BARRA ANIMADA


Translate

SEJA BEM VINDO


BARRA 2


Mensagem


A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sábado, 12 de setembro de 2015

Brasil, Monte Roraima – Uma escalada ao mundo perdido



Monte Roraima – Uma escalada ao mundo perdido Idílico, lendário, amaldiçoado, inatingível, misterioso. Poucos locais congregam tamanha aura de fábula e mistério quanto o Monte Roraima, de 2.739 metros. Encravado no extremo norte do Brasil, na fronteira com a Guiana e a Venezuela, o Monte Roraima é uma gigantesca chapada com paredões íngremes de arenito rajado de mais de 500 metros de altura. 

O Roraima irrompe abrupto da Floresta Amazônica como as falésias de uma ilha num oceano verde. Quase sempre oculto pela neblina, o topo é açoitado por vendavais. . .



. . . O primeiro europeu a avistar o Roraima foi o poeta e explorador inglês sir Walter Raleigh (1552-1618). Em “A descoberta da Guiana” (1596), o relato de sua busca do Eldorado, a lendária cidade de ouro perdida na selva, Raleigh fala de

“uma “montanha de cristal”. Lá em cima, havia uma cachoeira. Penso não existir no mundo catarata tão estranha nem tão maravilhosa ao olhar. Nenhum homem ascendeu ao topo da montanha. O caminho era intransponível”.

Localização do Monte Roraima, na tríplice fronteira, entre Brasil, Venezuela e Guiana.

Intransponível é um certo exagero. Quase 300 anos depois, em 1886, o botânico inglês sir Everard im Thurn descobriu um caminho para subir ao topo, pela Venezuela. O primeiro brasileiro a chegar lá em cima foi o marechal Cândido Rondon. Em 1927, ele fincou ali a pedra que demarca a tríplice fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela. Mas a imponência da montanha permaneceu um desafio para os escaladores por mais um século. Só nos anos 1970 uma equipe inglesa conseguiu chegar ao topo pela parede.

O feito foi repetido apenas duas vezes, por equipes americanas. Um grupo brasileiro também chegou ao topo, em 1991, mas pelo lado nacional, onde a parede é bem mais baixa. Em janeiro, pela primeira vez um trio de escaladores brasileiros conquistou a face mais desafiadora do Roraima.


Monte Roraima UM LOCAL SAGRADO E CHEIO DE MISTÉRIOS NO NORTE DO BRASIL

Há séculos a montanha fascina exploradores. Ela inspirou sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, na ambientação de O mundo perdido (1912), romance sobre uma expedição a um platô esquecido na Amazônia, infestado por dinossauros. Para os índios pemons da Venezuela, o monte é Roraimu, o “gigante azul” (de rora, azul, e imü, grande), o lar de Makunaíma, o deus da tempestade.

Em 2007, o fascínio do Roraima levou os desenhistas do estúdio de animação Pixar a viajar pelo topo (em helicópteros) para estudar sua vegetação e relevo. O Roraima foi o modelo do Paraíso das Cachoeiras de Up – Altas aventuras (2009), o cenário inóspito que o rabugento Carl e sua amada, Ellie, sonhavam explorar desde a infância. “O Roraima é a parede mais exótica do Brasil. A montanha é mágica”, diz o paulista Eliseu Frechou, de 41 anos, 26 deles dedicados à escalada em rocha.

Frechou e seus amigos, o fotógrafo Marcio Bruno de Almeida, de 35 anos, e o empresário Fernando Leal, de 50, embarcaram em 9 de janeiro num helicóptero Long Ranger na cidadezinha venezuelana de Santa Elena de Uairén. Após uma hora de voo e 130 quilômetros de floresta, já no território da ex-Guiana Inglesa, o helicóptero atingiu a base do maciço rochoso.

O piloto venezuelano, Rafael, flanqueou a falésia à procura de uma clareira. Não havia. Avistou uma brecha na mata e gritou: “É aqui. Pulem que daqui eu não passo”. Os brasileiros jogaram 170 quilos de equipamento – e saltaram. “A gente resolve a vida assim, em 30 segundos. O caminho é sem volta”, diz Frechou.

Em 2008, a equipe havia decolado num helicóptero de Boa Vista, em Roraima, mas não conseguiu pousar. “O piloto deu para trás”, diz Frechou. “A montanha é assustadora. Está sempre coberta de nuvens. Estamos na linha do Equador, tudo a nossa volta é tropical, mas o Roraima está sempre frio e com chuva. Rafael é o cara.” A decisão de voar até a montanha pela Venezuela e escalar pelo lado da Guiana foi estratégica. “A parte brasileira do monte fica num parque nacional, e para chegar nele é preciso passar pela reserva indígena Raposa-Serra do Sol. É preciso pedir permissão à burocracia do governo”, diz Frechou. “Na Guiana não há nada disso. E as paredes são maiores.”

ALTAS AVENTURAS Com a vida dependendo das cordas que o sustentam, o montanhista Eliseu Frechou lidera a subida do Monte Roraima

O trio viveu 12 dias enganchado na parede do Roraima até atingir o topo, em 22 de janeiro. Foram 650 metros de ascensão, sendo 500 metros de rocha vertical. “Eu já escalei no frio e no deserto, mas nunca tinha escalado num lugar tão inóspito e selvagem.” A afirmação não é trivial. Instrutor de escalada, Frechou mora em São Bento do Sapucaí, São Paulo, com a mulher e os três filhos moleques.

De sua janela se vê a Pedra do Baú, uma das paredes mais difíceis do país, onde treina desde adolescente. Seu currículo inclui os mais perigosos desafios geológicos verticais do planeta. Em 1994, enfrentou em nove dias os 850 metros do El Capitan, no Parque Yosemite, na Califórnia.

Em 1996, foi ao Mali para subir em seis dias – a temperaturas de até 53 graus célsius – os 550 metros do Kaga-Tondo, no Deserto do Saara. Frechou subiu dezenas de paredes no mundo. Faltava o Monte Roraima. Para chegar à base da parede, os brasileiros cruzaram 1 quilômetro de pântano com lama pelas canelas.

Aproveitaram a luz da tarde para estudar a parede e, traçando rotas imaginárias no penhasco, escolher a que parecia ser a melhor – ou a única viável. Em 10 de janeiro, o primeiro dia da escalada, acordaram às 4h30, tomaram café, comeram frutas secas e cereais. Às 6 horas estavam na parede. Márcio Bruno liderava. “O começo me aterrorizou um pouco”, diz. “Tinha muita rocha podre.

Passei a corda numa pedra maior que uma bola de basquete. Ela se mexeu. Devia pesar uns 40 quilos. Se tivesse rolado, nos arrastaria parede abaixo.” Frestas e brechas com pedra solta, terra e sujeira – além de escorpiões-negros que infestam toda a parede – eram uma constante.

Apesar da instabilidade da rocha, no fim do dia eles venceram os primeiros 120 metros. Dormiram num platô. No dia 11, a parede deixou de ser vertical para ganhar inclinação negativa. Os homens, agarrados à rocha, viraram lagartixas. Nos três dias seguintes, eles avançaram 200 metros. Paravam quando achavam um platô com espaço para amarrar os equipamentos e a si próprios nos sacos de dormir. Dormiam enganchados à beira do abismo.

“Na tarde do quinto dia, o tempo ficou ruim. Começou a chover”, diz Frechou. No sexto dia, eles chegaram a um platô de 4 metros quadrados. E ficaram. “Foram quatro dias amarrados na parede, dormindo um por cima do outro, sem poder se esticar. Prendemos uma lona para nos proteger do vento, mas não havia jeito. A chuva era torrencial. A água escorria pela parede. Ficamos encharcados.” A única boa lembrança daqueles dias foi a comida liofilizada.


CASAS NA PEDRA – A equipe dorme em barracas presas na rocha do monte que inspirou o Paraíso das Cachoeiras, de Up – Altas aventuras.

Eles ferviam água da chuva e enchiam saquinhos para reidratar o alimento. “Tinha peito de peru, mousse de chocolate e açaí. Era bom para caramba!”, diz Frechou. O tempo era gasto em conversas ao som de iPods com Neil Young, Nathalie Merchant, música eletrônica e trance progressivo. “Irado!”

No oitavo dia a chuva parou. “O plástico salvou nossa vida. Passamos mal, mas não adoecemos”, diz Bruno. Com o céu azul, retomaram a subida. Mas, com a rocha ainda úmida, o avanço foi pequeno. A arrancada ao cume começou no dia 19. Os últimos 200 metros de parede foram vencidos em 72 horas.

Às 12h45 de 22 de janeiro, Frechou atingiu o topo. A sua frente, e vários quilômetros além, estendia-se o cimo da chapada. Lá em cima não há árvores, só arbustos, rocha e poças d’água. “Vimos pássaros, um gambá e montes de caranguejeiras do tamanho de laranjas”, diz Frechou.

O Roraima com os flancos cobertos por neblina, com seus quase 2.800 metros de altitude, sua formação geológica é considerada uma das formações geológicas mais antigas de todo o planeta. Image by © Martin Harvey/Corbis

“As aranhas eram atraídas pelo calor de nossos corpos e pelo sal do suor. Entravam nas roupas, nas botas e meias. Mas não fomos picados.” Para chamar o helicóptero, dispararam o spot, aparelho que enviou um sinal por satélite a Rafael.

Ele decolou ao raiar do dia. Às 7 da manhã, o helicóptero recolheu os brasileiros. Eles estavam magros, com as mãos esfoladas, mas vivos. E sem fraturas. “Agora, meu sonho é Madagascar”, diz Frechou. “Em 2011, quero subir os 800 metros do Tsaranoro.”

No Topo do Monte Roraima: um Trekking ao Mundo Perdido

Monte Roraima, desde sempre alvo de lendas e superstições, faz parte de uma estrutura geológica considerada como sendo o que há de mais antigo no planeta. Estima-se que tenha se formado há cerca de 2 bilhões de anos, tempos em que a  América do Sul e a África nem tinham se separado e ainda formavam o grande continente Pangeia.

Apesar de estar localizado em uma região remota da América do Sul, o Monte Roraima tem hoje acesso relativamente fácil pelo lado venezuelano. A partir da cidade de Santa Elena de Uairén, seguimos em veículo 4x4 até uma comunidade indígena que serve como base de apoio ao trekking.

O início da caminhada de três dias pela Gran Sabbana venezuelana até o topo do Monte Roraima. A trilha inicia no vilarejo indígena de Paraitepuy, distante 26 km da base da montanha.

Tudo pertence ao Parque Nacional Canaima, uma área de proteção dentro do território venezuelano.

O amanhecer no acampamento, agora com a visão clara do Tepuy Kukenanmontanha vizinha ao Roraima, mas cuja via de acesso é bem mais difícil e perigosa do que aquela que estávamos trilhando.

Partimos sem demora para o segundo dia de caminhada, um pouco mais puxado do que o primeiro devido ao desnível a ser vencido. Cada vez mais os imponentes paredões do Monte Roraima se faziam presentes no nosso campo de visão.

Durante nossas caminhadas pelo topo do Roraima, passamos ainda por essas piscinas naturais, conhecidas localmente como “jacuzzis”. Nada que se possa chamar de banho relaxante, no entanto, considerando a temperatura da água.
Acampamento no alto do Monte Roraima, em local protegido do vento e da chuva. São bondosamente apelidados de “hotéis” pelos guias.
A história completa dessa aventura e as imagens, você pode ver nesse site:

http://www.viajenaimagem.com/2014/03/monte-roraima.html



sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 185 OS SEGREDOS DA PANTERA!



"Mas tive uma ciprinídeo de cujas manchas saíram sobre sua capa, ornando o seu veludo puro com círculos queimados de pólvora ou pantera, e outra levou em seu dorso, liso como uma taça, um ramo de rios tatuados na lua... Só, nas soledades quero chorar como os rios, quero escurecer, dormir como tua antiga noite mineral. Por que chegaram as chaves radiantes até às mãos do bandido? 

Levanta-te, materna Oello, descansa teu segredo na fadiga longa desta noite e deita em minhas veias teu conselho. Não te peço ainda o sol do Yupanquis. Te falo adormecido, chamando de terra a terra, Mãe peruana, matriz, cordilheira. Como entrou em teu arenoso recinto a avalanche dos punhais?" (Pablo Neruda - Canto Geral)




Ora, vejam só quem está aqui! Parece mas não é o Rambo e, sim, Tatunka Nara, o famoso índio poliglota (!) que acompanhou o jornalista alemão Karl Brugger na sua busca à cidade perdida dos "deuses", Akhakor, nos confins da Selva Amazônica Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do Rio de Janeiro por um misterioso e sutil "assaltante" que nada roubou e ainda se utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os "antigos deuses deixaram um objeto que começava a cantar" - evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2 mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara se disse a Brugger filho de um soldado alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um "índio" bastante estranho e surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas indígenas e fluentemente o... ALEMÃO! Não há dúvida que Tatunka conhece muito bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições, algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente, folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder, intitulado JACQUES COSTEAU'S AMAZON JOURNEY, eis que o encontramos, ainda uma vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e sua equipe. (FOTO: Equipe Jacques Costeau)


Com o famoso navio de sua propriedade, O Calypso, além de um avião anfíbio e um helicóptero, Costeau, em 1982, realizou uma das suas mais importantes viagens, a qual chamou "A Jornada dos Mil Rios" - devido à fantástica profusão de afluentes - partindo desde o Peru, na nascente, até a foz do Rio Amazonas, já no Oceano Atlântico, do outro lado do continente! No meio do caminho contratou os serviços de Tatunka como guia em meio às hostis selvas brasileiras. Curioso pelo fato de o índio falar o alemão, este disse a Costeau - BEM AO CONTRÁRIO daquilo que dissera a Brugger - que era "filho de uma enfermeira alemã com pai índio" - evidentemente despistando-o mediante uma informação errada. E também, lendo com atenção os textos do livro, notamos algo bem estranho e revelador: nas proximidades da região do Rio Padauari, EXATAMENTE onde as mais recentes fotografias aéreas detectaram uma profusão de misteriosas estruturas e pirâmides perdidas em meio às densas florestas, e ONDE se suspeita esteja situada uma das tais "cidades perdidas dos deuses", Tatunka sutilmente assustava os exploradores, através de ameaças altamente persuasivas - assim como ataques de índios hostis de tribos desconhecidas, e também com a presença de animais extremamente ferozes e mortíferos, panteras, cobras e formigas gigantes, e etc. - impedindo assim maiores explorações e levando-os para bem longe dali, o que, de fato aconteceu. Compreende-se, pois Tatunka se diz o CHEFE da tribo dos desconhecidos Uga-Mogulali - a tribo guardiã da tais enigmáticas cidades perdidas. Sua missão, até os dias atuais, muito evidente e logicamente, deve ser delas "afastar" todos os curiosos. Tudo tal - como consta do livro em nosso poder - ele advertira à equipe do explorador frânces: - "Acho melhor vocês saírem daqui". Aliás, Tatunka impôs como regra à Equipe de Costeau que jamais penetrasse na floresta. A imagem acima, aliás, diz tudo: é algo como você estar diante de uma apetitosa sopa e somente puder se alimentar com aquele pouco que está à borda do prato - em síntese: você vê a borda mas não vê o recheio! (FOTO: Equipe Jacques Costeau)


Muito sugestivo mesmo, uma vez que o impenetrável e misterioso Rio Padauari (também conhecido como Padauiri) está situado justamente na região que abrange a fronteira entre o Brasil e a Venezuela, onde certamente existe uma das três cidades perdidas! Há ainda outros detalhes muito reveladores e sobretudo sutis no magnífico livro de Costeau: Tatunka Nara - segundo Costeau escreveu, muito "reticentemente" (claro) - e diante da intensa curiosidade do explorador quanto à sua descendência, revelou, então, a sua suposta origem. Como já sabemos, teria sido filho de uma "enfermeira alemã" que "durante uma excursão no Amazonas fora capturada pelos índios, juntamente com uma outra companheira de viagem, a qual foi assassinada". Ela então se tornou esposa do chefe indígena. Dessa união nascera Tatunka, o qual fora "educado nos costumes da tribo pelo seu pai e e na cultura européia pela mãe". Mais tarde Tatunka teria se agregado à FUNAI (Órgão Governamental Brasileiro, Fundação Nacional do Índio), onde conheceu a sua companheira, Anita (muito versada em MEDICINA) - segundo declarou, cujos pais eram IMIGRANTES ALEMÃES estabelecidos no extremo Sul do Brasil! Sutil? Sim, porém, tem mais! Em 1972 ele e a esposa, em uma simples canoa, numa viagem que durou 26 dias (e para QUÊ exatamente?), viajaram rumo ao PADAUARI. Diante de uma grande e impenetrável cachoeira, cujo nome seria "Boa Branca", ele, bem à maneira indígena, construiu uma tosca morada à base de palmas - isso numa região tão impenetrável, densa e hostil que foram os primeiros a chegar ali desde 1940, época em que a expedição oficial de uma comissão demarcatória de fronteiras foi atacada e dizimada pelos índios! Tatunka mencionou a Costeau a sua solitária expedição ao Padauari como "uma grande aventura". Sim, não duvidamos nem um pouco disso, pois ainda revelou a que ali ele e a esposa adotaram DUAS CRIANÇAS INDÍGENAS DOTADAS DE.... CABELOS LOUROS!!! E o quê exatamente estariam fazendo por lá dois "índios" tipicamente NÓRDICOS?....


..... Em meio a uma imensidão hostil e aparentemente "desértica"! Aqui, a imagem por satélite nos mostra as impenetráveis cercanias do Padauari, um afluente do Rio Negro, o qual, por sua vez, é afluente do gigantesco Rio Amazonas. Toda a Floresta Amazônica, especialmente aqui, tem um dossel - isto é, a altura da copa das árvores - que chega aos 50 metros, obstruindo até mesmo a luz do Sol! Mata fechada, virgem e extremamente perigosa, onde existem espécies da fauna e flora ainda desconhecidas pela Ciência. Agora responda: - QUEM se aventuraria por ali, a menos que tivesse uma missão bastante específica e contasse ainda com a "proteção" das desconhecidas forças que não só guardam o local como, também, reunindo o útil ao desagradável, inevitavelmente liquidam todos os curiosos? (FOTO: © Terra Metrics/Google)


Caberia aqui um comentário sobre o fato que, presentemente, há uma estranha e forte pressão estrangeira, contra a qual (justificadamente, aliás) se opõem as Forças Militares Brasileiras em razão da ameaça à soberania do país, no sentido de demarcar exatamente ESSA ÁREA fronteiriça à Venezula, prosseguindo até a Guiana - uma área quase do tamanho da Inglaterra - para "uso exclusivo e autodeterminado dos povos indígenas"! Justamente na muito estratégica fronteira com a Venezuela, área do Rio Padauari, área onde presumivelmente se situaria a perdida cidade de AKAHIM! O quê haveria por trás disso?


Aliás, a Equipe de Costeau dividiu-se em 3 partes na sua pesquisa pelo Amazonas. E justamente nessa região onde o homem nunca colocou os pés, estabeleceu-se o "Campo 2", destinado a explorar o Padauari. Por isso, o excêntrico Tatunka Nara (visto na foto em primeiro plano, tendo um membro da equipe de Costeau ao fundo) foi escolhido para guiá-los pelo fato de ele próprio ter se declarado "Saber tudo sobre o Padauari, sobre cada uma das suas curvas". Só que não levou a equipe que se propôs a guiar a conhecer as tais desconhecidas curvas do rio, demovendo-os de seguir em frente. Por que? Que segredos estariam ocultos para além das sinuosas curvas do Padauari e que Tatunka Nara tanto protegia?.... (FOTO: Equipe Jacques Costeau)


..... Seriam relativos a uma das três cidades perdidas dos "deuses"? Haveria, então, algo nelas de muita importância, para além do interesse arqueológico e histórico? Quem sabe! Aliás, as expedições secretas de Hitler ao Amazonas foram uma realidade (foto), como também a outros lugares da Terra considerados sagrados (como, por exemplo, o Tibete) pelo fato de terem tido algum vínculo com uma sabedoria perdida desde um remoto passado, a qual envolveu a presença de uma alta tecnologia e, claro, uma estreita identidade com seres alienígenas!


Nesse particular, o tal objeto deixado pelos deuses, sob a guarda e a proteção de uma tribo indígena desconhecida (lembremos: inclusive da qual Tatunka Nara se disse chefe) e guardado em uma dessas três cidades perdidas, o qual já "começava a cantar", bem poderia ser a famosa Arca da Aliança - conforme descrita nos textos bíblicos e tão buscada pelo nazismo. Um artefato dotado de uma poderosa energia que não era bem uma "arca", mas certamente uma espécie de "passaporte" envolvendo uma forma de proteção, auxílio e comunicação com seres extraterrestres, podendo até se tratar de um dispositivo destinado a sinalização e balizamento para UFOs, como ainda uma espécie de transceptor - dispositivo para transmissão e recepção de sons e imagens - ou, e por que não, uma astronave alienígena lá cuidadosamente preservada?


Porém, se o mistério estiver relacionada à Arca, tudo, então, nos remeterá ao Antigo Egito: uma vez que por volta do ano 966 A.C., após terem saqueado o Templo de Salomão, tropas egípcias sob o comando do faraó Amen-Meri-Shashank I, levaram a Arca para a cidade de Thanis. Não se sabe exatamente o que aconteceu a seguir, somente que, da noite para o dia, Thanis foi misteriosa e literalmente devastada, não restando pedra sob pedra. Algo muito repentino e poderoso destruiu tudo - talvez a antiga fúria do "Senhor", tão conhecida dos egípcios desde os tempos do Patriarca Moisés, durante o episódio do Êxodo! E a Arca, desde então, desapareceu de Thanis, certamente resgatada numa operação de RETOMADA pelos alienígenas que a teriam levado para outro local desconhecido - que bem poderia ter sido uma das três cidades perdidas da Amazônia, donde se depreende que Hitler certamente sabia muito bem COMO (e ONDE) procurá-la.


Nesse particular, será sempre bom relembrar a história que os livros não contam, uma vez que tais expedições nazistas ao Amazonas tiveram um propósito secundário pouco conhecido. Muito possivelmente sob a égide do Contra-almirante Wilhelm Canaris (foto), o serviço secreto nazista plenejava manter, mesmo após de uma derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, e por conta de um Plano denominado "Z", a continuação dos ideais nazistas mediante o estabelecimento de bases secretas, notadamente na Antártica e... AMÉRICA DO SUL! Karl Brugger, o (talvez justamente por causa disso assassinado) jornalista alemão na sua busca à cidade perdida de AKAKOR, estava TAMBÉM bisbilhotando exatamente esse mistério - ou seja, a presença nazista na região. E por falar NISSO, vemos, numa foto da época, à esquerda, em pleno, vôo um dos Discos Voadores nazistas, precisamente o modelo VRIL - evidentemente tecnologia fornecida por ALIENÍGENAS. Também em se falando NISSO, não se sabe onde foram parar todos os modelos desses naves - avançadas em mais de mil anos a frente da sua época (1945). E mais uma vez falando NISSO, o ponto de maior incidência de UFOs, talvez no mundo todo, é justamente POR SOBRE a vastidão da Floresta Amazônica Brasileira. Perguntem, por exemplo, àqueles que sabem mas não podem falar: como pilotos de aviôes que voam por lá, e também os controladores de tráfego aéreo responsáveis pelo monitoramento daquela área. Ali existem misteriosas regiões de "sombra" (ou seriam de camuflagem?) onde os radares ficam literalmente "cegos", fornecendo informações aleatórias, além de outras coisas bastante estranhas. E - lembremos - entre 1939 e 1945, DOIS MIL soldados alemães os quais, também como se sabe, jamais retornaram à Alemanha, lá realizaram essas expedições secretas mantendo contato justamente com, vejam só, os Uga-Mogulali. Tudo muito sutil, não? Sim, até porque o ÚLTIMO GRUPO desses militares chegou a AKAKOR justamente em 1945, no EXATO ANO em que a Alemanha foi derrotada e terminara a Segunda Guerra Mundial!


E por que exatamente em AKAKOR, a misteriosa cidade perdida, situada em meio às densas selvas, nas proximidades da fronteira do Brasil com o Peru? Tudo tem um sentido, tudo muito estratégico: aliás, segundo Tatunka Nara revelara a Karl Brugger, os interesses nazistas na Amazônia iam muito mais longe do que se pensava. Havia um plano, elaborado em conjunto com altos emissários nazistas e os Uga-Mogulali, no sentido de TOMAR POSSE DO TERRITÓRIO BRASILEIRO mediante ações de guerra (que atingiriam até mesmo o território peruano e que começariam em 1945), para posteriormente dividi-lo entre aquelas duas nações - ou seja, uma parte para a Alemanha e a outra para os Uga-Mogulali!


Essas revelações diziam que o primeiro grupo de militares nazistas, desembarcados de um U-Boat em território brasileiro, CHEGOU A AKAKOR em 1941, preparando assim o terreno para a vinda dos demais - donde se depreende que ELES, os nazistas, DE FATO SABIAM DA EXATA LOCALIZAÇÃO DE AKAKOR! Aliás, sabiam mesmo, já que Tatunka revelara a Brugger o fato de que QUEM viajou, tal como uma espécie de embaixadora dos Uga-Mogulali, para a Alemanha de modo a estabelecer o contato inicial com as autoridades nazistas teria sido exatamente..... A SUA PRÓPRIA MÃE, cujo nome era Reinha, a qual teria retornado ao Brasil trazendo aqueles tais altos emissários do Terceiro Reich! Aliás, este curioso nome da sua genitora não era um nome tipicamente alemão, se acaso se tratasse mesmo de uma enfermeira, conforme contraditoriamente dissera a Costeau, mas, sim, um nome tipicamente ÍNDIGENA, tal como afirmara a Brugger. Uma indígena, então, viajando desde as selvas amazônicas para a Alemanha? Bizarro! Tudo muito estranho, não?


Sim! E não venham os céticos classificar a hipótese dos UFOs nazistas como "fantasiosa", uma vez que tais avançadas máquinas não só de fato voaram (e por sinal muito bem) existindo nesse particular centenas de fotos autênticas daquela época, como também uma profusão dos seus esquemas técnicos foi capturada pela tropas aliadas após o término da Segunda Guerra Mundial. Aliás, não foi à toa que que os EUA e a Rússia disputaram a tapas a "importação" dos cientistas nazistas para os seus territórios. E HOJE todas as modernas tecnologias bélicas, como as da aeronáutica e das viagens espaciais, dentre outras, foram COPIADAS da tecnologia nazista que estava mil anos à sua própria frente - Tornando-se, pois, evidente que alguém "de fora" fornecera isso à Alemanha. Muitos, então, perguntam o porquê de Hitler não ter se utilizado dos seus UFOs contra as tropas aliadas, com o que teria vencido a guerra e, de fato, dominado o mundo. A resposta é simples: - além de ter exaurido todos os recursos da Alemanha na campanha militar em várias frentes, não havia verbas para plenamente desenvolver tal projeto. (O que, todavia, não impediu que TODOS os UFOs nazistas tivessem misteriosamente "sumido do mapa" após o término da guerra. Aliás, teriam "sumido do mapa" diretamente para a Antártica e a.... AMÉRICA DO SUL! Nesse sentido, caberia uma pergunta: - SERIAM MESMO de natureza tipicamente alienígena todos os UFOs avistados atualmente sobre a impenenetrável vastidão da Selva Amazônica?)


Além do mais, Hitler fazia um certo "pouco caso" e ostentava desprezo pelos cientistas que desenvolviam tecnologias de ponta. Os mísseis V-1 e V-2, os precursores dos modernos mísseis balísticos intercontinentais, por exemplo, era desprezados por ele. Um curioso e hilariante epísódio ocorreu em Penenmünde, o campo de lançamentos nazistas: durante um dos primeiros testes da V-1, o führer, com ar de enfado, tinha ao lado um dos seus otimistas generais, que fazia apologia àquela nova arma, a mais recente conquista dos seus cientistas. Hitler, com um olhar perdido na distância e um sorriso forçado nos lábios, murmurou entre dentes: - Tomara que dê certo, senão mato-os todos! E além disso, sabe-se, também, que Hitler foi traído e muito sabotado, pois dentro do próprio nazismo havia aqueles que não concordavam com os seus métódos, impedindo assim o pleno desenvolvimento das mais avançadas tecnologias, como até mesmo ativamente trabalhando nos bastidores para impedir a sua vitória! Inclusive fez parte desse esquema um malsucedido atentado a bomba contra ele, perpetrado através de uma conspiração liderada por um dos seus mais altos oficiais!


Não há mais dúvidas! Tão repentino e sutil quanto o bote de uma pantera, os mistérios, mais do que nunca, começam a aflorar nestes tempos de muitas revelações. Aliensdiretamente envolvidos na nossa História? Claro, tudo indica que SIM! Dessa forma, não se pode, de maneira alguma, também negar uma muito antiga presença de naves estranhas e dos seus desconhecidos tripulantes nos nossos céus, como também aqui por baixo mesmo. Tudo é mistério no nosso passado - seja ele remoto ou de certa forma contemporâneo. Mas hoje, uma rápida "viagem" pelo excelente Google Earth nos levará a muitas e inusitadas surpresas - como, por exemplo, ESSA - também (sutilmente) bisbilhotada pela NASA, assim como se pode ver pelos seu logotipo aposto na imagem: - "Uma Pirâmide Gigantesca na Austrália", diz a marcação? Simplesmente surpreendente! Vamos, então, ver mais perto.... (FOTO: © Europa Technologies/NASA/TerraMetrics/MapData/Google)


SIM, sem sombra de dúvida é mesmo uma colossal (e além de tudo inexplicável) pirâmide situada na desértica região central da Austrália!!!.... (FOTO: © DigitalGlobe/TerraMetrics/Mapdata/Google)


..... Aqui devidamente mais aproximada para fins de melhor visualização. Essa colossal estrutura, cuja origem torna-se totalmente desconhecida, foge a tudo aquilo que se conhece em termos da Arqueologia local, já que o passado da Austrália "oficialmente" fora unicamente preenchido por "selvagens aborígenes"! (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


Mas, isso não é tudo: aqui, também nessa mesma região central e inexplorada da Austrália, um curioso monumento chamado de "A Caveira", sinaliza para o céu..... (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


..... Ei-la devidamente ampliada e realçada. Qual o significado disso? O quê seria?....


..... Meros trabalhos da natureza? DE FORMA ALGUMA! Já que em 1960 pesquisadores locais também se depararam na mesma região central australiana de Gympie com esses curiosos monumentos, tão antigos quanto a noite dos tempos e pertencentes a uma remota cultura, totalmente desconhecida! Mas, algo tão embaraçosas mesmo, que algumas dessas importantes peças arqueológicas simplesmente "desapareceram", ao passo que outras foram "recolhidas" por autoridades de Queensland..... (FOTOS: (FOTO: © gympiepyramid.org)

..
... Uma cultura remota que também deixou os seus intrigantes sinais espalhados pela região! A reprodução acima, nos mostra algo como uma embarcação, talvez a origem dessa civilização, advinda do mar, como também as representações de duas pirâmides! Tudo, então, faz sentido nesse estonteante contexto. (FOTO: © gympiepyramid.org)


E rumando-se já para o outro lado do mundo, já no território norte-americano, precisamente em Garrison, Utah, vamos encontrar mais essa surpresa no Google Earth: "O LOCAL DA QUEDA DO UFO ENTERRADO", diz a marcação! Interessante, não? Claro que sim, vamos, então, examinar mais perto.... (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


.... Pois, segundo consta nos meios ufológicos, foi aqui o exato local de um acidente ocorrido no distante ano de 1953 quando um UFO, aparentemente descontrolado, embatera-se violentamente contra o solo após os seus tripulantes talvez terem tentado um pouso de emergência, causando assim as imensas marcas de um violento arrasto pelo solo.... (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


.... Foi tudo mais ou menos assim como nos mostra este cartaz de uma conferência sobre o resgate do UFO, ocorrida em 2003, em Las Vegas. Como sempre costuma acontecer, autoridades militares e governamentais isolaram a área, resgataram o UFO, como também os corpos dos seus tripulantes humanóides, caindo depois tudo no mais absoluto sigilo. As marcas, porém ficaram.


E em outro Estado do Território Americano, dessa vez no Arizona, eis aquilo que também podemos encontrar: "A QUEDA DE UM UFO EM KINGMAN"! Vamos, portanto, examinar.... (FOTO: © Tele Atlas/DigitalGlobe/Google)


.... E eis que temos algo bem semelhante ao evento ocorrido naquele mesmo ano de 1953, causando uma marca de arrasto tal como no outro acidente de Garrison, Utah! Evidentemente as marcas de um pouso forçado! Sem qualquer dúvida, queiram ou não os céticos e os negadores, a nossa Terra é mesmo um enorme e muito promissor manancial de enigmas! (FOTO: © DigitalGlobe/Google)


Terra, um pequeno planeta, apenas um ínfimo globo girando na extremidade de uma enorme galáxia, porém ainda totalmente envolto nos mais maiores e nos mais densos mistérios - mistérios profundos e muito bem guardados que por todos os lados insistem em nos desafiar. Seja nas mais impenetráveis florestas, seja nas mais desérticas regiões do globo, os enigmas referentes a um passado muito remoto e esquecido, nos conduzem não somente aos meandros desse obscuro e muito nebuloso passado, como também aos próprios dias do presente e - quem sabe - até mesmo e de certa forma se direcionariam ao futuro, uma vez que cada vez mais começam a emergir de um profundo sono, de uma grande letargia, procurando apenas por alguém - uns poucos que corajosamente se decidam a desvendâ-los, como também uns poucos que se decidam a ouvir tudo aquilo altamente relevante que eles certamente têm a nos dizer. Tudo aquilo, enfim, que já começa a se fazer presente, de maneira nítida e intensamente cristalina. Assim, diante disso e por isso, a nossa outrora silenciosa e figurativa Pantera já arma o seu certeiro bote - o bote das certeiras garras do qual nenhuma criatura, cética e da mesma forma omissa, poderá escapar. Ela já emite o seu tronitroante rugido, o qual reverbera pelas densas florestas da mentira e da contraverdade, estremecendo tudo. Pois, os seus fulgidios e impressionantes contornos já emergem em meio a uma paisagem escura, prenunciando assim que os tempos são chegados, e que os seus segredos, Os Segredos da Pantera, já deixariam de fazer sentido - já deixando, então, pouco a pouco e finalmente, de ser segredos!







Total de visualizações de página

Página FaceBook