é você próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar.

A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos esteremos rompendo essa escravidão. - E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, midiáticas e econômicas o permitem?

Porque os governos não acabam com este sistema da doença, que além de tudo é caríssimo? – Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo o que se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente.

A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também resulta, como difícil de acreditar, porque os governos têm poder. - E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema. - Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.
A máfia médica


- Quem na sua opinião, integra a “máfia médica”? - Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro. - Entendemos que para você, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”? – É sim.

Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política da doença” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle. - Em que consiste essa declaração? – Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica.

Assim, foi retirada dos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que impuseram as vacinas e os medicamentos a toda a população do globo. - Uma ação que não se questiona - Claro porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder econômico! - Você acredita  que nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controle? – Com certeza que não.

As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro. - Uma máfia extremamente poderosa!

– Onipotente, eu diria. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manipulados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” os intitulam de loucos, retiram-lhes a licença, ou os encarceram também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio.

As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da doença, da velhice e da morte. De fato, a obsessão por viver mais ou simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusive o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização na realidade “fabricam-se” uma multidão de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada e o ar envenenado.

E mais, as crianças recebem absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.
As autoridades mentem


- O que você explicou sobre o sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas nos surpreenderam alguns das suas afirmações a respeito do que define como “as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”. – E reitero: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a doença é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério. -

Bem, falaremos disso mas, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar falando das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustenta. Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas –

Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural, e esta se desenvolve em 90% da população antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar da ocultação. Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma doença para que se destina. Porque não se adverte? Também é ocultado que a pessoa vacinada pode transmitir a doença ainda que não esteja enferma. 



Mesmo assim , não é dito que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a doença. Ainda que o mais grave seja a ocultação  da inutilidade, constatada, de certas vacinas. - A quais se refere? –  Às das doenças como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava  7% das crianças apesar disso, hoje, vacinam todas; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas. - E até que ponto podem ser também perigosas?

- As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há  numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes.

Por outro lado, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras. - Agradeceria se mencionasse algumas – Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunológico, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer por exemplo, estalar a “doença silenciosa” e garantir um “mercado da doença”, perpetuamente.
Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios seletivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no patrimônio genético hereditário de quem se queira. -Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos então da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a doença não é contagiosa.

Me  perdoe, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação. - Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida  é o HIV o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o HIV não implica necessariamente desenvolver a doença. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixa.

E nego que ter doença equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a sida é uma doença causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do HIV em 1983, ter reconhecido já em 1990, que o HIV não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o fato de que há numerosos casos de sida, sem vírus HIV e numerosos casos de vírus HIV, sem sida (seropositivos).

Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus HIV cause a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois fatores. O que se sabe, sem dúvida, é que o HIV é um retrovírus inofensivo que só se ativa quando o sistema imunológico está debilitado. - Você afirma no seu livro que o HIV foi criado artificialmente num laboratório -Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. 


Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar. - Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida -Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os sobreviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o HIV, o AZT, era absolutamente ineficaz.

Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. Simples assim. - Vamos falar da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério – O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos nós padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso ocorre, o sistema imunológico atua e destrói as células cancerígenas.

O problema surge quando o nosso sistema imunológico está frágil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor. - E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema da doença” – É sim. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados?

Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples fato põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustenta. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom,  na medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.
 A máfia, uma necessidade evolutiva


– No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação? – Você verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida tudo está bem, mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica pode nos ajudar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar. - Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado – Sim.

E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Além do mais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade.

A máfia médica irá desmoronar como um castelo de cartas quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectada com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema atual derrubará. Tão simples como isto.

- E em que ponto crê que estamos? – Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista de doença e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também perder o respeito e a obediência cega ao médico.

O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior. – E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior? – O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode adoecer e morrer. Nós morremos de medo.  - E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria? – Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabe e deixar às pessoas fazerem o que queiram com a informação.

Porque tentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se poderá dar mais informação.  

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“Cura de doenças não é lucrativa para a indústria farmacêutica”

Nobel de Medicina diz: “Cura de doenças não é lucrativa para a indústria farmacêutica”


O premio nóbel de medicina britânico, Richard J. Roberts, denunciou a indústria farmacêutica por sobrepor os seus benefícios económicos à da saúde das pessoas, detendo o avanço científico da cura de enfermidades, porque curar não é rentável.
“Os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos pela indústria farmacêutica, que, em contrário, desenvolve drogas cronificadoras que são consumidas de forma serializada”, disse Roberts em uma entrevista para a revista PijamaSurf.“Algumas drogas que poderiam curar a doença não são investigadas.”
“Alguns fármacos que poderiam curar definitivamente não são investigados. Até que ponto é válido que a industria da saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, os quais chegam a se parecer muito com a mafia”, pergunta-se o nobel da Medicina de 1993.

O Cientista e Investigador acusa a indústria farmacêutica de se esquecer de servir as pessoas e estar preocupada apenas com a rentabilidade económica. “É comprovado como, em alguns casos, os pesquisadores dependentes de fundos privados poderiam ter descoberto medicamentos muito eficazes que poderiam ter acabado completamente com uma doença “, explicou.
 “A Industria Farmacêutica não está tão interessada em cura-lo a si, como em sacar-lhe dinheiro” 


Acrescenta que as empresas param de investigar, porque “eles não estão tão interessados em curá-los, como em sacar-lhes dinheiro, assim a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que cronificam a doença e fazem experimentar uma melhoria que desaparece quando você parar de tomar a droga. “
Diante disso, diz que é comum para a indústria estar interessada em áreas de pesquisa, não para encontrar a cura de certas doenças, mas “apenas para cronificar doenças com drogas cronificadoras muitos mais rentáveis do que os que curam completamente e de uma vez por todas “.
Quanto aos motivos de porque os políticos não intervêm, Roberts argumenta que“em nosso sistema, os políticos são meros empregados ‘dos grandes capitais’, que investem o necessário para que sejam eleitos os seus protegidos, e se não forem, eles compram aqueles que foram escolhidos”.

Fonte: http://solucoesperfeitasecriativas.ning.com/group/cloreto-de-magnesio-p-a/forum/topics/nobel-de-medicina-diz-cura-de-doencas-nao-e-lucrativa-para-a-indu





quarta-feira, 12 de agosto de 2015

NASA e CIA são Nazistas: Operação Paperclip nos EUA.





Operação Paperclip: Dos foguetes nazistas V1 e V2 à conquista da Lua – A aliança do Pentágono-NASA/EUA com os PRINCIPAIS cientistas nazistas


A OPERAÇÃO PAPERCLIP

Réseau VoltaireNo fim da Segunda Guerra mundial, a chefia do Estado-Maior das forças armadas dos Estados Unidos pôs em ação a operação Paperclip sem o conhecimento do Presidente Roosevelt. Em alguns anos, quase 1500 cientistas nazistas foram infiltrados e recrutados pelas forças armadas americanas para lutar contra a URSS comunista.
Nos EUA eles prosseguiram em suas pesquisas e investigações especificamente sobre as armas químicas, sobre o uso dos psicotrópicos na tortura e lavagem cerebral, e sobre a conquista espacial. Longe de colocá-los em cargos e postos subalternos, o Pentágono confiou-lhes a direção destes programas que eles marcaram com o seu cunho ideológico. 
OS NAZISTAS NÃO PERDERAM - FORAM MOVIDOS PARA A AMÉRICA! Entre 1945 (término da guerra) e 1955, a OPERAÇÃO PAPERCLIP ("Clip de Papel"), levou para os EUA cerca de MIL Cientistas nazistas, muitos deles membros da SS e da Gestapo, que conduziram experimentos com seres humanos nos campos de concentração e cometeram diversos outros crimes de guerra. Todos eles foram dirigidos e serviram aos COMPLEXOS INDUSTRIAIS MILITARES AMERICANOS, trabalharam na CIA, e notadamente - vejam só - na NASA! Também faz sentido que já naquela época os artífices da NOVA ORDEM MUNDIAL, tanto os americanos quanto os ingleses e até mesmo alguns alguns judeus que traíram o seu próprio povo, FINANCIARAM A ASCENSÃO DE HITLER E DO NAZISMO - em outras palavras, tal como na Primeira Guerra Mundial, financiando também os DOIS LADOS do conflito! Por conseguinte, fica assim desmascarado o real e sinistro objetivo por trás da Operação Paperclip: - Pois, verdadeiramente não existiam inimigos nessas Guerras Mundiais. Foi tudo uma bem montada farsa! No caso da Segunda Guerra, sacrificando 50 milhões de pessoas e depois, PRESERVANDO OS SEUS ALIADOS, MANTENDO-OS SEGUROS PARA DAR CONTINUIDADE AOS PLANOS DE DOMINAÇÃO GLOBAL DA NOVA ORDEM MUNDIAL!



Time de cientistas ALEMÃES NAZISTAS participantes do Projeto Paperclip alinhados para foto no Fort Bliss (Illuminati-News)

Mal a Segunda Guerra mundial tinha terminado no teatro europeu, os Estados Unidos (capitalista) e a URSS (comunista) entraram em rivalidade. A sua prioridade tornou-sepilhar o mais rapidamente possível o conhecimento e desenvolvimento tecnológico do inimigo vencido, o IIIº Reich ALEMÃO NAZISTA. O saber fazer tecnológico desenvolvido pelos cientistas alemães suscitou todas as cobiças embora fosse o fruto da exploração de uma mão de obra servil procedente dos campos de concentração.

Uma parte do Estado maior americano, perturbada pelo que os seus homens descobriram em Dachau, em Auschwitz e em Dora, ordenou recolher o maior número de provas possível para um processo contra os dirigentes nazistas. Outros oficiais do Estado Maior consideraram exatamente pelo contrário, e que estes criminosos formavam um pessoal com conhecimento e experiência científica insubstituível que convinha pôr ao serviço do poder das Forças Armadas dos Estados Unidos.

Uma enorme operação militar e de inteligência para a recuperação dos cientistas alemães que tinham trabalhado para o IIIº Reich nazista foi por conseguinte montada pelo Pentágono. Chamada “Operação Paperclip”, foi confiada à Joint Intelligence Objectives Agency (JIOA) [1], que agrupava o então conjunto de agências dos serviços de informação militares estado-unidenses existentes à época.  














Como explicará mais tarde o seu diretor, Bosquet Wev, «o governo preocupava-se com “bagatelas” – os processos contra os nazistas em Nuremberg – em vez de privilegiar “o interesse de obter o conhecimento tecnológico para os Estados Unidos, e desperdiçava as suas forças inutilmente ao querer golpear um cavalo nazista morto”» [2].
O cientista nazista Wernher Von Braun tornou-se posteriormente o DONO da NASA.
A operação defrontou fortes resistências ao mesmo tempo entre os responsáveis políticos e o Estado-maior dos EUA. A posição do presidente Franklin Delano Roosevelt era clara: interrogado por William Donovan, chefe do O.S.S.(serviço de inteligência que foi o embrião da futura CIA), sobre a oportunidade de conceder privilégios aos oficiais nazistas membros da macabra S.S. (entre os quais Wernher Von Braun, mais tarde o Diretor da NASA e responsável pelo desenvolvimento de todo o programa espacial dos EUA) e aos membros do ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, o presidente dos Estados Unidos recusou.



Entre as pessoas (cientistas de ponta nazistas) assim recrutadas pelo antigo O.S.S., «alguns deverão talvez simplesmente ser julgados por crimes de guerra ou pelo menos serem presos por terem participado de maneira ativa nas atividades nazistas», argumentou. Passando por cima da ordem presidencial, a JIOA tomou a decisão de falsificar os processos militares dos cientistas alemães que projetava infiltrar para os Estados Unidos [3].
Um prédio nazista no E.U.A

Os cientistas mais cobiçados de imediato foram os que fizeram pesar a ameaça mais pesada sobre o campo dos Aliados, ou seja, os responsáveis pela concepção dos temíveis mísseis V1 e V2. O seu chefe de fila era o cientista Wernher von Braun. Com a idade de apenas 32 anos em 1945, tratava-se de um dos mais brilhantes engenheiros aeroespaciais da época em todo o planeta. Desde os anos 1930, trabalhava sob a autoridade de Hermann Oberth, pai do foguete alemão. Juntou-se às tropas S.S. nazista e ao comando pessoal do chefe da organização, Heinrich Himmler, antes de obter a graduação de comandante. Durante a guerra, trabalhou no centro de Peenemünde no projeto de foguetes V2. Estes eram construídos na fábrica Mittelwerk, por pessoal vindo do campo de concentração de DORA.


Apresentação aos dignitários nazistas do centro de investigação de Peenemünde onde foi concebida a “guerra nas estrelas” e desenvolvidos os primeiros mísseis, as bombas nazistas V1 e V2 quew quase destruíram Londres. O cientista nazista Wernher Von Braun **(assinalado no círculo vermelho) tornou-se posteriormente o DONO da NASA.
{n.T. - **Wernher Magnus Maximilian von Braun (Wirsitz, Império Alemão, 23 de março de 1912 — Alexandria, EUA, 16 de junho de 1977) foi um brilhante cientista aeroespacial alemão  e uma das figuras principais no desenvolvimento de foguetes na Alemanha Nazista e posteriormente nos Estados Unidos.  Filho de um barão prussiano, demonstrou desde cedo grande inteligência e pendor técnico. Estudou engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia Charlottenburg de Berlim.  Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou no programa alemão de foguetes, alcançando progressos memoráveis. Em 1937, foi nomeado diretor do centro de experimentação de Peenemünde, onde foi responsável do aperfeiçoamento das bombas voadoras V-2 (os primeiros mísseis), que seriam utilizados cerca de 4000 vezes em ataques, principalmente na Inglaterra, em resposta aos milhares de bombardeios aéreos dos aliados sobre as cidades alemãs. 
Com a derrota da Alemanha, e vendo que os russos estavam levando para seu território não só as instalações científicas de pesquisa remanescentes de Peenemünde, mas também a maior parte dos engenheiros alemães, decidiu entregar-se voluntariamente com seus principais auxiliares, aos americanos. Entrou nos EUA através do (na época) secreto programa chamado Operação Paperclip.  Naturalizou-se cidadão dos EUA em 1955. Entrou na NASA em 1960, tornando-se diretor do Centro Espacial de Voo Marshall de 1960 à 1970, onde dirigiu os programas de voos tripulados: Mercury, Gemini e Apollo. É o pai do foguete Saturno V que levou os astronautas dos EUA à Lua. Em 1972, deixou a NASA para se tornar diretor adjunto da empresa Fairchild Industries. Nos EUA, é respeitado como um dos heróis do programa espacial. Morreu em 1977 de câncer no pâncreas.Wikipédia} 

Após a vitória dos Aliados, ele ficou internado algum tempo em Garmisch pela equipe do coronel estado-unidense, Holger Toftoy, imbuído de um aparente louco projeto: relançar agora com base em Fort Bliss, nos Estados Unidos, o programa de foguetes no qual trabalhava Wener von Braun. Ele encarregou Von Braun  de resto para convencer para vir trabalhar com ele os seus antigos colegas nazistas cientistas a se juntarem à aventura. A tarefa não foi muito difícil: a maior parte dos cientistas alemães em causa corria o risco, se permanecessem na Europa, de serem levados perante um tribunal por “cumplicidade em crimes de guerra dos nazistas”.

Paralelamente, um dos diretores da JIOA, E. W. Gruhn encarregou-se de estabelecer uma lista dos cientistas alemães e austríacos mais qualificados para fazê-los serem recrutados pelos seus serviços. Apoiou-se para isso em Werner Osenberg, que dirigiu a secção científica da Gestapo encarregada de verificar a confiabilidade política dos cientistas que trabalhavam para o Reich. Os relatórios e processos da sinistra polícia permitiram a Osenberg estabelecer uma lista de quinze mil nomes de cientistas, mencionando as suas filiações políticas e o seu valor científico. Assim, como observou Linda Hunt, este método «favorecia a contratação de cientistas nazistas convictos» [4].

O programa confiado a von Braun não obteve imediatamente os resultados esperados. Em Junho de 1947, o primeiro míssil V2 alterado foi lançado da rampa de lançamento de White Sands Proving Ground, no Novo México. O foguete, montado a partir de peças alemãs encontradas em Mittelwerk, afastou-se da sua trajetória inicial para se ir se espatifar do outro lado da fronteira mexicana, a menos de cinco quilômetros de um bairro super povoado da cidade fronteiriça de Juarez. O que obrigou Washington a explicar imediatamente aos mexicanos que não queria em caso algum lançar um ataque de mísseis contra o seu país.
Em 17.2.1958: Wernher von Braun como “O Homem Míssel” na capa da Revista Time
 A transferência de cientistas também implicados no aparelho tecnológica nazista para os EUA não podia se passar sem obstáculos. Muitos dentre eles aceitaram este “exílio” imposto apenas sob a ameaça de processos judiciais no seu próprio país a Alemanha. O que não era uma prova de confiabilidade. No melhor dos casos, consideravam colaborar com um aliado objetivo na luta contra a URSS. No pior, estavam decididos a compartilhar o menos possível as tecnologias que dominavam, ou vendê-las ao maior licitador/comprador. Estes problemas de resto foram identificados desde o começo da operação. Walter Jessel, tenente do exército estado-unidense, foi encarregado em 1945 de avaliar a lealdade dos cientistas antes de deixarem a Alemanha.

O seu relatório, baseado em interrogatórios, concluiu que von Braun e os seus homens procuravam esconder as suas informações aos oficiais estado-unidenses. De acordo com o militar estado-unidense, dar-lhes confiança seria «um absurdo evidente». Depois de tudo, os cientistas alemães estavam, ainda muito recentemente, no campo inimigo. Apesar disso, nunca foram colocados sob estrita vigilância pelo comandante James Hamill, que, no entanto era diretamente responsável pelo grupo de cientistas da Operação Paperclip em Fort Bliss: «não somente (…) os membros da Paperclip eram autorizados a ter largamente acesso às informações secretas, mas (…) não havia nem recolhimento obrigatório, nem verificação do correio alemão». Além disso, «as atividades dos cientistas no exterior eram muito pouco controladas». O que testemunha, quer de uma ligeireza inacreditável, quer de uma confiança cega que não se pode explicar como simples ingenuidade.

UMA OPERAÇÃO DE ”INTERESSE NACIONAL” para os EUA
A opinião pública não tomou conhecimento e não reagiu a esta chegada ao território estado-unidense de antigos cientistas nazistas. Tanto quanto ela foi desinformada  cuidadosamente sobre o assunto (já são TRÊS gerações de norte americanos que cresceram desinformados a respeito da verdade em seu próprio país). Em finais de 1946, o departamento da Guerra organizou mesmo um dia de portas abertas em Wright Field Base a fim de apresentar uma delegação de «cientistas alemães» à imprensa. Os artigos publicados na seqüência desta iniciativa de pura propaganda passaram totalmente sob silêncio nos antecedentes duvidosos de crimes de guerra destes engenheiros e cientistas alemães tão brilhantes (todos eram nazistas de primeira hora).

A ortodoxia do Pentágono pretendia que todos tinham “passado pelo crivo de aprovação”. O subsecretário para a Guerra Patterson declarou nomeadamente que«nenhum cientista suspeito de crimes de guerra foi introduzido nos Estados Unidos». Na realidade, importantes dissensões existiam no próprio seio da base de Wright Field, onde vários militares estado-unidenses se indignaram por ter de trabalhar com «criminosos de guerra nazistas». Theodor Zobel era assim acusado de ter «efetuado experiências sobre seres humanos quando dirigia as vidrarias de Chalais-Meudon, na França», uma informação confirmada por um relatório do OMGUS, a administração militar estado-unidense de Berlim.

O perito alemão nazista em combustível de jatos, Ernst Eckert, viu reaparecer o seu passado de antigo membro das S.A., seguidamente de ser um membro do NSDAP (Partido Nazista da Alemanha) a partir de 1938, e das S.S. em 1939. Mas a política do Pentágono insistia em proteger ao máximo os seus homens, prosseguindo ao mesmo tempo as infiltrações de mais cientistas da Alemanha nazista. A partir do Verão de 1947, a JIOA lançou uma nova operação intitulada “Nacional Interest” (Interesse Nacional) que lhe permitiu recrutar toda a gama dos cientistas nazistas, mesmo aqueles condenados por crimes de guerra. Propôs-lhes trabalhar para o exército ou para grandes empresas privadas, nomeadamente a Lockheed, W. R. Grace and Company, CBS Laboratories e Martin Marietta. Otto Ambros foi um daqueles que se beneficiaram desse programa.

O Diretor da I.G. Farben alemã durante a guerra, participou na decisão de utilizar o gás Zyklon B (produzido por uma filial da IG Farben) nas câmaras de gás, e escolheu sozinho o campo de exterminio de Auschwitz para lá instalar uma fábrica. O que lhe permitiu fazer a produção de gases asfixiantes por mão  de  obra em condições de escravatura que testava no próprio local sobre prisioneiros, antes de o seu uso ser generalizado para todos os campos de concentração. Declarado culpado de escravagismo e assassinatos em série em Nuremberg, foi beneficiado, no entanto da clemência do tribunal e foi condenado apenas a oito anos de prisão.

Durante o seu período de detenção, o seu nome foi mantido na lista de contratação da JIOA, que o recrutou quando da sua libertação prematura por John McCloy, alto comissário estado-unidense para a Alemanha. Foi então integrado como “conselheiro” nos quadros da empresa W. R. Grace Company, da Dow Chemical, bem como nos laboratórios do U.S. Army Chemical Corps.


Em 09 Fevereiro de 1959, em Randolph Air Force Base, Texas, USA: Os quatro membros originais do 1º Departamento de Medicina Espacial dos EUA, na Escola de Medicina da Aviação, acima, são da esquerda para direita: Dr. Fritz Haber, Engenheiro Aeronaútico; Dr. Konrad J.K. Buettner, Bioclimatologista; Dr. Hubertus Strughold, 1º chefe do departamento e Pesquisador Consultor, Dr. Heinz Haber, Astrofísico. Image by © Bettmann/CORBIS
Objetivo: a LUA
Apesar das dificuldades encontradas no início do programa, a operação Paperclip cumpriu rapidamente as suas promessas em vários domínios, onde o Estado Maior americano não hesitou em colocar os “seus” cientistas nazis em postos chave. O mais emblemático foi o da conquista espacial, onde se distinguiu toda a antiga equipe nazista alemã dos mísseis V1 e V2, que dirigiu praticamente a totalidade das pesquisas e desenvolvimento do projeto americano.


Acima: O Dr Arthur Rudolph e um modelo do foguete Saturn VO
Erigido como prioridade pelo presidente John F. Kennedy em 1961, o envio de um homem para a Lua foi confiado diretamente aos engenheiros nazistas da equipe de Wernher von Braun. Este último tornou-se o primeiro diretor do Marshall Flight Center, o centro espacial da NASA em Huntsville. O nazista alemão Dr.Arthur Rudolph foi nomeado diretor de projeto da NASA para o programa do foguete Saturno V, o mesmo que iria atingir a Lua em 1969.
Durante a guerra, como chefe da produção em Mittelwerk, Rudolph estava encarregado nomeadamente de fixar o número de horas de trabalho realizável pelos prisioneiros vindos do campo de concentração vizinho de Dora. Enfim, o antigo membro das SS, das SA e de dois outros grupos nazis, Kurt Debustornou-se o primeiro diretor do Kennedy Space Center em Cabo Canaveral.
A colaboração dos três homens permitiu aos Estados Unidos realizar um dos feitos mais espetaculares da sua história dado que, em 21 de Julho de 1969, Neil Armstrong pôs o pé na Lua. Uma verdadeira coroação para a cooperação científica entre o partido nazista e o Estado Maior dos EUA, projeto em que colaborou Hubertus Strughold, cientista nazista que coordenou experiências sobre a resistência ao frio de deportados de campo de concentração de Dachau. Foi um recrutado pela Operação Paperclip. 


Acima: Hubertus Strughold. Cientista nazista que experimentou com cobaias humanas, geralmente prisioneiros de guerra, a resistência ao frio do corpo humano, este foi o triste fim de milhares de deportados no campo de concentração de Dachau. Hubertus Strughold foi recrutado pela Operação Paperclip para residir nos EUA e trabalhar para seu governo no primeiro Departamento de MEDICINA ESPACIAL dos EUA
Mas este sucesso não foi o único domínio aonde esta cooperação chegou a excelentes resultados. No início dos anos 1950, o exército estado-unidense lançou um programa destinado a melhorar o conhecimento da saúde dos pilotos e dos cuidados a serem prestados em caso de acidente ou circunstâncias extremas, tais como o lançamento de pára quedas de altitudes muito elevadas. Estas investigações foram centralizadas na Escola de Medicina Aérea de Randolph Field, no Texas, sob a direção do general Harry Armstrong. Vários cientistas nazistas trabalhavam ao seu lado.
O mais eminente dentre eles era Hubertus Strughold. Este, após ter vivido nos Estados Unidos durante o período entre as duas guerras, tornou-se, durante o conflito, responsável do Instituto da Luftwaffe para a medicina aérea em Berlim, na Alemanha. Um centro de sinistra memória: cientistas levaram aí a cabo experiências particularmente atrozes sobre prisioneiros de campos de concentração a fim de verificar a duração da resistência ao gelo, à absorção de água salgada e à falta de oxigênio. Oficialmente, Strughold não teria tido conhecimento destas experiências.
No entanto, foram efetuadas pelos seus colaboradores mais próximos: Siegfried Ruff, responsável por experiências de simulação de elevada altitude (que tornavam os prisioneiros completamente loucos por falta de oxigênio no cérebro) foi mesmo o co-autor  de um livro sobre saúde aérea com ele. Ruff escapou de resto também a ser recrutado no âmbito da Paperclip, após ter sido miraculosamente libertado em Nuremberg. Ainda hoje, o edifício da Base da Força Aérea dos EUA em San Antonio leva o nome de Hubertus Stronghold.


Nota desclassificada: O Chefe de gabinete da U. S. Air Force, a partir de 02 de junho de 1953, no qual se constata que 820 cientistas nazistas já tinham sido recrutados no âmbito do Projeto Paperclip.
O código de Nuremberg, destinado nomeadamente para prevenir a repetição dos horrores nazistas, bem como as leis que governavam a zona de controle norte americana da Alemanha que proibiam aos alemães de fazer investigações sobre a guerra química, não impediram o governo dos Estados Unidos de se utilizar dos melhores cérebros nazistas no âmbito da Operação Paperclip, muito pelo contrário.Arsenal EDGEWOOD : do GÁS MOSTARDA ao CONTROLE CÉREBRAL do LSD
A base militar ultra-secreta de Arsenal Edgewood, no Estado de Maryland, era desde 1922 o principal centro de investigação médica sobre a guerra química dentro dos Estados Unidos. Primeiro para testar os gases inventados pelos alemães durante a segunda grande guerra, e mais tarde para criar os métodos de manipulações psicológicas, numerosos cientistas da operação Paperclip levaram aí a cabo as suas experiências entre 1947 a 1966, freqüentemente de maneira demasiado empírica e utilizando as cobaias humanas que tinham à mão.
{n.T. – Os Experimentos do Arsenal Edgewood (também conhecido como Projeto 112 ) são conhecidos como sendo relacionados com/ou parte de programas de controle da mente da CIA  após a Segunda Guerra Mundial , como o Projeto MKULTRA. A jornalista Linda Hunt, citando registros do Arquivo Nacional dos EUA, revelou que oito cientistas (nazistas, trazidos para os EUA pela Operação Paperclip) alemães trabalharam em Edgewood, sob o abrigo do Projeto Paperclip. [ver em “Agenda Secreta: o Governo dos Estados Unidos, cientistas nazistas e Projeto Paperclip” Imprensa St. Martin, 1991;  ABC Primetime Life, a Operação Paperclip, de 1991, e audiências perante o Comitê Judiciário da Câmara do Congresso dos EUA, de 1991]
Os experimentos de controle da mente foram realizados no Arsenal Edgewood , a nordeste de Baltimore, Maryland, e envolveram o uso de potentes alucinógenos em seres humanos como o LSD ,THC , e BZ , além de  agentes químicos  e biológicos. Os experimentos em seres humanos se utilizando de tais agentes remonta a pelo menos a Primeira Guerra Mundial. Em meados dos anos 1970, na esteira de muitas reivindicações e acusações feitas por pessoas que sofreram com problemas de saúde devido à exposição a esses agentes, incluindo drogas administradas psicotrópicas  e alucinógenas  em experiências posteriores, o Congresso dos EUA começou investigações sobre o mau uso de tais experiências, e inadequado consentimento dado pelos soldados e civis envolvidos nas mesmas experiências.}
O que não melhorou a imagem da Operação Paperclip, mesmo entre o pessoal científico que estava baseado lá permanentemente. Assim, o diretor científico de Edgewood à época, o Dr. Seymour Silver, comentou os seus trabalhos nestes termos: «A sua apreciação geral tanto no que se referia à escolha dos sujeitos como sobre as próprias experiências era errônea, muito má». Ora num domínio dos gases de combate, dos gases incapacitantes e dos psicotrópicos, tais métodos tiveram conseqüências terríveis em seres humanos.
Um dos primeiros nazistas recrutados na base Edgewood foi Kurt Rahr, segundo criminoso nazi importado da Alemanha onde ele era acusado tanto por delitos de direito comum como pelo seu apoio ao IIIº Reich. Apesar de um relatório desfavorável que o julgava indigno de confiança e, por conseguinte perigoso para a segurança dos Estados Unidos, a JIOA enviou este especialista da eletrônica de elevada freqüência para Edgewood em Setembro de 1947.

Mas não lhe foram confiados trabalhos classificados secretos e era demasiado moderado segundo o gosto de outro recruta importado em 1947 desta vez da elite científica nazista, que o acusou de ser comunista e o fez retornar à Alemanha. Titular na universidade de Kieldu de 1934 a 1940, Trurnit foi o assistente do professor Holzlöhner, que efetuou, durante a segunda guerra mundial, experiências relativas ao frio sobre prisioneiros de Dachau.
Mas a principal trunfo de Edgewood no âmbito da Paperclip permaneceu sendo o Engenheiro Químico Friedrich Hoffmann, ele também foi entre os primeiros chegados à base. Este antigo candidato às S.A. reprovado sintetizava durante a guerra os gases tóxicos e as toxinas para o laboratório de química de guerra da universidade de Würzburg e para o Instituto de investigações técnicas da Luftwaffe (a Força Aérea Alemã). Chegado aos Estados Unidos, foi encarregado de inventar novos modos de proteção e antídotos contra os dois gases mais mortais inventados pelos nazistas que o Exército dos EUA dispunha, o Tabun e o Sarin, trazidos em grandes quantidades da Alemanha para os arsenais americanos.
Com a ajuda dos relatórios sobre as experiências efetuadas nos campos de concentração e de cobaias humanas escolhidas entre soldados da própria base, voluntários mas pouco informados sobre a realidade das experiências, tentou determinar quais os efeitos que estes gases produziam sobre o organismo humano. O protocolo experimental foi sumário: uma vasta sala foi arranjada como câmaras de gás lá se colocaram animais e soldados a quem se pediu para tirarem a sua máscara de gás e respirarem doses de veneno até que não o suportassem mais.
Assim o contou o soldado Don Bowen, após ter visto todos os animais da sala agonizar em atrozes sofrimentos: «O meu primeiro reflexo foi não respirar. “E quando finalmente tomei uma longa inspiração, o gás queimou-me o nariz, a garganta e os lábios». Numerosas cobaias humanas foram assim hospitalizadas por diversas perturbações após terem respirado fracas doses de gás mostarda ou Tabun.
O LSD, uma ARMA DE GUERRA PSICOLÓGICA
Em 1949, os cientistas da Paperclip baseados em Edgewood viram ser-lhes confiada uma nova missão: testar um psicotrópico surpreendente, que provocava alucinações e tendências para o suicídio nos seres humanos. Tratava-se do LSD, descoberto alguns anos antes por outro Hoffmann, Albert desta vez, nos laboratórios Sandoz de Basileia, na Suíçã [5]. A sua utilização devia ser de acordo com o seu principal promotor L. Wilson Greene, tornar possível uma guerra mais humana.
O objetivo era com efeito de determinar se se podia recorrer ao uso do LSD e a outras seis dezenas de outros psicotrópicos para efetuar uma guerra “psicoquímica” destinada a enfraquecer a população e as tropas inimigas. Mas progressivamente, com a subida em potência da Guerra Fria e a multiplicação das operações de contra-insurreição, a CIA açambarcou o projeto e focalizou-o na condução dos interrogatórios e nos meios para quebrar a resistência psicológica do interrogado, para provocar dissociações psicológicas e estados de amnésia [6].

As fontes de informações da CIA para a guerra química eram essencialmente os cientistas alemães nazistas que tinham trabalhado para a gigante da industria química alemã IG Farben (a sociedade que produzia o gás Zyklon B utilizado nos campos de concentração), como Walter Reppe, o seu antigo químico chefe, que os Estados Unidos tentaram recuperar em vão em 1948, enquanto ele já trabalhava para os britânicos. Um vasto recenseamento das plantas psicotrópicas foi empreendido porFriedrich Hoffmann a fim de desenvolver o “soro da verdade” ideal.
Deram-se igualmente importantes doses de LSD a soldados-cobaia de Edgewood antes de submetê-los a interrogatórios agressivos que provocaram neles estados de medo intenso, ou mesmo em certos casos convulsões, epilepsia ou crises de paranóia agudas que lhes deixaram numerosas seqüelas.  As investigações sobre a amnésia, quanto a elas, conduziram à utilização do Sernyl (SNA), conhecido igualmente sob o nome de PCP ou “pó de anjo”, que se administrava por via oral ou em aerossol a soldados enquanto marchavam sobre um tapete rolante. Acessos de loucura intensa, de amnésia total e outros comas foram observados nos laboratórios de Edgewood.
Entre os mais virulentos cientistas nazistas trazidos pela Operação Paperclip que participaram nas investigações sobre a guerra química e psicológica, figurava igualmente o antigo Brigadeiro-General Walter Schlieber (empregado durante 10 anos), que tinha supervisionado as fábricas de armamento francesas sob a ocupação, as fábricas alemãs que empregavam STO e o programa nazista de guerra química. Encarcerado em 1945 porque era suspeito de crimes de guerra, salvou a sua pele redigindo relatórios sobre a guerra química para o Exército dos EUA, apresentando-se como testemunha traidora em Nuremberg para ser integrado na Operação Paperclip em 1947. Somente no período entre 1955 e 1975, sete mil soldados foram utilizados como cobaias involuntárias; gaseados, asfixiados, drogados para as investigações sobre o controle do cérebro.
UM ELEMENTO DE UMA POLÍTICA
O fim da aventura foi lastimoso. A partir do início dos anos 1970, os créditos militares atribuídos aos programas dos cientistas da Paperclip diminuíram. Em 1971, restrições orçamentais atingiram duramente o programa espacial, e muito particularmente os engenheiros alemães. Arthur Rudolph reformou-se, recebendo de passagem a mais alta distinção da NASA, a Medalha por Distinção em Serviço.
No mesmo ano, Wernher von Braun foi obrigado a testemunhar perante procuradores da Alemanha Ocidental encarregados de inquirir sobre os crimes cometidos no campo de concentração de Dora. Imediatamente depois, teve de abandonar o seu sonho secreto de se tornar administrador geral da NASA. Em 1974, foi a vez de Kurt Debus se reformar. Dez anos mais tarde, em 1984, enquanto ressurgiam as acusações de crime de guerra contra Arthur Rudolph, este último foi obrigado a deixar os Estados Unidos e ir para Hamburgo.
Wernher Von Braun e o Presidente Kennedy
No total, os diferentes programas da Operação Paperclip mobilizaram quase 1500 cientistas nazistas para lutar contra a URSS. Eles atestam a escolha do Estado Maior das três armas dos Estados Unidos, Marinha, Aeronáutica e Exército de colaborar com o partido nazista apesar do veto do presidente Roosevelt. Uma escolha ulteriormente validada pelo presidente Truman e içada ao nível de uma política federal sistemática.
Com efeito, sob o controle do Conselho de Segurança Nacional, operações similares foram conduzidas paralelamente noutros domínios para recuperar e integrar os quadros nazistas bem como os quadros do sistema militar japonês no aparelho de segurança dos Estados Unidos ou para empregá-los em operações secretas no estrangeiro.
[1] A Joint Intelligence Objectives Agency foi criada em 1945, sob a tutela do Joint Intelligence Commitee (JIC), o serviço de informação do Estado-maior das três armas. O JIC era composto pelo diretor dos serviços de informação do exército, pelo seu homólogo da Marinha, pelo vice-diretor do Air Staff-2 e por um representante do Departamento de Estado. Records of the Office of the Secretary of Defense (Record Group 330), página do Interagency Working Group.
[2] Linda Hunt, “US Coverup of Nazi Scientists”, Bulletin of the Atomic Scientists, Abril de 1985, p. 24.
[3] O chefe do Estado-maior do Exército dos EUA era então Omar N. Bradley.
[4] Linda Hunt, L’Affaire Paperclip – La récupération des scientifiques nazis par les Américains 1945-1990, Stock, 1995. (1ª ed. 1991).
[5] A utilização da molécula que Albert Hoffmann tinha experimentado ele mesmo de maneira trivial, desta vez no âmbito das experiências de Edgewood Arsenal, seguidamente da operação “MK ULTRA” para o controle da contracultura, levá-lo-á mais tarde a chamá la de a sua «criança terrível».
[6] Ver igualmente, a este respeito, Arthur Lepic, Les manuels de torture de l’armée des États-Unis, Voltaire, 26 de Maio de 2004.

 

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