BARRA ANIMADA


Translate

SEJA BEM VINDO


BARRA 2


Mensagem


A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


terça-feira, 1 de setembro de 2015

A COMPLEXIDADE DO GENOMA HUMANO - PARTE 3 FINAL




O QUE HÁ DE TÃO IMPORTANTE COM O DNA?-por Kyron “Esta pergunta tem sido feita: “Kyron, por que você fala tanto sobre o DNA? Ele é um atributo biológico do corpo Humano. 
É o plano para o genoma Humano. Ele escreve a química para todos os genes – aproximadamente 30.000 deles. Mas por que você falaria disto? 

Você não fala sobre substâncias moleculares nem sobre química, então por que fala sobre o DNA? Em vez disto, fale-nos sobre coisas espirituais.” 

OS ANNUNAKIS E A GENÉTICA 

Falar que os Anunnakis vieram aqui para escravizar é só uma parte da história .È um erro desqualificar a civilização Suméria que os chamou de Anunnakis pois o nome diz:” 

os deuses que vieram dos céus”, pois quem nos ensinou a tecnologia das rodas, cidades- estados, indústrias, leis civis, escrita, matemática, astrologia, astronomia, medicina e tantas outras coisas que foram dadas pelos “deuses”, e eles dizem isso em seus vastos textos em argila; desconfiar deles é o mesmo que riscar a história ou até mesmo a capacidade humana de interpretar. 

A pior falácia é dos escribas e fariseus, que reinterpretaram os textos sumérios de forma tendenciosa e adaptando o termo Anunnaki para “Deus” na Bíblia sagrada. Esse foi o pior dos piores enganos e falsidades já descritas pelo povo hebreu, uma mentira tão grande que se torna um erro irrepreensível, chamar os Anunnakis de Deus; na verdade todo o processo foi enganoso, para criar a confusão. 

Hoje sabemos que a Bíblia nada mais é do que relatos descritos das tábuas sumérias da vinda dos deuses Anunnakis, incrementadas com lendas e manipulações de medo, pecado, conceito falso de céu e inferno. 

São apenas algumas pérolas que não são muito bem explicadas e nos mostram que os escribas que escreveram a Bíblia esqueceram que um dia ,as verdadeiras tábuas de argila de onde foram retiradas as supostas mensagens do Gênesis seriam palavras Anunnakis. 

Mas a mentira tem sido escondida por milênios através de patronos , escribas velhos e por pessoas com interesses governamentais e religiosos de manipulação e controle por longas datas, mas a custa de morte de pessoas para esconder a verdadeira história da humanidade.



A crítica acima tem sido feita por muitas pessoas. Elas estão numa busca espiritual intensa, mas seu desapontamento é perceptível e elas não entendem porque nós falamos sobre o DNA, aparentemente um atributo físico do Ser Humano. Então, se você for uma dessas pessoas, deixe-me explicar, finalmente, que está na hora de revelar o que o DNA realmente é.

O DNA é o elemento central de quem você é, tanto física quanto espiritualmente. Se tivéssemos que escolher um lugar onde o Eu Superior reside, seria no DNA. O Registro Akáshico, a cópia de tudo o que você foi, está no DNA. Todas as encarnações, todo o seu crescimento espiritual, todos os seus talentos ao longo dos éons de suas vidas, estão lá. O carma com que cada um de vocês veio. e que muitos já descartaram, está lá. O registro das suas ações iluminadas está lá.


Sua História Espiritual Humana está lá, escrita nas partes quânticas. Alguns de vocês entendem isto a ponto de saberem que são lemurianos. Se você se sente assim, você conhece a incrível profundidade daquilo que está no seu interior. 

Esta é a razão de falarmos sobre estas coisas. É muito difícil para um Ser Humano acreditar nisto, pois significa que muito do que ele pensava que estava “fora dele” na verdade está dentro. Mas isto está de acordo com o ensinamento dos Mestres, e de Kryon, que diz que você é uma peça do criador, e que os processos de maestria estão no seu próprio interior.”


A CIÊNCIA DO DNA
Foi só nos últimos anos que a ciência nos deu a prova : Nosso DNA tem a força de mais de três bilhões de substâncias químicas. Cada molécula de DNA, que tem a forma de uma fita torcida, tem mais de três bilhões de elementos químicos dentro dela. É uma molécula tão pequena, que  precisamos de um microscópio eletrônico para enxergá-la.

O Projeto Genoma Humano, uma empreitada científica, revelou um mistério: apenas 3% da química do DNA fazem alguma coisa. Estamos falando da porção de proteína codificada, que é uma das partes do DNA. Ela sozinha produz mais de 30.000 genes Humanos. Estes genes são a programação da vida, que nós estávamos procurando. 

Mas apenas 3% do DNA constituem a totalidade da parte produtora de genes. Três por cento fazem todo o trabalho, fazem tudo que o Projeto estava procurando. Portanto, mais de 97% da química do DNA observado é um mistério, pois parece não ter nenhuma função que seja óbvia(?). Não há nenhum sistema observável, nem simetria, nem propósito biológico que sejam vistos nos 97% da química. 

Esta parte não possui nenhum código químico, como as partes de proteína codificada possuem. Parece ter uma natureza casual, sem propósito, e alguns até a chamaram de “DNA sucata”. 

Alguns biólogos estão convencidos de que esta parte do DNA é um conjunto de componentes químicos que sobrou do processo evolutivo e não é mais utilizado pelo Ser Humano. Não há nenhum código nele, e parece não fazer nada. Portanto, a tendência é ignorá-lo. Ele é inútiL.(nota pessoal;isso é só o que parece,vejamos mais adiante….)
Referência;George AJ. “Is the number of genes we possess limited by the presence of an adaptive immune system?” Trends Immunol. 2002; 23(7):351-5.
Post relacionado;/evolucao-exponencial-ativacao-do-dna-e-a-razao-aurea
UMA PARÁBOLA INTERESSANTE…..

“Um grupo de homens da Antiguidade faz uma descoberta impressionante: um maravilhoso aparelho estéreo sem fio foi deixado na praia por um viajante do tempo. Os pequenos e eficientes alto-falantes estão bombeando os mais incríveis ritmos, e os homens estão hipnotizados por tudo isso. 

Eles não ousam tocar em nada, mas sentam e aproveitam a música, sem entender como ela é produzida e sem entender nada sobre o equipamento brilhante que está diante deles. Depois de muitos dias, eles começam a olhar mais profundamente para a magia aparente de tudo aquilo. Eles são curiosos, pois a curiosidade é a característica principal do Ser Humano. Começam a analisar o aparelho, examinam-no várias vezes, sem ousar tocá-lo, até que finalmente os mais velhos anunciam que entenderam. 

Eles vêem o CD, os amplificadores principais e os processadores que estão junto com os alto-falantes… muitos equipamentos. No entanto, é dos alto-falantes que o som está saindo, portanto os alto-falantes é que aparentemente estão fazendo todo o trabalho. A tribo se reúne e anuncia suas descobertas: criaturas espaciais adiantadas aterrissaram e deixaram um dos seus equipamentos. 

Os sábios da tribo não conseguem descobrir o que todos os seus componentes fazem, mas dois elementos pequenos são responsáveis pela música maravilhosa que eles estão ouvindo. O resto do equipamento é um mistério, e deve ser simplesmente lixo espacial que não está relacionado com a música”.












Esta parábola acima fala por si mesma. Aquilo que não é entendido como “parte do todo” é descartado devido à ignorância. Escondido neste exemplo, há muito mais do que se pensa. Não é apenas a incrível tecnologia para tocar a música que não é vista. O que dizer da criação e composição da música? E daqueles que a gravaram? E dos recursos incríveis que foram empregados até mesmo para colocá-la num tocador de CD? 

O que dizer da história da própria música, e da evolução dos ritmos através dos séculos? Há um segredo intelectual gigantesco escondido na areia diante deles, e eles só conseguem ver os alto-falantes, já que são as únicas coisas que estão “fazendo barulho”.A evolução e aquilo que chamamos de Mãe Natureza (Gaia) trabalham juntas e são muito eficientes quando se trata da biologia Humana e da vida em geral. 

Seja na aparição da fotossíntese neste planeta exatamente no momento certo, ou no modo em que o genoma evoluiu, o sistema joga fora coisas que não são necessárias. Os 97% do DNA que não são compreendidos não são sucata. Não mesmo; Pelo contrário, eles são os processadores e as instruções que dirigem a parte que é entendida. Eles estão processando a música que está sendo tocada pelos 3%.
Fonte;Wells J. The Myth of Junk DNA. Seattle: Discovery Institute Press, 2011.

Vamos refletir sobre o que isto poderia significar para nós mesmos, pessoalmente. 93% do nosso DNA é literalmente o modelo quântico da nossa divindade. É o programa do nosso Akasha. É o registro de todas as nossas vidas, de todas as coisas que nós realizamos, todo o nosso crescimento, todas as epifanias, todos os fracassos. 

Para aqueles que se chamam lemurianos, representa uma vasta experiência no planeta, desde o seu começo.Coisas em estado quântico não são lógicas na terceira dimensão. A física quântica faz muito pouco sentido para o pensador linear. Portanto, o “preconceito” que nós carregamos é simplesmente o fato de que a nossa realidade está baseada em apenas poucas das dimensões das quais o Universo goza. 

Enquanto o “resto do quadro” não se revelar, muito provavelmente devido às nossas buscas científicas, nós só enxergaremos a realidade limitada em que estamos . As coisas fora da terceira dimensão permanecem um mistério, parecendo casuais e caóticas, em vez de lógicas e sistemáticas.Nosso DNA carrega o nosso modelo espiritual e todas as instruções para quem nós somos. Tudo isto está nos 97%, que são quânticos.  Portanto, a discussão sobre o DNA é a discussão sobre a nossa criação, nosso Registro Akáshico e nossa linhagem espiritual. É por isto que estamos nos concentrando nele.
O MISTÉRIO DOS CRÂNIOS DE PARACAS
Paracas é uma península desértica localizada dentro da Província de Pisco, na Região Ica, costa sul do Peru.  Foi lá onde o arqueólogo peruano, Julio Tello, fez uma descoberta surpreendente em 1928: um enorme e elaborado cemitério que continha túmulos com os restos de indivíduos possuidores dos maiores crânios alongados já encontrados no mundo.  

Os crânios são conhecidos como ‘Crânios de Paracas’.  Ao todo, Tello encontrou mais de 300 destes crânios alongados, os quais acredita-se datam de aproximadamente 3.000 atrás.  Um análise de DNA foi agora conduzida em um dos crânios e o especialista Brien Foerster  liberou as informações preliminares sobre estes crânios enigmáticos.

Hoje sabe-se que na maioria dos casos esses crânios alongados são o resultado de deformação craniana artificial, no qual o crânio é intencionalmente deformado através da aplicação de amarras durante um longo período de tempo.  Geralmente isto é obtido amarrando-se o crânio entre duas tábuas de madeira, ou enrolando-o com panos.  Porém, embora a deformação craniana mude o formato do crânio, ela não altera seu volume, peso, e nem outras características pertinentes ao crânio humano normal.
Contudo, os crânios de Paracas são diferentes.  O volume craniano chega a ser 25 por cento maior e 60% mais pesado do que um crânio humano convencional, o que significa que eles não podem ter sido intencionalmente deformados através dos métodos descritos acima.  Eles também contém somente um osso parietal, ao invés de dois.  

O fato destas características  cranianas não serem o resultado de deformações artificiais, significa que a causa de seu alongamento é um mistério, e tem sido por décadas.

O Sr. Juan Navarro, proprietário e diretor do museu local, chamado de Museu de História de Paracas, o qual possui uma coleção de 35 destes crânios, permitiu a retirada de amostras de 5 destes crânios.  

As amostras consistiram de cabelos, inclusive suas raízes, um dente, osso e pele dos crânios, e este processo foi cuidadosamente documentado por intermédio de fotos e vídeos.  Estas amostras foram enviadas ao falecido Lloyd Pye, fundador do Projeto Starchild, o qual entregou as amostras a um geneticista no Texas, EUA, para uma análise de DNA.

Os resultados estão prontos e Brien Foerster, que é autor de mais de dez livros e uma autoridade sobre os povos antigos de cabeça alongada da América do Sul, recém revelou os resultados preliminares da análise:
Ele tinha mtDNA (DNA mitocondrial) com mutações desconhecidas em qualquer humano, primata, ou animal conhecido até hoje.  Mas alguns fragmentos que fui capaz de sequenciar desta amostra indicam que se estas mutações forem reais, estamos lidando com uma nova criatura similar à humana, mas muito distante do Homo sapiens, Neandertais ou Denisovanos.
As implicações são enormes. “Eu nem mesmo tenho certeza se isto irá encaixar na árvore evolucionária conhecida“, escreveu o geneticista.  Ele adicionou que se os indivíduos de Paracas fossem tão diferentes biologicamente, eles não seriam nem mesmo capazes de cruzar com humanos.
O resultado desta análise está ainda na fase inicial de muitas fases de análises que estão para ocorrer.  Os resultados precisam ser replicados e mais análises feitas antes que se possa chegar à uma conclusão final.

A CONSCIÊNCIA HUMANA… TRIDIMENSIONAL?
Está na hora de ligar estas coisas e pensar no quadro maior: Dentro dos 97% do DNA quântico está a consciência Humana. A consciência da humanidade não é mensurável com códigos e genes. Está fora dos limites da química e continua sendo algo que a ciência vê como o resultado misterioso de como a biologia se junta; mais uma vez, não há nenhuma compreensão do que cria a “totalidade do Ser Humano”. Dentro da Consciência Humana existe a capacidade de falar com o DNA, de controlá-lo, de trabalhar com ele, e de fazer parte dele. Portanto, um dos maiores segredos da nossa própria realidade é a nossa capacidade de ser responsável pelo nosso próprio corpo e nossas funções básicas.Agora, de acordo com a nova ciência, até mesmo alguns processos do próprio planeta parecem ser afetados pelo pensamento Humano. Estão começando a perceber o quadro? Os 97% do nosso DNA podem realmente fazer parte de algo muito maior do que a nossa biologia pessoal.


Uma das primeiras coisas que nós já sabemos por posts anteriores, é que a Consciência Noosférica move a Terra. Essa consciência é a responsável pela vibração do  planeta.Quando começarmos a compreender esta verdade, entenderemos totalmente que Gaia responde a nós.Então é assim que ela funciona, dito de uma forma clara. Só temos a possibilidade de falar sobre o que ele realmente faz, graças ao desenvolvimento do genoma Humano e da revelação dos 90%, que parecem não fazer nada. Isto vai fazer sentido para a ciência, em algum momento. Uma dica: quando eles observarem os 90% e começarem a estudar os engramas não codificados, começarão a perceber que a parte maior do DNA é realmente modificadora de sinais para os 3%, que são o motor que dirige a biologia do corpo Humano.

O ENIGMA DA FRAQUEZA DO CORPO HUMANO:

Estamos galgando rumo ao  topo da escada evolutiva do DNA no planeta Terra, e possuímos um sistema imunológico/funcional que é fraco… muito mais fraco do que esperávamos que fosse.Nossa estrutura celular não representa o que nos foi dado originalmente. Em vez de evoluir, a porção quântica do nosso DNA desenvolveu uma resposta à consciência Humana (a diretora da nossa realidade). 

O fato é que o nosso sistema imunológico não funciona muito bem. Muitas das principais doenças e viroses do planeta conseguem contorná-lo fácilmente, já que nós não conseguimos nem sequer impedir um simples resfriado. Pois dos 97% do seu DNA que deviam ser quânticos, apenas 3% são eficientes.
Imaginamos como poderíamos nos sentir  ao saber que podemos ter um câncer no nosso sistema, sem que o nosso corpo nunca nos conte isso?  teríamos que ir a um médico especialista e fazer um exame técnico para saber o que o nosso corpo está fazendo.Perguntaríamos então; Que tipo de sistema é esse?! 
A auto-diagnose que foi criada no Ser Humano simplesmente não funciona direito. Câncer é o resultado de uma incompatibilidade do corpo Humano para lidar com a comida moderna; o resultado cria sinais que não são congruentes com o modo em que o corpo deve funciona;a divisão equilibrada das células, de um modo que seja equilibrado com a química do que ingerimos como alimento. Em vez disso, o corpo produz crescimento anormal, tumores que podem acabar devorando todo o organismo.

Câncer não é um vírus, nem é contagioso. Em vez disso, é um desequilíbrio, uma alergia à sociedade moderna. O sistema imunológico do corpo não está realmente envolvido nisso, porque, para todas as defesas do corpo, o câncer aparece como células normais que estão fazendo o que sempre fizeram. 
Elas não estão, porque são especificamente cancerosas, mas elas “aprenderam” a se esconder dentro da estrutura celular. Uma consciência quântica cria um sistema de “conhecimento” que alerta o corpo para o desequilíbrio. O resultado é que  saberíamos imediatamente que existe um problema. Mas  não sabemos, já que o nosso sistema não está funcionando como foi projetado.



Um outro atributo do comportamento correto do DNA quântico é a criação de uma extensão de vida muitíssimo maior. O corpo não quer envelhecer, ele quer viver. Isto é sobrevivência básica, por isso ele é capaz, através de um processo intuitivo, de criar um cenário inteligente em relação à divisão das células. Sem este aprimoramento, o relógio celular do corpo simplesmente conta os dias e anda de acordo com os ciclos . 

Ele não sabe mais do que isto. Ele não está trabalhando como foi projetado.Alguns dos antigos realmente tiveram vidas duas a três vezes mais longas do que as nossas. Isto depende de onde eles estavam e de quanta “quantiosidade” haviam perdido. Mas saibam disto: todos os processos de extensão de vida que estão sendo desenvolvidos neste planeta e que poderão ser bem sucedidos têm uma coisa em comum;o aumento dos sinais para o DNA voltar a um estado mais quântico;chamamos isto de “ativação do DNA”.


Consciência quântica é aquela que é “una com tudo” e que saberia se as células estivessem enlouquecendo e um crescimento inapropriado estivesse ameaçando a saúde. Mas o nosso sistema imunológico não nos alertaria. 
Alguma coisa não está funcionando direito, mas nós crescemos nesta realidade, então nos é difícil perceber a lógica disso; metaforicamente é o mesmo que ficássemos muito tempo de cabeça para baixo e aos poucos acharíamos aquilo normal e nos recusaríamos a aceitar que poderia ser diferente. Com o tempo, todo mundo passaria a viver de cabeça para baixo e morreria de fome, tendo esquecido como andar. 
O pensamento desenvolveria a ideia de que “caminhar é algo que só os mestres sabem fazer”, ou algo assim. Portanto, ninguém andaria mais. Este é simplesmente o modo em que a realidade Humana se desenvolve ao longo do tempo, e é isto que estamos desafiando diariamente, nesta nova energia.
Quando os nervos da nossa medula espinal são cortados, existe uma química que corre para aquela área e os impede de crescer e se unir novamente. Sabiam disto? Este  processo é conhecido pela ciência e tem até um nome. É justamente o contrário do que nós queremos, e parece contrário à lógica de como o corpo deveria funcionar. Estrelas do mar conseguem que um braço seu cresça novamente, e nós não.  Tudo isto porque o “programa” que cria os genes não está funcionando como projetado.
Mas costumava funcionar… Deixem-me levá-los de volta ao começo.
Post relacionado;ets-e-a-guerra-espiritual-nos-ceus

OS GREYS E A GENÉTICA HUMANA

Os Greys sofrem de uma doença degenerativa que causa a progeria, que significa velhice. Os principais características são: envelhecimento precoce, estrutura corpórea baixa, calvície, fontanela grande, lábios finos, lóbulo do pavilhão pequeno, sensibilidade ao sol e órgãos genitais não desenvolvidos.

O que isso quer dizer? Qual a relação com os Greys e nós seres humanos? Os casos de progeria são em média 1 a cada 8 milhões de pessoas no planeta, então imagine quantos casos existem.

O Greys estão na Terra por uma intenção única retirar genética humana para manter sua civilização, que está em fase de extinção, causada pelo uso indiscriminado da clonagem humana e o resultado da clonagem nós já sabemos qual é: o envelhecimento e enfraquecimento do genes.

Os Greys sofrem de progeria, uma doença degenerativa que causa o envelhecimento precoce. Mas se  olharmos bem para a foto do menino e de um Grey  notaremos que são quase iguais. Esse fato é que os Greys usam a clonagem para se reproduzirem, por não terem reprodução parecida com o seres humanos usando mulheres e homens férteis para a absorção de sêmen e barrigas de aluguel, para seus corpos.

O resultado é a progeria, desenvolvendo-­se muito rapidamente e alastrando-se em nosso planeta, bem como nós seres humanos,que também estamos desenvolvendo a progeria. O envelhecimento é um sinal de que usamos clonagem humana e que talvez as pessoas nem sabem que podem ser clones de humanoides, criados por eles. A doença só atinge pessoas que foram clonadas por Greys, mas nem todas estão livres de receberem mudanças genéticas.
Para entender os objetivos desses seres, temos que examinar a história galáctica, de civilizações que já foram vítimas dos Grays e dos Reptilianos. Planetas com atmosfera e clima ameno, propícios para o desenvolvimento de vida na terceira dimensão, são raros na galáxia. Para seres que não almejam nada mais do que a vida material na terceira dimensão, a Terra é um paraíso invejado. 

A destruição que provocamos com nossas guerras, o desrespeito contínuo com a natureza e a nossa vida, cada vez mais baseada no materialismo, deu origem a esse ambiente negativo, que só pode mudar com o aumento do nível de consciência humano.. Esse clima despertou o interesse de um grupo cobiçoso desses povos (Grays e Reptilianos). Os Reptilianos são mais práticos e guerreiros e, como já possuem uma carga genética privilegiada, têm interesse no nosso planeta apenas como habitat para seu povo. 

Isso significaria uma dominação pela força, escravização ou eliminação da população humana e posterior colonização por seres de sua raça. Os Grays, segundo os guias galácticos, possuem corpos com uma carga genética de qualidade inferior, se comparada a dos humanos; não possuem aparelho reprodutor e só se multiplicam por meio de clonagem genética e também não têm aparelho digestivo eficaz, alimentando-se por absorção cutânea.

A estratégia dos Grays, com base na história dos planetas colonizados  que já foram suas vítimas, é a de controle mental, tanto dos nossos governantes, quanto das massas. Conjuntamente, iniciam um processo de hibridização da população, com alteração do seu perfil genético e finalmente, quando chega o momento, dominam todo o planeta, escravizando os humanos e transformando a população humana em híbridos Tall Grays.



UMA PARTE DESCONHECIDA DA HISTÓRIA-Por Alex Collier
Em 20 de fevereiro de 1954, uma delegação de “observadores” de raças extraterrestres se reuniu com a administração Eisenhower, em uma tentativa vã de chegar a um acordo sobre o programa de armas termonucleares dos EUA. 

O principal obstáculo, que impediu a concretização de qualquer combinação entre as duas partes, foi que essas raças extraterrestres não estavam dispostas a fornecer tecnologias que pudessem ser utilizadas pelos militares americanos. A oposição sistemática desse grupo, em realizar acordos militares com os humanos, mostra que existem várias raças extraterrestres que não se envolveram com nosso belicismo usual. 

Este grupo de observadores extraterrestres é formado sobretudo por “humanos” e podem facilmente se integrar à nossa sociedade, tornando-se indistinguíveis do resto da humanidade.

Esas raças são descritas como oriundas de vários sistemas estelares, como Lyra, Pleiades, Sirius, Procyon, Tau Ceti, Ummo, Andromeda e Arcturus, e emprestaram alguma parte do seu material genético para a formação da humanidade na Terra. 
De acordo com Alex Collier, um total de 22 raças extraterrestres têm fornecido material genético para a “experiência humana”. Essas incluem Reptilianos, Grays, Anunnaki, bem como as diversas raças desse grupo observador que Collier descreve como “benevolentes”: 
“Nós, como um produto de manipulação genética extraterrestre, somos possuidores de um vasto patrimônio genético, constituído por diversos bancos de memória racial, composta por pelo menos 22 raças diferentes. Por causa de nossa herança genética, e porque temos ligação com nosso espírito (eu superior), as raças extraterrestres benevolentes realmente tendem a nos ver como “isentos”.


Como resultado desta ligação genética, os extraterrestres deste grupo observador, vêem a humanidade da mesma forma que um pai protetor vê um filho adolescente, vivendo em um ambiente perigoso. Os interesses vitais das raças dessa categoria são garantir que a humanidade global evolua de forma responsável, sem pôr em perigo tanto a si mesmo, como a comunidade galáctica, da qual faz parte. 

Existem dois segmentos, nesse grupo de extraterrestres. O primeiro segmento é composto por “extraterrestres” que historicamente habitam moradias subterrâneas na Terra; são descritos como restos de uma civilização antiga, que seguiu um caminho evolutivo separado da humanidade da superfície. O segundo segmento é formado por extraterrestres tão semelhantes conosco em sua carga genética, que alguns deles poderiam facilmente se misturar com o resto da humanidade, sem serem facilmente identificados.
A LIMITAÇÃO DOS CHACRAS PELO DNA EXTRATERRESTRE GREY


O que acontece é que o homem usa dois chakras: o básico e o sexual, porque foram “dificultados” os acessos  ao resto dos outros chakras, que vão do umbigo para cima e são 12 ao todo, mas 5 são os principais relacionados ao corpo físico. 

Quando os Greys chegaram na Terra, eles já influenciaram o ser humano usando as religiões e a crença de um deus invisível, para criar medo e desinformação, principalmente quanto aos Anunnakis/Elohim. Na verdade, eles fizeram as religiões e criaram o mito do deus onipotente e onipresente, criando uma forma de prisão carnal de nossa espiritualidade;nós fomos aprisionados em uma forma de escravidão carnal. Como assim? 


O sexo e a sobrevivência estão relacionados a esses dois chakras básicos; Eles desenvolveram o medo e o carater obsceno do sexo  para nos manter controlados, pois o uso desses dois chakras nos mantém  em um tipo de controle hipnótico. Não percebemos a realidade de forma completa e nem conseguimos perceber o controle sobre nossa mente e esse controle nos mantém usando mentiras e razões criadas por nós e regras criadas pelas próprias religiões, com o interesse de homens e não “deuses”. Até mesmo o modo de interpretar as palavras dos profetas foram usadas para enganar as pessoas.


Os Greys usam materiais genéticos para a sobrevivência da espécie deles, usando corpos humanos ou clonando-os , até mesmo usando corpos clonados em posições estratégicas em governos, principalmente o governo americano, que já fez contratos com eles para troca de material genético por armas e poderio tecnológico, a maioria de nós já sabe, mas o que você não sabemos ainda é que os Greys usam a transferência de genética para a sobrevivência deles; na realidade, somos  matéria ­prima genética e assim, nessa troca nos tornamos parte deles. Os que são abduzidos, são geneticamente modificados por eles para que sejam como eles, pois isso nos torna fáceis de controlar;já  quem tem a consciência aberta(despertos) onde predomina a espiritualidade, quebra o bloqueio, o que  nos conduz á liberdade da Matrix imposta por eles.



OS ANNUNAKIS E A GENÉTICA
Falar que os Anunnakis vieram aqui para escravizar é só uma parte da história .È um erro desqualificar a civilização Suméria que os chamou de Anunnakis pois o nome diz:” os deuses que vieram dos céus”, pois quem nos ensinou a tecnologia das rodas, cidades- estados, indústrias, leis civis, escrita, matemática, astrologia, astronomia, medicina e tantas outras coisas  que foram dadas pelos “deuses”, e eles dizem isso em seus vastos textos em argila; desconfiar deles é o mesmo que riscar a história ou até mesmo a capacidade humana de interpretar.
A pior falácia é dos escribas e fariseus, que reinterpretaram os textos sumérios de forma tendenciosa e adaptando o termo Anunnaki para “Deus” na Bíblia sagrada. 
Esse foi o pior dos piores enganos e falsidades já descritas pelo povo hebreu, uma mentira tão grande que se torna um erro irrepreensível, chamar os Anunnakis de Deus; na verdade todo o processo foi enganoso, para criar a confusão. 
Hoje sabemos que a Bíblia nada mais é do que relatos descritos das tábuas sumérias da vinda dos deuses Anunnakis, incrementadas com lendas e manipulações de medo, pecado, conceito falso de céu e inferno.
São apenas algumas pérolas que não são muito bem explicadas e nos mostram que os escribas que escreveram a Bíblia esqueceram  que um dia ,as verdadeiras tábuas de argila de onde foram retiradas as supostas mensagens do Gênesis seriam palavras Anunnakis.  Mas a mentira tem sido escondida por milênios através de patronos , escribas velhos e por pessoas com interesses governamentais e religiosos de manipulação e controle   por longas datas, mas a custa de morte de pessoas para esconder a verdadeira história da humanidade.


VOCE CONHECE A REVOLUÇÃO RAËLIANA?-cuidado com manipulações
Claude Vorhillon afirma que no dia 13 de dezembro de 1973 ele contatou um ÓVNI pilotado pelo Elohim (identificado com os Annunaki) e recebeu uma revelação sobre humanidade. Em uma revelação muito parecida com a Cientologia de Hubbard para ser coincidência, ele soube que o homem era o produto geneticamente criado de experimentação alienígena. Vorhillon mudou o nome dele então para Raël e batizou sua fé nova de Revolução Raëliana
A igreja dele alega ter 55,000 membros em 84 países. Raël reivindica que o Elohim (Annunaki) lhe falou em 1973, “Nós éramos aqueles que fizeram toda a vida na Terra, você nos confundiu com deuses; nós estávamos na origem de suas religiões principais”.
À primeira vista pareceria que esta fé é independente de Sitchin(Ver primeiro post da série)  porque foi fundada antes do Décimo Segundo Planeta debutar. Porém, uma leitura mais íntima da literatura Raëliana, mostra que o primeiro livro Raëliano não foi publicado antes de 1976, o ano dos livros de Sitchin; e o culto decolou no começo dos anos 80. Só então os Raelianos começam a acrescentar engenharia genética às suas doutrinas de fé. 
Desta forma, aparentemente a crença Raël era originalmente um culto UFO/von Däniken que assumiu as decorações genéticas e Annunaki (Elohim) depois que Sitchin  fez suas “descobertas”. Sitchin é citado no website Raëliano. Até mesmo se Raël chegou às idéias dele em 1973, ele poderia tê-las obtido de sugestões nos trabalhos anteriores de Däniken que Sitchin desenvolveu em suas teorias. Em resumo, as crenças Raëlianas se originam claramente do movimento de deuses astronautas dos anos sessenta combinado com o movimento ÓVNI simultâneo. 
SAIBA QUEM SÃO OS RAELIANOS-
Reportagem- FolhaOnline-Ciência

O movimento raeliano foi fundado em 1975 pelo ex-jornalista esportivo francês Claude Vorilhon, auto-denominado Rael.Ele afirma ter sido abduzido por extraterrestres na década de 70 e, após a experiência, teria se transformado em um messias. 

As criaturas, nomeadas por ele de “elohim” (palavra hebraica que significa Deus), seriam os criadores de todas as formas de vida existentes noplaneta.Os elohim confiaram a Rael a missão de construir uma “embaixada” na Terra para recebê-los. Para isso, ele fundou uma “religião ateísta”, com um conselho científico, sacerdotes e adeptos.Rael prega que a humanidade pode atingir a imortalidade por meio da clonagem. Também professa a “meditação sensual”, que “permite aos praticantes alcançar o orgasmo cósmico”, a hierarquia entre as raças humanas e a “eugenia”, ou melhoramento pela manipulação genética.

Para o sociólogo francês Frédéric Lenoir, o movimento “não se trata de uma seita mortal, porque seu objetivo não é a destruição da pessoa, mas é perigosa por sua ideologia, principalmente por causa da eliminação, pelas manipulações genéticas, das raças consideradas inferiores”. 

O movimento raeliano afirma ter 55 mil membros espalhados em 84 países, inclusive no Brasil. A maioria está no Canadá, nos Estados Unidos, na Suíça e na França.Os raelianos lançaram, em 1997, a empresa Clonaid, nas Bahamas, para oferecer o serviço de clonagem a quem puder pagar US$ 200 mil. A empresa afirma ter independência financeira em relação ao movimento.

A Clonaid é dirigida pela química Brigitte Boisselier, 46. Na época do lançamento da empresa, ela disse que utilizaria a mesma técnica (fusão de célula adulta com óvulo desnucleado) empregada para criar a ovelha Dolly.Segundo Rael, se a Clonaid foi mais rápida que suas concorrentes, “isto se deve a centenas de mulheres raelianas que se apresentaram como voluntárias para serem mães de aluguel”.

Atualmente, mil pessoas teriam pedido à empresa para serem clonadas, embora a Clonaid assegure que reserva suas técnicas para casais estéreis, homossexuais ou para doentes terminais.

Leia mais para tirar mais conclusões;

(nota do blog; É importante não confundir os diferentes conceitos de “clonagem” .Na comunidade científica , clonagem refere-se à criação de  indivíduos geneticamente idênticos . Note que isto não significa que o indivíduo é mentalmente idêntico ; Este tipo de clonagem não reproduz as memórias , nem a experiência de uma pessoa. 
No mundo Raeliano ,a clonagem é um conceito que normalmente se refere não só à clonagem puramente biológica , mas também para a “transferência da mente “, afim de criar diretamente clones adultos.Para quem está acompanhando a série, leia a parte 2,onde nos referimos á esse assunto.

De qualquer forma, os raelianos constituíram um grupo religioso que se apóia na teoria extraterrestre e no DNA para criar uma seita religiosa, onde temos um líder que dita regras, postulados e conduz pessoas incautas e desinformadas,tem teorias separatistas e bastante elitistas e costuma confundir as pessoas que estão interessadas em saber mais sobre o assunto, com teorias falsas e mal embasadas. 

É um movimento que está crescendo em vários países e visa mais manipulação, dominação e ignorância.Muitos países como o Canadá e a França, já atestaram a periculosidade do movimento.Por isso, fica o aviso aqui para os mais desavisados, para prestarem atenção sempre nas informações e pesquisarem, antes de apóiarem ou se afiliarem á determinados movimentos,buscando informações/vivências extraterrestres).

 **********************************************************************

CONCLUSÃO NOTA DO BLOG

Todo conhecimento depende do estudo, da forma como nós vemos a realidade, qual é o conhecimento. Não é só ler livros de história ou de matemática, é pensar e não aceitar uma explicação só como definitiva. 

Existem verdades e mentiras, não sabemos como saber, mas existe um processo que nos foi dado quando criaram o ser humano: a intuição. Através dela podemos criar e pensar, sem precisar de comprovações científicas. Então, se esperarmos o homem descobrir a verdade sobre tudo estaremos perdidos, e se depender de que o homem comprove toda a verdade do universo não evoluiremos e ficaremos dependente das comprovações científicas.

Os Cientistas estão muito atrasados, pois usam somente a lógica como parâmetro de avaliação de uma determinada realidade;um exemplo: quando o homem acreditava que o nosso Sol girava ao redor da Terra, as pessoas acreditavam nisso como uma realidade, um fato, mas quando um homem determinou que a Terra girava ao redor do Sol, toda aquela realidade absolutista de que a Terra era o centro do universo desmoronou e a realidade absolutista caiu . A religião é uma forma de manter as pessoas em processo de ignorância e elevando a contaminação Grey para níveis absurdos. 

O que as pessoas ainda estão discutindo é se existe ou não extraterrestres, mas a contaminação só aumenta e as pessoas não despertas,estão cada vez mais ignorantes. Mas muitos preferem procurar informações por eles mesmos, porque a Ciência é letárgica, apesar das descobertas do genoma; que genes são passados “geneticamente” para os seres,explicaria de onde veio a matriz que nos deu esse gene? 

Então, quem estuda genética pode perceber que não seria possível sem um transmissor, a menos que o genes tenha vindo de fora do planeta.É engraçado tentar explicar isso para um cético, pois a mente não consegue analisar que um gene não aparece do nada no ser humano. Existem interações que se fecham em apenas um animal na Terra:­ o ser humano. Então ,falar que o ser humano não foi geneticamente modificado, é o mesmo que destruir toda a ciência humana e nos chamar de burros e malucos.

EQUIPE DA “LUZ É INVENCÍVEL”


Bibliografia para consulta
1-Sequenciando o Genoma Humano
 Lygia da Veiga Pereira
2-O Projeto Genoma Humano
 Mônica Teixeira
3-Ètica e Direito na Manipulação do Genoma Humano
 Matilde Caroni Conti
4-La Conquista del Genoma Humano
 Kevin Davies
5-Genética Médica-Tompson&Tompson
 Robert Nussbaum
6-Avanços da Biologia Celular e da Genética
 Sean Carroll
7-Genética e Evolução Humana
Clàudio Cunha
8-Genética-Um Enfoque Conceitual
Benjamin Pierce
9-Eram os deuses astronautas?
 Erick Von Daniken
10-Extraterrestrials,UFO,NASA, CIA, Aliens mind
Jean Maximillien de la Croix
11-Genética Molecular Humana
Jack Pasternak
12-O Décimo segundo Planeta
 Zecharia Sitchin
13-O DNA do espírito e os extraterrestres
Domingos Iezzi
14-There Were Giants Upon The Earth-DNA Alien
Zecharia Sitchin
15-Urantia Book
16-Terra-Laboratório Biológico Extraterrestre
Marco Antonio Petit de Castro
Caso você deseje pode baixar um arquivo com toda a série em formato PDF na nossa Biblioteca Virtual.
Divulgação: A Luz é Invencível
A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar links que não estejam ligados ao texto postado.Pedimos a compreensão de todos, e para qualquer dúvida, temos nossa caixa de sugestões onde todos podem livremente fazer suas colocações que serão arquivadas para consultas posteriores.
Nós agradecemos a compreensão de voces.
Equipe da “Luz é Invencível”

************************************************************************

A COMPLEXIDADE DO GENOMA HUMANO - PARTE 1


Em 1990, surgiu o Projeto Genoma Humano que tinha a finalidade de identificar no prazo de até o ano de 2005, cada um dos 100 mil genes através de um processo chamado...


 mapeamento genético humanoEsse mapeamento, consiste em registrar cada um dos genes do cromossomo, determinar a ordem dos nucleotídios e sua função. As vantagens desse trabalho estão no fato da identificação da cura e da causa de muitas doenças como a obesidade, o diabetes e o hipertensão, o que será de grande benefício para a humanidade que, até então, não alcançou tal proeza. 

Mas por outro lado, existem desvantagens (éticas e morais), pois o uso indevido do Projeto, pode fazer com que as pessoas percam sua individualidade, tornem-se vulneráveis e propícias a  um “descarte”numa entrevista de trabalho, por exemplo, devido ao fato de que, por um simples exame, possa-se detectar uma má reprodução da célula e um futuro câncer, que dificultará sua admissão no emprego.

O conhecimento do código genético do ser humano pode ofertar um trunfo a certas pessoas, que poderia se usado de forma indevida e resultar não só em sérios problemas éticos e morais, mas poderia ser responsável pela dizimação da raça humana.

Nesta nova série, pretendemos colocar questões tanto biológicas, quanto científicas e éticas e tentar traçar um paralelo com essas mudanças planetárias as quais estamos sujeitos nesta mudança de paradigmas, usando uma linguagem mais simplificada, não deixando de informar de forma acadêmica compreensível para todos e abordando partes importantes deste assunto que diz respeito á todos nós, pois sabemos que somos uma mistura genética incrivelmente diversificada, pois temos genes de várias raças do Cosmos que por aqui estiveram, sem contar as experiências genéticas á que fomos submetidos.

Somos um cadinho de raças galáctico que, só agora, começa a ter conhecimento do seu imenso potencial, da sua verdadeira estrutura biológica e nosso futuro  depende desse conhecimento,que pode nos levar á uma incrível evolução, ou um perigo para a nossa raça.No que vamos apostar?

Post relacionadolembre-se-do-que-como-e-porque-voce-esta-aqui-aa-metatron-e-a-dimensao



Conceito


O Projeto Genoma Humano (Human Genome Project, HGP) é uma das maiores façanhas da história da humanidade. Ele é traduzido como um esforço da pesquisa internacional para sequenciar e mapear todos os genes dos seres humanos, que no seu conjunto é conhecido como genoma. 

Integrado ao HGP, esforços semelhantes vêm sendo empregados para a caracterização de genomas de vários outros organismos, uma vez que a maioria dos organismos vivos apresenta muitos genes que são similares ou homólogos, ou seja, com funções semelhantes. A identificação das sequências e das funções dos genes destes organismos se traduz no potencial para explicar a homologia dos genes nos seres humanos, portanto podendo ser usados como modelo animal na pesquisa biomédica.

O sequenciamento de nosso genoma representa um passo essencial no entendimento da biologia humana e no planejamento racional de pesquisas biomédicas. Contudo, é importante notar que o sequenciamento de um dado genoma é apenas uma parte de um complexo quebra-cabeças. A informação genética deve ser usada como um “mapa”, a partir do qual começamos a compreender a base das doenças e a importância da variação genética através da análise da complexidade e do comportamento das regiões reguladoras, genes e proteínas, funções gênicas e sistemas celulares.

O genoma humano é um conjunto de instruções necessárias para formar um ser humano. Essas informações estão no DNA, uma longa molécula em formato de hélice distribuídas em 23 pares de cromossomos, que carregam os genes compostos por quatro elementos básicos: adenina, timina, citosina, guanina.

Os núcleos de meio milhão de células humanas poderiam caber todos dentro de uma única semente de papoula; embora cada um deles abrigue um mecanismo genômico incrivelmente vasto, pelo menos do ponto de vista molecular.Cada núcleo tem bilhões de componentes, ou peças; muitas delas utilizadas para ativar e silenciar genes — um sistema que permite a especialização de células individuais como células cerebrais, cardíacas e cerca de outros 200 tipos diferentes.Além disso, o genoma de cada célula é um “twitter com milhões de peças móveis” que se deslocam em massa por todo o núcleo, prendendo-se aqui e ali para ajustar o programa genético. De vez em quando, a própria máquina genômica se replica.

VOCÊ SABIA?

“Estique todos os genomas em todos os trilhões de células de seu corpo e você teria a distância equivalente a 50 viagens de ida e volta ao Sol”, compara Tom Misteli, chefe de biologia celular do grupo de genomas no Instituto Nacional do Câncer, em Bethesda, Maryland.Desde 1953, quando James Watson e Francis Crick revelaram a estrutura do DNA, pesquisadores fizeram progressos espetaculares em soletrar, ou decifrar, essas letras gênicas.

Mas esse modo de ver esse magnífico sistema de armazenamento de informações não revela quase nada sobre o que faz com que genes específicos se liguem ou desliguem em momentos distintos, em diferentes tipos de tecidos, e em períodos diferenciados do dia ou da vida de uma pessoa. Para desvendar esses processos, precisamos entender como essas letras gênicas se espiralam, enrolam, dobram em laçadas, agregam em domínios e glóbulos coletivamente; e, de modo geral, presumir uma arquitetura que abrange todo o núcleo.

“A beleza do DNA fez as pessoas se esquecerem das estruturas de escalas mais abrangentes do genoma”, sintetizou Job Dekker, um biólogo molecular da Faculdade de Medicina da University of Massachusetts em Worcester, que construiu algumas das ferramentas mais significativas para desvendar a geometria genômica.

“Agora estamos voltando para estudar a estrutura do genoma porque nos demos conta de que a arquitetura tridimensional do DNA nos dirá como as células de fato usam as informações. Tudo no genoma só faz sentido em 3-D”.


UMA LONGA JORNADA NO TEMPO

As primeiras tentativas de compreensão dos fenômenos biológicos são provavelmente tão antigas quanto a linguagem e o pensamento consciente. Desde os primórdios temos tentado compreender nossas origens, buscando influenciar a dinâmica da vida, das doenças e da morte.

Embora tenham ocorrido descobertas dramáticas nessa área, particularmente nos últimos 50 anos, nos últimos três anos, presenciamos um salto significativo em tecnologias da pesquisa biológica, principalmente no que se refere aos progressos na área de sequenciamento genômico.

A tecnologia de sequenciamento automático de DNA utilizando raios laser (uma técnica que permite um acúmulo rápido de informação genética, gerando um rascunho genético de um dado organismo), tem modificado fundamentalmente o nosso conhecimento de biologia e de muitas áreas associadas. A implementação do sequenciamento de DNA em larga escala permitiu a realização de um dos feitos científicos mais importantes da humanidade: o sequenciamento do genoma humano.

A análise mais minuciosa e detalhada da máquina genômica levou tempo para se consolidar.Em meados do século 17, o microscopista britânico pioneiro Robert Hooke inventou a palavra cell, ou célula, como resultado de suas observações de uma fina fatia de cortiça. Os pequenos compartimentos que viu, o fizeram lembrar-se dos apertados cômodos de monges — suas celas.Em 1710,Antonie van Leeuwenhoek  detectou minúsculos compartimentos no interior de células; mas foi o botânico escocês Robert Brown, descobridor do famoso movimento browniano, que cunhou a palavra nucleus, ou núcleo, para descrever esses compartimentos no início da década de 1830.

Meio século depois, em 1888, o anatomista alemão Heinrich Wilhelm Gottfried von Waldeyer-Hartz olhou por seu microscópio e decidiu usar a palavra cromossomo, que quer dizer “corpo colorido”, para os diminutos filamentos  de corantes que ele e outros podiam ver dentro de núcleos com auxílio dos melhores microscópios da época.

Durante o século 20, biólogos descobriram que o DNA em cromossomos, e não os seus componentes proteicos, são a encarnação molecular de informação genética. A soma total do DNA contido nos 23 pares de cromossomas é o Genoma.Mas, como esses cromossomos se combinavam, continuou sendo em grande parte um mistério.

A ORQUESTRA DO GENOMA

Arqueólogos genômicos como Dekker inventaram e aplicaram técnicas de “escavação molecular” para descobrir a arquitetura do genoma, na esperança de finalmente discernirem como toda essa estrutura ajuda a orquestrar a vida na Terra.

Ao longo da última década mais ou menos, eles têm exposto uma “hierarquia aninhada” de motivos estruturais em genomas que são tão elementares para a identidade e atividade de cada célula como a própria dupla hélice.

O objetivo do Projeto Genoma Humano (PGH) era descobrir como essas substâncias químicas estão organizadas na longa fita retorcida do DNA; Então, no início da década de 90, Katherine Cullen e uma equipe da Vanderbilt University(?) desenvolveram um método para fundir artificialmente pedaços de DNA que estão próximos no núcleo.

Essa façanha  permitiu analisar a estrutura ultra- dobrada (comprimida) do DNA ao simplesmente ler sua sequência.

Essa abordagem foi sendo aprimorada ao longo dos anos e, uma de suas interações mais recentes, chamada Hi-C, possibilita mapear a dobradura de genomas inteiros.


COMO OS CROMOSSOMOS SE ENROLAM PARA FORMAR A CADEIA DE DNA
Esses códigos são escritos em Cromatina, a mistura de DNA e proteínas que compõe os cromossomos. A Cromatina é construída quando o DNA se enrola ao redor de milhões de estruturas proteicas parecidas com carretéis, chamadas nucleossomos. (Esse enrolamento é a razão por que dois metros de DNA podem se comprimir dentro de núcleos com diâmetros de apenas um tricentésimo de milésimo de largura.)Um grande elenco de “jogadores biomoleculares” refina diferentes faixas dessa contorcida Cromatina em formas mais fechadas ou abertas. A imagem  cada vez mais detalhada do genoma, que pesquisadores como Dekker, Misteli, Aiden e seus colegas têm construído funciona mais ou menos da seguinte forma:“Nucleotídeos se reúnem na famosa dupla hélice do DNA. A hélice se enrola em nucleossomos para formar cromatina, que por sua vez se enrola e enrola em formações similares ao  que você obtém quando fica torcendo as duas extremidades de uma corda. Em meio a tudo isso, a cromatina se isola ou desvia aqui e ali em milhares de laçadas, ou meandros. Essas voltas, tanto no mesmo cromossomo como em cromossomos diferentes, se engajam mútuamente em subcompartimentos.”
Fontes;Revista Scientific American-12 de março de 2015.
Pesquisas da SimonsFoundation.org, cuja missão é melhorar a compreensão pública de ciência ao cobrir desenvolvimentos e tendências de pesquisa em matemática , nas ciências físicas e da vida.
Laboratório de Genética Humana;Departamento de Genética/IOC/FIOCRUZ


ALGUMAS PERSPECTIVAS FUTURAS
A convergência de dados bioquímicos, de imagem, neuroanatômicos, psicofarmacológicos, clínicos e genéticos, permite prever que estaremos muito próximos de uma melhor compreensão das bases biológicas do Genoma. O que podemos esperar no campo da genética nos próximos 15 a 20 anos? Embora todas as possibilidades estejam um pouco distantes para serem discutidas aqui, alguns pontos parecem ser relativamente certos:
1-Uma lista satisfatória dos produtos dos genes humanos poderá fornecer um vasto conjunto de medicamentos potenciais similares a proteínas humanas (tal como insulina, interferons e hormônios de crescimento);2-Os futuros cadastros de dados médicos deverão incluir uma grande quantidade de dados genéticos e, eventualmente, o genoma completo da pessoa, associado a uma longa lista de polimorfismos que possam ser usados para prever resposta a determinadas drogas, a substâncias químicas e ambientais, juntamente com a predisposição do indivíduo;3- A compreensão das bases genéticas de doenças complexas irá permitir o desenvolvimento de estratégias de prevenção para impedir o estabelecimento da patologia e o desenvolvimento de drogas para um tratamento mais eficiente;4- Empresas de farmacogenômica irão desenvolver, utilizando a individualidade genética, uma medicina personalizada na qual drogas serão geradas para atender às necessidades específicas dos indivíduos. A disponibilidade destes avanços terá um enorme impacto na pesquisa do Genoma.
FONTE DAS PESQUISAS;Laboratório de Neurociências (LIM27), Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq).  
A VARIAÇÃO GENÉTICA MAPEADA PELO GENOMA-A QUESTÃO RACIAL
“Um dos mais importantes achados do Projeto Genoma Humano foi a determinação da diversidade de DNA existente entre diferentes indivíduos. 

Cada pessoa que já existiu no planeta – com exceção de gêmeos idênticos – possui um genoma único e, embora quaisquer dois genomas sejam ~99,9% idênticos, isso ainda deixa milhões de diferenças entre os 3,2 bilhões de pares de bases de nucleotídeos que compõem o genoma. 

O nível de identidade entre dois genomas é aproximadamente o mesmo, independentemente da origem étnica dos indivíduos. As diferenças genéticas que existem entre duas pessoas brancas de origem européia, ou entre um europeu branco e um asiático, é a mesma. Isso é válido para qualquer etnia e aniquila o conceito de raça”.


Não faz muito tempo, um comentarista de TV a cabo disse, confiante, que certas doenças e certas qualidades são geneticamente determinadas pela raça.

Nos últimos 30 anos, este é o consenso entre os geneticistas: os homens são todos iguais ou, podemos dizer, os homens são igualmente diferentes. 

O mesmo não se dá com os animais. Tomemos o exemplo dos cães. Todos sabemos que há várias raças da espécie canina. Elas são bem diferentes entre si, tanto na aparência quanto no comportamento: há raças maiores e menores, compridas e curtas, inteligentes e obtusas, dóceis e agitadas. Qualquer um saberá dizer, de longe, qual é o bassê e qual é o dog alemão. Pois bem, o que faz o bassê e o dog alemão serem de raças diferentes é que bassês se parecem mais com bassês, do ponto de vista da genética, do que com dogs alemães. Reúna um grupo de bassês: haverá animais mais compridos que outros, mais altos que outros, com focinhos mais pontudos que outros. Mas a variabilidade entre bassês será sempre menor do que entre bassês e dogs alemães.


Com homens, isso não acontece, e é isso a nossa beleza, a nossa riqueza, a nossa sorte. Consideremos dois grupos; O primeiro ,com aqueles que o senso comum diz serem da “raça” negra: homens de cor preta, nariz achatado e cabelo pixaim. O segundo, com aqueles que o mesmo senso comum diz serem da “raça” branca: homens de cor branca, nariz afilado e cabelos lisos. 

Desde 1972, a partir dos estudos de Richard Lewontin, geneticista de Harvard, o que a ciência diz, é que as diferenças entre indivíduos de um mesmo grupo serão sempre maiores do que as diferenças entre os dois grupos, considerados em seu conjunto. No grupo de negros haverá indivíduos altos, baixos, inteligentes, menos inteligentes, destros, canhotos, com propensão a doenças cardíacas, com proteção genética contra o câncer, com propensão genética ao câncer etc. No grupo de brancos, igualmente, haverá indivíduos altos, baixos, inteligentes, menos inteligentes, destros, canhotos, com propensão a doenças cardíacas, com proteção genética contra o câncer, com propensão genética ao câncer etc. 

A única coisa que vai variar entre os dois grupos é a cor da pele, o formato do nariz e a textura do cabelo, isso porque os dois grupos já foram selecionados a partir dessas diferenças. Em tudo o mais, os dois grupos são iguais. Na comparação com os cães, dois bassês são geneticamente mais homogêneos do que um bassê e um dog alemão e, por isso, formam duas raças distintas. Com os homens, isso não acontece.

O genoma humano é composto de 25 mil genes. As diferenças mais aparentes (cor da pele, textura dos cabelos, formato do nariz) são determinadas por um conjunto de genes insignificantemente pequenos, que perfazem uma fração insignificantemente pequena se comparado à de todos os genes humanos. 

Para ser exato, as diferenças entre um branco nórdico e um preto africano compreendem apenas uma fração de cerca de 0,005% do genoma humanoPor essa razão, a imensa maioria dos geneticistas é categórica: no que diz respeito aos homens, a genética não autoriza falar em raças. 

Segundo o geneticista Craig Venter, o primeiro a descrever a seqüência do genoma humano, “raça é um conceito social, não um conceito científico”.Uma fonte de confusão, são estudos freqüentemente divulgados em que se diz que uma doença é mais comum entre negros ou entre brancos, ou entre amarelos. Isso nada tem a ver com raça, mas com grupos populacionais, que se casam mais freqüentemente entre si. Seria preciso que os genes que determinam a cor da pele também determinassem essa ou aquela doença para se relacionar “raça” e a “doença”, e isso não existe. A ciência já mostrou que a associação entre raça e doença não passa de um mito, como disse o geneticista Antônio Solé­Cava, da UFRJ. Por exemplo, o caso da anemia falciforme entre negros. 

Sabe-­se hoje que quem tem essa doença é também mais resistente à malária. Não à toa, o gene da anemia falciforme é mais freqüente em algumas áreas da África, onde a presença do mosquito transmissor da malária é maior, fato determinado pela seleção natural. Nas outras regiões da África, o gene da anemia falciforme é raro. Assim, não se pode dizer que todo negro tem uma maior probabilidade de ter este  gene: apenas aqueles, mesmo assim nem todos, com antepassados vindos de certas regiões onde o mosquito transmissor era numeroso. Além disso,se os negros oriundos daquelas regiões têm mais freqüentemente o gene da anemia falciforme (ou de qualquer outra doença), isso não torna o gene exclusivo desse aquele grupo. Isso vale para qualquer doença, para qualquer grupo. Tão logo o indivíduo portador de certo gene se case com outro que não tenha o gene, o filho dessa união poderá vir a herdá-­lo. No caso de um negro e uma branca: se o filho herdar uma pele mais clara e se casar com uma branca, o filho dessa nova união poderá ser branco e, mesmo assim, herdar o gene. Definitivamente, não existem genes exclusivos de uma determinada cor. Numa sociedade segregada como a americana, talvez seja mais comum que grupos populacionais tenham uma carga genética mais parecida. Em lugares em que a miscigenação predomina, como aqui no Brasil,por exemplo, isso é muito mais improvável.
FONTE:Massachusetts Institute of Technology. “Human Genes: Alternative Splicing Far More Common Than Thought.” ScienceDaily. 2008. Disponível em:www.sciencedaily.com/releases/2008/11/081102134623.htm
A GENÉTICA E A ANCESTRALIDADE

A cor da pele não determina sequer a ancestralidade. Nada garante que um indivíduo negro tenha a maior parte de seus ancestrais vindos da África. Isso é especialmente verdadeiro no Brasil, devido ao alto grau de miscigenação. 
Usando os marcadores moleculares de origem geográfica, ele analisou o patrimônio genético de cidadãos negros de uma cidade  e descobriu que 27% deles tinham uma ancestralidade predominantemente não-­africana, isto é, maior do que 50%. Considerando-­se os brancos de todo o Brasil, descobriu-­se que 87% deles têm ao menos 10% de ancestralidade africana. 
Nos EUA, esse número cai para apenas 11%. Ou seja, no Brasil, há brancos com ancestralidade preponderante africana e negros com ancestralidade preponderante européia. Somos uma mistura totalA crença em raças, porém, não é apenas fruto da ignorância. Volta e meia surge dentro da própria ciência alguém disposto a desafiar o consenso reinante(nota pessoal;abaixo veremos porque, quando entrarmos no assunto da genética extraterrestre) 
É o caso do biólogo britânico Armand Marie Leroi. Em março último, escreveu um explosivo artigo para o “New York Times”, asseverando que raças não sómente existem, como seu conceito é bem-­vindo, já que ajudaria no diagnóstico e tratamento de certas doenças, mito, como vimos, já desfeito. Os argumentos de Leroi são na verdade uma revalidação das antigas crenças dos antropólogos do século XVIII que criaram a noção de raça. Em resposta, dezenas de cientistas escreveram artigos reafirmando as descobertas da genética.(nota pessoal; o racismo está em todo lugar. Entre cientistas, inclusive. Raça será sempre uma construção cultural e ideológica para que uns dominem outros. 
Eu continuo acreditando que o preconceito no Brasil é em relação à pobreza e não à cor da pele. Mas indivíduos que se sentem perseguidos pela cor devem lutar por seus direitos. Não devem, no entanto,sucumbir ao argumento racista de que pertencem a uma raça. Devem dizer que querem os mesmos direitos porque somos todos iguais. Ou igualmente diferentes.)

FONTE:The ENCODE Project Consortium. “An integrated encyclopedia of DNA elements in the human genome.” Nature 2012; 489(7414):57-74.


NOSSOS GENES SÃO EXTRATERRESTRES?

O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes guarda o segredo da origem da espécie humana. O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas estão perplexos com a descoberta de material genético que não pertence ao planeta Terra. 

A descoberta confere um tom a mais de credibilidade às hipóteses da origem humana como resultado de colonização da Terra realizada por viajantes cósmicos, que vieram “dos céus”, como nos relatos mitológicos de culturas antigas de todo o mundo.

Eles acreditam que 97% das chamadas “sequências não-codificadas” do DNA humano correspondem a uma porção de herança genética proveniente de formas de vida extraterrestre.

Essas sequências não-codificadas são comuns a todos os organismos vivos da Terra, do mofo, aos peixes e aos homens. No DNA humano, as sequências constituem grande parte do total do genoma, informa o profº Sam Chang, líder da equipe. Chamadas “junk DNA” (DNA-lixo – porque, a princípio, pareciam não servir para nada), as sequências foram descobertas há anos atrás e sua função permanece um mistério.

O fato é que a maior parte do DNA humano é “extraterrestre”.As sequências foram analisadas por programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos. Com os resultados o profº Chang concluiu que o “DNA-lixo” foi criado por algum tipo “programador alienígena”. Essa parcela de código genético é determinante de atributos, muitas vezes indesejados, como a imunidade de um organismo às drogas anti-câncer. Os cientistas estão admitindo a hipótese de que uma grandiosa forma de vida alienígena está envolvida na criação de novas formas de vida em vários planetas; a Terra é apenas um deles.


Não se sabe com que propósito tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas um projeto científico já concluído, em acompanhamento, uma preparação dos planetas para uma colonização ou ainda, um compromisso de espalhar a vida por todo o universo.Segundo um raciocínio com base em padrões humanos, os “programadores extraterrestres”, provávelmente, trabalham em muitos projetos voltados para a produção de diferentes estruturas biológicas em vários planetas e devem estar tentando soluções para inúmeros problemas.


PROJETO GENOMA & ORIGENS EXTRATERRESTRES DA HUMANIDADEO profº Chang é apenas um dos muitos cientistas que acreditam ter descoberto as origens extraterrestres da Humanidade. Chang explica que o DNA é um programa que consiste em duas “versões” (ou de dois conjuntos de informações): um código master e um código básico. O código master possívelmente não tem origem terrena.
Os genes conhecidos, por si mesmos, não explicam completamente a evolução. Mais cedo ou mais tarde, a humanidade deverá ser informada de que toda a vida na Terra tem um código genético herdado (ou “plantado” por ) de seus “primos” extraterrestres e que a evolução não ocorreu do jeito que se acreditava até então.


Além do material genético, é também possível que os extraterrestres estejam aqui mesmo, acompanhando de perto o desenvolvimento da raça humana e disseminando mais intensamente suas “sementes estelares” (star-seeds). Estes seres, “infiltrados”, que estão sendo chamados de star-people ou star-children, são descritos pelos escritores Brad e Francie Steiger como indivíduos cujas almas deveriam ou poderiam estar encarnadas em mundos de outros sistemas solares, mas que vieram à Terra, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar no processo de evolução da Humanidade.
FONTE:Wells J. The Myth of Junk DNA. Seattle: Discovery Institute Press, 2011.


Zecharia Sitchin , linguista, especialista em escritas antigas, estudou os caracteres cuneiformes e elaborou a hipótese do 10° planeta do sistema solar, chamado Nibiru, com base no conhecimento que resgatou da mitologia Mesopotâmica. O 10° planeta seria a morada dos “mestres” e colonizadores da Terra, viajantes cósmicos: os Anunnaki, que voltam, a cada 3 mil e 600 anos, para as vizinhanças da órbita terrestre.Muitos pesquisadores escreveram livros sobre a “teoria do deuses astronautas”: uma raça de extraterrestres inteligentes que teria visitado e/ou colonizado a Terra em um passado remoto, durante um tempo que foi empregado em “aperfeiçoar” ou manipular a vida e a raça humana, fazendo de um primitivo hominídeo, como o homo erectus, o atual homo sapiens. Um dos argumentos em que se apoia essa ideia é a improbabilidade de surgimento do sapiens de maneira súbita, um processo que fere os princípios do darwinismo ortodoxo; além disso, nos mitos encontrados nas culturas das mais antigas civilizações, existem descrições de eventos protagonizados por “deuses semelhantes a homens”, que aparecem vindos do céu e criam a raça humana “à sua própria imagem e semelhança”.


O homem contemporâneo, em tudo lembra um ser híbrido, uma combinação genética de material extraterrestre com a herança do homo erectus.Antes dos avanços tecnológicos e científicos que permitiram ao homem fazer viagens espaciais e manipular a vida através da engenharia genética, essa teoria da origem extraterrestre da raça humana, não podia ser concebida. Mesmo agora, no século XXI, existem muitas pessoas que consideram essa possibilidade uma fantasia de ficção científica.Entretanto, as mais recentes descobertas no campo da genética entram em choque com as teorias ortodoxas da evolução enquanto a hipótese de uma intervenção de uma espécie inteligente semelhante ao homem vai deixando de ser um mero produto da imaginação. Os mais famosos entre os expoentes da teoria da intervenção de astronautas na antiguidade são o suíço Erich von Daniken (autor de Eram os Deuses Astronautas e o linguista americano Zecharia Sitchin ­( Os Anunnaki: os deuses astronautas da Suméria.)



(Francis Sellers Collins é um geneticista estadunidense, um dos cientistas mais respeitados da atualidade. Nasceu em 14 de abril de 1950. É diretor do Projeto Genoma Humano e foi um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001, trabalhando no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida.)
***************************************************************************************************
Nós da “Luz é Invencível” trazemos mais este assunto que consideramos importante para a compreensão das mudanças que estão ocorrendo á nível genético nesta era de Transição Planetária.O século XXI certamente é um marco para os estudiosos da biologia, assim como para humanidade, haja visto as relevantes descobertas sobre as características do ser humano, as quais são obtidas através do chamado “mapeamento genético”. Tais avanços técnico-científicos desencadeiam uma série de questionamentos sobre a utilização de tal descoberta, conseqüências positivas e negativas da manipulação das informações obtidas por meio dessa tecnologia, e, principalmente, o papel do Estado como mediador frente a essas mudanças sociais e científicas. Os avanços na genética acarretam problemas éticos, sociais e legais, pois além de atingir outros, a informação genética possui implicações diretas àqueles que estão próximos ao indivíduo afetado. Em um mundo em que quase tudo(ainda) deve ser judicializado para que seja respeitado,precisamos ficar atentos á essas descobertas que geram  os dilemas resultantes da aplicação do conhecimento biotecnológico, que tanto pode ser aplicado em prol da humanidade ou proteção ao indivíduo, quanto pode se revelar em instrumento fomentador de práticas racistas, de extermínio e discriminação de população portadora de doenças e anomalias já registradas nos seus genes.Traremos aqui, tanto o conhecimento científico atualizado, como muitas questões relativas á manipulação genética, clonagem, doenças diagnosticáveis pelo gen, hereditariedade patológica,fitas do DNA na mudança para o corpo cristalino e muitos outros temas relativos á descoberta do Genoma, nosso gabarito interestelar.CONTINUA….
****************************************************************************************************
                                       Bibliografia para consulta
1-Sequenciando o Genoma Humano
 Lygia da Veiga Pereira
2-O Projeto Genoma Humano
 Mônica Teixeira
3-Ètica e Direito na Manipulação do Genoma Humano
 Matilde Caroni Conti
4-La Conquista del Genoma Humano
 Kevin Davies
5-Genética Médica-Tompson&Tompson
 Robert Nussbaum
6-Avanços da Biologia Celular e da Genética
 Sean Carroll
7-Genética e Evolução Humana
Clàudio Cunha
8-Genética-Um Enfoque Conceitual
Benjamin Pierce
9-Eram os deuses astronautas?
 Erick Von Daniken
10-Extraterrestrials,UFO,NASA, CIA, Aliens mind
Jean Maximillien de la Croix
11-Genética Molecular Humana
Jack Pasternak
12-O Décimo segundo Planeta-Zecharia Sitchin

 Nota; Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca Virtual

Divulgação: A Luz é Invencível
A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar links que não estejam ligados ao texto postado.Pedimos a compreensão de todos, e para qualquer dúvida, temos nossa caixa de sugestões onde todos podem livremente fazer suas colocações que serão arquivadas para consultas posteriores.
Nós agradecemos a compreensão de voces.
Equipe da “Luz é Invencível”



Total de visualizações de página

Página FaceBook