BARRA ANIMADA


Translate

SEJA BEM VINDO


BARRA 2


Mensagem


A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A tribo africana Dogon e seus deuses nórdicos alienígenas de Sírius


Como é que uma tribo africana ganhou acesso ao conhecimento astronômico avançado sobre o sistema estelar Sírius? Através da história, muitas civilizações ficaram fascinadas com Sírius, a Estrela Cão. 


Este brilhante objeto celestial ocupa um elevado status em várias mitologias, as nenhuma destas pinta um cenário mais intrigante do que a tribo Dogon, do Oeste da África.


A rica cultura do povo Dagon se estende a até mais de cinco mil anos e uma de suas lendas antigas conta a história de uma raça de seres de outro mundo, chamados de Nommos. De acordo com a lenda, estes indivíduos avançados visitaram a Terra há muitos anos, descendo “do céu, numa embarcação, acompanhada de fogo e trovão“.
De natureza amigável, eles compartilharam algumas de suas sabedorias com os ancestrais dos Dogons.


Devemos mencionar que o povo Dogon possuía instrumentos astronômicos, com os quais estudavam o céu noturno. Mas, apesar disto, suas lendas mencionam que os Nommos vieram de um planeta que orbita uma das estrelas do sistema Sirius.
Seria impossível para eles chegarem à esta conclusão, somente estudando a estrela a olho nu. De fato, astrônomos somente descobriram a estrela companheira menor de Sírius há uns 250 anos, após o telescópio ter sido inventado.

A cada 50 anos, os Dogons celebram a passagem de um cíclo de Sírius, uma tradição que eles mantêm em honra aos Nommos. Este é exatamente o tempo que leva para Sírius B completar uma órbita ao redor de sua companheira maior. Coincidência?
O fato de uma tribo africana primitiva possuir conhecimento avançado sobre o Universo é um mistério, mas um que pode ser explicado facilmente se olharmos para suas lendas como sendo espelhos de eventos reais. Assim, o que os Dogons têm a dizer sobre os Nommos?
Seu planeta lar orbita Sirius B e é um mundo aquático, pela maior parte. Todas as lendas os descrevem como criaturas anfíbias, muito similares à nossa concepção de Merfolk (povo sereia). A parte superior de seus corpos assemelha-se ao alienígenas do tipo nórdico: humanoides altos, com olhos azuis e cabelos loiros.

Eles aterrissaram com uma grande espaçonave que os Dogons chamam de ‘Pelu Tolo’, ou ‘Estrela da Décima Lua’. Este evento é de grande importância para os Dogons – seu primeiro contato. Ao mesmo tempo que a nave dos Nommos estava descendo em direção à Terra, com um movimento em espiral, uma nova estrela apareceu no céu noturno, possivelmente uma nave mãe.
A tribo descreve esta estrela como tendo um círculo fazendo um redemoinho de raios avermelhados ao seu redor, e também dizem que ela estava estacionária em relação às outras estrelas no céu.

Os Dogons reverenciam os Nommos e os consideram uma civilização de deuses. Eles são comumente referidos como “Os Mestres das Águas”, “Os Vigias”, ou “Os Salvadores”.

Quando lhes são mostradas ilustrações das espécies alienígenas mais encontradas, os xamãs Dogon os identificam apontando aos alienígenas do tipo nórdico, e alegando que sua tribo havia se encontrado humanoides brancos de olhos azuis muito antes de terem conhecido o homem branco.

Por mais inacreditável que possa parecer, esta história é paralela às muitas outras histórias contadas mundialmente, e elas todas compartilham de um aspecto comum: seres alienígenas avançados visitando o nosso planeta, oferecendo sua ajuda e conhecimento, e sendo reverenciados como deuses. Parece que este surto de visitações ocorreu por volta de 5.000 anos atrás, possivelmente logo após uma grande enchente, ou outra catástrofe.
Aparentemente, os deuses de pele branca visitaram todo o planeta, pois lendas abrangendo da Austrália até as Américas descrevem seres similares ensinado a humanidade os seus modos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Os antigos Sumérios estiveram na América do Sul


FUENTE MAGNA - Uma Descoberta para mudar a Estória contada sobre a humanidade e levá-la a conhecer sua verdadeira História. Os Sumérios Estiveram na América e possivelmente no Brasil 


Um grande recipiente/vaso de pedra, nomeado Fuente Magna, foi encontrado na área do lago Titicaca, Bolívia, cerca de 80 km de La Paz, na propriedade da família Manjón, por um camponês no final da década de 50 do século XX. Este achado arqueológico foi resgatado e restaurado pelo arqueólogo boliviano Don Max Portugal Zamora, que intitulou o vaso como Fuente Magna, e neste objeto foram encontradas inscrições de origem Sumério-Acadianas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD).

O magnífico achado não foi mostrado até começarem as investigações, tendo ficado desconhecido até o ano 2000, quarenta anos após a sua descoberta. De forma impressionante o sítio arqueológico não foi objeto de investigação até a chegada dos arqueólogos Bernardo Biadós Yacovazzo e Freddy Arce, que acabaram fazendo mais descobertas.

Os dois arqueólogos nomearam o recipiente como Pedra Rosetta das Américas, e segundo relatos do antropólogo Mario Montano Aragon o local tem sido investigado com restrições, com acompanhamento de dois Prefeitos locais, mesmo o trabalho não tendo financiamento estatal.
Em nota os investigadores acrescentam os itens mais importantes do trabalho que realizam:
1- Estamos lidando com um objeto feito de acordo com as tradições da Mesopotâmia;
2- Eles contêm dois textos: um em escrita cuneiforme e outro em língua semítica da região do Sinai, de possíveis influências cuneiforme;
3- De acordo com os símbolos utilizados é um objeto que, evidentemente, pertence ao período de transição entre a escrita ideográfica e cuneiforme.
4- Cronologicamente, isto nos leva à 3500/3000 A.C., o período sumério/ acadiano.
Quando os investigadores chegaram ao local onde foi encontrado o objeto tiveram sérias dificuldades para localizá-lo, pois ninguém conhecia a antiga família Manjón, que tivera suas terras trocadas pelo General Armando Escobar Uria, para que as investigações de Max Portugal Zamora pudessem ser feitas a contento. Fica evidente que na época do achado, Don Portugal teve toda a proteção do Estado para que fizesse o seu trabalho. Altamente misterioso foi o “abandono” e a “ocultação” dos estudos por tantos anos.
Para superar as dificuldades contaram com a ajuda do ancião Maximiliano de 98 anos, que foi o único a reconhecer a foto do vaso que a equipe carregava, ao qual chamou de "El Plato del Chancho". O mais impressionante foi o relato do ancião, que disse existirem vários pratos com inscrições parecidas que foram retiradas do local. O ancião demonstrou o exato local aonde foi extraída a Fuente Magna.
Os Símbolos e a referência com os Sumérios


De acordo com os textos antigos, Ni-ash (Nammu o Nía) era a deusa que deu à luz ao Céu e a Terra, nos tempos dos sumérios. O baixo-relevo que existe na parte interior do copo, que pode evocar uma rã (símbolo da fertilidade), segundo alguns investigadores é justamente a representação de Nía, a deusa dos Sumérios.
Os outros símbolos que se encontram nas laterais do baixo-relevo e na parte adjacente às incisões proto-sumérias, foram interpretadas como quellca, idioma escrito da civilização Pukara, mas não foram decifradas.
Na parte externa do copo existem alguns baixos-relevos zoomorfos que lembram a cultura de Tiahuanaco: peixe e serpente. É muito provável que a Fonte Magna tenha sido utilizada como copo sagrado para cerimonias esotéricas que cultivava a fertilidade e a busca da pureza.
Aqui surge a seguinte pergunta: como é possível que haja inscrições proto-sumerias em um artefato encontrado perto do lago Titicaca, a aproximadamente uns 3800 metros de altura acima do nível do mar, distante milhares de quilômetros do lugar de expansão da civilização suméria?

O monólito de Pokotia é uma estátua de pedra, com cerca de 2 metros de altura, que foi descoberta em 1960 no sítio arqueológico de Pokotia, a aproximadamente 2 quilômetros de distância da misteriosa cidade de Tihuanaco (clique AQUI para ler mais sobre ela). Entre o grupo de arqueólogos que descobriu o monólito vale destacar Bernardo Biados e Arce Fraddy, ambos estiveram no grupo que haviam resgatado a Fuente Magna.

A estrutura seria usada como uma espécie de oráculo, chamado Pukati (pai da sabedoria), pelos Pukaras, uma antiga civilização que habitava a região próxima ao lago Titicaca. Segundo o Dr. Clyde Winters (Phd), o oráculo era usado “para adivinhar o futuro, comunicação com os deuses ou ancestrais, ou simplesmente obter notícias e bênçãos.”

Fonte da imagem: Yuri Leveratto
Quem foram os Pukaras?
Segundo os historiadores tradicionais Pukaca é uma palavra originária da língua quéchua (língua que era falada por vários povos da região, inclusive pelos Incas). Pukara significaria fortaleza, ou um lugar estratégico.

A civilização Pukara havia construído seu centro administrativo em uma cidadela fortificada que ficava 61 quilômetros ao norte de Juliaca, na região de Puno. Apesar disso os Pukaras também estavam presentes no vale ao norte do lago Titicaca. Segundo o historiador Yuri Leveratto, cujo artigo escrito em seu site serviu como uma das fontes para essa matéria, a origem dos Pukaras seria localizada na região Amazônica. Ele acredita que provavelmente indígenas de origem Arawak se deslocaram para a região de Puno por volta do 6000 anos a.C.. Alguns indivíduos teriam acabado se misturando com nativos de origem Colla, o que acabou dando origem as culturas Chiripa e Qaluyo, e sucessivamente a civilização Pukara.

A escrita oculta no monólito de Pokotia
No ano de 2002 estudos conduzidos por um grupo de investigadores composto por: Bernardo Biados, Freddy Arce, Javier Escalante, César Calisaya, Leocadio Ticlla, Alberto Vásquez, Álvaro Fernholz, Omar Sadud, Paulo Batuani e Rodrigo Velasco, analisaram o monólito que se encontrava no Museu dos metais preciosos de La Paz. Nesses estudos o grupo descobriu o que seria uma escrita na parte dorsal da estrutura de pedra. Até então apenas as inscrições frontais eram conhecidas, ou reconhecidas, pois essas inscrições pertenciam a grupos que habitaram a região andina.
Esse tipo de coisa é muito comum, pois quando uma peça histórica é encontrada, ela acaba sendo estudada apenas por especialistas em história local, nesse caso estudiosos em história pré-colombiana. Os estudiosos pré-colombianos, acabaram focando suas atenções nas inscrições por eles conhecidas, sendo que as demais marcas acabaram sendo desconsideradas.

Mas as inscrições descobertas, na parte dorsal do monólito, pelo grupo mencionado acima, acabaram sendo estudadas pelo Dr. Clyde Winters (Phd), que afirmou que tais marcas fazem parte da escrita Sumérias e Semíticas.

Provavelmente o monólito encontrado em Pokotia é anterior ao período de florescimento da civilização Pukara.

Na opinião do estudioso Clyde Winters, as inscrições mais importantes encontradas no monólito de Pokotia estão debaixo das mãos (que estão apoiadas nos músculos), e na parte dorsal (na espalda da estátua).

Abaixo podemos conferir a tradução das inscrições que se encontram na parte frontal, segundo a interpretação de Clyde Winters:

“Divulguem a toda a humanidade a abertura do oráculo de Putaki. Proclama-se que a estirpe de Putaki será estimada através do tempo. Atuará justamente, de modo que o oráculo possa divulgar a sabedoria. Aprecie o culto. Todos devem dar testemunho da vontade divina. O adivinho interpretará a orientação do oráculo, com a finalidade de anunciar as regras que orientaram a humanidade. Os cidadãos darão testemunho a favor do ser humano, que propagará sabedoria e será exemplo de caráter forte".

Na parte frontal esquerda da estátua tem outra inscrição que se interpreta assim:

“O Xamã proclama a imensa importância deste lugar, o poder da divindade, com a finalidade de entregar a sabedoria ao homem.".

Depois existem duas incisões adicionais na parte frontal:

"Oh grande Putaki, homem sábio e progenitor de muitas gentes".

E outra mais:

"Jura dar testemunho de caráter e sabedoria. Dar testemunho do poder da divindade, com a finalidade de fortalecer teu caráter”.

Segundo Winters na mão do monólito estaria escrito:

"O oráculo de Putaki leva o homem a verdade. Este oráculo precioso fará germinar a estima, agora testemunha sua fuga."

Na parte dorsal do monólito encontram-se as inscrições que não são atribuídas aos Pukaras, eu que Winters acredita serem de origem suméria. Winters traduziu tais inscrições como:

"A norma ideal é o oráculo. Este oráculo conduz ao conhecimento da vontade divina. Divulga a toda a humanidade a vontade divina. Entenda o sentido da voz perfeita. O oráculo derramará serenidade. Ousam o oráculo, chamem ao adivinho.

O adivinho fala sabiamente. A vontade divina será visível e folgorante, saindo da boca do oráculo. Ousam ao adivinho, ousam ao oráculo para poder adquirir sabedoria e caráter. Ousam ao oráculo, para difundir a vontade divina, seguindo o bem legítimo e justo. Evoca o alimento puro para o oráculo. O oráculo é o testemunho da pureza. Divulgaras serenidade e sabedoria. O oráculo de Putaki e pai da sabedoria e beneficio para todos. Será testemunho visível da sabedoria e da vontade divina. Divulgarás a vontade divina e serás testemunho de seu poder."
Segundo Winters essas inscrições estariam gravadas em proto-sumério pictográfico, ainda cuneiforme tal como as inscrições gravadas na Fuente Magna. Os autores das inscrições do monólito de Pokotia seriam então os mesmos que fizeram as incisões da Fuente Magna, num tempo compreendido entre o 3000 e o 2000 a.C.

Winters também sugere que o proto-sumero viria junto ao proto-dravídico e ao proto-mandé, de povos que viveram do oriente médio antes do dilúvio.
Outra possível tradução
Existe também outra tradução das inscrições dorsais do monólito, baseada na interpretação do quellca pictográfico, um antigo idioma altiplano andino, que era falado num pequeno círculo de sacerdotes da cultura Pukara, ou por sacerdotes na Tiahuanaco clássica. Segundo essa segunda tradução as inscrições diriam o seguinte:

"No tempo em que Manco Capac e Mama Ocllo, saíram das águas do lago Titicaca, apareceu no céu uma nova estrela justo ao lado da Cruz do Sul. Sucessivamente, a estrela se tornou mais pequena e logo desapareceu do céu. Via-se por cima dos montes no horizonte entre as montanhas, e começou a brilhar no terceiro dia do quarto mês."

Na opinião de esta interpretação, a parte dorsal do monólito relataria a explosão de uma super nova, justamente quando a célebre legenda de Manco Capac e Mama Ocllo contava que eles saíram, ou seja: "haviam nascido" do lago Titicaca.

As teorias
Muitos estudiosos acreditam que os Sumérios estiveram na América do Sul e deixaram um legado cultural no continente.
Segundo Leveratto, os sumérios tentaram circundar a África a partir de 3000 a.C. Uma vez chegando ao Cabo Verde, eles teriam enfrentado fortes ventos contrários, fazendo com que adentrassem o oceano atlântico em busca de ventos mais favoráveis (mesma rota que mais tarde os portugueses afiram ter feito, e que os levou ao Brasil). Leveratto acredita que fenícios e cartagineses fizeram a mesma rota dos sumérios, e também estiveram em território sul americano, muito antes dos portugueses.

Os sumérios teriam desembarcado na América do Sul na costa brasileira, provavelmente onde hoje são os estados do Piauí e o Maranhão. Em busca de metais preciosos esses exploradores teriam realizado investigações em território brasileiro e posteriormente se deslocado rumo a região andina. Alguns Sumérios ficaram no altiplano e se misturaram com as etnias Colla e Arawak, enquanto outros voltaram a sua pátria.
Indícios de presença suméria, fenícia e cartaginesa na América do Sul
Os sumérios, fenícios e cartagineses que supostamente chegaram na América do sul teriam deixado para trás alguns indícios que hoje são apontados por inúmeros estudiosos, como provas de suas presenças no nosso continente. Alguns desses indícios são bastante conhecidos, como: a Fuente Magna, o Caminho de Peabirú, o monólito de Pokotia, A misteriosa pedra de Ingá - PB e a suposta relação entre a pedra da Gávea com os fenícios.

Alguns outros indícios não são tão conhecidos, mas também acrescentam informações importantes, como por exemplo: a cidade de pedra de Igatuos manuscrito 512os estudos de Frei FidélisO gigante adormecido e as três pedras no interior paulistaO misterioso Açude Velho dos Caboclos – CE e As inscrições da Pedra do Letreiro em Quixeramobim - CE. Eu poderia ainda relacionar a esse assunto a história da pedra da CEE-RS e asMisteriosas Ruínas de Natividade da Serra – SP, mas essas são crenças minhas, não tendo nenhum estudo, ou estudioso formado, por trás dessas teorias.

Fontes: Yuri Leveratto e Ab Origine.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 177 PASSAPORTES PARA DESCONHECIDOS PORTAIS



"Somos uma civilização científica. Isso significa uma civilização na qual o conhecimento e a sua INTEGRIDADE são cruciais. Ciência é apenas uma palavra latina que significa conhecimento. O conhecimento é o nosso destino" (Jacob Bronowski)





Esta é a lateral do famoso Morro do Pão de Açúcar, Rio de Janeiro, 710 metros de altitude e também um local bastante misterioso. Além do seu formato leonino, cujas garras se projetam na direção do oceano, do outro lado tempos uma imensa íbis gravada em toda a extensão da montanha e, também, como você pode ver acima, já quase lá no topo, a famosa 'Face do Faraó". Acima dela, temos um mirante, notável ponto de atração turística da cidade, pois.....


..... Todo turista que vem à Cidade do Rio de Janeiro, não pode deixar de visitar um dos seus mais famosos cartões-postais, justamente o Morro do Pão de Açúcar onde, a partir da aprazível Enseada da Urca, dois teleféricos percorrem a grande altitude da sua estonteante paisagem, levando os visitantes ao mirante situado no seu topo. Tal não foi diferente com o nosso estimado visitante, Alexandre Júnior, residente em Ourinhos, São Paulo, o qual, na companhia da sua irmã, em 27 de janeiro de 2008 realizou aquele belo passeio. Contudo, uma das fotos por eles tomadas naquela ocasião, revelou alguma coisa A MAIS que estava presente no espaço - porém, somente detectada na imagem; estranhamente não visível aos olhos!.....


Exatamente ISSO! Uma coisa surreal e absolutamente insólita, percorrendo o ar, em meio aos fortes cabos de aço que sustentam os trajetos dos teleféricos!


Ei-la, devidamente ampliada para que melhor possamos examinar as suas bizarras e inusitadas características: - BÍPEDE; corpo delgado; em comparação com a imagem circundante uma criatura dotada de uma razoável estatura; tem membros superiores; asas; uma estranha face com olhos intensamente avermelhados, além de um curioso tipo de quadril que é aberto nas extremidades, permitindo assim ver os prédios que se situam ao fundo - e também.... Parecendo atravessar os cabos de aço com o seu corpo, conforme pode ser visto no incrível detalhe das suas pernas!


E já nos antecipando a uma eventual contestação por parte dos céticos e dos debochados, os quais poderiam argumentar ter se tratado de um "simples mosquito" que voava no local, veja acima os detalhes do corpo daquele tipo de inseto para logo constatar que, seja lá o que tenha sido aquela coisa, JAMAIS FOI MESMO UM MOSQUITO. Além do mais, não existem mosquitos daquele tamanho, muito menos BÍPEDES e desprovidos de bicos. E aquela coisa jamais foi mesmo um inseto ou sequer uma ave - ou ainda, por exemplo, um mamífero voador, um morcego. Contudo, a nossa vasta e longa vivência no campo do Realismo Fantástico nos fez ter a mais absoluta certeza de que já víramos algo bem semelhante antes.....


.... Precisamente algo que é considerado como uma simples "Lenda Urbana" que, todavia, de "lenda" não tem mesmo absolutamente NADA! Estamos nos referindo ao famoso MOTHMAN, ou "Homem Mariposa" (assunto, aliás, já abordado neste nosso Site) - uma estranha criatura que, de vez em quando, se manifesta no nosso mundo tridimensional, ou no nosso espaço e, segundo acreditam alguns pesquisadores, possivelmente associada ao fenômeno UFO. Algumas cidades norte-americanas até mesmo dedicam estátuas a essa estranhíssima criatura (foto à esquerda), a qual, segundo os diversos testemunhos, é muito semelhante àquilo que, por sua vez, vemos na ilustração ao lado.


Aqui, detalhes de uma outra estátua dedicada àquela criatura nos EUA.


E veja só que semelhanças mais notáveis com aquilo que voava lá pelos lados do Morro do Pão de Açúcar - na Cidade do Rio de Janeiro - e as descrições geralmente fornecidas pelas testemunhas das suas aparições em todo o mundo, as quais, muito evidentemente, podem variar um pouco: - BÍPEDE, asas, olhos intensamente vermelhos, e a mesma estranha face!


Mas, exatamente por que seria que os habitantes de algumas cidades norte-americanas fariam assim tanta questão em homenagear tal bizarra criatura? A resposta é simples: - apesar da sua aparência assustadora, o tal "MOTHMAN", ou ainda "Homem Mariposa", não é absolutamente perigoso ou sequer hostil. Muito pelo contrário, ele até que presta um serviço que bem poderia ser considerado como relevante e até mesmo de utilidade pública....


.... Pois, ao que tudo indica trata-se de uma criatura, advinda sabe-se lá de onde e porquê, que atravessaria o próprio tempo e até mesmo as dimensões, que estranhamente parece prever o futuro, pelo fato de, tal como uma espécie de AVISO, surgir, ou se manifestar, SEMPRE naqueles locais onde brevemente uma grande tragédia se desenrolará!!!


Há, em todas as partes do mundo, inúmeros casos comprovados dessas silenciosas advertências, todas elas invariavelmente cumpridas. Muitos filmes, livros, documentários - além dos inúmeros testemunhos idôneos das aparições - atestam isso. Como, por exemplo, pôde ser visto na foto acima, tomada em 1967 sobre uma ponte de uma pequena cidade americana, Point Pleasant, em que a tal criatura se manifestou. Poucos dias depois, a ponte, cujo nome era Silver Bridge, inesperadamente entrou em colapso, desabando fragorosamente no Rio Ohio e tragando na sua queda inúmeros automóveis que a percorriam - exatamente 46 veículos - matando assim dezenas de pessoas!


Queira Deus, então, que aquela criatura captada pela imagem fotográfica tomada pelo nosso estimado visitante aqui no Rio de Janeiro, não seja, de fato, o "lendário" Mothman.....


..... Pois, os dois teleféricos do Morro do Pão de Açúcar, enquanto um deles sobe o outro desce, evidentemente cercados de todas as rígidas medidas de segurança e guarnecidos pelos seus espessos cabos de aço, além disso considerados como um dos mais seguros do mundo, cruzam aquela grande altitude dezenas de vezes por dia, transportando nos seus bojos, a cada viagem, centenas de turistas brasileiros e estrangeiros, homens mulheres e crianças, até uma altitude que equivaleria a um prédio com 236 andares! E, se é que o Mothman andaria circulando, ou melhor, voando lá por aqueles lados, dá um certo calafrio, pois.... Pensando bem, é melhor nem mesmo pensar nisso! (FOTO: Riotur)


Por sua vez, nosso estimado visitante Jorge Barata (Portugal), chamou a nossa atenção para uma outra coisa bem curiosa que se situa no continente Africano, precisamente em uma inexplorada e misteriosa região desértica de Pungo Andongo, Angola, onde as mais antigas tradições dizem ter existido um poderoso reino das famosas e míticas mulheres guerreiras, as Amazonas. Não somente torna-se curiosa a disposição dessa profusão de enormes blocos rochosos, sugerindo antigas ruínas, como também aquilo que se pode ver em meio a eles e diretamente voltado para o céu...... (FOTO: © DigitalGlobe/Europa Technologies/Google)


.... SIM, pois é mesmo uma colossal face, tão antiga quanto a noite dos tempos, dirigindo a sua silenciosa mensagem aos céus! Acima dela, um curioso símbolo!..... (FOTO: © DigitalGlobe/Europa Technologies/Google)


.... E basta apenas rotacionarmos o detalhe para comprovarmos que se trata realmente de uma estranha face, por sinal muito bem elaborada - mas, tal como acontece em outros diversos lugares do mundo, muito bem elaborada, sim - mas exatamente QUANDO E POR QUEM?


E por falar em mensagens desconhecidas voltadas para o céu, o Brasil continua sendo brindado com o aparecimento dos famosos Crop Circles - sinais estranhos que surgem nas plantações da noite para o dia. Esse aí da foto surgiu recentemente, em 3 de janeiro de 2008, na localidade de Araçoiaba da Serra...... (FOTO: Sidney Carneiro, por especial cortesia do nosso estimado visitante Jefferson Mello)


.... Um símbolo que evocaria o mais distante e perdido passado terrestre, uma vez que é extraordinariamente semelhante àquele outro encontrado em Cuevas de Los Tayos, um conjunto de profundas cavernas e túneis no Equador, onde uma perdida e muita avançada civilização desconhecida deixou há muitos milhares de anos uma fantástica biblioteca metálica, toda elaborada no mais ouro ouro, contendo os registros da sua avançada cultura!.... (FOTO: Stan Hall)


..... Um conjunto de cavernas e túneis ARTIFICIAIS, para onde até mesmo o antigo Astronauta da NASA, Neil Armstrong (foto), foi enviado.... Logicamente não em uma "visita de cortesia", mas, sim, para - tal como secretamente fizera no solo da LUA - levantar os indícios de civilizações tecnológicas, de ORIGEM ESPACIAL - TANTO LÁ QUANTO AQUI, muito antigas e que nos precederam! (FOTO: Stan Hall)


Tudo se encaixa de maneira extremamente lógica. E também por especial cortesia da nossa estimada visitante Marlene Cartier, passamos a ver algumas das impressionantes imagens de um curioso e muito inusitado fenômeno que ocorre no chamado Vale da Morte, situado por sua vez no Estado Norte-americano da Califórnia. Trata-se de uma fenômeno milenar e ainda totalmente inexplicado pela Ciência: ali, as pedras se movimentam por si próprias!!!....


.... Rochas enormes, alguma pesando mais de 400 quilos, da noite para o dia se deslocam em todas a direções, como se t tivessem vida e vontade próprias!.....


.... Muitas vezes produzindo uma série de sulcos em padrões rigorosamente retos ou diagonais!


E muito embora alguns céticos tentem fazer crer que seja a "força dos ventos" que moveria tais blocos rochosos, os cientistas os contestam, uma vez que, afirmam eles, para tanto seria necessário um vento com a velocidade acima de 370 quilômetros por hora - algo, por sinal, jamais visto neste planeta....!


Curiosamente, tal tipo de fenômeno é setorizado, uma vez que se localiza especificamente em uma certa área bem delimitada, na qual se acredita ter existido um lago no mais remoto passado deste planeta. São suposições, mas o local é cujo nome é "Racetrack Playa", é também conhecido pelas populações das proximidades, tidas como supersticiosas, como "Devil's Playa", ou "Praia do Diabo".


Aliás, cabe-nos acrescentar que o chamado Vale da Morte faz mesmo jus a este nome, tendo sido evitado com reverência e absoluto temor pelos índios que habitaram o velho Oeste Americano, como também pelos seus mais remotos ancestrais, dos quais herdaram muitas reveladoras tradições sobre esse local, por sinal considerado como "amaldiçoado". Amaldiçoado? SIM, pois não só as tradições dos ancestrais dos indígenas americanos, como também muitas outras espalhadas pelo mundo, nos dizem que há muitos milênios ali existira uma portentosa e magnífica cidade habitada pelos "deuses".....


.... Contudo, uma guerra CELESTIAL, portanto travada nos CÉUS e desde o CÉU, entre duas nações rivais desses distantes "deuses" faz com que ali fosse libertada (a palavra mais apropriada seria DETONADA) uma coisa infernal, com a força de mil sóis que, de um só e sinistro golpe, volatilizou tudo! De fato, tal como hoje acontece numa moderna maldição atômica, a coisa foi mesmo tão violenta que através dos dos séculos dos milênios, nenhum tipo de vegetal ou qualquer vida animal pode se desenvolver nesse local sinistro e desolado. Até hoje os atônitos cientistas se perguntam: - Que tipo de força faz mover essas pedras? Não será preciso, pois, buscar a espantosa resposta precisamente nessas antigas Tradições?


"Deuses" no nosso mais remoto e esquecido passado? SIM. MIL VEZES SIM! Também aquela nossa estimada visitante nos cedeu essa imagem, a qual estávamos desde muito procurando. Ela nos mostra umas curiosas pegadas fossilizadas, descobertas pelo arqueólogo Willian Meister e sua equipe, precisamente em 3 de junho de 1968 na região de Antelope Springs, Utah, EUA, deixadas por "alguém" em um sítio pré-histórico datado de muitos milhões de anos recuados no passado terrestre. Só que com uma diferença bizarra e fundamental: - o muito antigo e desconhecido dono dessas pegadas USAVA BOTAS! Botas terminando em pontas, dotadas de saltos e com precisas medidas de de 32,5 centímetros de comprimento, 11,25 cm de largura e 7,5 cm de calcanhares....


.... O dono das tais pegadas com botas, na sua passagem ainda esmagou, talvez propositadamente ou não, um Trilobite - uma rara e muita antiga espécie, talvez de inseto, que SOMENTE viveu nos mais remotos tempos pré-históricos, o que, sem qualquer dúvida, atestava a autenticidade daquele valioso achado arqueológico. Aliás, quando examinado pelo Professor Melvin A. Cook, da Universidade de Utah, sua perplexidade ficou muito bem resumida na sua seguinte frase: - Este achado fala por si! Claro, pois desde o distante ano de 1968 outros diversos cientistas que examinaram essa extemporâneo e além de tudo muito "embaraçoso" achado, silenciam a respeito. Muito "natural", pois, COMO explicar alguém USANDO BOTAS há 440 milhões de anos atrás?


Da mesma forma, como explicar o fato de essa desconhecida espécie (AINDA VIVA) ter sido recentemente descoberta em um poço arqueológico natural e abandonado na localidade de Chelyabinsk, Rússia. Presume-se que se trate de um animal pré-histórico que, de alguma forma, conseguiu se adaptar e sobreviver à implacável passagem dos milênios nos mais profundos subsolos. Portanto, a nossa incipiente humanidade ainda tem mesmo muito a aprender. (FOTO: Webpark.ru)


E naqueles tempos existiram os gigantes sobre a Terra, assim como nos relatam alguns livros religiosos e tradicionais? Sim, sem dúvida - e alguns deles ainda eram dotados de seis dedos! Na verdade, nada pode ser negado, nada pode ser honestamente contestado, uma vez que ainda temos, de fato, muita coisa a conhecer e muita coisa mais a aprender. A Ciência nunca será uma atividade meramente estática, pois, a cada dia que passa, novas e muito promissoras evidências nos provam que verdadeiramente NADA SABEMOS e que ainda nos restam muitos segredos e mistérios a serem desvendados!


Da mesma forma que jamais poderíamos negar que este nosso pequeno planeta já conheceu, e abrigou, em tempos muito remotos e esquecidos a presença de evoluídas civilizações, dotadas de uma ciência e de uma tecnologia diante das quais toda a nossa moderna Ciência e toda a nossa tão decantada tecnologia NADA representam. E as provas quanto a isso estão mesmo em todas as partes, bastando apenas e tão-somente a boa vontade necessária para enxergá-las. Na imagem acima, pela primeira vez, vemos o poderoso cristal energizado, encontrado em 1970 pelo Dr. Ray Brown em uma colossal pirâmide submersa, situada na região do Triângulo das Bermudas, onde se situariam parte dos restos da perdida Atlântida. Por sinal, uma pirâmide muito maior do que a de Gizé, no Egito, e que inclusive já foi devidamente detectada por imagens de sonar. Esse cristal, um estranho artefato resgatado em uma espécie de altar no interior dessa pirâmide, emite poderosos campos de natureza desconhecida - e cuja imagem interna se dissolve em linhas fractais psiquicamente afetando as pessoas - mediante a emissão de estranhas imagens e sons - é compreensivelmente guardado em local secreto (e a sete chaves), uma vez que muitos interesses contrários à divulgação da verdade já tentaram dele se apoderar. Sim, quer queiram ou não, os tempos já sinalizam - o verdadeiro conhecimento será, pois, forçosamente o nosso destino, apesar da existência de forças contrárias ao desenvolvimento do conhecimento humano, o que também é algo que não pode ser negado. A verdadeira Ciência, portanto, necessariamente, requer a INTEGRIDADE, isto é, a lisura e a HONESTIDADE para com o conhecimento, seja ele de que natureza for, e por mais fantástico e inusitado que possa ser. Pena que nem todos pensem e, sobretudo, que nem todos honestamente ajam assim! (FOTO: The History Channel)







Total de visualizações de página

Página FaceBook