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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Lâmpadas Fluorescentes causam Câncer: Radiação ultravioleta emitida por lâmpadas fluorescentes causa danos à pele


Níveis prejudiciais UVC e UVA se originam de fissuras nos revestimentos de fósforo presentes nas lâmpadas Inspirados por um estudo europeu, pesquisadores da Stony Brook University, 
nos Estados Unidos, analisaram o impacto da exposição aos raios ultravioletas emitidos por lâmpadas fluorescentes compactas (CFL) sobre os tecidos da pele humana saudável (in vitro).




Equipe liderada pela pesquisadora Miriam Rafailovich coletou lâmpadas CFL compradas em diferentes lugares nos municípios de Suffolk e Nassau, e então mediu a quantidade de emissões UV e a integridade dos revestimentos de fósforo de cada lâmpada. 

Os resultados revelaram níveis significativos de UVC e UVA, que pareciam originar de fissuras nos revestimentos de fósforo, presentes em todas as lâmpadas estudadas. A equipe então utilizou as mesmas lâmpadas para avaliar o efeito da luz sobre células saudáveis do tecido da pele humana, incluindo: fibroblastos, um tipo de célula encontrada no tecido conjuntivo que produz o colágeno; e queratinócitos, uma célula epidérmica que produz queratina, o material estrutural chave na camada exterior da pele humana. 

Os testes foram repetidos com lâmpadas incandescentes de mesma intensidade e com a introdução de nanopartículas de Dióxido de Titânio (TiO2), que são encontradas em produtos de cuidados pessoais normalmente utilizados para a absorção de UV.

"Nosso estudo revelou que a resposta das células da pele saudável à radiação de UV emitida por lâmpadas CFL é consistente com os danos da radiação ultravioleta", disse a professora Rafailovich. "Os danos das células da pele foram menores quando baixas dosagens de nanopartículas de TiO2 foram introduzidas nas células da pele antes da exposição." 

Rafailovich destaca que a luz incandescente de mesma intensidade não teve nenhum efeito sobre as células da pele saudável, com ou sem a presença de TiO2.



"Apesar de economizarem energia, os consumidores devem ter cuidado ao utilizar lâmpadas fluorescentes compactas", aconselha Rafailovich. "Nossa pesquisa mostra que é melhor evitar usá-las em distâncias muito curtas e que elas são mais seguras quando 
colocado atrás de uma tampa de vidro adicional."

vídeo bastante interessante que mostra o NÍVEL DE RADIAÇÃO emitida por uma lâmpada fluorescente compacta de procedência CHINESA. Os níveis detectados são BASTANTE ALTOS e PERIGOSOS à saúde, podendo inclusive causar CÂNCER.

Evidentemente não vou GENERALIZAR, mas é preciso tomar o MÁXIMO CUIDADO com estes produtos importados da China, pois a grande maioria são produtos FALSIFICADOS, sem nenhum CONTROLE DE QUALIDADE, e em muitos casos são produzidos com LIXO E MATERIAIS DESCARTADOS, inclusive LIXO HOSPITALAR CONTAMINADO.

A quantidade de lixo e material descartado é muito grande, e ao mesmo tempo, a MATÉRIA PRIMA necessária para a produção de bens de consumo é CARA. Isto cria uma circunstância onde muitos OPORTUNISTAS CRIMINOSOS estão utilizando este lixo para produzir bens de consumo falsificados e sem absolutamente nenhum controle de qualidade. Então exportam sua produção para outros países e assim ganham muito dinheiro.



Entre estas falsificações estão as LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS. Elas são feitas de LIXO TÓXICO CONTAMINADO, e isto AGRAVA uma situação de perigo que já existe normalmente para estas lâmpadas, fazendo com que haja uma EMISSÃO DE RADIAÇÃO para o ambiente iluminado. É fácil comprovar isto, basta utilizar um MEDIDOR DE RADIAÇÃO como este da foto, assista o vídeo. Estas lâmpadas também costumam piscar e brilhar, mesmo estando DESLIGADAS. Isto é por causa da PRESENÇA DE MATERIAL RADIOATIVO dentro do corpo da lâmpada.

O LIXO está sendo a MATÉRIA PRIMA para a produção de bens de consumo na China. E o LIXO HOSPITALAR CONTAMINADO é um dos preferidos. Uma SERINGA plástica serve como matéria prima para a produção de uma CAMISA ou uma SANDÁLIA, apenas para citar alguns exemplos. Serve também como matéria prima para produzir uma lâmpada sem qualidade, que vai irradiar todo o ambiente.

É preciso haver FISCALIZAÇÃO e CONTROLE DE QUALIDADE. Não se pode importar os produtos chineses "no escuro", assim como é feito atualmente. VOCÊ tem o dever e a responsabilidade de COBRAR esta fiscalização dos órgãos governamentais. Esteja certo 
que SOMENTE A SUA COBRANÇA é que pode fazer diferença nesta história.

O Que É Luz Incandescente

Luz incandescente é a luz resultante do calor. Quando um objeto esquenta além de um certo limite, ele incandesce, ou seja, começa a emitir luz. Esta é a luz predominante da natureza: o Sol, o fogo resultante da queima da madeira, óleo e velas, são as formas mais comuns de luz natural. O ser humano, ao longo de toda a evolução, se adaptou e prosperou com a luz do Sol. Graças a essa luz existe o dia, e nossos olhos enxergam maravilhosamente bem os objetos iluminados pelas várias nuances da luz incandescente do Sol nascente até o poente.



A luz da lua, à noite, não é incandescente, mas é resultado do reflexo da luz incandescente do Sol iluminando nosso satélite. Mais uma vez, é a luz incandescente em ação.

Segundo indícios arqueológicos, há quase meio milhão de anos os ancestrais do Homo sapiens já possuíam controle sobre o fogo, o que propiciou muitas vantagens, uma delas a luz. A luz do fogo também é de natureza incandescente, assim como o Sol. Com o advento da civilização, aumentou o uso de objetos emissores de luz incandescente, como tochas, velas e lâmpadas a óleo.


Por volta de 1880, a lâmpada de tungstênio foi inventada por Thomas Edison, e passou a iluminar a civilização.

O Que É Luz Fluorescente

O termo luz fluorescente se refere à luz emitida por lampadas fluorecentes. Lâmpadas fluorescentes são tubos de vidro com pequenos eletrodos nas duas extremidades, que enviam correntes elétricas (elétrons) que “viajam” através dos gases (argônio + mercúrio) que preenchem o interior do tubo. Conforme os elétrons percorrem o tubo, eles colidem com os átomos de mercúrio ali presentes, e essa colisão resulta na emissão de luz ultravioleta (invisível), cujos raios atingem um pó de material fosforescente que recobre, por dentro, o vidro da lâmpada, e que brilha com luz visível quando em contato com a luz ultravioleta. Essa luz atravessa o vidro e é quem ilumina o ambiente ao redor da lâmpada. A cor da luz pode ser modificada de acordo com a composição química do pó fosforescente.


As lâmpadas fluorescentes foram introduzidas no mercado em 1934, mas ganharam uso cada vez mais disseminado a partir da década de 1970.


Quer Ter Menos Enxaqueca? Use Lâmpadas Incandescentes

Além de mais caras e de emitirem uma iluminação de qualidade inferior que as lâmpadas incandescentes, as lâmpadas fluorescentes sempre emitem luz tremeluzente (ainda que imperceptível a olho nu) e são tóxicas para o meio ambiente porque contêm mercúrio – cerca de 4 miligramas por lâmpada.


Mas as Lâmpadas Incandescentes Estão Saindo do Mercado. A melhor solução é voltar a usar a lâmpada incandescente, que dá o mesmo brilho com o qual nosso corpo está acostumado desde tempos imemoriais.

Seguindo uma tendência mundial de economia de energia, as lâmpadas incandescentes deixarão para sempre o mercado brasileiro a partir do ano 2016.

Na minha opinião, o que se economiza de energia com lâmpadas fluorescentes nas casas e escritórios, pode se gastar com doenças advindas da hiperestimulação do sistema nervoso pela luz tremeluzente e de brilho não natural das lâmpadas fluorescentes. Mas minha opinião é voto vencido neste caso.



Se você, assim como eu, gosta e quer continuar se beneficiando da agradável luminosidade das lâmpadas incandescentes na sua casa por muitos anos – ainda que em um ou outro abajur, ou quem sabe um único quarto na casa – faça como eu: comece a estocar lâmpadas incandescentes. Um bom estoque pode durar a vida inteira, pois lâmpadas não queimam tão fácil, se a instalação elétrica for boa.

Para quem ler este artigo depois de 2016, a melhor solução é continuar evitando as lâmpadas fluorescentes e usar lâmpadas de LED em corrente contínua (se for corrente alternada, o LED também vai acender e apagar de acordo com a frequência da corrente da rede elétrica).

"O principal problema dos LEDs é o fato de emitirem principalmente comprimentos de ondas azuis e não terem as frequências curativas e regenerativas do infravermelho. Eles têm muito pouco vermelho e não possuem infravermelho, que é o comprimento de onda necessário para reparo e regeneração. Existem importantes desvantagens dos LEDs que não são totalmente consideradas. A iluminação LED pode ser uma das mais relevantes exposições de radiação EMF não natural às quais você está exposto diariamente. Se optar por ignorar essas novas ideias, isso pode ter repercussões muito sérias. Pode levar à degeneração macular relacionada à idade, que é a principal causa de cegueira nos Estados Unidos e em outros lugares, ao câncer e a outros sérios danos à saúde. Infelizmente, o uso de LEDs foi exigido pela política federal nos EUA, no Canadá e em grande parte da Europa, na tentativa de economizar energia. Embora seja inquestionavelmente eficaz nesse aspecto, o impacto biológico dessas lâmpadas foi completamente ignorado e, ao serem impostas, as opções foram restringidas."

Dr. Josefh Mercola
(1954-)
Médico norte-americano

Aplicativos para amenizar esse problema para computadores e celulares:

https://justgetflux.com/














sábado, 8 de fevereiro de 2020

APRENDER A DESAPRENDER





A grande dificuldade que as pessoas tem, não é aprender coisas novas, mas desaprender as velhas.



Uma vez chegou a um circo um novato assistente que ficou admirado ao ver um grande elefante preso somente a uma corda amarrada em uma estaca fincada ao chão. Obviamente o elefante teria força de sobra para se livrar daquilo, se quisesse; assustado, o rapaz perguntou aos mais experientes se eles não tinham medo do animal escapar. Depois de rirem da inocência do rapaz, um experiente domador explicou que isso seria impossível, pois o elefante “aprendeu” que não poderia fugir. Vendo a expressão de dúvida ainda no rosto do jovem, o domador contou que quando o elefante ainda é pequeno, eles o amarram à mesma corda e estaca. O pequeno elefante tenta se soltar com toda sua força, mas não consegue. Depois de grande, o elefante não tenta mais por ter “aprendido” que não consegue, transformando dessa forma, a corda e a estaca em uma prisão perpétua independentemente do seu tamanho.
Esta parábola do elefante é contata para nos falar de força e o quanto desconhecemos nossa capacidade. Porém, se pensarmos por outro ângulo, esta metáfora tem muito a nos ensinar sobre a aprendizagem.
Assim como o elefante da história, muitas vezes aprendemos coisas e não questionamos sobre elas, elas ficam no automático e simplesmente não refletimos sobre aquilo. Em nosso caso, a estaca e corda podem ser elementos mais enraizados e subjetivos, coisas que são ditas desde que somos pequenos e agem como um “adestramento”, decidindo inclusive sobre nossas necessidades e desejos. Este seria um dos pontos negativos da cultura, dos costumes e do senso comum. Explica, por exemplo, os pensamentos machistas, xenofóbicos, homofóbicos e outros de caráter discriminatório.
O mundo hoje caminha de uma forma acelerada, existe uma pressa que não se sabe de quê e uma pressão que nos cobra que sejamos sempre os melhores em tudo. A ditadura do empreendedorismo. Uma sociedade que joga uns contra os outros e fomenta uma insana competição, causando, assim, uma série de distorções na qual as pessoas confundem lazer com excessos, felicidade com poder e amor com vícios. Se pararmos para observar atentamente, sem ser no modo automático, talvez muitas dessas “necessidades” contemporâneas não passem de valores criados, são verdadeiras estacas em nossa evolução.

Para ter uma dimensão de como esta imersão em uma realidade montada acontece, uma recente pesquisa feita nos EUA questionou diversas pessoas sobre quais os verdadeiros objetivos de suas vidas. 80% delas disseram que tinham por objetivo serem ricas. Entenda por riqueza o acúmulo de dinheiro e bens materiais. Ou seja, a grande maioria das pessoas tem um modelo de sucesso que no qual enriquecer está acima de “ser feliz” ou é visto como sinônimo disto. Essa estaca e corrente fictícias aprisionam e fazem com que nossa vida se torne cada vez mais cheia de angústias e menos satisfatória, desencadeando todo aquele ciclo que conhecemos de pressão, cobranças, metas de sucesso e uma constante frustração até que chegamos a um estado de fadiga. Por isso, vale tentar um ponto de vista diferenciado à forma como interpretamos e significamos a vida, para, dessa forma, perceber que talvez uma leve mudança de perspectiva possa trazer uma experiência mais plena de existir.
Hoje é mais comum algumas pessoas despertarem para essa nova realidade. Provavelmente você já ouviu histórias do cara que era pós-graduado e tinha um ótimo cargo, mas largou tudo para abrir seu negócio de culinária que sempre foi seu sonho. Pessoas que renunciam às normas e vendem tudo para viver com dinheiro contado viajando por aí e diversos outros relatos de pessoas que trocaram o escritório por uma vida mais simples, porém muito mais rica de significados. Essas pessoas, por mais conforto que tivessem, não podiam mais suportar viver uma vida vazia de sentido e que trouxesse infelicidade.
Mas como saber o que é necessário para uma vida completa? Quais caminhos nos levam a experiências saudáveis e frutíferas? Talvez exista uma resposta. Um estudo chamado de Estudo de Desenvolvimento Humano, de Harvard (provavelmente o maior estudo em duração do mundo), analisou por 75 anos a vida de 724 pessoas para identificar o que faz a vida valer a pena. Ele observou escolhas e aplicou periódicos questionários, incluindo para as pessoas que conviviam com os participantes. Este estudo pioneiro ainda está em curso, conduzido pela quarta geração de pesquisadores e com apenas 60 das pessoas iniciais ainda vivas. Porém, hoje ele abrange também os mais de 2 mil filhos destes candidatos e prossegue gerando uma rica fonte de informação.
Neste estudo, dois grupos foram criados: um formado por pessoas da alta sociedade e outro com pessoas de famílias bastante desfavorecidas. A mensagem central das centenas de páginas que este estudo nos trouxe é somente uma (para ambos os grupos) e bastante simples: “Bons relacionamentos nos mantêm felizes e saudáveis”. Ponto-final. Não é o dinheiro, nem o sucesso na carreira, nem a fama que traz a felicidade, mas sim a valorização das pessoas ao seu redor. O estudo afirma que as conexões sociais são extremamente benéficas à saúde, já a solidão, mata – pessoas solitárias têm qualidade de vida inferior e uma degeneração biológica mais acelerada.
Que “dinheiro não traz felicidade” todo mundo já ouviu, mas o curioso é que as pessoas em geral priorizem o dinheiro sem se importar com o preço desta busca. Sacrificam família, amigos, relações e quando percebe a vida passou sendo construída em cima de valores superficiais. Se compararmos os dados da pesquisa de desenvolvimento humano com o dos objetivos de vida das pessoas, vemos que ser rico é uma unânime maioria. Talvez esta discrepância alerte que o pensamento do sucesso é um conceito implantado, que vai moldando nossas condutas e nos transformando em pessoas mesquinhas e individualistas.

Somos a geração focada no trabalho, o mundo de pessoas bem-sucedidas. Cargos com nomenclaturas gigantescas em inglês no LinkedIn, capital humano doando toda sua energia para coisas que nem sempre acreditam. Porém há um caminho diferente sendo traçado por alguns que indicam uma nova direção. Assim como nossos pais destruíram a visão de nossos avós de que o modelo de vida ideal era a constituição da família perfeita, nós estamos desconstruindo a visão de carreira que nossos pais nos deixou como legado. Nossos pais foram a geração do divórcio, da formação de novos formatos de famílias, e apesar dos trancos e barrancos as coisas estão melhores nesse sentido. Tudo está se transformando, lentamente, mas está. Nossa conduta que forma a engrenagem para mover estas mudanças para maneiras mais significativas de viver.
Eduardo Marinho é um filósofo de rua que vale muito a pena conhecer e fala exatamente sobre isso. O documentário feito sobre ele, chamado Observar e Absorver, é transformador. O link dele completo estará no final deste texto para apreciação. Eduardo nasceu nas castas privilegiadas da sociedade, com acesso à melhor educação, porém decidiu abrir mão de diversas mordomias para viver de uma forma plena e que fizesse sentido para ele. Em sua autodefinição, ele é alguém que gosta de pensar e de causar a reflexão. Hoje vive de artesanato viajando pelo país, fazendo amizades e sendo ouvido sobre seu método de vida.
Em um trecho do documentário, Eduardo Marinho fala exatamente sobre a evolução do mundo e seu caminhar. “Eu tô melhor hoje do que era antes. O mundo hoje está melhor do que era antes. Apesar desse caos, antes era pior. As pessoas se relacionavam mais agressivamente. As penalidades institucionais eram hediondas... empalamento, chibata, forca, isso era institucional. A família ia assistir o enforcamento, fazia piquenique para ver o cara ser enforcado. Quer dizer, tem um caminho de sensibilização, de evolução. Lento. Se a gente olhar para a parte da barbárie a gente não vai acreditar que acontece, a gente não vai perceber que acontece. Mas se a gente tiver uma visão mais geral, você vê que está caminhando. Você não vai ver o mundo perfeito e nem o mundo justo, mas eu preciso caminhar nesse sentido. Nada está parado, tudo está em mutação. Eu nasci aqui? Eu sou obrigado a participar. O que eu quero é escolher como participar”.
Sobre a educação, Eduardo aponta que já existe uma doutrinação que nos pré-dispõem a certas condições. “A criança já vai sendo enquadrada para encarar o trabalho como sacrifício. ‘Você só vai se divertir na hora do recreio’. Setorizam sua alegria. ‘Você vai se divertir nas horas vagas’. No fundo, você vai viver nas horas vagas. Você vai fazer o que você gosta nas horas vagas. Você está sendo programado para odiar o seu trabalho e adorar a sexta- feira.Para quando você for se divertir, estar tão pressionado, que você não vai se divertir, você vai descarregar. E nesse descarrego você vai consumir, e nesse consumo você vai dar lucro. Até o seu prazer vai ser controlado, vai ser induzido.Vão construir dentro de você”. Assista a um ótimo trecho deste documentário neste link.
Então experimente parar um pouco. Respire. Estamos correndo para onde? Competindo para quê? Observe se você não está no automático. Questione-se porquê o que você gostaria de fazer na vida não é o que você faz hoje. Qual estaca ou corda te impede? Um bom começo é desaprender os velhos preceitos e enxergar de uma forma mais plural, onde uma vida focada no bem-estar de todos seja, como observado, o mais indicado para a saúde e para uma trajetória cheia de alegria.
Agora, está na hora de voltar para a rotina. Encontrar significado naquilo que fazemos é muito importante para que o tempo passe com mais leveza. A dica de um ótimo remédio caseiro para colecionar boas experiências é reaprender sempre. E não se esqueça, não permita que nenhuma corrente prenda você.
FONTE:
© obvious: http://lounge.obviousmag.org/weltschmerz/2016/08/aprender-a-desaprender.html#ixzz6D686Gt60


Documentário Observar e Absorver completo:




Atualmente, reaprender é a melhor forma de saber o que está acontecendo neste mundo.

Praticamente tudo do que lhe foi passado como sendo real e verdadeiro, é muito importante reescrever a história humana com um novo conceito, um novo ponto de vista, muito mais amplo, fora do cotidiano. 


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