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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 178 SUBMERSAS CATEDRAIS!



"Mãe, sal sangrento, curva mãe da água, planeta percorrido pela espuma e a medula: titânica doçura de estelar longitude: noite com uma única onda na mão: tempestade contra a águia marinha, cega sob as mãos do sulfato insondável: adega em tanta noite sepultada, corola fria toda de invasão e ruído, catedral enterrada a golpes na estrela. 

Há o cavalo ferido que na idade de tua margem percorre, pelo fogo glacial substituído, há o abeto rubro transformado em plumagem e desfeito em tuas mãos de atroz cristalaria, e a incessante rosa combatida nas ilhas e o diadema de água e lua que estabeleces. Pátria minha, a tua terra todo este céu escuro! Toda esta fruta universal, toda esta delirante coroa! Para ti esta taça de espumas onde o raio se perde como um albatroz cego, e onde o sol do sul se levanta olhando tua condição sagrada" (Pablo Neruda - Canto Geral)




Muito além do que os olhos vêem! Sempre costumamos dizer que as pessoas normalmente enxergam a formiga porém não vêem o elefante. E assim é! Mesmo passando os olhos em simples fotografias publicadas em jornais, por vezes nos deparamos com algumas inusitadas surpresas - tal como essa acima. Nessa foto, vemos o ponto turístico de uma cidade situada em um Município do Rio de Janeiro, precisamente Teresópolis. Essa curiosa elevação tem o nome de "Dedo de Deus", pelo fato de se assemelhar com a mão fechada da qual sobressai uma espécie de "dedo". Mas, isso é o que as pessoas apenas julgam ver. Porém, os olhos mais atentos conseguem enxergar que de "dedo" propriamente dito, essa montanha não tem absolutamente NADA! Observe o seu topo com bastante atenção.....


.... Pois, foi isso mesmo que você viu: - uma face dotada de contornos exóticos e muito precisos! Observe-a também no detalhe realçado, à direita. O personagem retratado, há sabe Deus quantos milhares de anos atrás, e sabe-se lá por quem esculpido, usa até mesmo uma espécie de toucado!


Da mesma forma que no topo do famoso Morro do Corcovado, se situa um outro cartão postal da Cidade do Rio de Janeiro - a estátua do Cristo Redentor que abre os seus braços sobre a cidade - onde há muito tempo nossos atentos olhos de pesquisador já tinham detectado algo que milhares de pessoas que por ali residem e passam, sequer se dão conta que estão diante de um outro grande mistério do nosso mais remoto passado: - ou seja, além de todo o prolongamento daquela montanha ter o preciso formato de um gigante deitado, essa nossa foto nos mostra os nítidos detalhes do perfil do seu rosto!


E quanto a isso não há mesmo o que se negar: - é, de fato, o perfil de um desconhecido rosto! E note-se, também, que há uma outra escultura na parte que seria o seu "nariz", por sua vez parecendo representar o corpo de um personagem em pé!


E será que você já notou uma particularidade muito interessante nesses antiqüíssimos e desconhecidos monumentos rochosos - esculpidos em montanhas inteiras e que se espalham por quase toda a Terra? Quase TODOS eles ostentam a forma de um gigante deitado - uma espécie de sarcófago! Um simbolismo velado, talvez, para lembrar a morte de uma perdida civilização? Tudo inidicaria que SIM!


Há, por todas as três Américas, os sinais não identificados que nos conduzem à constatação de que esses continentes foram, de fato, habitados, ou em tempos remotíssimos colonizados, por avançadas culturas cujas origens resultam igualmente desconhecidas. A América do Sul é, contudo, a mais pródiga nessas evidências, uma vez que quase todos os seus países ostentam não só estranhos monumentos pétreos, como também caracteres alfabéticos e simbolismos desconhecidos. Na foto acima, o imenso painel em relevo, situado em Itacoatiara do Ingá, Estado da Paraíba, Brasil...


..... Esse painel, situado em uma região desolada e desértica, por sinal tem atraído a presença de inúmeros turistas, como também de estudiosos e pesquisadores em geral que até hoje não conseguiram encontrar uma resposta convincente para o seu estonteante enigma.


Essa antiga imagem tomada por satélite nos mostra o topo do Monte Shasta, na Califórnia, EUA, um local no qual (e também em cujas cercanias), coisas muito estranhas costumam acontecer. Estamos falando não somente a respeito da insistente presença dos UFOs que muito freqüentemente rondam o topo desse vulcão extinto, como também daquilo que os habitantes das regiões mais baixas dessa montanha costumam presenciar: - criaturas estranhas, vestidas em túnicas - ou vestes - imaculadamente brancas, circulando pelas proximidades, realizam estranhos rituais no topo onde, também, estranhas luzes também se manifestam - além da existência de curiosos "nevoeiros" e campos de forças muito sutis que impedem a aproximação de estranhos! Isso sem contar com a nítida existência de misteriosas edificações lá no topo, assim como nos mostra essa imagem......


.... Edificações que lembram pequenas PIRÂMIDES e, sobretudo, não condizentes com a paisagem circundante e que de pronto sugerem mesmo se tratar de obras de seres inteligentes! Dizem as lendas e as antigas Tradições que ali estaria refugiada uma colônia de sobreviventes da perdida Atlântida (ou quem sabe da perdida Lemúria), que ali se perpetuou desde as milenares catástrofes que engolfaram aqueles continentes, isso há cerca de 12 mil anos atrás.


Tente adivinhar agora o que está vendo nessa imagem acima..... Apenas uma coleção particular composta por 250 peças METÁLICAS, encontradas em West Virginia, EUA, em um sítio arqueológico datado de um período pré-histórico que se convencionou chamar de PALEOLÍTICO, situado, portanto, há mais de 10 mil anos atrás - podendo, no entanto, verdadeiramente se tratar de um achado arqueológico muito mais antigo do que isso!.....


..... Artefatos, tais como esses, por exemplo, os quais forçosamente implicaram na existência de uma indústria, como também de uma avançada tecnologia para fabricá-los!


Isso, porém, não é tudo! Algumas dessas inusitadas peças encontradas em West Virginia estão revestidas de um outro imenso e estonteante mistério: - contêm MENSAGENS, em uma escala abaixo da milimétrica, representadas por uma série de sinais, símbolos e faces, gravados através de uma técnica altamente sofisticada elaborada em padrões negativos e ainda desconhecida - incapaz de ser produzida pela nossa civilização - os quais somente podem ser distinguidos através do emprego de um poderoso microscópio eletrônico, mediante uma correta distância e em um determinado ângulo com pouca luminosidade!.......


.... Sinais e símbolos aqui vistos quando ampliados a partir de um pequeno fragmento, lembrando uma espécie de alfabeto....


.... Como também algumas peças que podem representar uma espécie de planta urbanística, ou maquetes, de cidades inteiras.....


.... Cidades inteiras, tão urbanisticamente organizadas e talvez tão populosas quanto as nossas, e que, em uma remota época qualquer, desapareceram para sempre da face da Terra! Note-se, na extremidade esquerda da imagem, a clara representação de uma PIRÂMIDE!


Uma perdida cultura que, espalhando-se em tempos muito remotos pelas Américas, silenciosamente nos legou não somente os intrigantes vestígios da sua extemporânea tecnologia, como também os objetos das suas mais refinadas expressões artísticas! Logicamente, e assim como nos dizem todas as lendas e Tradições, os inegáveis frutos de uma civilização muito evoluída e muito antiga que lamentavelmente veio a se perder no tempo......


Meras lendas ou, ainda, meras e muito antigas tradições sem qualquer sentido? decididamente NÃO! "O OURO DE TAYOS - Os Arquivos da Atlântida" - estampa a capa deste livro que tem a autoria do notável arqueólogo Stan Hall. Tudo isso, toddos esses vestígios evocariam, portanto, aquele perdido continente? SIM, uma vez que TUDO nos remete mesmo ao perdido Continente Atlante, submerso pelas águas do oceano há cerca de 12 mil anos atrás, e advindo desde o qual os seus refugiados, ou sobreviventes (ou ainda membros das suas colônias mais afastadas que ficaram isolados após a catástrofe) teriam encontrado refúgio!


Deve-se, não a qualquer um, mas ao educador, antropólogo, botânico, arqueólogo, humanitário e humanista, Padre Salesiano Carlos Crespi Croci, nascido na Itália em 1891, e estabelecido no Equador durante o período de 1923 a 1982, a sensacional descoberta de uma imensa "biblioteca metálica" contendo os registros de uma desconhecida e muito antiga civilização, a qual deixou em profundas cavernas ARTIFICIAIS os registros da sua história e da sua avançada cultura.....


..... Elaborada no mais puro ouro, a biblioteca metálica de Tayos muito reveladoramente contém alguns dos mesmos sinais desconhecidos que se espalham por quase todos os demais países do Continente Sul Americano, denotando, assim, uma ORIGEM COMUM!.....


..... E esses vestígios não somente ostentam símbolos e caracteres alfabéticos desconhecidos, como também estranhas imagens que retratam curiosos seres - além de alguns artefatos igualmente desconhecidos semelhantes a calendários! O complexo de Los Tayos representa, sem qualquer dúvida, um dos grandes, senão o maior, dos mistérios da América do Sul!


E deve-se justamente a Stan Hall a pesquisa mais aprofundada, realizada nesse colossal complexo subterrâneo artificial de Los Tayos, através de uma expedição efetuada em 1976, contando inclusive com a sutil presença do ex-astronauta da NASA, Neil Armstrong - e POR QUE exatamente um membro da NASA estaria presente nessas explorações?.... (FOTO: Stan Hall)


.... Tem muita lógica, pois ali, em tempos imemoriais, fora utilizada uma tecnologia desconhecida na Terra! Além das imensas galerias artificialmente escavadas com as quais se depararam os exploradores, as surpresas no Equador todavia não paravam por aí...... (FOTO: Stan Hall)


..... Pois, bem antes, precisamente em março de 1964, a Imprensa daquele país já tinha noticiado a espantosa descoberta, efetuada em uma outra localidade denominada Los Esteros - por sua vez situada na costa do Oceano Pacífico - composta por cerca de 3200 estranhos artefatos datados de 10 MIL anos recuados no passado terrestre e pertencentes a uma desconhecida cultura, a qual se convencionou chamar de "Império de Tayhuantinsuyu". Na verdade, trata-se de uma misteriosa civilização cuja origem não só é totalmente desconhecida, como também antecedeu em muito as antigas cultura Incaicas! Atualmente em coleções particulares, mas tendo a maioria delas sob a guarda da Universidad San Francisco de Quito, cairiam no mais completo esquecimento não fosse a intervenção de Stan Hall que pretende formar com essas peças um museu on line, de modo a divulgar tão valioso e importante achado que, sendo sem qualquer dúvida altamente relevante, nos remete à própria formação das culturas do Continente Americano.(FOTOS: Stan Hall)


Tudo muito relevante, tal como em ICA, por sua vez no Peru, onde uma antiga civilização nos legou, em milhares de pedras gravadas, as suas mensagens para a posteridade retratando as cenas da sua avançada cultura - uma cultura tão antiga que conhecia as galáxias distantes; percorria os céus; realizava complexas cirurgias; se utilizava de complexos artefatos tecnológicos, e até mesmo conviveu e subjugou os extintos animais, por nós chamados de "monstros pré-históricos"!


Acima, a propaganda de um recente livro de autoria do renomado Professor Denis Swift, abordando os mistérios das Américas, bem como a existência e o evidente emprego de uma alta tecnologia nas suas antigas civilizações. Hoje, bem ao contrário daqueles que praticam o "saudável" e muito cômodo esporte, não do "Tiro ao Pombo", mas, sim, do "Pombo ao Tiro", isto é, atiram primeiro para.... Jogar o pombo depois, fingindo assim que nada está acontecendo, os Cientistas, os Pesquisadores e os Arqueólogos sérios, donos de uma outra visão e dotados de mentalidades abertas, já começam a se interessar e a vasculhar todos esses intrigantes, porém muito expressivos e relevantes mistérios, os quais dizem respeito à própria História não escrita (e muito obscura) deste nosso pequeno planeta, como também representam uma alternativa passível de abrir novos e muitos promissores horizontes ao conhecimento humano. Pois, tudo isso, sem qualquer dúvida, apenas se trata das muitas peças isoladas, um fantástico mosaico, porém de um ÚNICO quebra-cabeças que já começa a ser devidamente encaixado - forçosa e imperiosamente já se tornando quase que inteiramente visualizado no contexto da maravilhosa e fantástica imagem a qual se propõe a nos revelar:


Pois, as provas quanto à existência de um perdido continente que outrora se situava entre a África e as Américas, já passam do terreno das meras suposições e dos vagos territórios das simples lendas para o campo da mais pura e chocante realidade! Recentes imagens efetuadas no levantamento do leito submarino dessa região nos atestam que, de fato, em tempos muito remotos da evolução terrestre existira uma grande massa de terras que ali, possivelmente sofrendo uma fratura, submergiu! Note-se que a África, a Leste, (leia-se EGITO), e também as Américas - do Norte, Central e do Sul - estas já a Oeste, seriam uma rota lógica, tanto para uma antiga colonização quanto para uma alternativa de escape e emigração na iminência de uma catástrofe qualquer! (IMAGEM: Topex.uscd.edu)


E a ampliação do principal detalhe do relevo dessa grande massa de terras submersa, situada em meio à vastidão do Oceano Atlântico, efetivamente nos mostra que a possibilidade de ali um dia ter existido uma civilização torna-se cada vez mais evidente. NADA, absolutamente NADA, sabemos sobre o mais remoto passado deste nosso planeta. Tudo aquilo que sabemos e consideramos como a tradicional "História das Civilizações" somente nos remete a um período de tempo que remonta há pouco menos de 6 mil anos. Daí para trás, somente as mais obscuras névoas encobrem a nossa verdadeira e a nossa real História. Por conseguinte, jamais poderíamos, honestamente e em sã consciência, contestar o que quer que seja, ou o que quer que porventura se apresente como uma provável evidência do que realmente se oculta por trás dessa espessa névoa que, felizmente e pouco a pouco, já começa a se aclarar. Quem realmente somos? De onde realmente viemos, e o quê exatamente representariam para o nosso porvir, e sobretudo para o nosso entendimento, essas perdidas civilizações do nosso mais remoto passado, as quais nos legaram não apenas as Tradições e os seus mais insistentes vestígios, estes sempre lembrando e demarcando a sua presença, como também e quem sabe, proferindo nos gritantes sons do seu mais expressivo silêncio um apelo patético, uma terrível advertência que, atravessando os tempos - agora e mais do que nunca - se faz urgentemente necessário compreender?


As civilizações, assim como as nossas breves vidas, apartadas do Espírito e imersas na matéria, são efêmeras, transitórias. Tudo passa; todas as moradas temporais se vão, forçosamente darão lugar a outras. A nossa humanidade não é a única, e tampouco foi a única a habitar este pequeno planeta que, há muitos e muitos milhões de anos, cumpre seu périplo através da Via Láctea. Outras humanidades, tão ou mais evoluídas do que a nossa, certamente nos precederam e se foram. Assim, simbolismos são simbolismos, falam através do silêncio, todos eles sempre muito evidentes: - as antigas estatuetas da imagem acima, advindas dos tempos imemoriais e esquecidos, talvez nos tragam uma patética mensagem: - nelas, vemos um casal de seres um tanto ou quanto diferentes de nós. O homem, que tem os pés sobre um planeta - muito possivelmente o NOSSO - abre as suas mãos em um gesto de súplica. Há uma profunda tristeza e muita angústia na expressão do seu rosto. A mulher, ao seu lado, num gesto protetor, assim como convém a toda mãe, protege o filho que se aninha nos seus nos braços, parecendo interrogar sobre o seu incerto futuro. Há, também, uma profunda tristeza e uma ponta de dor no seu amoroso olhar. E não sabemos, nós, que a História é cíclica e sempre se repete? Aí, então, residiria a grave advertência: - Não estaríamos trilhando os mesmos e perigosos caminhos de outrora? Guerras, devastações, poluição, destruição sistemática do planeta, a tecnologia em substituição ao Espírito, e assim por diante - tudo isso tem um preço! A Linha do Tempo é inflexível, implacável - como também dinâmica. Cabe, então, a cada um de nós escolher os seus próprios caminhos e forjar - ou em contrapartida, bloquear um destino qualquer, fechando, assim, as portas do porvir. O mesmo acontece com as civilizações - o livre arbítrio de um povo rege o destino de todos os demais. Então, pode ser que ainda haja algum tempo, pode ser que ainda haja o amanhã - pode ser, portanto, que ainda haja um futuro.... Se é mesmo que haverá um futuro!







quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A tribo africana Dogon e seus deuses nórdicos alienígenas de Sírius


Como é que uma tribo africana ganhou acesso ao conhecimento astronômico avançado sobre o sistema estelar Sírius? Através da história, muitas civilizações ficaram fascinadas com Sírius, a Estrela Cão. 


Este brilhante objeto celestial ocupa um elevado status em várias mitologias, as nenhuma destas pinta um cenário mais intrigante do que a tribo Dogon, do Oeste da África.


A rica cultura do povo Dagon se estende a até mais de cinco mil anos e uma de suas lendas antigas conta a história de uma raça de seres de outro mundo, chamados de Nommos. De acordo com a lenda, estes indivíduos avançados visitaram a Terra há muitos anos, descendo “do céu, numa embarcação, acompanhada de fogo e trovão“.
De natureza amigável, eles compartilharam algumas de suas sabedorias com os ancestrais dos Dogons.


Devemos mencionar que o povo Dogon possuía instrumentos astronômicos, com os quais estudavam o céu noturno. Mas, apesar disto, suas lendas mencionam que os Nommos vieram de um planeta que orbita uma das estrelas do sistema Sirius.
Seria impossível para eles chegarem à esta conclusão, somente estudando a estrela a olho nu. De fato, astrônomos somente descobriram a estrela companheira menor de Sírius há uns 250 anos, após o telescópio ter sido inventado.

A cada 50 anos, os Dogons celebram a passagem de um cíclo de Sírius, uma tradição que eles mantêm em honra aos Nommos. Este é exatamente o tempo que leva para Sírius B completar uma órbita ao redor de sua companheira maior. Coincidência?
O fato de uma tribo africana primitiva possuir conhecimento avançado sobre o Universo é um mistério, mas um que pode ser explicado facilmente se olharmos para suas lendas como sendo espelhos de eventos reais. Assim, o que os Dogons têm a dizer sobre os Nommos?
Seu planeta lar orbita Sirius B e é um mundo aquático, pela maior parte. Todas as lendas os descrevem como criaturas anfíbias, muito similares à nossa concepção de Merfolk (povo sereia). A parte superior de seus corpos assemelha-se ao alienígenas do tipo nórdico: humanoides altos, com olhos azuis e cabelos loiros.

Eles aterrissaram com uma grande espaçonave que os Dogons chamam de ‘Pelu Tolo’, ou ‘Estrela da Décima Lua’. Este evento é de grande importância para os Dogons – seu primeiro contato. Ao mesmo tempo que a nave dos Nommos estava descendo em direção à Terra, com um movimento em espiral, uma nova estrela apareceu no céu noturno, possivelmente uma nave mãe.
A tribo descreve esta estrela como tendo um círculo fazendo um redemoinho de raios avermelhados ao seu redor, e também dizem que ela estava estacionária em relação às outras estrelas no céu.

Os Dogons reverenciam os Nommos e os consideram uma civilização de deuses. Eles são comumente referidos como “Os Mestres das Águas”, “Os Vigias”, ou “Os Salvadores”.

Quando lhes são mostradas ilustrações das espécies alienígenas mais encontradas, os xamãs Dogon os identificam apontando aos alienígenas do tipo nórdico, e alegando que sua tribo havia se encontrado humanoides brancos de olhos azuis muito antes de terem conhecido o homem branco.

Por mais inacreditável que possa parecer, esta história é paralela às muitas outras histórias contadas mundialmente, e elas todas compartilham de um aspecto comum: seres alienígenas avançados visitando o nosso planeta, oferecendo sua ajuda e conhecimento, e sendo reverenciados como deuses. Parece que este surto de visitações ocorreu por volta de 5.000 anos atrás, possivelmente logo após uma grande enchente, ou outra catástrofe.
Aparentemente, os deuses de pele branca visitaram todo o planeta, pois lendas abrangendo da Austrália até as Américas descrevem seres similares ensinado a humanidade os seus modos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Os antigos Sumérios estiveram na América do Sul


FUENTE MAGNA - Uma Descoberta para mudar a Estória contada sobre a humanidade e levá-la a conhecer sua verdadeira História. Os Sumérios Estiveram na América e possivelmente no Brasil 


Um grande recipiente/vaso de pedra, nomeado Fuente Magna, foi encontrado na área do lago Titicaca, Bolívia, cerca de 80 km de La Paz, na propriedade da família Manjón, por um camponês no final da década de 50 do século XX. Este achado arqueológico foi resgatado e restaurado pelo arqueólogo boliviano Don Max Portugal Zamora, que intitulou o vaso como Fuente Magna, e neste objeto foram encontradas inscrições de origem Sumério-Acadianas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD).

O magnífico achado não foi mostrado até começarem as investigações, tendo ficado desconhecido até o ano 2000, quarenta anos após a sua descoberta. De forma impressionante o sítio arqueológico não foi objeto de investigação até a chegada dos arqueólogos Bernardo Biadós Yacovazzo e Freddy Arce, que acabaram fazendo mais descobertas.

Os dois arqueólogos nomearam o recipiente como Pedra Rosetta das Américas, e segundo relatos do antropólogo Mario Montano Aragon o local tem sido investigado com restrições, com acompanhamento de dois Prefeitos locais, mesmo o trabalho não tendo financiamento estatal.
Em nota os investigadores acrescentam os itens mais importantes do trabalho que realizam:
1- Estamos lidando com um objeto feito de acordo com as tradições da Mesopotâmia;
2- Eles contêm dois textos: um em escrita cuneiforme e outro em língua semítica da região do Sinai, de possíveis influências cuneiforme;
3- De acordo com os símbolos utilizados é um objeto que, evidentemente, pertence ao período de transição entre a escrita ideográfica e cuneiforme.
4- Cronologicamente, isto nos leva à 3500/3000 A.C., o período sumério/ acadiano.
Quando os investigadores chegaram ao local onde foi encontrado o objeto tiveram sérias dificuldades para localizá-lo, pois ninguém conhecia a antiga família Manjón, que tivera suas terras trocadas pelo General Armando Escobar Uria, para que as investigações de Max Portugal Zamora pudessem ser feitas a contento. Fica evidente que na época do achado, Don Portugal teve toda a proteção do Estado para que fizesse o seu trabalho. Altamente misterioso foi o “abandono” e a “ocultação” dos estudos por tantos anos.
Para superar as dificuldades contaram com a ajuda do ancião Maximiliano de 98 anos, que foi o único a reconhecer a foto do vaso que a equipe carregava, ao qual chamou de "El Plato del Chancho". O mais impressionante foi o relato do ancião, que disse existirem vários pratos com inscrições parecidas que foram retiradas do local. O ancião demonstrou o exato local aonde foi extraída a Fuente Magna.
Os Símbolos e a referência com os Sumérios


De acordo com os textos antigos, Ni-ash (Nammu o Nía) era a deusa que deu à luz ao Céu e a Terra, nos tempos dos sumérios. O baixo-relevo que existe na parte interior do copo, que pode evocar uma rã (símbolo da fertilidade), segundo alguns investigadores é justamente a representação de Nía, a deusa dos Sumérios.
Os outros símbolos que se encontram nas laterais do baixo-relevo e na parte adjacente às incisões proto-sumérias, foram interpretadas como quellca, idioma escrito da civilização Pukara, mas não foram decifradas.
Na parte externa do copo existem alguns baixos-relevos zoomorfos que lembram a cultura de Tiahuanaco: peixe e serpente. É muito provável que a Fonte Magna tenha sido utilizada como copo sagrado para cerimonias esotéricas que cultivava a fertilidade e a busca da pureza.
Aqui surge a seguinte pergunta: como é possível que haja inscrições proto-sumerias em um artefato encontrado perto do lago Titicaca, a aproximadamente uns 3800 metros de altura acima do nível do mar, distante milhares de quilômetros do lugar de expansão da civilização suméria?

O monólito de Pokotia é uma estátua de pedra, com cerca de 2 metros de altura, que foi descoberta em 1960 no sítio arqueológico de Pokotia, a aproximadamente 2 quilômetros de distância da misteriosa cidade de Tihuanaco (clique AQUI para ler mais sobre ela). Entre o grupo de arqueólogos que descobriu o monólito vale destacar Bernardo Biados e Arce Fraddy, ambos estiveram no grupo que haviam resgatado a Fuente Magna.

A estrutura seria usada como uma espécie de oráculo, chamado Pukati (pai da sabedoria), pelos Pukaras, uma antiga civilização que habitava a região próxima ao lago Titicaca. Segundo o Dr. Clyde Winters (Phd), o oráculo era usado “para adivinhar o futuro, comunicação com os deuses ou ancestrais, ou simplesmente obter notícias e bênçãos.”

Fonte da imagem: Yuri Leveratto
Quem foram os Pukaras?
Segundo os historiadores tradicionais Pukaca é uma palavra originária da língua quéchua (língua que era falada por vários povos da região, inclusive pelos Incas). Pukara significaria fortaleza, ou um lugar estratégico.

A civilização Pukara havia construído seu centro administrativo em uma cidadela fortificada que ficava 61 quilômetros ao norte de Juliaca, na região de Puno. Apesar disso os Pukaras também estavam presentes no vale ao norte do lago Titicaca. Segundo o historiador Yuri Leveratto, cujo artigo escrito em seu site serviu como uma das fontes para essa matéria, a origem dos Pukaras seria localizada na região Amazônica. Ele acredita que provavelmente indígenas de origem Arawak se deslocaram para a região de Puno por volta do 6000 anos a.C.. Alguns indivíduos teriam acabado se misturando com nativos de origem Colla, o que acabou dando origem as culturas Chiripa e Qaluyo, e sucessivamente a civilização Pukara.

A escrita oculta no monólito de Pokotia
No ano de 2002 estudos conduzidos por um grupo de investigadores composto por: Bernardo Biados, Freddy Arce, Javier Escalante, César Calisaya, Leocadio Ticlla, Alberto Vásquez, Álvaro Fernholz, Omar Sadud, Paulo Batuani e Rodrigo Velasco, analisaram o monólito que se encontrava no Museu dos metais preciosos de La Paz. Nesses estudos o grupo descobriu o que seria uma escrita na parte dorsal da estrutura de pedra. Até então apenas as inscrições frontais eram conhecidas, ou reconhecidas, pois essas inscrições pertenciam a grupos que habitaram a região andina.
Esse tipo de coisa é muito comum, pois quando uma peça histórica é encontrada, ela acaba sendo estudada apenas por especialistas em história local, nesse caso estudiosos em história pré-colombiana. Os estudiosos pré-colombianos, acabaram focando suas atenções nas inscrições por eles conhecidas, sendo que as demais marcas acabaram sendo desconsideradas.

Mas as inscrições descobertas, na parte dorsal do monólito, pelo grupo mencionado acima, acabaram sendo estudadas pelo Dr. Clyde Winters (Phd), que afirmou que tais marcas fazem parte da escrita Sumérias e Semíticas.

Provavelmente o monólito encontrado em Pokotia é anterior ao período de florescimento da civilização Pukara.

Na opinião do estudioso Clyde Winters, as inscrições mais importantes encontradas no monólito de Pokotia estão debaixo das mãos (que estão apoiadas nos músculos), e na parte dorsal (na espalda da estátua).

Abaixo podemos conferir a tradução das inscrições que se encontram na parte frontal, segundo a interpretação de Clyde Winters:

“Divulguem a toda a humanidade a abertura do oráculo de Putaki. Proclama-se que a estirpe de Putaki será estimada através do tempo. Atuará justamente, de modo que o oráculo possa divulgar a sabedoria. Aprecie o culto. Todos devem dar testemunho da vontade divina. O adivinho interpretará a orientação do oráculo, com a finalidade de anunciar as regras que orientaram a humanidade. Os cidadãos darão testemunho a favor do ser humano, que propagará sabedoria e será exemplo de caráter forte".

Na parte frontal esquerda da estátua tem outra inscrição que se interpreta assim:

“O Xamã proclama a imensa importância deste lugar, o poder da divindade, com a finalidade de entregar a sabedoria ao homem.".

Depois existem duas incisões adicionais na parte frontal:

"Oh grande Putaki, homem sábio e progenitor de muitas gentes".

E outra mais:

"Jura dar testemunho de caráter e sabedoria. Dar testemunho do poder da divindade, com a finalidade de fortalecer teu caráter”.

Segundo Winters na mão do monólito estaria escrito:

"O oráculo de Putaki leva o homem a verdade. Este oráculo precioso fará germinar a estima, agora testemunha sua fuga."

Na parte dorsal do monólito encontram-se as inscrições que não são atribuídas aos Pukaras, eu que Winters acredita serem de origem suméria. Winters traduziu tais inscrições como:

"A norma ideal é o oráculo. Este oráculo conduz ao conhecimento da vontade divina. Divulga a toda a humanidade a vontade divina. Entenda o sentido da voz perfeita. O oráculo derramará serenidade. Ousam o oráculo, chamem ao adivinho.

O adivinho fala sabiamente. A vontade divina será visível e folgorante, saindo da boca do oráculo. Ousam ao adivinho, ousam ao oráculo para poder adquirir sabedoria e caráter. Ousam ao oráculo, para difundir a vontade divina, seguindo o bem legítimo e justo. Evoca o alimento puro para o oráculo. O oráculo é o testemunho da pureza. Divulgaras serenidade e sabedoria. O oráculo de Putaki e pai da sabedoria e beneficio para todos. Será testemunho visível da sabedoria e da vontade divina. Divulgarás a vontade divina e serás testemunho de seu poder."
Segundo Winters essas inscrições estariam gravadas em proto-sumério pictográfico, ainda cuneiforme tal como as inscrições gravadas na Fuente Magna. Os autores das inscrições do monólito de Pokotia seriam então os mesmos que fizeram as incisões da Fuente Magna, num tempo compreendido entre o 3000 e o 2000 a.C.

Winters também sugere que o proto-sumero viria junto ao proto-dravídico e ao proto-mandé, de povos que viveram do oriente médio antes do dilúvio.
Outra possível tradução
Existe também outra tradução das inscrições dorsais do monólito, baseada na interpretação do quellca pictográfico, um antigo idioma altiplano andino, que era falado num pequeno círculo de sacerdotes da cultura Pukara, ou por sacerdotes na Tiahuanaco clássica. Segundo essa segunda tradução as inscrições diriam o seguinte:

"No tempo em que Manco Capac e Mama Ocllo, saíram das águas do lago Titicaca, apareceu no céu uma nova estrela justo ao lado da Cruz do Sul. Sucessivamente, a estrela se tornou mais pequena e logo desapareceu do céu. Via-se por cima dos montes no horizonte entre as montanhas, e começou a brilhar no terceiro dia do quarto mês."

Na opinião de esta interpretação, a parte dorsal do monólito relataria a explosão de uma super nova, justamente quando a célebre legenda de Manco Capac e Mama Ocllo contava que eles saíram, ou seja: "haviam nascido" do lago Titicaca.

As teorias
Muitos estudiosos acreditam que os Sumérios estiveram na América do Sul e deixaram um legado cultural no continente.
Segundo Leveratto, os sumérios tentaram circundar a África a partir de 3000 a.C. Uma vez chegando ao Cabo Verde, eles teriam enfrentado fortes ventos contrários, fazendo com que adentrassem o oceano atlântico em busca de ventos mais favoráveis (mesma rota que mais tarde os portugueses afiram ter feito, e que os levou ao Brasil). Leveratto acredita que fenícios e cartagineses fizeram a mesma rota dos sumérios, e também estiveram em território sul americano, muito antes dos portugueses.

Os sumérios teriam desembarcado na América do Sul na costa brasileira, provavelmente onde hoje são os estados do Piauí e o Maranhão. Em busca de metais preciosos esses exploradores teriam realizado investigações em território brasileiro e posteriormente se deslocado rumo a região andina. Alguns Sumérios ficaram no altiplano e se misturaram com as etnias Colla e Arawak, enquanto outros voltaram a sua pátria.
Indícios de presença suméria, fenícia e cartaginesa na América do Sul
Os sumérios, fenícios e cartagineses que supostamente chegaram na América do sul teriam deixado para trás alguns indícios que hoje são apontados por inúmeros estudiosos, como provas de suas presenças no nosso continente. Alguns desses indícios são bastante conhecidos, como: a Fuente Magna, o Caminho de Peabirú, o monólito de Pokotia, A misteriosa pedra de Ingá - PB e a suposta relação entre a pedra da Gávea com os fenícios.

Alguns outros indícios não são tão conhecidos, mas também acrescentam informações importantes, como por exemplo: a cidade de pedra de Igatuos manuscrito 512os estudos de Frei FidélisO gigante adormecido e as três pedras no interior paulistaO misterioso Açude Velho dos Caboclos – CE e As inscrições da Pedra do Letreiro em Quixeramobim - CE. Eu poderia ainda relacionar a esse assunto a história da pedra da CEE-RS e asMisteriosas Ruínas de Natividade da Serra – SP, mas essas são crenças minhas, não tendo nenhum estudo, ou estudioso formado, por trás dessas teorias.

Fontes: Yuri Leveratto e Ab Origine.


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