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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sábado, 16 de dezembro de 2017

O Roswell Brasileiro (Operação Prato)







Operação Prato é o codinome de uma operação militar realizada pelo 1° Comando Aéreo Regional – I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira sediado em Belém, capital do Pará, para investigar o aparecimento e movimentação dos chamados objetos voadores não identificados – OVNIs, em áreas dos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá.





Esses objetos receberam nos registros militares a alcunha de corpos luminosos e estavam associados a estranhos fenômenos relatados por moradores e autoridades, amplamente noticiados pela imprensa, que reportavam ataques a população pelos objetos através do uso de raios luminosos que supostamente causavam na vítima queimadura, perda de sangue, marcas de agulhas e até a morte, além de uma série de sintomas clínicos como paralisia e tremores. O fenômeno ficou conhecido pelo nome de chupa-chupa




Entre os meses de outubro e dezembro de 1977 foram realizadas duas missões pelos agentes de inteligência do serviço de informações e por uma equipe médica militar do I COMAR. 

A operação teria sido encerrada oficialmente no final de dezembro de 1977, mas documentos oficiais indicam que outras missões com objetivo específico relacionadas a investigação de OVNIs foram realizadas durante o ano de 1978.




A Operação Prato surgiu dentro de um contexto mais amplo, onde uma grande onda de observações de OVNIs estava sendo relatada desde a Baixada Maranhense até a divisa com o estado do Pará, na região do Rio Gurupi e a cidade paraense de Viseu. 

A onda percorreu o litoral do Pará, chegando em outubro a Baia do Marajó e a capital Belém. Durante o deslocamento do fenômeno OVNI, houve ampla cobertura da imprensa, do rádio e da televisão, que divulgaram histórias de encontros traumáticos desses objetos com habitantes de vilas e povoados, que causaram enorme terror entre as populações locais. 




O epicentro da onda ufológica está relacionado a um estranho incidente com alguns pescadores em fins de abril de 1977, na Ilha dos Caranguejos no Maranhão, com uma vítima fatal e outro gravemente ferido.

Essa onda surgida no Maranhão, também foi acompanhada por outro serviço militar de informações subordinado ao 4.º Distrito Naval da Marinha do Brasil, que produziu informes de inteligência sem que tenha sido montada uma operação militar específica de investigação do fenômeno. Também se envolveram nas investigações o extinto Serviço Nacional de Informações – SNI e o Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica – CISA.




Documentos oficiais, jornais da época e documentos militares vazados são os principais registros do período. O acervo oficial é composto por documentos liberados pela FAB e documentos do SNI liberados pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, todos sob guarda do Arquivo Nacional em Brasília. 

Os documentos e imagens vazados não chancelados oficialmente estão uma parte sob guarda da Revista UFO (relatórios, desenhos, croquis), outra pelo site Burn (fotos e fotogramas) e outra pelo site operacaoprato.com (relatório médico, informes da Marinha). Existem outras fontes de apoio à análise da documentação disponível, principalmente entrevistas dadas por militares envolvidos diretamente no trabalho de campo e civis envolvidos nos eventos relatados, publicadas em livros ou periódicos.




No geral, a comunidade ufológica nacional acredita que os fenômenos investigados pela Operação Prato foram de origem extraterrestre e os queimados e vampirizados vítimas de experiências de seres alienígenas. 




Essa hipótese está amparada principalmente nas declarações de personagens importantes, como o chefe da Operação Prato e a médica da unidade de atendimento de Colares. Outros militares participantes da operação manifestaram opiniões diferentes, além de alguns personagens civis. Um número restrito de ufólogos e pesquisadores da comunidade ufológica defendem alternativas não extraterrestres. 




Uyrangê Bolivar Hollanda lima foi encontrado morto em sua casa na Região dos Lagos no Rio de Janeiro em 2 Outubro de 1997, ou seja, dois meses após sua entrevista ser dada. Ufólogos que ficaram amigos do militar afirmam que Uyrangê passava por uma profunda depressão devido a experiência que sofreu com os fatos ocorridos e portanto cometeu suicídio, enquanto uma outra corrente de ufólogos afirma não acreditar que Uyrangê tenha cometido suicídio, Lançando suspeitas sobre uma conspiração de assassinato. Todo o material registrado pela sua equipe durante a Operação Prato ficou em posse da FAB que só começou a liberar os arquivos ao Pùblico em 2008. 













A HISTÓRIA DA SUÁSTICA








O Símbolo da suástica e seus mais de 12.000 anos de história.



A suástica é lembrada como o símbolo de Hitler, trazendo a mente acontecimentos registrados em livros da história oficial. Embora exista uma grande variação entre o que realmente aconteceu e o narrado nestes livros, sem dúvida alguma, foram anos de muita negatividade expressa na Terra.




De fato, o que vale a pena focar é que o partido nazista não foi o único a empregar tal símbolo, tendo sido usado como um poderoso símbolo, milhares de anos antes, por muitas culturas, em todos os continentes.




Para os Hindus e Budistas na Índia, incluindo outros países da Ásia, a suástica esteve presente eu sua ancestral história, podendo ser facilmente encontrado em prédios, templos, taxis...por todos os lugares por onde se passe.




Os antigos Druidas e Celtas também empregavam este símbolo, representado em muitos artefatos encontrados em escavações arqueológicas.
Vale a pena mencionar que a suástica era um importante símbolo para tribos nórdicas, tendo sido passada para os primeiros cristãos e a posterior para os Cavaleiros Templários 




Teutônicos, uma ordem militar da idade média, seguidora do catolicismo.
Mas a pergunta é: Porque esse símbolo é tão importante e qual o motivo de Hitler o ter adotado?





Vamos analisar a palavra em sânscrito que a nomeia, para imediatamente revelar o motivo: 




Suástica significa “bem estar”, “boa existência”, “boa sorte”, levando a ser vista como um símbolo solar de boa aventurança. Realmente a suástica é conhecida por diferentes nomes em muitos países – como “Wan” na China, “Manji” no Japão, “Fylfot” na Inglaterra, “Hakenkreus” na Alemanha (muito antes do surgimento do nazismo) e “Tetraskelion ou Tetragammadion” na Grécia, por exemplo.




Um estudante de sânscrito chamado P.R. Sarkar em 1979 disse que o seu mais profundo sentido de palavra é “Permanente Vitória” e que todo símbolo pode ter um sentido positivo ou negativo, de acordo com a forma como é desenhado.



Assim a suástica hindu que gira para a direita é considerada positiva e a que gira para a esquerda, negativa, referenciando a deusa Kali e sua magia negra.



A SUÁSTICA NA LUA

A fotografia foi obtida em abril (2012) pela sonda Cassiopéia. Esta paisagem está localizada na chamada face obscura da Lua, na cratera Schroedinger, próxima ao pólo sul lunar. Os cientistas não têm uma explicação para esta imagem: não sabem se é uma estrutura real ou uma ilusão de ótica.

Adeptos de teorias de Conspiração dividem-se: alguns dizem que essa suástica é uma prova de os nazistas estiveram na Lua; outros, acreditam que a imagem confirma outra coisa: que a suástica é um símbolo cósmico e esta, em particular, é obra de alienígenas, extraterrestres.

O ufólogo Martin Krauss tem uma explicação: É um sinal de Alfa Centeurianos, alienígenas que trouxeram vida à Terra quatro milhões de anos atrás. O sinal foi deixado na Lua para, um dia, soubéssemos de sua visita.

Para o cientista romeno Radovan Tomovici, especialista em teorias da conspiração, a suástica lunar é, mesmo, obra de Nazistas: Por mais de 70 anos é de conhecimento público que os nazistas, durante a Segunda Guerra, tinham um programa de pesquisa supervisionado por Hans Kammler com objetivo de conquista e controle do espaço orbital. Parece que Kammler, que desapareceu misteriosamente pouco antes do final da guerra, ele e sua equipe, foram bem sucedidos.

O Sentido duplo é comum nas tradições ancestrais, representando as duas polaridades que constituem o mundo onde vivemos.


Com este conhecimento sobre a suástica, podemos entender que “o caminho do meio” é o caminho da integração das polaridades e não da separação ou desprezo.








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Registros da utilização da suástica pela humanidade (Epoch Times)
suástica, também conhecida como círculo solar, cruz do cosmos, wan zifu (chinês), lauburu, martelo de thór entre outros, sem dúvida é o símbolo mais antigo da humanidade, segundo registros históricos. O símbolo pré-histórico sempre teve uma conotação sagrada e divina, carregando profundos significados herdados de culturas e religiões ancestrais.
Vista como patrimônio universal, a suástica possui interconexão com quase todas as culturas existentes na atualidade, carregando significados similares em todos os cantos do mundo. Até princípios do século 20, o símbolo representava o saber mais profundo do homem, o movimento das galáxias, do universo e a criação da vida.
Os índios norte-americanos há 5 mil anos já utilizavam a suástica, segundo registros encontrados nos Estados Unidos. A etnia Hopi construiu duas estradas no formato do símbolo na América do Norte. Nos artefatos das civilizações Azteca, Maia, Olmeca, Tolteca e Inca são percebidas atribuições sagradas ao símbolo. Os antigos gregos e romanos introduziram a suástica na África. Muitas sinagogas judias e a suposta tumba de Jesus Cristo estão decoradas com várias suásticas. Também, pode-se encontrá-la adornando várias pinturas famosas presentes no Vaticano e em muitas outras construções antigas na Europa. A Austrália é um dos únicos países onde não se encontraram registros históricos da suástica.
Pouco antes da 2ª Guerra Mundial, o símbolo foi utilizado na criação de cartões postais, moedas da sorte, como logotipo de empresas e associações, em cartazes de propaganda e materiais promocionais, como utilizado pela Coca-Cola em 1925.
Infelizmente, graças ao uso indevido da suástica durante o período nazista na Alemanha, o símbolo ganhou uma conotação sombria ao ponto de dissolver o verdadeiro significado do mesmo. Hitler, o líder nazista, proibiu toda investigação relacionada ao autêntico significado e história da suástica. Nesse período, todo aquele que se atrevesse a pesquisar a história do símbolo era perseguido e encarcerado.


Calendário azteca da Roda do Sol (Epoch Times)
A palavra suástica deriva do sânscrito – swastikah -, uma antiga língua da Índia, e significa “ser feliz”. Nesse país, o símbolo é relacionado a boa fortuna.
Acredita-se que a origem de todos os seres, assim como de suas ações, está relacionada ao movimento. O movimento incessante do universo produz continuamente coisas novas. Isso também aplica-se à Terra, ao Céu, ao Sol e a todos os planetas. A suástica representa justamente a simbologia do movimento circular, do renascer. Em diferentes culturas significa a reencarnação.
A suástica tem muitos nomes. Na linguagem primitiva dos antigos germanos, ela se chama “Vierfoss” (Base de Fogo).
Segundo estudos, Guido von List, autor austríaco místico anti-semita, foi o responsável pela associação entre a suástica e o nazismo devido ao poder ideológico do símbolo. 

A “Hakenkreuz”, nome dado à suástica nazista, significa “cruz que abarca tudo” e faz alusão ao criador e ao redentor que salva as pessoas – para os alemães da época, Adolf Hitler.
Em muitas culturas a suástica representa diretamente o Sol, que rege a mudança das estações no decorrer de um ano. “Wan Zifu” é o nome em chinês da suástica. Dentro de um círculo o ideograma também significa “Sol”. Sem o círculo, significa infinito e o número dez mil.
Figurativamente, o símbolo também conota fertilidade, podendo ser visto em estátuas e peças artísticas de vários povos antigos, que colocavam-no nas regiões genitais das obras.
A suástica é encontrada com algumas variações em seu desenho, mas a forma se mantém a mesma, ainda que possua linhas mais retas ou mais curvas com 3, 4, 8 ou mais braços, o significado essencial do símbolo é sempre similar.
A bandeira nacional dos índios Cuna, Panamá
Entre o fim do século XIX e o começo do século XX, ocorreu a Revolução Cuna, que culminou na fundação da República de Tule ou a “República dos Homens”. A suástica é um símbolo desta cultura e, naquele tempo, eles a usavam em uma bandeira listrada com uma suástica no centro.
Com a aparição do nazismo, a bandeira foi modificada, inserindo-se um anel vermelho no eixo central da suástica. Segundo Whitney Smith – vexilologista norte-americano de renome -, os índios Cuna agregaram o circulo que representa um “anel nasal”, porque sabiam que os alemães nunca usariam anéis em seus narizes.

A bandeira também foi utilizada durante a Declaração da Independência do Panamá no final do século XIX ou começo do século XX, segundo a Proclamação do Panamá de fevereiro de 1925.

Bandeira da República de Tule (T) e bandeira utilizada na declaração de independência do Panamá (B) (Epoch Times)
Suástica na Argentina

Em Bariloche há uma fonte pública com um desenho de labirinto por onde corre a água. Não se sabe qual é o exato propósito do desenho, mas acredita-se que seja para que a água seja purificada em seu trajeto. Outro significado também é atribuido a fonte, como o apoio ao nazismo existente na Argentina.
A fonte tem cinco lados, que medem aproximadamente dois metros e meio de largura, por meio metro de altura cada. Ela encontra-se no centro comercial da cidade de Bariloche. Não se conhece a identidade do escultor.


Suástica em fonte de Bariloche, Argentina (Epoch Times)

Os índios Apaches, Estados Unidos

Como muitas outras tribos aborígenes da América, os índios Apaches têm utilizado o símbolo da suástica como ornamento por vários séculos, tanto em peles como em jóias. Os xamãs usavam-na para vários fins, desde a adivinhação do futuro até cerimônias de cura. Igualmente, para as etnias Navajo e Hopi, a suástica simboliza as quatro direções celestiais.
A Cruz Basca, Espanha
A suástica, conhecida em todo país Basco como “Lau-Buru”, que significa “Quatro Cabeças”, também é chamada de Rosa Lauburu ou Suástica Basca.
Os romanos a adotaram quando invadiram o que hoje é o país basco, como símbolo da força bruta e da barbárie moderna. O imperador Augusto a levou desde a cordilheira dos Pirineus até Roma, na Itália, como uma amostra do triunfo diante das tropas bascas. O imperador Constantino a cristianizou, batizando-a como a Cruz do Calvário. 

Os nazistas a usurparam para promover o seu regime totalitário, mudando a direção da rotação do símbolo e colocando a suástica na posição vertical em cor preta.
Para os Bascos a cruz Lauburu simboliza a humanidade, e é composta de quatro elementos: forma, vida, sensibilidade e consciência. Eles acreditam que esses são os quatro elementos básicos humanos, que se relacionam diretamente com os quatro estados da matéria reconhecidos pela ciência ocidental: sólido, líquido, gasoso e radiante.
A primeira cabeça representa a forma ou a densidade; a segunda, a vida ou a vitalidade; a terceira a sensibilidade; e a quarta o estado de consciência.
A Cruz Basca ou Lauburu (Epoch Times)

O calendário Azteca da Roda do Sol
O calendário Azteca é chamado de “Roda do Sol”, assemelhando-se a uma suástica redonda. Ele mostra as etapas do Sol nas quatro regiões do mundo, durante um ciclo de 52 anos. A roda começa com o 1º ano de Acatls, logo gira à esquerda para o 2º ano de Tecpatls, seguindo para o 3º ano de Callis, para o 4º ano de Tochtlis, 5º ano de Acatls e sucessivamente.
Calendário azteca da Roda do Sol (Epoch Times)

Suásticas Góticas
As três imagens abaixo giram para a direita. Também, pode-se encontrar signos que giram para a esquerda.
Esta forma de apresentação da suástica, muitas vezes, são vistas nas antigas igrejas e edifícios góticos da Europa. Muitos são tombados pela UNESCO (Epoch Times)


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Swastika - dicas e indicações para a origem da humanidade





Swastika, Sunwheel, Lauburu, suástica ou cruz também do cosmos,
A suástica (ou Fylfot) é um dos símbolos mais antigos ainda existentes na história. É um símbolo sagrado e pré-histórico que antecede todas as religiões formais que a humanidade conhece. Este patrimônio comum da humanidade - a conexão entre as culturas quase todos os países desenvolvidos - também pode ser encontrado na Europa ocidental até o início do século passado, como um símbolo tradicional para o maior conhecimento da humanidade. É um símbolo das galáxias e universos em expansão para a esfera relativ de vida. 


A suástica está contido dentro dos Falun Symbol cinco vezes.
Este projeto Roda da Lei é em miniatura do universo, e em todas as outras dimensões que, também, tem suas formas de ser e de seus processos de evolução, então eu chamá-lo de um mundo. Quando está girando no sentido horário o Falun pode tirar automaticamente em energia do universo, e quando ele está girando anti-horário o Falun pode enviar energia.

SuásticaLauburuSonnenradCruz do CosmosCross of Freedom
É um símbolo que foi encontrado em relíquias pré-históricas, artefatos antigos e imagens religiosas de quase todos os países do mundo. Ela não pertence a nenhuma cultura em particular, no entanto, é conhecido de todos. Por isso, é dever de todos respeitar e proteger este belo e misterioso símbolo - a suástica.



Desprezando isso, é um insulto a todos aqueles que gostariam de acreditar em maiores valores e justiça. 
























OS MITOS E LENDAS NÓRDICOS






Determinar a origem destes mitos e lendas não é fácil. Ao transmitir-se oralmente, de geração em geração, qualquer das datas que hoje a ciência lhes atribui (fala-se dos séculos VIII ou IX) são meras especulações.





Hoje, à luz da Gnose, podemos dizer que a sua origem se perde na noite aterradora dos séculos, as suas raízes provêm da Ilha Sagrada do Norte, a misteriosa Thule, situada no que hoje é o círculo Polar Ártico e onde, em um passado remotíssimo, habitou a raça hiperbórea.




Desde então, a sabedoria oculta daqueles Deuses foi passando, na forma de mitos e lendas, de raça em raça e de geração em geração, até chegar à época atual.

Por volta do século X, os monges irlandeses que tinham se mudado para Islândia, buscando a solidão e o recolhimento, entram em contato com os Vikings – que começam a estabelecer assentamentos na Islândia– e recolhem por escrito alguns dos poemas pagãos que circulam entre os Vikings.



Deste modo, quase todo o material que existe atualmente sobre a Mitologia Nórdica provém da Islândia.

Este material se divide em dois grupos: os Eddas (sobre cujo significado os estudiosos não se põem de acordo, mas nós nos permitimos sugerir que poderia derivar da raiz “Ed” que significa “ato solene, juramento”) e os poemas Skaldicos (do noruego antigo "Skáld", “poeta”).


Os Eddas são compostos de dois manuscritos: o primeiro chamado “Codex Regius” consta de 29 poemas completos ou fragmentos e foi guardado em Copenhage (Dinamarca) até 1971 quando foi devolvido para Islândia. O segundo consta de 7 poemas, um dos quais não está incluído no Codex Regius. Estes poemas contêm mitos religiosos, histórias sobre os heróis antigos e conselhos sobre a vida diária. Entre eles temos o Völuspá (que significa “as profecias da Sibyla”), o Hávamál (“As palavras do Altíssimo”), etc.

Os poemas Skaldicos como o de “El marino” citado anteriormente, pelo contrário, contém eventos históricos, relatos da vida diária, sucessão de reis, batalhas, etc.
Finalmente, temos as “sagas” (relatos) em prosa, atribuídas, em sua maioria, a um governante e poeta da Islândia, no século XIII, chamado Snorri Sturluson, que recolheu em tais “sagas”, entre outras coisas, aclarações e explicações sobre os poemas Eddas, o que serviu de grande ajuda para compreender melhor estes mitos.

Quando alguém estuda os Eddas, dá-se conta de que a tradição esotérica do povo Nórdico foi profunda e riquíssima, mas infelizmente muito se perdeu. Alguns dos poemas de conteúdo esotérico são incompletos e estão misturados com muitas partes intranscedentes. 




Assim, por exemplo, no Hávamál (“As palavras do Altíssimo”) há apenas um pequeno fragmento de profundo conteúdo esotérico (citado mais à frente) que sem dúvida era parte de um texto muito mais amplo. O resto do Hávamál são conselhos sobre o viver diário, mas sem maior transcendência.




Apesar de tudo, o que chegou até nós é suficiente para que nossa alma sedenta de sabedoria possa deleitar-se com “As palavras do Altíssimo” de seres não terrestres.

Porém, novas percepções devido as novas informações atrelando esse mito, ou quaisquer outros mitos, lendas e contos da história humana,  a seres de origens não terrestres que foram considerados deuses na antiguidade, e que atualmente entende-se como extraterrestres.

Esses mitos estão relacionados a todos os outros mitos de deuses, deus, anjos e demônios, que na verdade são seres dimensionais e oriundos de outras galáxias, sistemas solares e planetas do Universo.

O interessante sobre toda essa história é que, existe um conjunto de estrelas próximas a este sistema solar, onde os planetas são abitados por seres inteligentes e avançados de modos variáveis, e que todos esses sistemas de estrelas são devidamente protegidos, orquestrados e manipulados por uma Federação Galática composta por diversos seres de origens diferentes, inclusive seres com características humanas de todas espécies e Nórdicas.

Para melhor entender essas informações, sugiro que assista todos os vídeos de Revelações Cósmicas com Corey Goode e David Wilcock.









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