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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Babilônios sabiam da órbita de Júpiter mais de mil anos antes do telescópio; veja mapas



Babilônios, sumérios e todos outros povos, é natural que sabiam dessas coisas, todos eles e nós fomos recriados e modificados pelos mesmos seres extraterrestres, os Anunnaki e também outras raças. 


E devido a isso, de uma forma ou de outra, ensinaram aos humanos os segredos, ou parte dele, sobre a astronomia, matemática, ciências e tudo mais.

Porém ocorreram muitas alterações climáticas, cataclismos provocados por eles ou não, e por esse fato que se perdeu grande partes dos ensinamentos, quase que praticamente todas as infraestruturas e tecnologias que existiram antigamente, atualmente muitas estão sendo redescobertas mas, as mais importantes estão sendo mantidas em segredo e sendo usadas pelos extraterrestres dominantes e sua elite híbrida.




MAPA DAS ESTRELAS - Os povos antigos, como os gregos e os babilônios, já conheciam as constelações e identificavam-as com cartas celestes. O mapa registrava a localização de estrelas conhecidas naquela época. Desde então, muitas outras foram feitas e atualizadas, como esta da foto, feita pelo cartógrafo holandês Frederik de Wit, no século 17. Atualmente é possível ver alguns mapas em aplicativos de celular



GEOCENTRISMO - Por volta do século 2 d.C, o pesquisador grego Claudius Ptolomeu criou uma teoria, baseada em fórmulas matemáticas, que dizia que a Terra seria o centro do Universo, e a Lua, o Sol e planetas como Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno giravam ao redor. Na época, acreditava-se que o Sol e a Lua também eram planetas 



TERRA PARADA - Neste modelo geocêntrico feito 300 anos a.C., na Grécia, a Terra aparece imóvel no centro do Universo. No modelo físico do cosmos desenvolvidos por Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.), o entorno é que giraria para formar a passagem das 24 horas



HELIOCENTRISMO - Nesta ilustração, feita em 1646 pelo cartógrafo Andreas Cellarius, traz uma representação já baseada no modelo matemático proposto pelo astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543) em 1514. Muito antes da invenção da luneta, Copérnico calculou as distâncias dos planetas e foi o primeiro a colocar o Sol no centro, com os demais corpos celestes --tudo isso a partir de observações do céu feitas a olho nu 



HELIOCENTRISMO EM DIMENSÕES - Esta representação do sistema solar data de 1800 e segue o modelo estabelecido por Nicolau Copérnico, que traz o Sol no centro



MAPA JAPONÊS - O astrônomo Harumi Shibukawa foi um dos primeiros cientistas a usar um telescópio no Japão. Em 1677, ele criou um mapa estelar que combinava observações sistemáticas com conceitos da astrologia chinesa 



URANO - Em 1781, com a evolução dos telescópios, o músico e astrônomo William Herschel (1738-1822) percebeu a existência de um corpo estelar ainda não identificado. Tratava-se de Urano. Ele também usou o telescópio para perceber a forma elíptica da nossa galáxia, a Via Láctea, como podemos ver nesta imagem



PLANETA HERSCHEL - Este mapa localiza Urano, descoberto em 1781 e nomeado temporariamente de Herschel, em homenagem ao seu descobridor. O cientista também foi responsável por calcular a distância do novo planeta em relação ao Sol



ANÉIS DE SATURNO - Nesta representação de 1655, feita por Christiaan Huygens, foram identificados os anéis de saturno, citados pela primeira vez em 1610, após a invenção do telescópio de Galileu. Compostos principalmente de gelo, os anéis contêm inúmeras partículas, grandes e pequenas, que orbitam o planeta em um plano horizontal. Júpiter, Netuno e Urano têm anéis ao seu redor, mas estes não são visíveis



NETUNO - Após a descoberta de Urano, astrônomos começaram a fazer cálculos e perceberam que outro corpo celeste poderia estar causando perturbações gravitacionais no planeta. Em 1846, os astrônomos Johann Gottfried Galle (1812-1910) e seu assistente Heinrich Louis D'Arrest (1822-1875), ambos do Observatório de Berlim, encontraram Netuno, o oitavo planeta em ordem de distância ao Sol e o quarto em tamanho



NONO PLANETA - Em 1906, Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, iniciou um grande projeto de procurar um possível nono planeta no Sistema Solar, que ele chamou de Planeta X. O cientista morreu em 1916 sem identificar o planeta, embora o tenha fotografado duas vezes. A busca foi paralisada até 1929. Em 1930, Clyde Tombaugh, após um ano de pesquisas, confirmou a existência do que viria a ser Plutão, representado neste mapa 



CINTURÃO DE KUIPER - Pouco depois da descoberta de Plutão, os astrônomos começaram a especular a existência de uma população de objetos além de Netuno. Em 1951, o astrônomo Gerard Peter Kuiper propôs a existência de objetos além de Plutão. A região onde esses objetos ficariam seria uma espécie de disco, onde estariam soltos e vagariam pelo Sistema Solar. A teoria foi confirmada em 1992 pelos pesquisadores David Jewitt e Jane Luu. A região recebeu o nome de Cinturão de Kuiper (em laranja no mapa), em homenagem ao astrônomo



JÚPITER - A análise desta antiga tábua com símbolos revelou que astrônomos da Babilônia calcularam os movimentos de Júpiter mais de mil anos antes de existirem os primeiros telescópios. O registro desses gráficos foi deixado em tabletes de argila inscritos em cuneiforme, escrita criada pelos sumérios, que foram decifrados e publicados em 2016 pelo arqueoastrônomo Mathieu Ossendrijver



Cientistas desvendam mistério com 300 anos: bactérias conseguem ver



Bactérias, mesmo as menos complexas, conseguem «ver» quase como os humanos, segundo uma nova pesquisa, que vem desvendar um mistério que intrigava os cientistas há mais de 300 anos.



E como? As bactérias fazem-no ao transformar o seu corpo numa espécie de lente de máquina fotográfica que consegue focar um spot específico, o que desencadeia movimentos em direcção aos focos de luz.
O investigador principal, Conrad Mullineaux, do Queen Mary University, em Londres, afirmou que «a ideia de que as bactérias conseguem ver tal como nós é entusiasmante».
A equipa baseou o seu estudo na Synechocystis, uma espécie de cianobactéria – microorganismos que se encontram em rochas, líquenes e musgo e que fazem a fotossíntese para captar a energia do sol.
A habilidade para percepcionar a luz é crucial para a sobrevivência destas bactérias, que já andam por cá há mais de dois mil milhões de anos.
De destacar que uma célula Synechocystis é sensivelmente mil milhares de vezes menor que o olho humano.
O estudo foi publicado no jornal eLife e demonstra que a evolução consegue abranger desde os mais ínfimos organismos até aos humanos.


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